Hoje, 13 milhões de pessoas (6,9% da população) vivem com diabetes no país, segundo dados da Sociedade Brasileira de Diabetes. Quem recebe o diagnóstico precisa monitorar a quantidade dos açúcares e carboidratos ingeridos.

Mas ter diabetes não significa ter uma alimentação sem sabor. Pelo contrário. Substitutos do açúcar, os adoçantes podem ajudar no controle dessa doença sem que o diabético tenha que abrir mão do sabor doce. Veja como.

Afinal, o que é a diabetes?

Diabetes é uma doença crônica caracterizada pela ação menos efetiva da insulina, um hormônio que regula os níveis de glicose no sangue. Quando ingerimos alimentos, em especial os carboidratos (que contêm açúcares) ou o próprio açúcar de mesa — esse utilizado para adoçar o cafezinho, sucos, sobremesas entre outros alimentos — nosso corpo transforma esses carboidratos em glicose e ele acaba ficando em maior quantidade no sangue. O organismo, então, usa essa glicose como combustível para manter o corpo em funcionamento ao longo do dia.

No entanto, quem tem diabetes, tem dificuldade de equilibrar os níveis de glicose. Por isso, as taxas acabam ficando altas demais. Como resultado, esse descontrole pode afetar órgãos do corpo e levar a complicações como doenças renais, problemas nos olhos como glaucoma e até deixar a pele mais sensível.

Como os adoçantes podem ajudar no controle da doença?

Adoçantes são uma ótima alternativa para quem tem diabetes porque eles podem ser um substituto do açúcar em diversas ocasiões: nas refeições ao longo do dia, na sobremesa, ao adoçar bebidas como sucos, drinks, chás e até mesmo no preparo de receitas, como bolos por exemplo (alguns adoçantes podem ir ao fogo). Assim, o paciente com diabetes consegue reduzir seu consumo de açúcar e manter uma alimentação saborosa.

Adoçantes são seguros para quem tem diabetes?

Sim. Os adoçantes passam por um rigoroso e longo processo de avaliação e a segurança já foi confirmada por autoridades reguladoras de segurança alimentar. Não há evidências científicas consistentes e suficientes que possam contraindicar o uso de adoçantes na alimentação - tanto é que a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) autoriza a utilização. De qualquer forma, é importante que cada paciente faça seu acompanhamento nutricional com um médico especializado.

Vitaminas de abacate para o café da manhã

Se você é fã de vitaminas, mas precisa controlar a ingestão de açúcar na sua rotina, fique tranquilo. A gente preparou três sugestões de vitaminas de abacate com o uso do adoçante. Confira no vídeo. Ah, e mais abaixo você confere a receita completa de cada uma.

 

G1/Por Zero-Cal

vacinaaA Universidade de Oxford espera apresentar os resultados dos testes em estágio final (fase 3) de sua vacina contra a Covid-19 antes do final do ano. O anúncio foi feito pelo diretor do Grupo de Vacinas de Oxford Andrew Pollard nesta quarta-feira (4).

Questionado sobre se a vacina poderá estar pronta para o Natal, Pollard disse que "há uma pequena chance de isso ser possível, mas simplesmente não sei".

A vacina de Oxford é uma das quatro que passam por testes de fase 3 no Brasil – a última etapa antes que possa ser liberada para uso geral.

Resposta imune

Em outubro, a Universidade de Oxford e o laboratório AstraZeneca anunciaram que a vacina que estão desenvolvendo contra a Covid-19 induziu "uma forte resposta imune" em idosos durante testes de fase 2 feitos no Reino Unido.

Em julho, a universidade já havia divulgado resultados em voluntários mais novos, com idades de 18 a 55 anos de idade.

A fase 2 dos testes de uma vacina verifica a segurança e a capacidade dela de gerar uma resposta do sistema de defesa. Normalmente, ela é feita com centenas de voluntários. Já a fase 1 é feita em dezenas de pessoas, e a 3, em milhares (veja detalhes mais abaixo nesta reportagem).

 

Divisor de águas
Uma vacina que funcione é vista como um divisor de águas na batalha contra o coronavírus, que matou mais de 1,2 milhão de pessoas em todo o mundo, fechou partes da economia global e virou a vida normal de cabeça para baixo para bilhões de pessoas.

