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Passar longas horas sentado afeta o corpo de formas que vão muito além da dor nas costas. Pesquisas recentes mostram que permanecer na mesma posição por mais de oito horas diárias prejudica a circulação sanguínea, altera o metabolismo das gorduras e da glicose e eleva o risco de problemas graves como trombose venosa profunda e doenças cardiovasculares. O mais preocupante é que esses efeitos ocorrem mesmo em pessoas que praticam exercícios regularmente, já que o sedentarismo prolongado é hoje considerado um fator de risco independente para o coração.

Como o corpo reage a horas seguidas de inatividade Quando uma pessoa permanece sentada por períodos longos, o fluxo de sangue nas pernas diminui de forma significativa. Essa redução do retorno venoso favorece o acúmulo de sangue nos membros inferiores e cria condições para a formação de coágulos, um problema conhecido como trombose venosa profunda. Além disso, a falta de contração muscular reduz a produção de uma enzima chamada lipase lipoproteica, responsável por ajudar o organismo a processar as gorduras presentes no sangue.

Em poucas horas de imobilidade, o corpo já apresenta mudanças mensuráveis na forma como responde à insulina. A resistência a esse hormônio aumenta, o que significa que o organismo precisa de mais esforço para controlar os níveis de açúcar no sangue. Com o tempo, esse ciclo contribui para a elevação de marcadores inflamatórios e para o enrijecimento das artérias, uma condição que antecede a hipertensão.

Estudo confirma que ficar sentado por muito tempo eleva o risco cardiovascular A relação entre tempo sentado e problemas no coração tem respaldo em grandes investigações científicas. Segundo a revisão sistemática e meta-análise “Sedentary behaviour and risk of all-cause, cardiovascular and cancer mortality, and incident type 2 diabetes: a systematic review and dose response meta-analysis”, publicada no European Journal of Epidemiology por Patterson e colaboradores em 2018, o risco de morte por doença cardiovascular cresce de forma expressiva a partir de seis a oito horas diárias de comportamento sedentário. A análise reuniu dados de 34 estudos com mais de 1,3 milhão de participantes e identificou que, acima desse limite, cada hora adicional sentado elevava o risco em aproximadamente 4%, mesmo após ajuste para a prática de atividade física.

Outro estudo de coorte publicado no JAMA Network Open em 2024 reforçou esses achados ao mostrar que trabalhadores que passam a maior parte do expediente sentados apresentam risco aumentado de mortalidade por todas as causas e por doenças cardiovasculares em comparação com aqueles que alternam entre sentar e ficar em pé durante o trabalho.

Pausas curtas fazem diferença real na saúde A boa notícia é que interromper o tempo sentado com breves momentos de movimento já é suficiente para quebrar o ciclo metabólico negativo. Ensaios clínicos demonstraram que caminhadas leves de dois a três minutos a cada 20 ou 30 minutos reduzem significativamente os níveis de glicose e insulina após as refeições, quando comparadas à permanência contínua na cadeira.

Entre as estratégias mais eficazes para quem passa muito tempo sentado estão:

Levantar e caminhar por dois a três minutos a cada hora, mesmo que seja até o bebedouro ou o banheiro Alternar entre a posição sentada e em pé durante o expediente de trabalho Fazer alongamentos simples nas pernas e nos tornozelos enquanto estiver na cadeira Usar lembretes no celular ou no computador para não deixar passar longos períodos sem se movimentar Sinais de alerta que exigem atendimento de urgência Alguns sintomas relacionados ao tempo prolongado sentado precisam de atenção imediata, pois podem indicar a formação de um coágulo sanguíneo. É fundamental procurar atendimento médico de urgência ao notar:

Dor ou cãibra persistente na panturrilha sem causa aparente Inchaço assimétrico em apenas uma das pernas, com mudança de cor ou temperatura Falta de ar súbita ou dor no peito, que podem indicar embolia pulmonar Esses sintomas podem estar ligados à trombose venosa profunda, uma condição em que coágulos se formam nas veias das pernas e podem se deslocar para os pulmões. Para entender melhor essa condição, seus sintomas e formas de prevenção, confira o conteúdo completo do Tua Saúde sobre trombose.

