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Se sentir sozinho com frequência muitas vezes faz o coração ficar apertado e provoca batimentos acelerados, irregulares. É como se a solidão tivesse um efeito direto no órgão mais vital do corpo. E uma nova pesquisa mostra que esses sintomas não são somente uma impressão.

Um estudo publicado na revista científica "Journal of The American Heart Association" mostrou que adultos que relatam sentir solidão ou não conseguem confiar em alguém próximo têm mais risco de desenvolver doença degenerativa das valvas cardíacas.

As doenças degenerativas das valvas cardíacas (estruturas que controlam o fluxo de sangue entre as câmaras cardíacas) acontecem quando uma ou mais dessas estruturas deixam de funcionar corretamente. A condição é comum com o envelhecimento, uma vez que as válvulas se tornam mais espessas, calcificadas ou flácidas e prejudicam o fluxo sanguíneo.

Segundo os pesquisadores, essa é uma das primeiras pesquisas em larga escala a examinar a relação entre a solidão e o risco de doenças cardíacas.

Zhaowei Zhu, professor da Central South University e autor do estudo, explica que a doença está se tornando cada vez mais comum à medida que a população envelhece. E que o sentimento de solidão pode ser um fator determinante nesse contexto.

"Nossos achados sugerem que a solidão pode ser um fator de risco independente e potencialmente modificável para a doença valvar degenerativa", analisa o pesquisador. O grupo analisou informações de cerca de 463 mil pessoas. Os participantes responderam a perguntas para avaliar a solidão e o nível de isolamento social. Eles foram acompanhados por uma média de 14 anos e foram analisados registros médicos para rastrear novos diagnósticos da doença.

Solidão e problemas cardíacos Durante o acompanhamento, os pesquisadores observaram o diagnóstico de mais de 11 mil novos casos de doença valvar degenerativa.

O estudo diferenciou os níveis de risco para distintos problemas relacionados a doenças do coração – quando comparados a pessoas que não sentem solidão:

19% maior risco de doença valvar degenerativa 21% maior risco de estenose aórtica (condição em que a válvula que permite a saída do sangue do coração se estreita, restringindo o fluxo sanguíneo) 23% maior risco de regurgitação mitral (condição em que a válvula entre as câmaras esquerdas do coração não se fecha corretamente, permitindo o refluxo do sangue) Os pesquisadores ainda destacam que a solidão pareceu aumentar a chance de desenvolver problemas cardíacos, independentemente da predisposição genética.

Outro ponto importante reforçado pela pesquisa é que estilos de vida não saudáveis podem ajudar a explicar parcialmente a relação entre a solidão e doenças do coração.

Entre os hábitos que podem contribuir para essa associação estão:

Obesidade Tabagismo Consumo excessivo de álcool Sono inadequado Atividade física irregular Segundo os especialistas, a solidão é um estressor para o corpo e tem influência direta no organismo.

"Nossos resultados sugerem que abordar a solidão pode ajudar a retardar a progressão da doença, adiar intervenções cirúrgicas como a substituição valvar e, em última análise, reduzir o impacto clínico e econômico a longo prazo", disse o coautor Cheng Wei, M.D., doutorando em medicina cardiovascular. Limitações e próximos passos Entre as principais limitações do estudo, os autores lembram que a pesquisa é observacional, ou seja, não pode provar causalidade. Os resultados trazem apenas uma associação entre os dois fatores.

Além disso, a diversidade dos participantes também foi uma limitação, já que a maioria era composta por adultos brancos, o que pode comprometer a generalização dos resultados.

Nas conclusões, os pesquisadores destacam a importância de rastrear a doença valvar degenerativa em pessoas que relatam solidão.

Eles ainda projetam que estudos futuros são necessários para confirmar os achados em populações mais diversas, entender os mecanismos biológicos envolvidos e testar se intervenções que reduzam os sintomas da solidão podem diminuir o risco de doenças cardíacas.

G1

Quando o cabelo cai mais do que o normal, a deficiência de nutrientes como ferro, zinco, biotina, vitamina D e vitaminas do complexo B costuma estar entre as principais causas. Esses micronutrientes participam diretamente do crescimento dos fios e da saúde do folículo capilar, e a falta deles enfraquece a raiz, prolonga a fase de queda e dificulta o surgimento de novos fios. Entenda como cada nutriente atua e quando o exame de sangue é indicado.

Como o ferro influencia a saúde do cabelo? O ferro é essencial para o transporte de oxigênio até as células dos folículos capilares, que estão entre as estruturas que mais se multiplicam no corpo. Quando seus estoques estão baixos, o crescimento dos fios é prejudicado e a queda aumenta.

A deficiência de ferro é uma das causas mais comuns de queda capilar, especialmente em mulheres em idade fértil. Em casos mais avançados, pode evoluir para anemia ferropriva, que costuma vir acompanhada de cansaço, palidez e unhas frágeis.

Qual o papel do zinco e da biotina nos fios? O zinco participa da síntese de proteínas e da divisão celular no folículo capilar, além de ajudar a regular as glândulas sebáceas do couro cabeludo. Sua deficiência pode levar ao afinamento dos fios e ao aumento da queda.

Já a biotina, conhecida como vitamina B7, é cofator na produção de queratina, a principal proteína do cabelo. Embora a deficiência seja rara, pode ocorrer em pessoas com alterações intestinais, uso prolongado de antibióticos ou dietas muito restritivas, comprometendo a estrutura dos fios.