Espera-se que a vacina Oxford/AstraZeneca seja uma das primeiras de grandes empresas farmacêuticas a ser submetida à aprovação regulatória, junto com a candidata da Pfizer e da BioNTech.


Como funcionam as 3 fases da vacina
Nos testes de uma vacina – normalmente divididos em fase 1, 2, e 3 – os cientistas tentam identificar efeitos adversos graves e se a imunização foi capaz de induzir uma resposta imune, ou seja, uma resposta do sistema de defesa do corpo.


Os testes de fase 1 costumam envolver dezenas de voluntários; os de fase 2, centenas; e os de fase 3, milhares. Essas fases costumam ser conduzidas separadamente, mas, por causa da urgência em achar uma imunização da Covid-19, várias empresas têm realizado mais de uma etapa ao mesmo tempo.

Antes de começar os testes em humanos, as vacinas são testadas em animais – normalmente em camundongos e, depois, em macacos.

 

Reuters

Foto: John Cairns, University of Oxford via AP

A Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) iniciou um estudo que irá descrever a progressão da covid-19 em seres humanos, desde o começo da infecção até o desfecho. O chamado Rebracovid será conduzido em oito municípios e contará com a participação de 5 mil voluntários. Além da Fiocruz, o estudo envolve outras 13 instituições de pesquisa e saúde.

A Fiocruz anunciou hoje (3) que iniciou as atividades de recrutamento para o estudo. De acordo com a fundação, os participantes passarão por avaliação clínica e laboratorial minuciosa, incluindo a testagem para infecções por vírus respiratórios e outras condições consideradas relevantes à pesquisa. Aqueles com diagnóstico confirmado da covid-19 serão acompanhados por até um ano.

Serão também, segundo a Fiocruz, realizadas análises laboratoriais sofisticadas para melhor entender a resposta imune e inflamatória do corpo humano à covid-19, bem como buscar testes que possam predizer o risco de um indivíduo evoluir para a forma grave ou não.

O Rebracovid tem como objetivo caracterizar clinicamente a infecção por Sars-CoV-2 e descrever a história natural desse agravo. O estudo vai ainda acompanhar o período de pós-infecção para avaliar possíveis sequelas da doença. A intenção é que conhecendo os diferentes cenários nos quais a infecção ocorre e as características que podem impactar o desenvolvimento da doença, seja possível reduzir o impacto da covid-19 na saúde pública e na economia.

Banco para pesquisas
Os materiais biológicos coletados dos voluntários e das pessoas com as quais tiverem contato, por meio dos exames e testes, serão guardados para que possam ser usados em pesquisas. Todas as informações clínicas estarão associadas às amostras, auxiliando na interpretação dos dados. As amostras serão armazenadas no biorrepositório central do estudo, na Plataforma de Medicina Translacional da Fiocruz, em Ribeirão Preto (SP).

A coleta servirá também para avaliar o desempenho do teste rápido TR DPP® Covid-19 IGM/IGG, desenvolvido pelo Instituto de Tecnologia em Imunobiológicos (Bio-Manguinhos). Os resultados serão comparados a testes de resultados moleculares (RT-PCR), bem como a outros testes sorológicos não rápidos. Dessa forma, de acordo com a Fiocruz, será possível constituir um biorrepositório de amostras, caracterizadas clinicamente, que possam ser compartilhadas para a avaliação de testes diagnósticos.

Este será o primeiro estudo complementar da Rede de Pesquisa Clínica e Aplicada em Chikungunya (Replick), coordenada pela Fiocruz. Participam também a Bio-Manguinhos/Fiocruz, o Instituto Nacional de Infectologia Evandro Chagas (INI/Fiocruz), o Instituto de Tecnologia em Imunobiológicos (Bio-Manguinhos), a Plataforma de Medicina Translacional da Fiocruz (Ribeirão Preto/SP), o Instituto Gonçalo Moniz (Bahia), a Fiocruz Rondônia e a Fiocruz Mato Grosso do Sul.

 

Agência Brasil

O Hemocentro Regional de Floriano, órgão que vem sendo dirigido pela Elyomara Feitosa, está  com novo horário para atendimento aos doadores. A informação foi repassada pela própria diretora numa entrevista que foi dada ao Carlos Iran, do Piauí Notícias, na manhã de hoje.

elyomara

A diretora Eliomara afirma que se trata de uma nova opção de horário para atendimento aos doadores.

Veja a entrevista.

Da redação