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Visando melhor atender os pacientes que o procuram diariamente, o profissional na área da odontologia, Dr. Ricardo Granjeiro firmou uma parceria com o também profissional da área, Dr. Wemerson Castro.

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Especialista em facetas de resina e cirurgia, o Dr. Wemerson tem poucos anos de mercado, no entanto, é um dos melhores no que se propõe a fazer como ofício do dia a dia. "Trata-se de um excelente profissional e tem como foco atender bem seus pacientes com serviços de qualidade", destacou Dr. Ricardo.

A Clínica Dr. Ricardo tem agendamento para os pacientes em todos os dias úteis da semana e, com a chegada desse novo profissional, as atendentes qualificadas da empresa passam a fazer os agendamentos em acordo com a demanda de procura e sem que haja transtorno de horário.

O atendimento desses profissionais é auxiliado ainda por equipamentos de última geração e de forma que os pacientes fiquem à vontade.

Da redação

Mais do que ensinar a ler, incentivar hábitos saudáveis ou apoiar os primeiros passos, o papel dos pais vai muito além dessas funções. Especialistas alertam que há uma dimensão emocional frequentemente negligenciada, especialmente na criação de meninos.

O tema voltou a ganhar destaque após um artigo do The New York Times circular novamente nas redes sociais, levando psicólogos a comentarem a importância da educação emocional na infância.

"Os pais precisam dar aos filhos ferramentas adequadas para que eles entendam seus sentimentos, e isso precisa ser desenvolvido, assim como a compreensão de outros conceitos complexos e abstratos", afirma Steven Meyers, da Roosevelt University, em Chicago, ao comentar o texto de 2018.

No artigo "The Boys Are Not All Right", o comediante e escritor Michael Ian Black destaca que, quando um homem "se sente perdido, mas quer preservar sua masculinidade", acaba recorrendo a "duas únicas opções: fugir ou ativar o modo de fúria".

Segundo o autor, ambas as respostas "parecem arriscadas", mas estão diretamente ligadas à forma como meninos são ensinados a lidar com emoções desde a infância.

Especialistas explicam que a raiva, por si só, não é um problema. Trata-se de "uma resposta a uma ameaça percebida", que ativa reações físicas como a liberação de adrenalina, aumento da frequência cardíaca e da pressão arterial.

O problema surge quando não há alternativas saudáveis para lidar com esse sentimento. "É quando essa raiva não é controlada de forma saudável que se torna problemática", alertam os psicólogos.

Embora não seja possível generalizar, estudos indicam diferenças na forma como meninos e meninas lidam com emoções. "Existem diferenças na maneira como meninos e meninas sentem e expressam a mesma raiva", apontam especialistas.

De modo geral, "os meninos externalizam", enquanto as meninas tendem a "acumular" esses sentimentos. Isso pode fazer com que os meninos direcionem a raiva para fora, com comportamentos agressivos, enquanto as meninas podem internalizar, o que pode levar a culpa, frustração ou até depressão.

"Por outro lado, as meninas tendem a direcionar a raiva e frustração para dentro de si mesmas, então isso pode se tornar culpa, frustração e até depressão", explica Meyers.

Para ajudar as crianças a lidar melhor com as emoções, o primeiro passo é identificar o que estão sentindo. Segundo a assistente social Kelsey Torgerson Dunn, evitar o problema pode trazer consequências no futuro.

"Para assumir o controle do estresse e da raiva, é preciso ajudar a criança a identificar o que está acontecendo, sem fugir disso", afirma. Isso é importante porque "crianças pequenas nem sempre reconhecem o que estão vivendo", o que pode resultar, mais tarde, em adultos com dificuldade de compreender os próprios sentimentos.

Meyers reforça que, ao trabalhar com meninos, costuma dizer que "eles podem sentir o que quiserem, mas nem sempre podem fazer o que quiserem".

Na prática, a orientação para os pais é adotar uma abordagem baseada em paciência e acolhimento. Segundo os especialistas, esse é o caminho para formar adultos mais equilibrados e "emocionalmente responsáveis".