Pequenas mudanças na rotina protegem o coração a longo prazo Reduzir o tempo sentado não exige grandes transformações no dia a dia. Incorporar movimentos leves entre as atividades cotidianas, optar por reuniões em pé quando possível e criar o hábito de pausas regulares ao longo do trabalho são atitudes simples que, somadas, fazem diferença significativa para a saúde do coração e da circulação. O importante é não depender apenas do exercício da manhã para compensar um dia inteiro de imobilidade.

Tua Saúde

Uma nova variante da covid-19 tem atraído atenção de autoridades sanitárias ao redor do mundo depois de ser identificada em mais de 20 países, incluindo Estados Unidos, China e Alemanha. Batizada de BA.3.2 e apelidada de “Cicada”, essa linhagem apresenta um número elevado de mutações, suscitando preocupações sobre sua possível habilidade de escapar da resposta imunológica. Pesquisadores destacam a necessidade de análise contínua de amostras para verificar a rapidez de transmissão e o perfil de gravidade dos casos relacionados a essa cepa.

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A variante BA.3.2 foi detectada pela primeira vez na África do Sul, em novembro de 2024. Após um período inicial de circulação limitada, o vírus voltou a se espalhar com mais intensidade a partir do final de 2025. Até o momento, houve confirmação de registros da cepa em ao menos 23 países. No Brasil, ainda não há comprovação oficial de contaminação pela BA.3.2. O apelido “Cicada” faz alusão às cigarras, insetos que passam longos períodos sem serem notados antes de surgirem em grandes números.

Uma das características mais marcantes da BA.3.2 é o elevado número de alterações genéticas em comparação a variantes anteriores. Estimativas de especialistas apontam entre 70 e 75 mutações, muitas delas localizadas na região da proteína spike, responsável pela entrada do vírus nas células. Essas modificações podem influenciar a chamada “zona de encaixe” das vacinas, diminuindo parcialmente a neutralização pelos anticorpos. Apesar desse cenário, os imunizantes disponíveis continuam a demonstrar eficácia significativa na prevenção de hospitalizações e mortes provocadas pela infecção.

Os sintomas descritos em pacientes infectados pela BA.3.2 não diferem substancialmente dos observados em casos anteriores de covid-19. Os sinais mais frequentes incluem dor de garganta, tosse seca, cefaleia, febre e sensação de cansaço. Alguns infectados também relataram episódios de náuseas e diarreia, mas não há indicações de manifestações clínicas inéditas ou particularmente graves associadas a essa cepa. Ainda assim, recomenda-se atenção aos primeiros sintomas e busca rápida por orientação médica.

A Organização Mundial da Saúde (OMS) reforça que, até o momento, não existem evidências de que a nova linhagem provoque quadros clínicos mais graves ou reduza de forma significativa a proteção contra casos severos oferecida pelas vacinas. Segundo a entidade, manter os esquemas vacinais atualizados segue sendo a principal estratégia para diminuir o impacto da doença, sobretudo entre grupos considerados de maior risco, como idosos e pessoas com comorbidades. Autoridades de saúde internacionais continuam monitorando a situação e podem emitir novas recomendações conforme surgirem dados adicionais.

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(Foto: Instagram)

Com o passar dos anos, é normal perceber que nosso sono muda. Dormimos menos horas, acordamos mais vezes durante a noite e temos mais dificuldade para pegar no sono. Na verdade, existe uma ideia generalizada de que os idosos precisam de menos descanso noturno.

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Mas as evidências científicas sugerem que o problema não é uma menor necessidade, mas uma menor capacidade de gerar um sono profundo e contínuo. O cérebro envelhecido continua precisando descansar, mas tem mais dificuldade para fazê-lo bem. Ele continua “dormindo”, mas de forma mais superficial. É como se o interruptor que mantém o sono estável perdesse firmeza com o passar do tempo.

