Mais de 3 mil cidades do continente americano participam hoje (29) do Dia do Desafio, uma campanha de incentivo à prática de atividade física e esporte. Esta é a 25ª edição do evento criado no Canadá. No Brasil, as atividades são encabeçadas pelo Serviço Social do Comércio (Sesc), de São Paulo.

A proposta é estimular a adoção de hábitos mais saudáveis por meio de competição entre cidades de diversas partes do planeta. O município que conseguir mobilizar o maior número de participantes em relação a sua população vence o desafio.

“Nesta data, forma-se uma rede de pessoas que abraçam o desafio de oferecer oportunidades de tornar a vida de todos mais ativa. Cria-se um cenário que favorece a motivação para a adoção de hábitos saudáveis na rotina, essenciais na promoção do bem-estar social e a melhora da qualidade de vida da população”, disse, em nota, o diretor do Sesc São Paulo, Danilo Santos de Miranda.

As duplas de cidades, de tamanho equivalente, foram definidas por sorteio na edição do ano passado. Neste ano, elas continuam disputando entre si tentando aumentar o número de praticantes de atividades físicas e esportes.

A competição entre essas cidades é trienal e segue até 2020. As cidades também são classificadas no ranking Cidade + Cidade, que contabiliza a soma dos resultados dos dois municípios desafiantes, o qual é atualizado a cada ano.

 

Agência Brasil

O câncer cerebral é primário ou metástase de outros cânceres? De acordo com o neurocirurgião Jean Gonçalves, do A.C.Camargo Cancer Center, o câncer cerebral pode ser primário, surgindo das células cerebrais e, consequentemente, mais difícil de tratar por conta do local acometido no cérebro, ou pode ser resultado de metástase de outro câncer, neste caso, um tumor mais fácil de tratar.


Quais as causas do câncer cerebral? O neurocirurgião afirma que o câncer no cérebro está relacionado a fatores genéticos e ambientais, exposição à radiação, tabagismo e alcoolismo.


Qual o tumor cerebral mais comum? De acordo com o médico, os tumores mais comuns são as metástases de câncer de pulmão, de mama e de melanomas. Já entre os tumores primários, o mais comum é o meningioma que, de maneira geral, é benigno e com bom prognóstico. O meningioma cresce lentamente ao longo dos anos e surge das meninges, membranas que envolvem o cérebro e a medula espinhal, segundo dados da clínica Mayo, nos Estados Unidos. É mais comum em mulheres em idades mais avançadas. As causas ainda são desconhecidas, mas os principais fatores de risco são a ação dos hormônios femininos, tratamento com radiação, transtorno hereditário do sistema nervoso e obesidade.

 
Qual o tumor cerebral mais letal? Gonçalves afirma que o glioblastoma é o tumor maligno mais comum. Trata-se de um tumor primário, originado das células cerebrais e sem cura. Segundo o médico, o prognóstico desse tumor é ruim, deixando poucos meses de vida ao paciente após o diagnóstico.


O câncer cerebral pode afetar a fala ou a memória do paciente? Dependendo do local em que o tumor se encontra, sim. Porém, nem sempre a função pode ser recuperada. Segundo Gonçalves, quando são tumores primários, a remoção do tumor sem prejudicar a área é mais difícil. Já os tumores metastáticos são mais fáceis de remover, retornando às funções originais do cérebro.


O câncer cerebral pode afetar a fala ou a memória do paciente? Dependendo do local em que o tumor se encontra, sim. Porém, nem sempre a função pode ser recuperada. Segundo Gonçalves, quando são tumores primários, a remoção do tumor sem prejudicar a área é mais difícil. Já os tumores metastáticos são mais fáceis de remover, retornando às funções originais do cérebro.


Qual a taxa de letalidade do câncer cerebral? Segundo dados de 2018 do Inca, a taxa de mortalidade entre homens foi de 4,3% (4.718 mortes), e de 4,5% entre as mulheres (4.315 mortes).


Quais os sintomas mais comuns do câncer cerebral? Dores de cabeça, tonturas, perda de movimentos, perda de sensibilidade, alterações hormonais, perda de visão, visão dupla e perda de audição estão entre os sintomas de tumores cerebrais. Gonçalves afirma que os sintomas podem surgir de uma hora para a outra, com piora progressiva devido ao crescimento do tumor.


canccerebroRaramente são realizados exames na região da cabeça. Desta forma, como saber se um tumor está se desenvolvendo? O médico afirma que exames são pedidos caso haja sintomas e para pessoas que tenham parentes com o problema e estejam buscando prevenção, além de casos em que o paciente bate a cabeça. Entre os exames para diagnóstico estão a ressonância magnética e a tomografia cerebral.


