• prefeutura-de-barao.jpg
  • roma.png
  • vamol.jpg

Os níveis de açúcar no sangue sempre foram um tema central no controle de diversas doenças, especialmente no dia a dia de pessoas com diabetes.

Mas, independentemente de ter ou não um diagnóstico, o que você faz para manter a glicemia estável?

Veja as orientações de nutricionistas do site Very Well Health:

Comece o dia com um café da manhã equilibrado

Os especialistas alertam que pular essa refeição ou consumir apenas carboidratos pode “provocar picos de açúcar no sangue, seguidos de quedas bruscas”. Em vez de optar por cereais açucarados ou doces, a recomendação é escolher alimentos que desacelerem a digestão e aumentem a saciedade por mais tempo.

Inclua proteína em todas as refeições e lanches

Mesmo em pequenos lanches, a proteína deve estar presente. “A proteína ajuda a retardar a velocidade com que os carboidratos e açúcares entram na corrente sanguínea, por isso, tente incluí-la em todas as refeições e lanches.”

Evite bebidas açucaradas

“Bebidas com adição de açúcar são absorvidas rapidamente e, em geral, não contêm fibras ou proteínas que desacelerem esse processo.” A recomendação é preferir água, água com gás ou chás sem açúcar.

Entre as bebidas que podem causar picos elevados de glicose estão:

Refrigerantes

Limonadas

Chás adoçados

Bebidas energéticas

Alguns sucos de frutas

Alimente-se regularmente ao longo do dia

“Ficar longos períodos sem comer pode causar quedas nos níveis de açúcar no sangue, levando ao cansaço.”

Prefira grãos integrais aos refinados

“Nem todos os carboidratos são iguais. Grãos integrais são digeridos mais lentamente do que produtos refinados, como pão branco, doces e cereais açucarados.”

Mantenha-se ativo

“A atividade física ajuda os músculos a utilizarem a glicose como fonte de energia, contribuindo para reduzir e estabilizar os níveis de açúcar no sangue.” Não é necessário fazer exercícios intensos, uma caminhada de 10 minutos após as refeições já pode trazer benefícios.

Cuide da qualidade do sono

“Dormir mal pode aumentar a resistência à insulina, ou seja, dificultar a absorção do açúcar pelas células, o que pode elevar a glicemia.” A orientação é dormir entre sete e nove horas por noite, com boa qualidade.

9 hábitos comuns que podem estar derrubando sua imunidade Estresse, alimentação inadequada, pouca exposição ao sol e até excesso de exercícios estão entre os fatores que enfraquecem o sistema imunológico; médica explica como pequenas mudanças na rotina podem ajudar a fortalecer as defesas do corpo.

Noticias ao Minuto

A hipertensão arterial avança em silêncio e raramente apresenta sintomas até causar complicações graves como infarto, acidente vascular cerebral e insuficiência renal. Conhecida como a doença que não dói, ela atinge milhões de adultos no mundo e muitos descobrem a condição apenas em consultas de rotina. A boa notícia é que existem formas eficazes de detectá-la e preveni-la antes que cause danos irreversíveis ao coração e aos vasos sanguíneos.

hipertensao

Por que a hipertensão é chamada de assassina silenciosa A pressão alta raramente provoca sinais evidentes nas fases iniciais. O corpo se adapta gradualmente ao aumento dos valores, e o coração continua trabalhando sob esforço sem que a pessoa perceba. Esse processo silencioso desgasta os vasos sanguíneos ao longo dos anos.

Quando os sintomas finalmente aparecem, geralmente já refletem danos significativos em órgãos importantes. Por isso, especialistas reforçam que a aferição periódica é a forma mais eficaz de identificar a condição antes que complicações graves se instalem.

Como detectar a hipertensão antes que cause danos A medição da pressão no consultório é o primeiro passo, mas muitas vezes pode não refletir o quadro real. Cardiologistas recomendam a monitorização residencial da pressão por sete dias consecutivos e, em casos específicos, a MAPA, exame que registra os valores durante 24 horas.

Esses métodos ajudam a identificar quadros como a hipertensão do jaleco branco e a hipertensão mascarada, condições que passam despercebidas em consultas isoladas. Aferir em diferentes momentos do dia oferece um retrato mais fiel da saúde cardiovascular.

Fatores que aumentam o risco de desenvolver pressão alta Diversas características genéticas e hábitos de vida podem favorecer o surgimento da hipertensão. Reconhecer esses fatores ajuda a antecipar cuidados preventivos e ajustar a rotina antes que a doença se instale.