O que ocorre no cérebro Um dos principais fatores para o pior descanso com o avanço da idade é a perda de estabilidade do sistema que regula o sono e a vigília. No cérebro jovem, esse sistema funciona como um interruptor firme: ou estamos acordados ou estamos dormindo.

À medida que envelhecemos, alguns neurônios responsáveis por promover e manter o sono vão se perdendo, e outros que sustentam a vigília também se enfraquecem. Como consequência, o cérebro muda de estado com maior facilidade, o que favorece um sono mais leve e fragmentado.

A isso se soma o envelhecimento do relógio biológico. O núcleo supraquiasmático, um grupo de neurônios que coordena os ritmos circadianos de todo o organismo, continua funcionando, mas o dia se torna mais curto e seu “fim” se antecipa. Além disso, seu sinal se torna menos intenso.

Isso faz com que os idosos tendam a adormecer e acordar mais cedo, e explica por que o sono noturno é menos consolidado e mais sensível a estímulos externos, ao mesmo tempo em que aumenta a sonolência durante o dia. O cérebro recebe um sinal menos claro de quando deve dormir e quando deve permanecer acordado.

Outra mudança importante afeta a chamada pressão do sono, que se acumula ao longo do dia e nos leva a dormir à noite, e que depende em parte de uma substância conhecida como adenosina. Com o envelhecimento, o cérebro continua acumulando cansaço, mas responde pior a esse sinal. Embora a necessidade de dormir continue existindo, é mais difícil traduzi-la em um sono profundo e contínuo.

Além disso, esse sono profundo, fundamental para a recuperação cerebral, também é diretamente afetado pelas mudanças estruturais do cérebro. Essa fase do sono é gerada principalmente nas regiões frontais, que com a idade perdem espessura e conexões.

Como resultado, as ondas cerebrais lentas que caracterizam o sono profundo tornam-se mais fracas e menos frequentes — especialmente no início da noite —, quando antes eram mais abundantes.

Durante o sono, o cérebro também emite sinais breves que ajudam a consolidar as memórias do dia. Com o envelhecimento, esses sinais diminuem e se coordenam pior com o sono profundo. Isso contribui para que a aprendizagem e a memória se tornem menos eficientes, mesmo em idosos saudáveis.

Por fim, o envelhecimento afeta as conexões que permitem que as diferentes regiões do cérebro trabalhem de forma sincronizada durante a noite. Embora os neurônios que geram o sono continuem presentes, seus sinais se propagam com menos eficácia. O resultado é um sono menos profundo, mais fragmentado e menos reparador.

É importante destacar que, embora o sono do idoso saudável seja mais frágil, essas mudanças não implicam necessariamente em problemas cognitivos, mas são consideradas parte natural do envelhecimento fisiológico do cérebro.

Nem tudo é biologia A essas mudanças biológicas somam-se fatores não estritamente cerebrais que influenciam de forma decisiva o sono do idoso e que, muitas vezes, interagem com os mecanismos neurobiológicos já descritos. A perda de rotinas diárias, como horários de trabalho regulares, atividade física estruturada ou exposição constante à luz natural, enfraquece os sinais externos que ajudam a sincronizar o relógio biológico, ampliando a fragmentação do sono.

Nesta fase da vida, são mais frequentes distúrbios do sono como a insônia e a apneia obstrutiva do sono, que vão fragmentá-lo. Ao mesmo tempo, uma maior incidência de doenças crônicas, como dor persistente, doenças cardiovasculares ou respiratórias e distúrbios do humor, provoca despertares noturnos adicionais e reduz a continuidade do descanso.

A isso se soma o uso frequente de medicamentos que, embora necessários, podem alterar a arquitetura do sono: desde hipnóticos e ansiolíticos que modificam o sono profundo, até antidepressivos, betabloqueadores ou diuréticos que interferem no início, na estabilidade ou na continuidade do sono.

