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Observação

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A perda de desejo sexual pode ser comum de tempos e tempos, mas quando se torna um quadro constante e afeta a vida íntima do casal, as causas precisam ser investigadas.

Diversos fatores influenciam na libido e, além de consultar um médico para avaliar a possível causa da questão, algumas atitudes simples podem ajudar a despertar o interesse sexual.


Como aumentar a libido naturalmente


1. Abandone o sedentarismo e exercite-se regularmente. A prática regular de atividades físicas melhora a relação com o corpo e garante energia, o que favorece a vida íntima.

2. Evite anticoncepcionais hormonais, como a pílula, que podem ter impacto no desejo sexual. Neste caso, é fundamental conversar com um médico sobre opções livres de hormônio, como o DIU de cobre, por exemplo.
3. Exponha-se ao sol diariamente, por pelo menos 20 minutos ao dia. O contato com a luz natural é fundamental para a produção de vitamina D, que desempenha importante papel na libido.

4. Zele pela qualidade do seu sono. Dormir bem melhora a saúde física e mental e pode aumentar o desejo sexual. Um recente estudo descobriu que apenas 1 hora de sono a mais por noite aumenta a libido em 14%.

5. Cuide da qualidade da sua alimentação e insira no seu cardápio alimentos como pimenta, romã e ostras, que, segundo a nutricionista, ajudam a aumentar a libido.
6. Separe um tempo no seu dia para curtir seu parceiro ou sua parceira, com calma e muito diálogo, sem estresse e correria.

7. Faça um check-up hormonal regularmente com seu ginecologista ou endocrinologista, já que a queda na libido também pode estar relacionada a problemas com os hormônios do corpo.

 

Vix

 

A apneia do sono em mulheres é subdiagnosticada. Toda vez que falamos sobre esse distúrbio respiratório relacionado ao descanso noturno, é comum imaginar um homem de meia-idade ou de idade avançada emitindo os clássicos roncos. Essa imagem é um estereótipo, porque a realidade guarda diferenças importantes.

Para começar, a apneia do sono também aparece em jovens e, é claro, é comum em ambos os sexos, tanto em homens quanto em mulheres. Além disso, nem todos os pacientes que sofrem dessa condição roncam; não é, portanto, algo fácil de detectar.

No entanto, especialistas em distúrbios do sono apontam algo importante. Sabemos que quase 30% da população entre 25 e 70 anos sofre dessa condição.

Estima-se também que o diagnóstico em homens seja 8 vezes mais frequente do que em mulheres, mas isso não significa que o sexo feminino o sofra em menor grau.

 

Então, o que acontece? O que ocorre basicamente é que a apneia se manifesta de maneira diferente nas mulheres; na verdade, é comum confundi-la com outras doenças.

Além disso, como indicam vários estudos que analisaremos a seguir, os efeitos desse distúrbio respiratório podem, em alguns casos, ser mais graves do que nos homens.

A apneia do sono não é um problema exclusivo dos homens. Ela aparece também em mulheres e, em alguns casos, está associada a um maior risco de sofrer um derrame.

 

Apneia do sono em mulheres: quais são os sintomas?
A apneia obstrutiva do sono (AOS) é caracterizada por alguns sintomas muito específicos. A pessoa sofre colapsos enquanto dorme, ou seja, durante alguns segundos a respiração é interrompida.

Isso se deve à obstrução das vias respiratórias e à opressão dos músculos da garganta, que geram uma clara sensação de asfixia.

 

À primeira vista, pode parecer uma doença fácil de diagnosticar. No entanto, nem sempre é o caso; pelo menos não no sexo feminino.

As características da apneia do sono em mulheres diferem bastante das dos homens, daí a dificuldade em identificá-la. Vejamos, portanto, como esse distúrbio do sono e da respiração se manifesta nelas.

O ronco nas mulheres é mais leve. Em geral, não possuem os sons do sexo masculino.
Além disso, os episódios de apneia são mais curtos. Isso significa que, em muitos casos, nem mesmo a própria paciente e inclusive o parceiro detectam esse problema.


No entanto, embora os problemas respiratórios durante a noite sejam mais sutis nas mulheres, os efeitos tendem a ser mais intensos:

Elevada fadiga e falta de energia.
Problemas de concentração, perda de memória.
Enxaquecas, dores de cabeça recorrentes, tonturas…
Palpitações, taquicardias, sensação de asfixia.
Síndrome das pernas inquietas.