Historicamente, meninos foram ensinados a reprimir emoções, mas a proposta atual é diferente. "Seja paciente e calmo. Deixe claro que você não está tentando sufocar ou negar a raiva deles no momento".

O objetivo final é que a criança aprenda a se autorregular. "O ideal é ajudar os filhos a chegar a um ponto em que consigam se acalmar sozinhos, talvez com técnicas de respiração, afastando-se psicologicamente da situação", para que consigam entender a origem do problema sem reagir de forma impulsiva.

Noticias ao Minuto

Pela primeira vez, pesquisadores conseguiram observar em tempo real como os danos associados ao Alzheimer ocorrem, acompanhando minuto a minuto o processo químico que leva à doença.

O estudo, conduzido por cientistas da Oregon State University, foi publicado na revista científica ACS Omega em 7 de fevereiro de 2026. A descoberta oferece uma compreensão mais detalhada do desenvolvimento do Alzheimer, potencialmente abrindo portas para tratamentos mais eficazes no futuro.

Para realizar a pesquisa, os cientistas utilizaram uma técnica avançada que monitorou, em laboratório, o comportamento de proteínas beta-amiloides, diretamente ligadas ao Alzheimer.

Essas proteínas podem se acumular no cérebro, formando aglomerados que prejudicam a comunicação entre as células nervosas — um dos principais mecanismos da doença.

A novidade do estudo é que, até então, os cientistas só conseguiam observar o resultado final. Agora, é possível ver o processo ocorrer em tempo real.

De acordo com a pesquisadora Marilyn Rampersad Mackiewicz, o método permite compreender "como e quando" as reações acontecem — e não apenas se elas funcionam.

O estudo também revelou a influência de metais, como o cobre, no processo. Os pesquisadores observaram que níveis desequilibrados de certos metais podem interagir com as proteínas beta-amiloides, favorecendo a formação dos aglomerados tóxicos.

Em outras palavras, o problema não está apenas nas proteínas, mas também no ambiente químico ao redor delas. Uma descoberta importante do estudo é que o processo pode ser interrompido.

Outro ponto relevante foi a observação de moléculas chamadas quelantes. Essas substâncias conseguem se ligar aos metais e, em alguns casos, impedir ou até reverter a formação dos aglomerados de proteínas.

Os cientistas identificaram que um tipo específico de quelante foi capaz de agir de forma mais precisa, especialmente sobre o cobre — considerado um dos principais envolvidos no processo.

A principal contribuição do estudo é oferecer uma visão mais detalhada de como o Alzheimer começa e evolui no nível molecular. Até hoje, muitos tratamentos falharam justamente por não compreender totalmente esse processo.

Com a possibilidade de observar as reações em tempo real, os pesquisadores acreditam que será possível desenvolver medicamentos mais direcionados, que atuem no momento certo e com maior precisão.

Apesar dos resultados promissores, os cientistas reforçam que os testes foram feitos em ambiente de laboratório. A próxima etapa será avaliar os achados em sistemas mais complexos, como células e modelos pré-clínicos.

Ainda assim, a descoberta representa um avanço importante para entender exatamente como o dano acontece e pode ser a chave para, no futuro, conseguir interromper ou até reduzir os efeitos do Alzheimer.

Pai Pee

Manter hábitos saudáveis ao longo da vida pode fazer diferença não só na prevenção, mas também no desfecho do câncer.

coraçao

Um estudo publicado em março de 2026 no European Heart Journal mostra que pessoas com melhor saúde cardiovascular têm menor risco de morrer —inclusive após já terem enfrentado o diagnóstico oncológico.

Os dados vêm do estudo Moli-sani, que acompanhou mais de 24 mil participantes por cerca de 15 anos. Entre eles, 779 eram sobreviventes de câncer.

A análise revelou que aqueles com melhor pontuação em saúde cardiovascular tiveram um risco até 38% menor de morrer por qualquer causa em comparação com os que apresentavam piores indicadores.