Em conjunto, esses fatores atuam como moduladores que, por si sós, não explicam o envelhecimento do sono, mas podem intensificá-lo e torná-lo clinicamente relevante quando se sobrepõem a um cérebro já mais vulnerável.

Quando o sono deixa de ser “normal”: deterioração cognitiva e demência Nos últimos anos, tem-se acumulado evidências crescentes sobre os efeitos nocivos da privação do sono e dos distúrbios do sono na saúde cerebral. Dormir mal não está associado apenas a um pior desempenho cognitivo a curto prazo, mas também a um maior risco de deterioração cognitiva e demência a longo prazo.

Esse interesse crescente colocou em foco o sono dos idosos, uma fase da vida em que o descanso muda de forma quase universal. Mas um dos maiores desafios atuais é traçar uma linha clara entre as alterações do sono que fazem parte do envelhecimento normal, sem consequências físicas ou mentais negativas, e aquelas que podem constituir uma manifestação precoce de processos neurodegenerativos ainda subclínicos.

Diante de uma pessoa que, com a idade, começa a perceber uma piora nas características do seu sono (mais despertares, sono mais superficial, etc.), não existem biomarcadores que permitam determinar se essas são mudanças normais e esperadas com a idade ou se, de fato, trata-se de uma manifestação de processos neurodegenerativos.

Embora seja normal que o sono se torne mais leve com a idade, algumas alterações vão além do esperado e podem indicar um envelhecimento cerebral não saudável.

Um dos principais sinais de alerta é uma fragmentação acentuada e progressiva do sono, com múltiplos despertares noturnos prolongados e uma sensação persistente de descanso não reparador, mesmo quando o tempo total na cama é adequado. Ao contrário do envelhecimento normal, nesses casos o sono perde estabilidade e continuidade.

Outro sinal relevante é o aparecimento ou o agravamento rápido da sonolência diurna excessiva, especialmente quando interfere nas atividades cotidianas ou surge de forma desproporcional em relação às horas dormidas. Esse padrão sugere uma perda da capacidade do sono de cumprir sua função restauradora.

Do ponto de vista neurocognitivo, é especialmente preocupante a coexistência de distúrbios do sono com alterações cognitivas sutis, como dificuldades recentes de memória, atenção ou aprendizagem, mesmo que ainda não atendam aos critérios de deterioração cognitiva. Estudos indicam que essa combinação pode refletir processos neurodegenerativos incipientes.

Também são considerados sinais de alarme alterações qualitativas do sono, mais do que seu simples encurtamento: desaparecimento quase completo do sono profundo, redução clara do sono REM ou uma inversão progressiva do ritmo sono-vigília, com maior atividade noturna e sonolência diurna. Esses padrões não são típicos do envelhecimento saudável.

Por fim, merece atenção a necessidade crescente de uso de hipnóticos ou sedativos para dormir, bem como a perda brusca de eficácia de tratamentos que antes funcionavam. Nesses casos, o problema geralmente não é apenas de insônia, mas de uma alteração subjacente dos mecanismos cerebrais do sono.

Todos esses sinais, por si sós, não permitem diagnosticar uma doença neurodegenerativa, mas indicam a conveniência de avaliar o sono como um possível marcador precoce de risco, especialmente quando as mudanças são recentes, progressivas e associadas a alterações cognitivas.

Por Elena Urrestarazu Bolumburu*

Foto: Adobe Stock

Acordar com um incômodo no lado direito da barriga, logo abaixo das costelas, é algo que muitas pessoas atribuem a uma noite mal dormida ou à refeição pesada do dia anterior. No entanto, quando esse desconforto se repete com frequência, ele pode ser um sinal de que o fígado está sobrecarregado. Entender exatamente onde essa dor aparece e quais outros sintomas a acompanham é fundamental para agir a tempo e evitar que o problema avance de forma silenciosa.