Veja os principais fatores associados ao risco aumentado de pressão alta:

Histórico familiar de hipertensão ou doenças cardiovasculares

Sobrepeso, obesidade e acúmulo de gordura abdominal

Consumo elevado de sódio em alimentos ultraprocessados

Sedentarismo e ausência de exercícios regulares

Estresse crônico e privação prolongada de sono

Consumo excessivo de bebidas alcoólicas

Tabagismo ativo ou exposição passiva ao cigarro

Quem apresenta esses fatores deve realizar aferições mais frequentes e buscar acompanhamento médico periódico.

Estudo japonês confirma valor da medição residencial da pressão A importância de monitorar a pressão arterial fora do consultório vem sendo confirmada por pesquisas internacionais. Um estudo robusto avaliou como diferentes formas de medição se relacionam com o risco de eventos cardiovasculares ao longo dos anos, oferecendo orientações práticas para a prevenção.

Segundo o estudo Associação entre a pressão arterial domiciliar e ambulatorial com o prognóstico cardiovascular em pacientes hipertensos ambulatoriais na prática clínica, publicado na revista científica Hypertension em 2022, foram acompanhados 1.336 pacientes hipertensos durante quase sete anos. Os resultados mostraram que a medição residencial da pressão prevê eventos cardiovasculares com precisão semelhante ou superior à MAPA de 24 horas, reforçando seu papel na detecção precoce.

Hábitos que ajudam a prevenir a pressão alta no dia a dia A prevenção da hipertensão envolve escolhas consistentes ao longo do tempo, mais do que mudanças radicais e pontuais. Pequenos ajustes na rotina alimentar e no estilo de vida produzem efeitos importantes sobre os valores pressóricos.

Tua saude

A redução sustentada da gordura abdominal (gordura visceral) está associada a menor atrofia cerebral, preservação de estruturas cerebrais importantes e melhor desempenho cognitivo no final da meia-idade, segundo um estudo internacional com mais de 500 adultos acompanhados por até 16 anos. Os resultados indicam que o tipo de gordura, e não apenas o peso corporal, pode ter impacto direto na saúde do cérebro.

gorduravisceral

Os pesquisadores analisaram 533 participantes, com média de 61 anos, que haviam passado por intervenções no estilo de vida anos antes. Acompanhados por um período de 5 a 16 anos, eles foram submetidos a exames de ressonância magnética do cérebro e do abdômen e testes cognitivos para avaliar o estado do cérebro e da memória.

A análise mostrou que níveis mais altos de gordura visceral estão associados a:

maior atrofia cerebral redução de volumes cerebrais pior desempenho cognitivo Por outro lado, participantes com menor exposição a esse tipo de gordura ao longo do tempo apresentaram melhores resultados nos testes de cognição.

O estudo foi realizado na Universidade Ben-Gurion do Negev, em Israel, em colaboração com pesquisadores da Universidade de Harvard (Estados Unidos), da Universidade de Leipzig (Alemanha), e da Universidade de Tulane (EUA).

Redução da gordura visceral tem efeito duradouro Um dos principais achados do estudo é que a perda de gordura visceral durante as intervenções iniciais teve impacto anos depois.

Quem conseguiu reduzir esse tipo de gordura apresentou:

maior volume cerebral total melhor preservação da substância cinzenta melhores indicadores relacionados ao hipocampo, região ligada à memória Além disso, observou-se uma desaceleração na expansão dos ventrículos cerebrais, um processo que constitui um marcador bem estabelecido de atrofia cerebral.

Esses efeitos foram observados mesmo quando a perda de peso total não era significativa, indicando que a qualidade da gordura corporal pode ser mais relevante do que o peso em si.

Mais gordura visceral, maior risco de atrofia cerebral Ao acompanhar os participantes ao longo do tempo, os pesquisadores observaram que a exposição prolongada à gordura visceral está ligada a uma aceleração do envelhecimento cerebral.

Os dados mostram que:

níveis mais altos de gordura visceral estão associados a maior velocidade de atrofia do cérebro níveis mais baixos estão ligados a um declínio mais lento Já outros tipos de gordura, como a subcutânea, a superficial e a profunda, não apresentaram associação significativa com esses desfechos.

Enquanto a gordura subcutânea serve principalmente como depósito de energia, a gordura visceral é um tecido metabolicamente muito ativo que secreta moléculas bioativas prejudiciais que afetam múltiplos sistemas do corpo.

