• Jorge Batista Promocional

A Organização Mundial da Saúde (OMS) não considera que a epidemia de Covid-19, infecção causada pelo novo coronavírus, possa ser considerada uma "pandemia", como aconteceu com o surto de H1N1 em 2019.

Na segunda-feira (24), o diretor-geral da agência de saúde da ONU, Tedros Adhanom Ghebreyesus, explicou que o vírus tem "potencial pandêmico", mas que ainda não é observado pela organização um "espalhamento descontrolado da doença."

"O que vemos são epidemias em partes diferentes do mundo, afetando partes diferentes do mundo", disse Ghebreyesus.

O diretor-geral disse que a decisão de não usar a palavra pandemia para descrever a epidemia de Covid-19 está baseada no perfil de espalhamento da doença. "Chamar de pandemia, além de ser contra os fatos, pode causar medo. Não é hora de focar nas palavras. Agora é o momento para que países e pessoas se preparem."

Destaques do Covid-19 nesta segunda:
Na China, são 77.362 casos confirmados e 2.618 mortes;
No mundo, são 2.101 pacientes infectados e 23 mortes;
China adiou encontro anual do Parlamento do país em razão do surto.
Itália anunciou a sexta morte causada pelo novo coronavírus
Veneza cancelou os dois últimos dias do carnaval
Um porta-voz da OMS explicou à agência Reuters que, o surto de Covid-19 continua sendo classificado como "emergência internacional", mas que a OMS não tem uma categoria oficial para uma pandemia.

Tarik Jasarevic, esclareceu que "a OMS não usa o antigo sistema de 6 fases – que vai da fase 1 (sem relatos de influenza animal causando infecções humanas) à fase 6 (uma pandemia) – com a qual algumas pessoas podem estar familiarizadas devido ao H1N1 em 2009."

Casos se espalham
O medo de uma pandemia de coronavírus aumentou após o crescimento acentuado em novos casos relatados no Irã, Itália e Coreia do Sul, embora a China tenha relaxado as restrições ao movimento em vários lugares, incluindo Pequim, à medida que as taxas de novas infecções diminuíram.

Itália isola cidades atingidas pelo coronavírus, e Irã anuncia que teve 12 mortos pela infecção
A OMS, com sede em Genebra, declarou que o surto de gripe suína H1N1 de 2009 foi uma pandemia, que acabou sendo leve, levando a algumas críticas depois que as empresas farmacêuticas aceleraram o desenvolvimento de vacinas e medicamentos.

Emergência internacional
A OMS declarou o novo coronavírus que surgiu em Wuhan, China, em dezembro, como uma emergência de saúde pública de preocupação internacional, conhecida como PHEIC, em 30 de janeiro. A designação, que permanece em vigor, tinha como objetivo ajudar países com sistemas de saúde mais fracos em suas defesas, especialmente na África.

Desde então, o vírus se espalhou, com mais de 77.000 infecções conhecidas na China, incluindo 2.445 mortes e 1.769 casos e 17 mortes em 28 outros países, mostram os últimos números da OMS. Coreia do Sul, Japão e Itália estão enfrentando grandes surtos.

Coloquialmente, pandemia é usado para indicar o surto de um novo patógeno que se espalha facilmente de pessoas a pessoa em todo o mundo, disse Jasarevic.

 

G1

A demência vascular é o segundo tipo de demência mais comum, depois do mal de Alzheimer. Representa entre 10 e 20% dos casos.

Assim como todas as demências, envolve um comprometimento cognitivo. Este termo se refere à perda ou à piora de algumas faculdades mentais, como a memória, a razão ou o comportamento.

A demência vascular é provocada por lesões cerebrais decorrentes de uma doença vascular cerebral. Nesse tipo de situação, algumas regiões do cérebro não recebem um fluxo sanguíneo suficiente e acabam sendo lesionadas. Neste artigo, vamos explicar por que isso ocorre, bem como quais são seus sintomas e seu tratamento.

