carteirvacinaA vacinação nacional contra a covid-19, prevista para ter início na quarta-feira (20), conforme anunciado pelo ministro da Saúde Eduardo Pazuello durante reunião com prefeitos na quinta-feira (14), contará com carteira digital, para registro da dose da vacina, e possibilidade de ser imunizado apenas apresentando o CPF.

"Melhorias no aplicativo Conecte SUS Cidadão vão permitir que a pasta monitore as doses da vacina contra o coronavírus e garanta maior segurança à população imunizada", afirmou o ministério, por meio de nota. O acesso à carteira de vacinação será por meio do aplicativo do Conecte SUS.

As medidas fazem parte de um processo de modernização do Sistema de Informação do Programa Nacional de Imunização (SI-PNI) e facilitará o controle do Ministério da Saúde, evitando que uma mesma pessoa tome vacinas de laboratórios diferentes.

“É importante que todos contribuam com essas informações. Hoje, nós temos uma, duas, três vacinas possíveis a serem aplicadas. E quando tiver três, quatro ou 10? Se nós não tivermos o controle, o paciente pode tomar a vacina de uma dose tipo A e nós temos que evitar que ele tome uma segunda dose da vacina B”, explicou Jacson Venâncio de Barros, diretor do Departamento de Informática do Sistema Único de Saúde (DATASUS).

O sistema ainda permitirá o monitoramento de reações adversas.

A identificação, na hora da vacinação, será realizada por meio do CPF ou do Cartão Nacional de Saúde (CNS). Quem não estiver cadastrado no SUS poderá fazer o resgitro no momento do atendimento, segundo a pasta.

"O DATASUS desenvolve um certificado de vacinação em formato PDF e com QRCode de validação para manter a garantia de segurança do documento emitido", diz a nota.

 

R7

Foto: reprodução

Em época de pandemia do coronavírus, os profissionais que trabalham na saúde correm mais risco de serem contaminados. Os médicos, enfermeiros, farmacêuticos e biomédicos estão na linha de frente na batalha contra a doença. Mas, há outros profissionais da saúde que estão também expostos à COVID-19, porém, sem ligação direta com o combate ao coronavírus, como os dentistas, por exemplo.

ricardo

Num determinado período da pandemia, que ainda não acabou, os profissionais em odontologia estavam atendendo os casos mais graves em seus pacientes, quando se tratava de pacientes/clientes já com algum tempo.

Todos os dentistas estavam atendendo as orientações do Conselho Regional de Odontologia.

Agora, que mudou no atendimento? Quais são os cuidados que tanto o dentista quanto os pacientes devem ter? Como vem se dando esses atendimentos odontológicos nos consultórios?

Nesta semana o Piauí Notícias entrevistou o Dr. Ricardo Sampaio, profissional que cuida da saúde bucal de parte dos profissionais em comunicação do Piauí Notícias, há mais de cinco anos.

A entrevista foi no consultório do profissional Ricardo Sampaio e, todos os cuidados em relação ao novo coronavírus foram tomados, pois diariamente as profissionais que lhe auxiliam nos atendimentos usam os métodos de desinfecção das cadeiras da sala de espera, dos equipamentos usados no momento do atendimento e, no local são disponibilizados álcool em gel e 70% a todos que visitam o consultório.

Veja a entrevista com o Dr. Ricardo Sampaio e fique sabendo de algo que você desconhece.

Da redação

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) solicitou informações adicionais ao Instituto Butantan e à Fundação Oswaldo Cruz (Friocruz) sobre os pedidos de autorização de suas vacinas para o uso em caráter emergencial.

Em nota, o órgão destacou que, sem o conjunto das informações necessárias, à análise dos requerimentos de autorização não é possível cumprir o prazo estabelecido de até 10 dias.

A agência marcou para o próximo domingo (17) a reunião da sua diretoria colegiada para decidir sobre as solicitações do dois centros de pesquisa. O Instituto Butantan desenvolve a vacina CoronaVac, em parceria com a farmacêutica Sinovac. A Fiocruz firmou parceria com o consórcio do laboratório Astrazeneca e da Universidade de Oxford, do Reino Unido.

No caso do Butantan, a Anvisa disse em nota que já havia solicitado o restante da documentação no sábado passado (9). Essas informações são necessárias para avaliar os resultados da eficácia do imunizante no estudo clínico na Fase 3. Também são necessários dados adicionais para aferir a imunogenicidade da vacina na Fase 3 dos estudos clínicos.

No processo de exame da vacina da Fiocruz com o consórcio Astrazeneca/Universidade de Oxford também estão faltando informações. A Anvisa informou que solicitou à instituição dados de comparabilidade, estabilidade e transporte.

Em nota, o Instituto Butantan afirmou que desde o sábado (9), quando recebeu a primeira solicitação de complementação, tem feito uma força-tarefa para apresentar os dados que ainda não foram enviados. De acordo com o comunicado, as informações serão entregues “ainda nesta semana”.

Agência Brasil entrou em contato com a Fiocruz e aguarda retorno.

 

Agência Brasil

 

 

A maioria das pessoas que foram infectadas pelo coronavírus tem uma imunidade média de 83% à doença por pelo menos cinco meses, mas podem ser reinfectadas e transmiti-lo, de acordo com um estudo conduzido pela agência de Saúde Pública da Inglaterra (PHE).

Os pesquisadores recrutaram cerca de 21 mil funcionários de hospitais britânicos, divididos em grupos com base no fato de terem passado pela infecção ou nunca terem sido infectados, e os submeteram a testes PCR quinzenais e a um teste mensal para seu nível de anticorpos entre junho e novembro. As informações são da PHE, que está vinculada à Secretaria de Estado da Saúde do Reino Unido e aconselha sobre saúde pública.

De acordo com os resultados, dos 6.614 profissionais que tinham anticorpos, apenas 44 desenvolveram uma potencial infecção. A pesquisa concluiu que a infecção proporciona 94% de proteção contra a reinfecção sintomática e 75% de imunidade contra a reinfecção assintomática.

Especialistas dizem que os casos de reinfecção detectados na pesquisa, liderados por Susan Hopkins, são considerados potenciais, à espera de análise genética para certificar as informações. Eles também indicam que ainda não foi confirmado que os resultados podem ser extrapolados para um grupo populacional mais velho, já que os participantes do estudo tinham entre 35 e 54 anos de idade e, portanto, provavelmente têm sistemas imunológicos mais fortes.

A pesquisa será prolongada por 12 meses para determinar a duração da imunidade, analisar o impacto da nova variante do coronavírus detectado no Reino Unido e monitorar a proteção dos participantes que já receberam a vacina.

EFE