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A doença de Alzheimer é uma condição neurodegenerativa progressiva que afeta a memória, o pensamento e o comportamento, sendo a forma mais comum de demência em escala global. Identificar precocemente os seus sinais é crucial para garantir uma melhor qualidade de vida ao paciente, permitindo que intervenções terapêuticas retardem a perda de funções cognitivas conforme validado por diretrizes clínicas internacionais.

Quais são os sinais de perda de memória? O sintoma primário é o déficit na memória episódica, caracterizado pelo esquecimento de informações recém-adquiridas e repetição de perguntas. No estudo “Alzheimer’s disease“, explica-se que isso ocorre devido à disfunção sináptica inicial no hipocampo.

Diferente do esquecimento normal que surge com a idade, o Alzheimer impede que o indivíduo recupere a informação mesmo com pistas externas. O processo é impulsionado pelo acúmulo de proteína tau fosforilada, que interrompe o transporte axonal e leva à morte neuronal em áreas críticas para a retenção de novos dados.

Como identificar a desorientação no tempo? A dificuldade em compreender datas ou a passagem das estações reflete a falha nos mecanismos de orientação têmporo-espacial do cérebro. De acordo com o consenso publicado na revisão “2024 Alzheimer’s disease facts and figures“, pacientes perdem a capacidade de situar eventos no contexto cronológico correto.

Essa desorientação estende-se ao espaço físico, onde o indivíduo pode não reconhecer trajetos familiares. Este fenômeno está ligado à degeneração do córtex entorrinal, região que funciona como o “GPS” biológico do ser humano, sendo um dos primeiros locais afetados pela patologia.

Quais mudanças no comportamento são comuns? O Alzheimer provoca alterações neuropsiquiátricas significativas que precedem ou acompanham o declínio cognitivo. Segundo o estudo “Neuropsychiatric symptoms in Alzheimer’s disease“, a apatia e a depressão são as manifestações mais prevalentes.

Abaixo, listamos os principais sintomas comportamentais que indicam a necessidade de uma investigação clínica aprofundada:

Como a linguagem e a fala são afetadas? O declínio linguístico no Alzheimer começa com a dificuldade em encontrar palavras (anomia) e evolui para frases mais simplificadas e vazias. A atrofia do lobo temporal esquerdo correlaciona-se diretamente com a perda da fluência verbal semântica.

Além da fala, a execução de tarefas complexas também é prejudicada pela perda de julgamento crítico. Confira sinais práticos de declínio executivo e de linguagem observados em contextos clínicos:

Substituição de palavras: Uso de termos vagos para descrever objetos específicos que o paciente não consegue nomear. Dificuldade em seguir instruções: Falha em completar tarefas com múltiplas etapas, como uma receita culinária. Incapacidade de gerenciar finanças: Erros em cálculos simples e perda de discernimento sobre o valor do dinheiro. Higiene pessoal negligenciada: Esquecimento ou falta de iniciativa para realizar o autocuidado básico diário. Quando os sinais exigem avaliação diagnóstica? A transição entre o envelhecimento normal e a demência deve ser avaliada por meio de biomarcadores e testes neuropsicológicos padronizados. O estudo “The National Institute on Aging-Alzheimer’s Association Framework on Alzheimer’s disease: Application to clinical trials“ define que o diagnóstico moderno deve considerar evidências de placas amiloides e emaranhados neurofibrilares via exames de imagem ou líquor.

A intervenção precoce é recomendada para que o plano de cuidados seja estabelecido enquanto o paciente ainda possui autonomia decisória. O acompanhamento médico constante permite o manejo farmacológico dos sintomas e o suporte necessário para mitigar a sobrecarga dos cuidadores familiares.

Este conteúdo possui caráter informativo e não substitui a consulta médica. Ao notar alterações persistentes na memória ou comportamento, busque orientação médica profissional imediatamente para diagnóstico e tratamento adequado.

Tua Saúde

O número de cirurgias plásticas e procedimentos estéticos entre homens dobrou nos últimos sete anos, com maior índice na América Latina e no Oriente Médio. Os dados são da Sociedade Internacional de Cirurgia Plástica Estética (ISAPS, na sigla em inglês).

Entre 2018 e 2024, o número de intervenções cirúrgicas realizadas em homens aumentou 95% e os tratamentos estéticos sem cirurgia (injeções, cuidados com laser, peelings, etc.) em pacientes masculinos cresceram 116%.

O número entre as mulheres cresceu 59% e 55%, respetivamente. Ou seja, se antes havia algum tabu entre homens, agora não há mais.

"Essa dinâmica, especialmente significativa no Oriente Médio e na América Latina, reflete uma profunda transformação das normas sociais e uma crescente aceitação dos cuidados estéticos por parte dos homens, embora representem apenas 16% do total dos procedimentos", segundo uma análise de mercado apresentada durante o congresso IMCAS, que ocorre até 31 de janeiro em Paris.

Os dados foram apresentados nesta quinta-feira(29) em Paris em um congresso mundial do setor.

Segundo projeções, o mercado deverá manter um crescimento médio de 5% ao ano até 2030, com base na sólida procura e no aumento do número de pacientes.