A localização exata da dor quando o fígado está comprometido O fígado ocupa boa parte do lado direito do abdômen, protegido pelas costelas inferiores. Na verdade, o próprio fígado não possui terminações nervosas em seu interior, por isso muitas doenças hepáticas avançam sem causar dor. Porém, quando o órgão incha por conta de inflamação ou acúmulo de gordura, ele pressiona uma membrana que o envolve, rica em nervos, e é essa pressão que provoca a sensação de peso ou dor na região.

Diferente de uma pontada aguda ou de uma cólica, o desconforto hepático costuma ser descrito como uma pressão contínua que não melhora com mudanças de posição. Em alguns casos, pode irradiar para o ombro direito ou para as costas do mesmo lado. A dor tende a piorar após refeições gordurosas ou consumo de álcool, momentos em que o fígado precisa trabalhar mais para processar as substâncias ingeridas.

Outros sinais que acompanham o fígado sobrecarregado O desconforto na região das costelas do lado direito raramente aparece de forma isolada. Quando o fígado está comprometido, o corpo costuma apresentar outros sinais que merecem atenção:

Fadiga persistente e sensação de cansaço que não melhora com o repouso. Barriga estufada e sensação de pressão abdominal, que pode indicar acúmulo de líquidos. Pele e olhos amarelados, sinal de que o fígado não está eliminando a bilirrubina corretamente. Urina escura e fezes esbranquiçadas, que revelam dificuldade do órgão em processar substâncias. Náuseas e perda de apetite, principalmente após refeições ricas em gordura. Quando dois ou mais desses sinais surgem junto com o desconforto no lado direito, a investigação médica se torna ainda mais importante.

Revisão científica mostra que doenças do fígado são frequentemente silenciosas O fato de o fígado poder estar significativamente comprometido antes de qualquer dor aparecer é amplamente documentado na literatura médica. Segundo a revisão sistemática e meta-análise “Symptom prevalence and quality of life of patients with end-stage liver disease: A systematic review and meta-analysis”, publicada no periódico Palliative Medicine em 2019, a dor aparece em 30% a 79% dos pacientes com doença hepática avançada. Porém, o estudo revelou que sintomas como distúrbios do sono, cãibras musculares, falta de ar e depressão são igualmente frequentes, muitas vezes surgindo antes de qualquer dor perceptível. Os autores analisaram 80 estudos e concluíram que a qualidade de vida dos pacientes com doença hepática avançada é significativamente prejudicada, reforçando a importância do diagnóstico precoce. A pesquisa completa pode ser consultada em: PubMed – PMID 30345878.

O que pode sobrecarregar o fígado no dia a dia Diversas situações cotidianas contribuem para o acúmulo de trabalho sobre o fígado sem que a pessoa perceba. As causas mais comuns incluem:

Alimentação rica em ultraprocessados, frituras e açúcar refinado, que favorece o acúmulo de gordura no órgão. Consumo excessivo ou frequente de bebidas alcoólicas, que causa inflamação progressiva. Uso prolongado de medicamentos sem orientação médica, como analgésicos e anti-inflamatórios, que sobrecarregam o metabolismo hepático. Obesidade, sedentarismo e diabetes descontrolado, fatores que aumentam o risco de esteatose hepática.

A melhor forma de proteger o fígado é adotar hábitos que reduzam o esforço do órgão. Manter uma alimentação equilibrada, limitar o álcool, evitar a automedicação e praticar atividade física regularmente são medidas simples que fazem grande diferença. Para entender melhor todas as possíveis causas da dor no lado direito da barriga, confira o guia completo do Tua Saúde sobre dor no lado direito do abdômen.

Este conteúdo é apenas informativo e não substitui a avaliação, o diagnóstico ou o tratamento indicado por um profissional de saúde. Se você sente desconforto persistente na região das costelas do lado direito, percebe alterações na cor da pele ou da urina, ou nota cansaço que não melhora com o repouso, procure um gastroenterologista ou hepatologista para uma investigação adequada.

Tua Saúde