As estratégias eficazes para reduzir a gordura visceral

A primeira autora do estudo, Dra. Dafna Pachter, informou ao g1 que – de acordo com os estudos de sua equipe - a dieta Mediterrânea Verde (Green-MED), combinada com atividade física, é particularmente mais eficaz na redução da gordura visceral do que outros padrões alimentares.

“Essa abordagem inclui uma redução substancial no consumo de carne vermelha e processada e carboidratos simples, juntamente com o aumento do consumo de alimentos vegetais ricos em polifenóis, como chá verde, nozes e a planta aquática Mankai”, acrescenta Pachter.

Controle da glicose aparece como principal mecanismo O estudo também investigou quais fatores poderiam explicar essa relação entre gordura abdominal e cérebro.

Os resultados indicam que o principal mecanismo envolvido é o controle glicêmico. Melhoras nos níveis de glicose e de hemoglobina glicada estiveram associadas a melhores desfechos cerebrais.

Segundo o estudo, a resistência à insulina e a desregulação crônica da glicose podem:

prejudicar a circulação cerebral comprometer a barreira hematoencefálica acelerar a degeneração da substância cinzenta e do hipocampo Por outro lado, marcadores de colesterol e inflamação não mostraram relação consistente com a proteção do cérebro.

“Os resultados apontam para o controle da glicose e a redução da gordura visceral abdominal como metas mensuráveis, modificáveis e alcançáveis na meia-idade – com potencial real para retardar a degeneração cerebral e reduzir o risco de declínio cognitivo”, afirma a professora Iris Shai, uma das autoras do estudo.

Pachter destaca que pessoas com diabetes ou pré-diabetes devem prestar atenção especial aos resultados da pesquisa. Como a gordura visceral prejudica diretamente a sensibilidade à insulina e a regulação da glicose, indivíduos com diabetes ou pré-diabetes podem ter um risco aumentado de atrofia cerebral acelerada e declínio cognitivo.

“Nossos resultados demonstraram que o controle glicêmico, avaliado pelos níveis de glicose em jejum e hemoglobina glicada, está fortemente associado à taxa de envelhecimento cerebral, ainda mais do que marcadores inflamatórios ou níveis de lipídios no sangue”, diz Pachter.

Tipo de gordura importa mais do que o peso Outro dado relevante é que o índice de massa corporal (IMC), medida tradicional usada para avaliar obesidade, não apresentou associação significativa com a saúde cerebral nos modelos analisados.

Isso sugere que a gordura visceral pode ser um fator de risco mais específico para o cérebro do que o excesso de peso em geral.

“Descobrimos que, mesmo quando a perda de peso é modesta, reduções sustentadas na gordura visceral – medidas ao longo de todo o período – estão associadas à preservação da estrutura cerebral e a uma taxa mais lenta de atrofia”, afirmou Pachter.

Achados reforçam importância da prevenção Os pesquisadores concluem que a gordura visceral é um fator modificável e que sua redução pode ter efeitos duradouros na preservação da função cerebral.

Segundo o estudo, intervenções voltadas à diminuição desse tipo de gordura podem contribuir para um envelhecimento mais saudável do cérebro e para a redução do risco de declínio cognitivo ao longo dos anos.

“Como a atrofia cerebral e a perda de volume do hipocampo são consideradas marcadores precoces de demência, o controle da gordura visceral pode representar um alvo importante para retardar a deterioração cognitiva relacionada à idade”, conclui Pachter. O estudo é o maior e mais longo até o momento que relaciona a exposição cumulativa à gordura visceral e medidas cerebrais, avaliadas longitudinalmente por meio de ressonância magnética, com a taxa de envelhecimento cerebral e a função cognitiva.

G1

Foto: Adobe Stock

As informações sao de integrantes da pasta da Saúde, que em Floriano-PI tem o comando da secretária Carolina Reis. Os dados indicam que mais de 100 casos de dengue foram notificados e, nesse meio, 80 pessoas já tiveram confirmação de estarem com dengue e estão em tratamento, sendo que há pacientes que estão internados. 

adriana

Os casos se deram nos mais variados bairros da cidade, mas esses locais não foram citados e, em alguns órgãos em saúde, tanto público quanto particular, os profissionais estão tratando de muitos pacientes.

A profissional e servidora Adriana Sousa, diretora da Vigilância Epidemiológica da Saúde de Floriano, numa entrevista ao Ivan Nunes, confirmou que os casos são preocupantes. Veja:

 

Da redação