É preciso abrir a cabeça do paciente para realizar o diagnóstico? O neurocirurgião afirma que, em alguns casos, para ter um diagnóstico 100% certeiro, é necessária a abertura do crânio. Porém, alguns tumores, como o meningioma, possuem formatos característicos, podendo ser identificados por meio dos exames de imagem.


É preciso abrir a cabeça do paciente para realizar o diagnóstico? O neurocirurgião afirma que, em alguns casos, para ter um diagnóstico 100% certeiro, é necessária a abertura do crânio. Porém, alguns tumores, como o meningioma, possuem formatos característicos, podendo ser identificados por meio dos exames de imagem.


O câncer cerebral tem alguma relação com Parkinson ou Alzheimer? Não. Embora algumas localizações tumorais possam trazer alterações motoras ou de memória, o câncer cerebral não possui qualquer relação com nenhuma das doenças.


Qual o tratamento para o câncer cerebral? O câncer no cérebro pode ser tratado com quimioterapia e radioterapia, sendo indicados para casos de tumores malignos, controlando o seu crescimento. Outra opção é a cirurgia para a retirada do tumor, indicada em tumores benignos.

R7

Foto: Freepik

 

O tempo de sobrevida de pacientes com aids mais que dobrou após o Brasil começar adotar políticas públicas de combate à doença. Estudo divulgado hoje (28) pelo Ministério da Saúde mostra que 70% dos pacientes adultos e 87% das crianças diagnosticadas entre 2003 e 2007 tiveram sobrevida superior a 12 anos. Em 1996, antes de o ministério ofertar o tratamento universal aos pacientes com HIV/aids, a sobrevida era estimada em cerca de cinco anos.

O estudo pesquisou 112.103 pacientes adultos e 2.616 crianças de todo o país, entre 2003 e 2007. Desse total, 70% dos adultos (77.659) e 87% (2.289) das crianças permaneciam vivos até o fechamento dos dados para o estudo, em 2014. Dos adultos que foram a óbito, 27.147 morreram em decorrência da aids e 7.297 por outras causas não relacionadas à doença. Entre as crianças, 280 morreram em decorrência da aids e 47 de outras causas.

Para o resultado, a pesquisa levou em consideração outros fatores, além do tempo de vida entre o diagnóstico e o óbito, como a taxa de mortalidade de aids no período, análises estatísticas e modelos de riscos. No período do estudo, a taxa de mortalidade por aids em adultos teve queda de 89,1% e, em crianças, a redução foi de 88,8%.

Medicamento gratuito
De acordo com o Ministério da Saúde, o Brasil foi um dos primeiros países - e o único, considerando sua dimensão populacional - a adotar a distribuição gratuita dos medicamentos para a aids no sistema público de saúde, em 1996.

Além do tratamento das pessoas diagnosticadas, o ministério faz também ações de prevenção que inclui a distribuição de preservativos masculinos e femininos, ações educativas e ampliação do acesso a novas tecnologias, como a profilaxia pós-exposição e a profilaxia pré-exposição.

Atualmente, estima-se que 866 mil pessoas vivam com o vírus HIV no Brasil e a epidemia no país é considerada estabilizada, de acordo com o Ministério da Saúde.

O Estudo de Abrangência Nacional de Sobrevida e Mortalidade de Pacientes com Aids no Brasil foi financiado pelo ministério e realizado por especialistas de instituições de saúde e universidades de São Paulo.

 

Agência Brasil

 

 

clonazepanA suspeita de que bebês de uma creche no interior de São Paulo foram dopados com calmantes preocupou muito quem tem filho pequeno. Pelo menos nove mães de Votuporanga (SP) procuraram a polícia e relataram sintomas parecidos nos filhos. O exame em uma das crianças indicou a presença do clonazepam na urina.
O Bem Estar conversou com médico toxicologista Sérgio Graff e ele explicou o que é o clonazepam e para que ele serve. “O remédio é usado por adultos para tratamento de ansiedade, convulsão e epilepsia. Ele age tranquilizando o sistema nervoso central”.

Como ele é um calmante, os primeiros sintomas são sonolência e moleza. Entretanto, em bebês e crianças, pode chegar a um quadro de coma e até levar à morte. O uso do clonazepam pode atrapalhar o desenvolvimento cognitivo – a criança pode demorar mais para falar, engatinhar, andar.

O toxicologista falou sobre alguns sinais de alerta:

Criança dormindo mais que o normal
Moleza
Diminuição da força muscular
Alteração de comportamento
Após o diagnóstico da substância no organismo, não tem o que fazer a não ser esperar. O clonazepam não fica muito tempo no organismo. Por volta de uma semana ele deve ser totalmente eliminado.

 

G1

Foto: divulgação