A partir deste ano, os meses de julho serão marcados por campanhas e ações de conscientização sobre a importância da saúde bucal.
As medidas fazem parte do Julho Neon, instituído pela Lei 15.408/2026, assinada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva e pelo ministro da Saúde, Alexandre Padilha.
A norma reforça a prioridade do Executivo em relação ao tema. Em maio de 2023, criou a Política Nacional de Saúde Bucal no âmbito do Sistema Único de Saúde (SUS).
A iniciativa fortaleceu o Brasil Sorridente, programa de assistência odontológica criado em 2004, com os principais objetivos:
ampliar a cobertura de saúde bucal no SUS; reduzir os índices de cáries e outras doenças bucais; oferecer tratamento odontológico especializado (tratamento de canal e próteses); incorporar a saúde bucal na atenção primária, média e de alta complexidade. Unidades odontológicas Em agosto de 2025, foram entregues 400 Unidades Odontológicas Móveis, a partir do investimento de R$ 152 milhões do Novo PAC Saúde.
Esses veículos itinerantes servem para ampliar o acesso da população, especialmente em áreas remotas ou de difícil acesso, por meio do atendimento direto às comunidades.
A busca por qualidade de vida e bem-estar é uma questão muito atual. Sendo assim, aterapia hormonal de afirmação de gênero acaba sendo um processo importante para as pessoas que querem alinhar suas características físicas com a sua identidade de gênero.
No entanto, mais do que apenas começar o tratamento, é muito importante entender bem o papel da medicina preventiva em todas as etapas desse acompanhamento. Plataformas como a Vivuna contribuem muito para aumentar o acesso descomplicado, seguro e humano à terapia hormonal de afirmação de gênero. Continue a leitura para saber mais sobre esse tema.
O que é a terapia hormonal de afirmação de gênero?
A terapia hormonal de afirmação de gênero é o uso controlado de hormônios para trazer mudanças físicas no corpo, o deixando mais alinhado à identidade de gênero da pessoa.
Esse processo pode envolver a administração de estrogênios, testosterona ou bloqueadores hormonais, sempre com cuidado e orientação médica.
É importante lembrar que cada organismo irá reagir de forma diferente, o que torna o acompanhamento individualizado indispensável. A medicina preventiva se torna muito importante, para que todo o processo aconteça com segurança, desde os exames iniciais até o ajuste contínuo das dosagens.
A importância da medicina preventiva nesse processo
Quando se fala em terapia hormonal de afirmação de gênero, não se trata apenas de iniciar um tratamento, mas de manter um acompanhamento constante. A medicina preventiva permite identificar possíveis riscos antes que eles virem problemas maiores, além de monitorar os efeitos do uso prolongado de hormônios no organismo.
Esse cuidado inclui exames laboratoriais regulares, avaliação de funções hepáticas, controle dos níveis hormonais e análise de possíveis problemas cardiovasculares. Dessa forma, o paciente alcança seus objetivos e também preserva sua saúde a longo prazo.
Terapia hormonal não binária e personalização do tratamento
Um dos avanços mais importantes na área é o reconhecimento da terapia hormonal não binária, que atende pessoas que não se identificam exclusivamente como homem ou mulher. Os hormônios não binários são utilizados de maneira personalizada, respeitando as necessidades e objetivos individuais.
Aqui, se precisa ainda mais atenção da medicina preventiva, já que os protocolos não seguem os padrões tradicionais. O acompanhamento médico vai garantir os ajustes precisos e evitar desequilíbrios hormonais, trazendo sempre mais segurança ao paciente.
Quais os riscos da automedicação e da falta de acompanhamento?
Apesar do aumento de informação sobre o tema, ainda existem pessoas que começam a terapia hormonal sem ter uma orientação profissional. Esse é um dos maiores riscos que conhecemos em relação à terapia hormonal de afirmação de gênero, pois o uso inadequado de hormônios pode causar complicações sérias.
Entre os principais problemas estão alterações cardiovasculares, sobrecarga no fígado, mudanças bruscas de humor e até complicações no metabolismo da pessoa. A medicina preventiva atua justamente para evitar esses cenários, oferecendo um acompanhamento baseado em evidências.
