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vacinacoronaMesmo antes de a Organização Mundial da Saúde (OMS) colocar o novo coronavírus (Sars-CoV-2) como uma emergência de saúde pública de importância internacional, em março deste ano, a busca por uma vacin...


“Ter várias vacinas aprovadas pode ser útil, porque é possível que a melhor estratégia para induzir uma resposta imune protetora seja combinar várias formulações. Além disso, esses estudos em andament...


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Agência Fapesp

Ilustração: André Moscatelli/SAÚDE é Vital

coronUm grupo de 239 cientistas alertam que partículas do novo coronavírus (Sars-CoV-2) suspensas no ar podem infectar pessoas, informou o jornal "The New York Times", dos Estados Unidos. Segundo os especialistas, o risco é maior em ambientes fechados.

A Organização Mundial da Saúde (OMS), que mantém a posição de que o coronavírus causador da Covid-19 se espalha principalmente por gotículas respiratórias maiores, como em tosses e espirros, informou ao G1 que está revisando as informações dos cientistas publicadas no jornal americano.

"Estamos cientes do artigo e estamos revisando seu conteúdo com nossos especialistas técnicos", afirmou em nota a OMS.

Estudos anteriores já demonstraram a possibilidade de transmissão do vírus mesmo em aerossóis ainda menores, que ficam suspensos por horas no ar.
No mais recente comunicado sobre o novo coronavírus publicado pela OMS, o organismo insiste que os estudos feitos na China não evidenciaram esse tipo de transmissão, por partículas virais suspensas no ar. Porém, os cientistas contestam essa versão.

Segundo a reportagem, a conclusão significaria que diversos estabelecimentos, inclusive escolas, precisariam garantir bons sistemas de ventilação e filtros de ar poderosos para abrir durante a pandemia, além da necessidade do uso de máscaras — medidas já adotadas em algumas empresas ou por certos governos. O jornal também sugere que luzes ultravioletas podem ser utilizadas para matar partículas virais flutuando nesses espaços fechados.

A médica Linsey Marr, especialista em transmissão aérea de vírus pela universidade Virginia Tech, explica que cientistas ainda não conseguiram cultivar o Sars-CoV-2 em aerossóis em laboratórios — o que não significa que as partículas do vírus suspensas no ar não sejam infecciosas.

Segundo a cientista, na maioria dos prédios têm uma taxa de circulação de ar muito menor do que em hospitais, por exemplo. Isso significa que o vírus se acumula no ar e gera maiores riscos.


Marr afirma que esse tipo de transmissão não quer dizer que o novo coronavírus seja capaz de viajar longas distâncias com capacidade de infectar pessoas. A médica alerta, no entanto, que há risco nos chamados em contato prolongado entre pessoas e em eventos super-espalhadores, principalmente em locais fechados.

 

G1

Foto: Reprodução/Visual Science

A empresa de biotecnologia alemã CureVac, que está desenvolvendo uma candidata a vacina contra Covid-19, obteve um empréstimo de 75 milhões de euros do Banco de Investimento Europeu para aumentar sua capacidade de produção.

A empresa, que está planejando uma oferta pública inicial nos Estados Unidos neste mês, disse nesta segunda-feira (5) que o empréstimo a ajudará a investir em sua chamada tecnologia de RNA mensageiro e a acelerar a construção de uma quarta instalação de fabricação em sua sede de Tuebingen, na Alemanha.

É a segunda injeção de fundos novos na companhia– em junho, o governo alemão investiu 300 milhões de euros em uma participação de 23% na empresa para ajudar o desenvolvimento de sua vacina contra Covid-19.

A CureVac, que tem apoio da Fundação Bill & Melinda Gates, é pioneira na tecnologia de RNA mensageiro, que também está sendo investigada pela BioNTech e sua parceira Pfizer e ainda pela Moderna.

Moléculas de RNA são versões de fio único das hélices duplas de DNA. Graças ao seu padrão molecular recorrente, é possível produzi-las em um processo bioquímico relativamente simples que não exige células vivas modificadas geneticamente, que são necessárias para produzir a maioria dos outros remédios de empresas de biotecnologia.

"Estamos ansiosos para agilizar a finalização de nossa instalação de produção em escala industrial para fornecer o suprimento criticamente necessário de vacinas inovadoras baseadas em mRNA", disse Pierre Kemula, gerente-chefe de financiamento da CureVac, em um comunicado.

O financiamento será disponibilizado em três parcelas de 25 milhões de euros após a finalização de marcos preestabelecidos.

A CureVac iniciou um teste clínico de Fase 1 de uma vacina experimental contra coronavírus na Alemanha e na Bélgica, e disse que os primeiros resultados significativos podem estar disponíveis em setembro ou outubro.

 

Reuters

A Secretaria de Saúde de Floriano em parceria com a SESAPI, realizou testagem em agentes de trânsito de Floriano na manhã desta sexta-feira, 03, no Centro de Referência para Síndromes Gripais – FUNASA. Dez profissionais foram testados e não foi registrado nenhum caso positivo para Covid-19.  

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O objetivo do Programa Busca Ativa é identificar pessoas contaminadas pelo novo coronavírus no Estado. As equipes do Projeto Saúde da Família vão fazer o monitoramento da Covid-19 em parceria com os municípios.  

Pela cooperação técnica, o rastreamento de pessoas possivelmente contaminadas pelo novo coronavírus prevê a aplicação de testes para a Covid-19 a fim de identificar os pacientes positivados que serão cadastrados no banco de dados da plataforma Monitora Covid-19. A partir daí, as equipes de saúde do Programa Busca Ativa vão fazer um acompanhamento destes pacientes contaminados. 

A ação é realizada por meio de uma parceria da Sesapi com os municípios que assinam um termo de adesão ao programa e passam a receber da secretaria, para uma equipe do Programa Saúde da Família, testes rápidos e equipamentos de proteção individual (EPIs).

pmflo