Mas haverá uma pressão competitiva crescente, sobretudo nas toxinas botulínicas e nas injeções de ácido hialurônico, dois segmentos que concentram mais de metade do mercado mundial da medicina estética e que representaram 9,6 bilhões de euros ( 59,6 bilhões de reais) em 2025.

"Entramos em uma abordagem da estética orientada pelo consumidor, enquanto há 10 ou 15 anos ainda era considerada muito elitizada", disse à AFP Laurent Brones, especialista financeiro da IMCAS.

"As gerações Z e millennial recorrem à medicina estética muito antes do que as gerações anteriores", segundo o IMCAS. Os Estados Unidos, com cerca de 45% de parcela do mercado mundial, mantiveram o domínio do mercado global em 2025, contabilizando o maior número de intervenções não cirúrgicas com fins estéticos e liderando o segmento das toxinas botulínicas (56% da procura mundial).

Por France Presse

A azia é um distúrbio digestivo que ocorre quando o conteúdo ácido do estômago reflui para o esôfago, causando lesões em suas paredes, segundo informações do site da CUF.

Existem vários sintomas associados a essa condição, sendo o mais conhecido a sensação de ardor no peito, provocada pelo refluxo ácido.

Há diversas formas de combater a azia, muitas delas relacionadas à alimentação. De acordo com o site EatingWell, existe um alimento muito acessível que pode aliviar rapidamente os sintomas da azia: a banana.

Afinal, como a banana ajuda a aliviar a azia? As fibras ajudam os alimentos a seguirem o caminho correto

As fibras presentes na banana são essenciais, pois não apenas ajudam a prevenir a prisão de ventre, como também favorecem a passagem dos alimentos do estômago para o intestino. Quando há baixo consumo de fibras, os alimentos podem permanecer no estômago por mais tempo do que o ideal. Isso faz com que o estômago trabalhe mais para digeri-los, produzindo maior quantidade de ácido. Uma banana fornece cerca de 3 gramas de fibras, o que corresponde a 11% da ingestão diária recomendada.

O corpo tolera facilmente as bananas

Para prevenir ou aliviar a azia, é recomendável consumir alimentos de digestão fácil — como a banana.

Outra vantagem é que essa fruta é praticamente isenta de gordura, o que é positivo, já que alimentos gordurosos aumentam a probabilidade de refluxo e azia.

Pode reduzir a acidez do estômago

O ácido gástrico é essencial para a digestão, mas em excesso pode causar desconforto.

Por isso, quem sofre de azia deve evitar alimentos muito ácidos, como tomates e frutas cítricas. As bananas, por outro lado, têm baixo teor de acidez e podem ajudar a neutralizar o excesso de ácido no estômago.

Ajuda a combater a inflamação

As bananas são ricas em antioxidantes, como fitoesteróis, carotenoides e fenóis, que auxiliam no combate à inflamação. Essa característica contribui para a proteção contra inflamações crônicas.

Dicas para reduzir a azia

Além da alimentação, há outros hábitos que podem ajudar a aliviar os sintomas da azia:

Estresse: embora não seja uma causa direta, pode desencadear sintomas. Busque formas de reduzir o estresse, como escrever em um diário, fazer alongamentos ou praticar respiração profunda. Permanecer em pé após as refeições: é importante ficar em pé ou caminhar após comer. Evite deitar-se logo em seguida.

Faça refeições pequenas e frequentes.

Evite roupas apertadas: peças muito justas aumentam a pressão sobre o estômago, agravando o refluxo. Procure um médico: se os sintomas persistirem, é fundamental conversar com seu médico de confiança.

Noticias ao Minuto

Mais de 60% da população brasileira está acima do peso e cerca de 25% já enfrenta um quadro de obesidade, segundo dados do Sistema de Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças Crônicas por Inquérito Telefônico (Vigitel) 2024 divulgados nesta quarta-feira (28) pelo Ministério da Saúde.

obesidade

A pesquisa traz um panorama sobre os hábitos e a saúde da população brasileira com dados sobre:

Obesidade Diabetes Hipertensão arterial Consumo regular de frutas e hortaliças Consumo de refrigerantes ou suco artificiais Prática de atividade física Hábitos de sono De acordo com o ministério, a prevalência de excesso de peso em adultos aumento de 42,6% em 2006, quando o levantamento começou a ser realizado, para 62,6% em 2024.

Os dados também mostram que os números de obesidade também cresceram no país, passando de 11,8% em 2006 para 25,7% em 2024.

Apesar dos número negativos com relação ao peso, houve um aumento na pratica de atividade física moderada – ao menos 150 minutos semanais – no tempo livre nesse período. Em 2024, 42,3% do entrevistados afirmaram ser ativos, porcentagem que chegava somente a 30% em 2006.

Panorama das doenças crônicas O levantamento também detalha a situação de algumas doenças crônicas entre a população brasileira.

O diagnóstico de diabetes em adultos, por exemplo, chegou a 12,9% em 2024. O número é mais do que o dobro do apresentado no primeiro ano da pesquisa, quando a doença atingi apenas 5,5% da população.

G1

Foto: G1