Acesso seguro e acompanhamento especializado
Com o avanço da tecnologia, é ainda mais fácil ter acesso a serviços de saúde especializados. A Vivuna é um exemplo de iniciativa que facilita esse processo, promovendo acesso descomplicado, seguro e humano à terapia hormonal de afirmação de gênero, com suporte profissional desde o início.
Esse tipo de serviço é muito importante para regiões onde o acesso a especialistas pode ser mais difícil, como em diversas áreas do Piauí, aumentando muito o alcance de cuidados de qualidade.
Se você pensa em realizar esse tipo de terapia, conte com a Vivuna e sua experiência e tenha acesso descomplicado, seguro e humano à terapia hormonal de afirmação de gênero.
A doença renal crônica avança em silêncio e pode comprometer a função dos rins durante anos sem causar nenhum sintoma perceptível. Quando os sinais finalmente aparecem, o quadro já costuma estar em estágio avançado, momento em que o tratamento tem benefício limitado. A boa notícia é que existem formas eficazes de detectar e prevenir essa condição precocemente, com exames simples e mudanças no estilo de vida que protegem a saúde dos rins ao longo da vida.
Por que a doença renal crônica é considerada uma ameaça invisível? Os rins têm uma enorme capacidade de adaptação e continuam funcionando mesmo quando parte deles já está comprometida. Esse mecanismo de compensação faz com que a doença evolua sem dor, sem inchaço e sem qualquer sinal claro nas fases iniciais.
Quando os sintomas surgem, geralmente refletem perda de função superior a 70% da capacidade renal. Por isso, nefrologistas reforçam que a detecção precoce é fundamental para evitar a progressão até a necessidade de diálise ou transplante.
Como detectar a doença renal antes que evolua? O diagnóstico precoce depende de exames simples que avaliam o funcionamento dos rins. A dosagem anual da creatinina no sangue, combinada ao cálculo da taxa de filtração glomerular, é o método mais utilizado para avaliar a função renal.
Complementarmente, a pesquisa de microalbuminúria na urina permite identificar lesões precoces, mesmo quando os outros marcadores ainda estão normais. Esses exames são acessíveis, indolores e devem fazer parte da rotina anual de adultos com fatores de risco.
Quem está mais exposto ao risco de desenvolver a condição? Embora possa afetar qualquer pessoa, alguns grupos apresentam maior vulnerabilidade ao desenvolvimento da doença renal crônica. Identificar esses fatores ajuda a antecipar cuidados preventivos antes que a função renal seja comprometida.
Veja os principais fatores associados ao risco aumentado da doença:
Diabetes tipo 2 e descontrole prolongado da glicemia Hipertensão arterial não tratada ou mal controlada Histórico familiar de doença renal Idade acima de 60 anos Obesidade e síndrome metabólica Uso frequente de anti-inflamatórios sem prescrição médica Tabagismo e consumo excessivo de bebidas alcoólicas Pessoas com esses fatores devem realizar exames preventivos com maior frequência e manter acompanhamento clínico regular.
Metanálise científica revela alta prevalência mundial da doença renal A doença renal crônica é considerada uma das principais ameaças globais à saúde, com impacto crescente sobre o sistema cardiovascular e a mortalidade. Pesquisas recentes têm avaliado quantos adultos convivem com a condição e como ela se distribui em diferentes regiões do mundo. Segundo a metanálise Desigualdades globais em saúde relacionadas à doença renal crônica: uma meta-análise, publicada na revista científica Nephrology Dialysis Transplantation em 2024, foram analisados 119 estudos com mais de 29 milhões de participantes. Os resultados mostraram que a prevalência global da doença renal crônica atinge 13% da população adulta, com taxas ainda maiores entre idosos e pessoas com diabetes ou hipertensão.
Hábitos que ajudam a proteger a saúde dos rins A prevenção da doença renal envolve escolhas consistentes ao longo do tempo e o controle dos principais fatores de risco. Pequenos ajustes na rotina produzem efeitos importantes sobre a função renal e reduzem o risco de evolução para estágios avançados.
