chocolateamargoUm estudo feito na Austrália mostrou que comer 100 gramas diárias de chocolate escuro ajuda a prevenir infartos. As conclusões se unem às de outras pesquisas que já mencionaram os efeitos positivos do chocolate escuro para a saúde.



O chocolate é rico em flavonóides, poderosos antioxidantes naturais que limitam o estresse e diminuem o risco de doenças cardiovasculares, cânceres e outras doenças.



Realizado pela Universidade Monash, de Melbourne, e publicado esta semana no "British Medical Journal", este estudo insiste nos efeitos positivos "significativos" do chocolate com alta concentração de cacau e menos açúcar.



Concretamente, um consumo diário de 100 gramas de chocolate com 70% de cacau poderia evitar 70 ataques cardíacos mortais e 15 de menor intensidade em cada 10 mil pessoas com risco de sofrê-los, segundo a pesquisa.



"Nossas conclusões indicam que o chocolate escuro poderia ser uma alternativa ou um complemento aos tratamentos médicos das pessoas que têm alto risco de sofrer doença cardiovascular", afirmou Ella Zomer, encarregada do estudo.




AFP

Os casos de câncer no mundo provavelmente aumentarão em quase 75% em 2030, influenciados por fatores demográficos e de estilos de vida, revelou um estudo que será publicado na edição desta sexta-feira da revista médica The Lancet Oncology.



Uma equipe de pesquisa chefiada por Freddie Bray, da Agência Internacional de Pesquisa sobre o Câncer (IARC, na sigla em inglês), em Lyon, na França, reportou que em 2008 havia 12,7 milhões de novos casos de câncer, número que saltaria para 22,2 milhões em 2030, com 90% deste aumento registrado nos países mais pobres.



Em muitos países, a redução na incidência de cânceres vinculados a infecções foi contrabalançada pelos cânceres de cólon, reto, mama e próstata, associados a uma dieta "ocidentalizada", afirmaram os cientistas.



O estudo usou dados da GLOBOCAN, base de dados da IARC sobre casos de câncer em 184 países.



Em 2008, os casos de câncer de mama, pulmão, colorretal e próstata corresponderam à metade dos casos de câncer registrados em países ricos. Em países de renda mediana, cânceres de esôfago, estômago e fígado foram relativamente mais frequentes.



Nas duas categorias de países se observou uma queda nas incidências de câncer cervical e de estômago nos últimos anos.



Nos países mais pobres, o câncer cervical ou de colo de útero foi particularmente numeroso, superando os casos de câncer de mama e de fígado.



"Se as tendências específicas para câncer e sexo estimadas neste estudo se mantiverem, prevemos um aumento na incidência de casos de todos os cânceres de 12,7 milhões de novos casos em 2008 para 22,2 milhões em 2030", destacou o estudo.



"Intervenções direcionadas podem levar a uma redução do aumento estimado, através de estratégias de prevenção primárias eficazes, juntamente com a implementação de vacinação, detecção precoce e programas eficazes de tratamento", concluiu.



AFP

O Ministério da Saúde  através da Portaria nº 1.135, de 31 de maio de 2012, assinada pelo Ministro Alexandre Padilha, suspendeu a transferência de recursos do componente de "Vigilância Sanitária do Bloco de Vigilância em Saúde" para as cidades de Nazária, Bom Princípio do Piauí, São João da Fronteira, Coronel José Dias, Dirceu Arcoverde, Várzea Branca,Santo Antonio de Lisboa, Cocal de Telha, Anísio de Abreu, Matias Olímpio e Murici dos Portelas que estão sem cadastro do serviço especializado de Vigilância Sanitária no Sistema Nacional de Cadastro de Serviço de Saúde (SCNES) .


Também Foi suspenso o repasse para 180 municípios com situação irregular no monitoramento de outubro de 2011 a março de 2012 – três meses consecutivos sem informação do SIA( Sistema de Informação Ambulatorial /Sistema Único de Saúde).


O Componente de Vigilância Sanitária refere-se aos recursos federais destinados as ações de vigilância sanitária segundo modalidades e critérios definidos em normatização específica e é constituído por Piso Fixo de Vigilância Sanitária e Piso Variável de Vigilância Sanitária.


GP1

vacinacaocamapanhaO Ministério da Saúde encerra nesta sexta-feira, 1º, a 14ª Campanha de Vacinação contra a Gripe. O prazo chegou a ser ampliado em uma semana para possibilitar que mais pessoas fossem imunizadas contra a doença. A meta do governo era oferecer a dose da vacina para 80% de 30,1 milhões de pessoas consideradas vulneráveis.

 

De acordo com balanço parcial do governo, mais de 21,5 milhões de brasileiros foram imunizados desde 5 de maio deste ano, o que representa 71,5% do público alvo da campanha. O perfil das pessoas que são consideradas vulneráveis estão as que têm mais de 60 anos, os trabalhadores da saúde, as crianças que tenham entre seis meses de vida e 2 anos, além de gestantes e indígenas.

 

Ainda segundo o balanço parcial, dos que já receberam a vacina, os idosos são maioria (14,4 milhões). Foram vacinadas 3,3 milhões de crianças (78,5% do total); mais de 2 milhões de trabalhadores da saúde (84,2%); mais de 1,3 milhões de gestantes (63,4%); e 367,5 mil indígenas (62,6%)

 

A dose trivalente imuniza contra gripes sazonais e a influenza A (H1N1), popularmente conhecida como "gripe suína", e foi distribuída gratuitamente nos 34 mil postos de saúde de todo o país.


G1