No que consiste a demência vascular?
Para poder diagnosticar a demência vascular, devem ser cumpridos alguns requisitos básicos. Em primeiro lugar, os critérios de demência. Como já mencionamos anteriormente, eles se baseiam em um comprometimento das faculdades mentais. Para medi-lo, os médicos utilizam diferentes exames e questionários.
Por outro lado, deve haver evidências de uma doença vascular cerebral. Estas podem ser observadas devido a antecedentes de algum problema vascular ou sinais na exploração física.

Também são utilizadas técnicas como a tomografia computadorizada ou a ressonância magnética para observar as possíveis lesões cerebrais.
Um acidente vascular cerebral pode causar demência vascular, mas isso nem sempre acontece. De fato, essa demência também pode ser causadas por outros transtornos que afetem os vasos sanguíneos. Qualquer patologia que diminua o fluxo sanguíneo no cérebro, como a aterosclerose, pode desencadeá-la.

Por causa de tudo isso, podemos identificar certos fatores de risco. Ter diabetes, hipertensão ou colesterol alto, assim como fumar, são situações que aumentam o risco de demência vascular. Dessa maneira, controlar esses fatores pode diminuir a sua incidência.
Os sintomas da demência vascular variam de acordo com a parte do cérebro em que o fluxo sanguíneo foi reduzido. São similares aos de outros tipos de demência.

Em primeiro lugar, a pessoa pode se sentir desorientada e com dificuldades para se concentrar. A capacidade de organizar os pensamentos também diminui. Um dos sintomas mais alarmantes é a perda de memória.

Outros sintomas comuns são:

Andar instável.
Incapacidade de controlar a urina.
Dificuldade para realizar tarefas que costumavam ser fáceis.
Problemas com a linguagem.
Mudanças no humor ou de personalidade.
Perda de habilidades sociais.
Depressão.
Alterações do sono.
Também podem ocorrer alucinações ou delírios.
Os sintomas podem ser mais óbvios e repentinos quando são decorrentes de um acidente vascular cerebral. Em outras situações, eles podem se acentuar de forma acelerada. Isso costuma permitir o diagnóstico diferencial com o Alzheimer, que costuma ser gradual.

No entanto, a doença também pode se desenvolver de maneira sutil e gradual. À medida que ela avança, os sintomas vão ficando mais evidentes e graves. Assim, a pessoa que sofre de demência vascular acaba se tornando incapaz de cuidar de si mesma.

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Como prevenir a demência vascular?
Cuidar da saúde dos vasos sanguíneos é essencial. Como já mencionamos anteriormente, manter uma pressão arterial adequada deve ser uma das primeiras medidas. Além disso, devemos controlar ou evitar a diabetes. É conveniente manter uma boa alimentação e fazer exercícios.

Por outro lado, parar de fumar é fundamental. O cigarro é muito prejudicial para os vasos sanguíneos. Do mesmo modo, devemos manter o colesterol em níveis adequados, já que essa medida pode ajudar a reduzir o risco de acidentes vasculares cerebrais. Por isso, a alimentação é muito importante.

Devemos prestar atenção nessas medidas de prevenção, pois não existe nenhum tratamento eficaz uma vez estabelecida a demência vascular. O tratamento, geralmente, é focado no controle dos fatores de risco.


Como a demência vascular é diagnosticada?
O diagnóstico é obtido a partir da probabilidade de os sintomas serem causados por algum problema vascular. Essa probabilidade aumenta de acordo com os antecedentes pessoais de acidente vascular cerebral e, também, se a pessoa já teve algum transtorno do coração ou dos vasos sanguíneos.

Para orientar o diagnóstico, também são realizados exames de sangue. Neles, a atenção será direcionada ao colesterol, aos níveis de açúcar, à possibilidade de anemia, etc. Também são realizados exames de imagem e ecografias das artérias carótidas para analisar o seu estado.

Além disso, os exames neuropsicológicos ajudam a distinguir entre os diferentes tipos de demência. Eles avaliam a capacidade de falar, escrever e trabalhar com números, entre outras.

As pessoas com demência vascular costumam ter mais dificuldade para analisar um problema. No entanto, elas têm menos dificuldade para aprender e se lembrar de informações, ao contrário de quem sofre de Alzheimer.


Conclusão
Para evitar a demência vascular, é muito importante manter um estilo de vida saudável. Cuidar da alimentação e fazer exercício físico são dois pilares básicos. Se, apesar disso, você perceber algum sintoma de alerta, procure um médico o mais rápido possível.

