coronavacA CoronaVac, vacina desenvolvida pelo Instituto Butantan em parceria com a farmacêutica chinesa Sinovac, apresenta 78% de eficácia na prevenção da doença causada pelo coronavírus, mostraram dados dos estudos clínicos em Fase 3 feitos no Brasil pelo instituto. Os dados serão detalhados nesta quinta-feira (7) em coletiva de imprensa realizada na sede do Butantan.

Um anúncio oficial deve ser feito no início da tarde pelo Butantan. Representantes do instituto estão reunidos com a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) nesta manhã, e os dados estão sendo apresentados no encontro.


A informação foi inicialmente divulgada pelo jornal Folha de S.Paulo e posteriormente confirmada pela Reuters por uma fonte com conhecimento dos resultados que pediu anonimato. O instituto não respondeu de imediato a pedidos de comentários.

 

R7 Com Reuters

Conheça um pouco mais da história do Hospital de Olhos Bucar, fundado em Floriano, há 08 anos.

O Hospital de Olhos Bucar, com sede em Floriano-PI, foi idealizado pelo médico oftalmologista Dr. Walter Bucar em 2012, com propósito de oferecer serviço oftalmológico avançado em uma região que até então, não possuía. Na época de sua implantação fez grandes inovações e, em pouco tempo, os resultados surpreenderam a todos. Os milhares de pacientes atendidos rapidamente impulsionaram o crescimento exponencial da empresa. Em poucos anos, o Hospital de Olhos Bucar tornou-se a maior referência em oftalmologia de sua região, ocupando lugar de destaque no estado do Piauí. Possui uma estrutura comparável aos maiores e melhores centros de oftalmologia do país. São mais de 2.000 m², sendo 3 recepções, 2 espaços infantis, 1 lanchonete, elevador, estacionamento coberto com mais de 40 vagas, 8 consultórios, 6 salas de exames, apartamento para internação e centro cirúrgico próprio. Soma-se a isso a qualidade dos nossos profissionais, 10 médicos especialistas que trabalham em conjunto para promover saúde ocular com qualidade, ética e responsabilidade.

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ASCOM

Mesmo diante da pandemia o Hospital Regional Tibério Nunes, fecha o ano de 2020 com um número significativo de cirurgias realizadas.

AS informações são da diretoria do órgão em Saúde que revela que, com isso, há um grande avanço que desafoga e evita o grande fluxo de ambulâncias saindo sentido à capital Teresina, com pacientes.

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“Parabéns ao Centro Cirúrgico e todos os outros setores e profissionais envolvidos nesse grande processo de salvar vidas”, externou a comunicação do órgão.

Foram realizadas no período de 2020, apesar das dificuldades por que passam o Hospital Tibério Nunes e também devido as consequências da pandemia do novo coronavírus o número de 1.820 cesarianas.

Os números são os seguintes:

✅Ortopédicas- 2.235

✅Pediátricas- 342

✅Neuro- 167

✅ Buco Maxilo- 214

✅Vascular- 227

✅Pequenas cirurgias- 154

✅ Curetagem uterina- 310 ✅Cirur. gerais eletivas- 519

✅ Cirur. gerais urgência- 843

✅ Videolaparoscopia-10.

 Totalizando 6.841 procedimentos cirúrgicos realizados.

Da redação

astrazenecavacinA Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) tem reunião técnica, nesta quarta-feira (6), às 14h30, com o Instituto Butantan. O conteúdo não foi divulgado pela agência. A previsão é que o Instituto Butantan solicite uso emergencial da CoronaVac na quinta-feira (7) e a Fiocruz até sexta-feira (8). Não há previsão de reunião com a Fiocruz agendada para esta quarta-feira até o momento, informou a Anvisa.


Depois de realizado o pedido, a Anvisa terá 10 dias para autorizar o início da imunização no país. Não há data confirmada para início do plano nacional de imunização contra a covid-19, conforme divulgado pelo Ministério da Saúde na segunda-feira (4). Mas a pasta informou, por meio de nota, que trabalha “com três margens temporais”. O início da vacinação na “melhor hipótese” seria em 20 de janeiro, "hipótese intermediária" entre 20 de janeiro e 10 de fevereiro" e "hipótese mais tardia" em 10 de fevereiro.

A vacina de Oxford é a principal aposta do governo brasileiro, que tem acordo de compra e transferência de tecnologia com a AstraZeneca, farmacêutica sueca que desenvolve a vacina junto à Universidade de Oxford. Para iniciar a imunização no país ainda este mês, a Fiocruz depende da importação de vacinas prontas fabricadas no Instituto Serum, na Índia.


A fundação já tem autorização da Anvisa para a importação de 2 milhões de doses, mas havia um impasse em relação ao Serum, que tinha anunciado que priorizaria doses para seu próprio país, só disponibilizando vacinas a partir de março. No entanto, na terça-feira (4), o instituto divulgou que vai atender às demandas globais por vacina, abrindo caminho para a importação da Fiocruz. O impasse adiou a previsão de pedido de solicitação de uso emergencial da Fiocruz desta quarta-feira (6) para sexta-feira (8).

Por outro lado, o Butantan já conta com as doses da CoronaVac disponíveis para aplicação, prevista para ter início em 25 de janeiro, conforme divulgado pelo governo do Estado. Há 8 milhões de doses em território nacional, segundo anunciado pelo governador de São Paulo, João Doria (PSDB), em entrevista coletiva à imprensa em dezembro. O governo tem acordo com a Sinovac, empresa chinesa que desenvolve a CoronaVac, para transferência de tecnologia para o Instituto Butantan.


Embora o governo federal ainda não tenha data confirmada de início da imunização, o primeiro grupo a ser vacinado já foi definido. São idosos com mais de 75 anos, profissionais de saúde, idosos com 60 anos ou mais que vivam em instituições, indígenas, quilombolas e comunidades tradicionais ribeirinhas. Já no planejamento do governo de São Paulo, os primeiros serão profissionais de saúde, indígenas e quilombolas. Idosos só começarão a ser vacinados a partir de 8 de fevereiro.

 

R7

Foto: GARETH FULLER/PA WIRE/POOL VIA REUTERS