Confira recomendações práticas para preservar a saúde dos rins:
A popularização da melatonina como solução rápida para dormir melhor preocupa o Conselho Regional de Farmácia do Estado de São Paulo (CRF-SP), após estudos recentes associarem o uso prolongado do suplemento a maior risco de insuficiência cardíaca.
Diante do avanço da automedicação, a entidade lançou um informe técnico com alertas sobre contraindicações, interações medicamentosas e riscos do consumo sem acompanhamento profissional.
O material alerta para a percepção equivocada de que, por ser um produto “natural”, a melatonina seria isenta de riscos. Segundo o CRF-SP, isso não é verdade.
“O fato de ser um suplemento não significa que seja isento de riscos. A melatonina pode interagir com medicamentos, sofrer variações no metabolismo entre diferentes pessoas e até causar efeitos indesejados quando utilizada sem critério”, afirma o informe técnico.
O documento também destaca um estudo apresentado em 2025 pela American Heart Association, nos Estados Unidos. A pesquisa acompanhou por cinco anos mais de 130 mil adultos com insônia que usaram melatonina por pelo menos um ano e identificou aumento na probabilidade de diagnóstico de insuficiência cardíaca, além de maior risco de hospitalizações e mortalidade por qualquer causa.
Segundo os dados preliminares do estudo, pessoas que utilizaram melatonina por 12 meses ou mais tiveram cerca de 90% mais chances de desenvolver insuficiência cardíaca ao longo de cinco anos. O grupo também apresentou risco 3,5 vezes maior de hospitalização por insuficiência cardíaca e quase o dobro de risco de morte por qualquer causa.
Os próprios autores ressaltam, porém, que os resultados ainda não comprovam relação direta de causa e efeito entre a melatonina e os problemas cardíacos, e que mais pesquisas são necessárias.
O que é a melatonina A melatonina é um hormônio produzido naturalmente pela glândula pineal, no cérebro, principalmente durante a noite. Sua função é sinalizar ao organismo que chegou a hora de dormir, ajudando a regular o chamado ciclo sono-vigília.
A produção do hormônio é influenciada pela luz. Ambientes escuros estimulam a liberação de melatonina, enquanto a exposição à luz — especialmente a luz azul de celulares, tablets e computadores — reduz sua produção.
Além do sono, a melatonina participa de mudanças metabólicas, cardiovasculares, respiratórias, digestivas e imunológicas que ocorrem durante o período de repouso.
No Brasil, a melatonina foi autorizada pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) como suplemento alimentar em 2021. A regulamentação estabelece limite diário de 0,21 mg para adultos e proíbe indicação terapêutica do produto. O uso é contraindicado para crianças, gestantes, lactantes e profissionais que exerçam atividades que exijam atenção contínua.
Quando o uso pode ser indicado Segundo Dalva Poyares, médica especialista em medicina do sono, a melatonina pode ser utilizada em situações específicas, como distúrbios do ritmo circadiano, jet lag, deficiência visual e em alguns pacientes com transtorno do espectro autista.
Já nos casos de insônia, o hormônio pode ajudar no início do sono, mas não é considerado tratamento definitivo para o problema.
O CRF-SP reforça que o uso deve ser individualizado e acompanhado por profissional de saúde. O conselho também chama atenção para a diferença entre a dose produzida naturalmente pelo corpo e as quantidades usadas em alguns estudos clínicos — muitas vezes superiores ao limite permitido no Brasil.
Quais são os riscos do uso sem orientação Além das preocupações levantadas pelo estudo americano, especialistas alertam para efeitos adversos mais comuns associados ao uso inadequado da melatonina.
Entre eles estão:
sonolência durante o dia;
tontura;
dor de cabeça;
náuseas;
fadiga;
dificuldade de concentração;
pesadelos.
Segundo o CRF-SP, farmacêuticos podem ajudar a identificar possíveis interações medicamentosas, contraindicações e situações em que o suplemento não é recomendado.
O conselho também destaca que a melatonina não substitui hábitos considerados fundamentais para a qualidade do sono, como prática de atividade física, alimentação equilibrada e higiene do sono.