 

melhorcomsaude

Entre os efeitos adversos ocasionados da mistura de remédios com bebida alcoólica, o mais grave é conhecido como “efeito antabuse”, que pode causar até a morte. Consumir álcool durante um tratamento com antibióticos é um dos exemplos que pode causar esse efeito.

O “efeito antabuse” causa:

Náusea e vômito
Palpitação
Cefaleia (dor de cabeça)
Hipotensão (pressão baixa)
Dificuldade respiratória
Morte
Tais misturas ficam mais perigosas durante o carnaval, quando o consumo de álcool costuma ser mais abusivo.

Mesmo quando se trata de medicamentos que não precisam de prescrição médica, o psiquiatra alerta que não há mistura segura. “Alguns medicamentos, incluindo muitos analgésicos populares e remédios para tosse, resfriado e alergia, contêm mais de um ingrediente que pode reagir com o álcool.”

Para não estragar o seu carnaval, saiba quais são as combinações mais comuns entre álcool e remédio/substâncias estimulantes e seus possíveis efeitos:

1- Bebida energética

“A cafeína [presente no energético] aumenta a euforia causada pela bebida alcoólica e reduz a sensação de embriaguez, fazendo a pessoa sentir e pensar que está menos alcoolizada do que está. Desse modo, a pessoa tende a beber além do seu limite. Além disso, a cafeína e o álcool são ambos diuréticos, aumentando a vontade de urinar e levando à desidratação”, alerta Andrade.

Os remédios que podem mudar quem você é
2- Cafeína

Além dos efeitos descritos acima, o Conselho Regional de Farmácia do Estado de São Paulo (CRF–SP) explica que a cafeína pode piorar os sintomas da ressaca no dia seguinte. Vale lembrar que a substância está presente não somente em energéticos, mas também em alguns tipos de refrigerantes, no chocolate e no café.

3- Anticoncepcional

O álcool pode diminuir o efeito do anticoncepcional? Segundo Andrade, “a perda da eficácia está mais relacionada ao esquecimento e atraso na hora de tomar a medicação.”

4- Antialérgicos

Segundo o CRF–SP, misturar bebida alcoólica com antialérgicos aumenta o efeito sedativo e pode causar tonturas, sonolência, dificuldade de concentração e desequilíbrio.

5- Antidepressivos

Andrade explica que existem diferentes tipos de antidepressivos que podem reagir de diversas maneiras com o álcool. De modo geral, contudo, não é seguro misturar antidepressivos com bebida alcoólica porque “pode aumentar as reações adversas do medicamento e diminuir a sua eficácia.”

6- Ansiolíticos

Misturar álcool e ansiolíticos pode causar diversos efeitos, sendo os mais frequentes o efeito sedativo, a insuficiência respiratória e o risco de coma. Além disso, “as chances de desenvolver dependência do medicamento aumentam quando há o consumo de álcool”, complementa o psiquiatra.

7- Antibióticos

Alguns tipos de antibióticos, segundo o CRF – SP, pode causar o efeito antabuse. De acordo com o Conselho, a atenção deve ser redobra quando há tratamento com eritromicina (que atua em infecções do trato respiratório), rifampicina (tuberculose e hanseníase), nitrofurantoína (infecção urinária).

8- Anticonvulsivantes

De acordo com o CRF–SP, há risco de intoxicação e de diminuição na eficácia contra as crises de epilepsia.

 

G1

Os suplementos de probióticos são micro-organismos vivos que, quando administrados em quantidades adequadas, conferem um benefício à saúde do hospedeiro. De forma geral, todos podemos suplementar nossa dieta com probióticos, mas existem certos grupos populacionais que serão mais beneficiados. Continue lendo este artigo para saber mais sobre o tema.

Suplementos de probióticos: tudo que você precisa saber
Como dissemos, os probióticos são bactérias que trazem benefícios à saúde. Eles estão presentes em diferentes alimentos, como:

Iogurte
Kefir
Jocoque (típico da culinária mexicana)
Chucrute, kimchi (origem coreana)
Picles
Kombucha
Tempeh
Suplementos alimentares


Embora estejam presentes em alguns alimentos devido ao seu processo de elaboração, essas bactérias não podem chegar até o cólon, sobrevivendo ao longo caminho do intestino, como mostram alguns estudos.