Os 7 fatores que fazem diferença Para medir a saúde cardiovascular, os pesquisadores usaram um índice chamado Life’s Simple 7, criado pela Associação Americana do Coração. Ele considera sete pilares:

não fumar, praticar atividade física, manter alimentação saudável, controlar o peso, ter pressão arterial adequada, manter colesterol sob controle, regular os níveis de glicose no sangue. Cada fator contribui para uma pontuação total, quanto maior, melhor o estado de saúde.

O estudo mostrou que não é só a soma desses hábitos que importa: cada ponto adicional nessa escala já está associado a uma redução no risco de morte por câncer.

Mesmo após o diagnóstico, o impacto continua Segundo o oncologista Stephen Stefani, do grupo Oncoclínicas e da Americas Health Foundation, o resultado reforça algo que a prática clínica já indicava, mas que agora aparece de forma mais robusta em dados de longo prazo.

Ele explica que esses hábitos funcionam em duas frentes: ajudam a reduzir o risco de desenvolver câncer ao longo da vida e, mesmo quando a doença ocorre, aumentam a chance de sobreviver a ela.

“Ter hábitos saudáveis significa que, mesmo que o paciente desenvolva câncer, ele tem mais chance de estar vivo depois”, afirma. O elo entre coração e câncer A relação entre saúde cardiovascular e câncer não é apenas comportamental —ela também tem base biológica. O estudo aponta que as duas doenças compartilham fatores de risco e mecanismos comuns, um conceito conhecido como “terreno biológico compartilhado”.

Entre esses mecanismos, a inflamação crônica tem papel central. Trata-se de um processo contínuo que pode danificar os vasos sanguíneos —favorecendo doenças cardiovasculares— e, ao mesmo tempo, criar um ambiente propício para o desenvolvimento e a progressão de tumores.

“Esse processo inflamatório crônico vai danificando os vasos e também diminui a capacidade do organismo de se proteger de mutações”, explica Stefani.

Mas o estudo vai além: a análise identificou que um conjunto de fatores —incluindo marcadores inflamatórios, frequência cardíaca e níveis de vitamina D— responde por mais de 50% da relação entre bons hábitos e menor risco de morte.

Isso indica que o benefício não vem de um único elemento, mas de um equilíbrio mais amplo do organismo, que influencia simultaneamente a saúde cardiovascular e o comportamento do câncer.

Não é só vitamina D, é o contexto Um dos pontos que chamam atenção na pesquisa é a associação com a vitamina D. Níveis mais baixos aparecem ligados a piores desfechos, mas isso não significa que a reposição isolada resolva o problema.

Para Stefani, o dado precisa ser interpretado com cautela. Ele explica que a vitamina D tende a funcionar mais como um marcador do estado geral de saúde do que como causa direta.

Ou seja, mais importante do que corrigir um número no exame é atuar sobre os fatores que levam a esse desequilíbrio, como alimentação inadequada, sedentarismo e alterações metabólicas.

Essa lógica aparece também na análise da dieta. Quando os pesquisadores substituíram o critério alimentar original por um padrão mediterrâneo —rico em frutas, vegetais, peixes e azeite—, os efeitos positivos se ampliaram, com redução do risco de morte por doenças cardiovasculares, câncer e outras causas, como doenças neurológicas e respiratórias.

Uma abordagem integrada para duas doenças Os resultados reforçam um entendimento que vem ganhando espaço na medicina: doenças cardiovasculares e câncer estão conectados —tanto pelos fatores de risco, como sedentarismo, alimentação inadequada, tabagismo e excesso de peso, quanto por mecanismos biológicos, como a inflamação crônica.

Isso indica que medidas clássicas de prevenção do coração também podem influenciar o risco e a evolução do câncer.

Esse raciocínio sustenta a chamada cardio-oncologia, área que propõe integrar o cuidado dessas duas frentes —da prevenção ao acompanhamento de pacientes já diagnosticados, com foco no controle contínuo dos fatores de risco.

“Ter hábitos saudáveis não só reduz a chance de desenvolver a doença, como também aumenta a probabilidade de sobreviver a ela”, afirma Stefani.

G1

Foto: Freepik