Outras vitaminas que influenciam a queda capilar Além do ferro, do zinco e da biotina, outros nutrientes também são fundamentais para manter o ciclo de crescimento dos fios em equilíbrio. A falta deles pode contribuir para uma queda mais intensa, mesmo quando outros exames estão normais.

Os principais micronutrientes envolvidos são:

O que dizem os estudos sobre vitaminas e queda capilar? Diversos pesquisadores têm avaliado quais nutrientes realmente fazem diferença no tratamento da queda capilar e em quais situações a suplementação se justifica.

Segundo a revisão The Role of Vitamins and Minerals in Hair Loss, publicada na revista Dermatology and Therapy, há boas evidências de que a suplementação de ferro e vitamina D pode beneficiar pessoas com alopecia androgenética e eflúvio telógeno que apresentem deficiência confirmada, enquanto o uso indiscriminado de biotina e zinco sem deficiência comprovada não traz benefícios e ainda pode interferir em exames laboratoriais.

Quando fazer exame de sangue para investigar a queda? O exame de sangue é indicado quando a queda persiste por mais de três meses, é acompanhada de outros sintomas como cansaço, unhas fracas ou alterações de pele, ou quando há histórico de dietas restritivas, cirurgia bariátrica ou doenças intestinais. A avaliação inclui geralmente ferritina, hemograma, vitamina D, vitamina B12, zinco e função da tireoide.

Identificar a causa exata da queda capilar é fundamental para um tratamento eficaz, e isso só é possível com avaliação individualizada. Antes de iniciar qualquer suplementação por conta própria, é essencial buscar a orientação de um médico dermatologista ou nutricionista, que poderá indicar os exames adequados e o tratamento mais seguro para o seu caso.

Tua Saúde

O papo que rola nas redes é que homens sofrem mais com a gripe, mas será? Posts que viralizaram nos últimos dias dizem que eles têm sintomas mais intensos e demoram mais a se recuperar. A explicação, segundo essas publicações, estaria na própria biologia masculina. Mas especialistas ouvidos pelo g1 são categóricos: não há evidência científica que sustente essa ideia.

Há anos, a ideia de que homens sofrem mais quando ficam doentes circula no imaginário popular. O termo “gripe masculina” é frequentemente usado de forma bem-humorada para descrever quadros em que sintomas comuns são tidos como doenças graves ou incapacitantes entre o público masculino. Em muitos desses relatos, a doença aparece quase como um “drama” — com homens sendo retratados como mais debilitados diante de infecções leves.

Agora, a gripe masculina foi mais longe: posts nas redes sociais citam que há evidência de que homens sofrem mais com a gripe. Os conteúdos citam um artigo publicado pelo British Medical Journal (BMJ), uma das revistas científicas mais respeitadas do mundo. O problema é que não se trata de um estudo científico.

O conteúdo faz parte de uma edição especial de Natal de 2017, conhecida por trazer artigos satíricos. No texto, o autor ironiza o chamado “man flu” e sugere, por exemplo, que homens ficariam mais debilitados como uma suposta estratégia de conservação de energia – o que não tem qualquer evidência, vale dizer.

“Quem usa isso como evidência não leu o texto. É uma peça irônica, não um artigo científico. Dizer que isso reflete a fisiologia humana é uma extrapolação sem base”, explica a infectologista Luana Araujo.

Nos posts, internautas repercutem pontos como de que os homens têm uma resposta imunológica pior ao vírus e que demoram duas vezes mais para se recuperar que as mulheres. Mas isso não é real.

“Não há dados que mostrem diferença na resposta. A produção de anticorpos é igual e homens e mulheres respondem da mesma forma às vacinas”, afirma o infectologista Renato Kfouri.

Apesar da biologia não explicar, os especialistas dizem que essa é uma questão comportamental.

A infectologista Luana Araujo, que é membro da Sociedade Brasileira de Infectologia (SBI), explica que há uma resposta que explica o motivo de mulheres melhorarem mais rápido: elas precisam reagir.

“Mulheres costumam manter a rotina mesmo quando estão doentes, o que pode dar a impressão de recuperação mais rápida. É uma questão social em que a mulher não tem esse espaço de cuidado”, explica.

Casos de gripe dobraram no país

Segundo o Instituto Todos pela Saúde, os casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) causados por influenza quase dobraram no país:

Em 2026, até meados de março, foram registrados 3.584 casos.

No mesmo período de 2025, foram 1.838.

A orientação dos especialistas é focar na prevenção — especialmente por meio da vacinação.

No SUS, a campanha é direcionada aos grupos com maior risco de complicações, como crianças de seis meses a menores de seis anos, idosos com 60 anos ou mais, gestantes, pessoas com comorbidades e profissionais de saúde e educação.

G1

Visando melhor atender os pacientes que o procuram diariamente, o profissional na área da odontologia, Dr. Ricardo Granjeiro firmou uma parceria com o também profissional da área, Dr. Wemerson Castro.

wemeson

Especialista em facetas de resina e cirurgia, o Dr. Wemerson tem poucos anos de mercado, no entanto, é um dos melhores no que se propõe a fazer como ofício do dia a dia. "Trata-se de um excelente profissional e tem como foco atender bem seus pacientes com serviços de qualidade", destacou Dr. Ricardo.

A Clínica Dr. Ricardo tem agendamento para os pacientes em todos os dias úteis da semana e, com a chegada desse novo profissional, as atendentes qualificadas da empresa passam a fazer os agendamentos em acordo com a demanda de procura e sem que haja transtorno de horário.

O atendimento desses profissionais é auxiliado ainda por equipamentos de última geração e de forma que os pacientes fiquem à vontade.

Da redação