Teríamos que ingerir probióticos com frequência e em uma quantidade grande o suficiente para que eles fossem benéficos. Por isso, é importante saber que os suplementos de probióticos encapsulados adequadamente podem sobreviver em nosso sistema digestivo e executar a ação correta.


Quando tomar suplementos de probióticos?
Atualmente, reconhece-se que os probióticos não apenas servem para melhorar o estado funcional e os sintomas do indivíduo que tem uma doença, mas também podem ser úteis para manter a saúde ou impedir o aparecimento de doenças.

No entanto, há grupos da população que são duplamente beneficiados, como as pessoas que acabaram de passar por um tratamento com antibióticos. Esses medicamentos matam patógenos ruins e bons (microbiota, flora vaginal e outras membranas mucosas, etc…).

Por isso, depois de tomar antibióticos é muito conveniente fazer uso dos suplementos de probióticos por pelo menos um mês.

A maior evidência sobre a eficácia dos probióticos foi descrita para o tratamento da diarreia aguda infecciosa, principalmente em crianças.

Existem outros grupos que podem se beneficiar, como aqueles com disbiose intestinal. Esta condição costuma surgir em pessoas que sofrem de:

Obesidade
Diabetes mellitus do tipo 1 e 2
Síndrome metabólica
Lúpus eritematoso sistêmico
Artrite reumatoide
Síndrome de supercrescimento bacteriano
Doença inflamatória intestinal
Colón irritável
Doença celíaca
Os suplementos de probióticos também são benéficos para os idosos. Isso ocorre porque, à medida que envelhecemos, ocorre uma redução da diversidade microbiana, o que diminui a presença dos micro-organismos mais benéficos.

Além disso, seu uso está sendo estudado em outras doenças, como a asma, a dermatite atópica, doenças neurológicas, depressão, ansiedade, câncer e algumas relacionadas à saúde bucal.

Como já dissemos, o consumo de probióticos é considerado seguro para a maioria das pessoas. No entanto, eles podem desencadear infecções em pessoas imunossuprimidas. Essas pessoas nunca devem iniciar a suplementação com probióticos sem receita médica.

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Como escolher um bom suplemento?
Para que as cepas probióticas administradas por via oral exerçam seus efeitos benéficos, elas devem resistir às condições ambientais do sistema digestivo e, principalmente, ao efeito microbicida da saliva, acidez gástrica, bile, secreção pancreática e assim por diante.

Também devemos levar em consideração a composição das diferentes secreções, o tempo de esvaziamento gástrico e a motilidade intestinal, que podem variar dependendo da idade e do estado de saúde do hospedeiro.

Além disso, é importante escolher as cepas de micro-organismos dependendo do estado de saúde, pois quanto maior a variedade de cepas, melhor. Por isso, o probiótico que tem um número maior de cepas diferentes é a melhor escolha.

Outro fato interessante é que os suplementos devem conter pelo menos 1 bilhão de bactérias UFC (unidades formadoras de colônias). Um probiótico com um número menor do que esse não terá efeito algum.


Como fazer uso do suplemento de probióticos?
Nunca consuma o suplemento com alimentos muito ácidos (frutas cítricas, tomate, vinagre, etc…) ou bebidas quentes (chá, café, infusões, sopas, etc…), pois ele pode não fazer efeito.

A melhor maneira é ingeri-lo em jejum pela manhã, com água morna. Nesse momento, tanto o pH do estômago quanto o seu baixo nível de ácido clorídrico são fatores que favorecem a sobrevivência das bactérias.

Pela mesma razão, é aconselhável esperar de 10 a 15 minutos antes de comer. Além disso, se você estiver tomando antibióticos, deixe passar pelo menos 3 horas antes de tomar o suplemento.

Finalmente, se você deseja consumir suplementos de probióticos, está tomando antibióticos ou tem alguma doença que possa melhorar ao tomá-los, consulte um médico para saber qual é o mais apropriado para a sua condição.

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