Por outro lado, como revelado em um estudo realizado na Universidade de Sydney, na Austrália, pela Dra. Alison Simms, a apneia em mulheres está associada a transtornos do humor. Esses problemas do sono e da respiração podem levar à ansiedade e à depressão


Que fatores influem no aparecimento da apneia em mulheres?
Existem muitos fatores que podem influir no aparecimento da apneia do sono em mulheres. Geralmente, são os seguintes:

A obesidade, assim como a síndrome metabólica (excesso de peso, resistência à insulina, estilo de vida sedentário, etc).


Hipertensão.
As mulheres grávidas também correm o risco de sofrer de apneia do sono. O útero em crescimento faz com que o diafragma se eleve, alterando ligeiramente a mecânica pulmonar.


Entre os 55 e os 70 anos é muito comum o aparecimento desse problema, coincidindo com a pós-menopausa.
Além disso, sofrer da síndrome do ovário policístico está associado, em muitos casos, à apneia do sono.

Mulheres jovens e o risco de derrame
Nos últimos anos, os estudos sobre a apneia do sono em mulheres estão aumentando: um dado positivo. É em primeiro lugar porque, com isso, os médicos estão mais conscientes dessa realidade quando uma mulher consulta os problemas de exaustão, alterações de humor e dor de cabeça.

Por outro lado, sabemos cada vez mais sobre as consequências que uma apneia não tratada pode ter para o sexo feminino. Como exemplo, a Sociedade Espanhola de Pneumologia e Cirurgia Torácica realizou um estudo em 2014 no qual demonstrou a relação entre a apneia do sono e acidentes vasculares cerebrais em mulheres jovens.

Portanto, é fundamental procurar um pneumologista especialista em distúrbios do sono para realizar uma série de exames diagnósticos para esta condição.

Além disso, vale destacar que os tratamentos com as máscaras de pressão positiva contínua nas vias respiratórias (CPAP) são muito adequados; além de melhorar a qualidade de vida, reduzem o risco de acidentes vasculares cerebrais e problemas cardiovasculares.

Para concluir, tenhamos em mente essas informações e a importância de ter um sono reparador e de consultar os médicos diante de qualquer problema ou desconforto.

 

amenteemaravilhosa

Dados apresentados nesta quinta-feira (5) pelo Ministério da Saúde mostram que a BCG foi a única vacina a alcançar a cobertura vacinal pretendida nos anos de 2017 e 2018.

O levantamento foi feito com informações acessadas na base do DataSus em 15 de julho deste ano e foi apresentado na Jornada Nacional de Imunizações, em Fortaleza. Foram consideradas as metas de 16 vacinas do esquema básico e de reforço indicadas para crianças de até um ano, de um ano e gestantes. Para as imunizações BCG e Rotavírus, a meta era vacinar mais de 90% do público alvo, e, para as demais, superar os 95%.


A BCG, que previne a tuberculose, teve cobertura de 96,41% em 2017 e de 96,09% em 2018. Já a hepatite B, que também deve ser tomada ao nascer, atingiu 84,7% em 2017 e 85,7% em 2018. Meningococo C, pentavalente e pneumocócica foram outras que ficaram perto dos 85% em 2018.

Um dos casos que mais chama atenção é da vacina de poliomielite, também conhecida como paralisia infantil, que atingiu 100% de imunização em 2013 e caiu para menos de 90% desde 2016, obtendo coberturas de 84,43% (2016), 83,82% (2017) e 88,6% (2018). A pólio já foi erradicada do país, mas ainda há casos registrados em localidades da Ásia Central.

Apesar de ter se elevado nos últimos anos, a cobertura da vacina dTpa para gestantes atingiu apenas 62,81% em 2018, enquanto a meta é chegar a 95%. A vacina previne contra difteria, tétano e coqueluche.

Para enfrentar a queda das coberturas vacinais, o Ministério da Saúde tem atuado com o Movimento Vacina Brasil, que inclui ações como incentivo para que os municípios estendam o horário de funcionamento das unidades básicas de saúde e reforcem a vacinação nas fronteiras. Entre os dias 16 e 27 de setembro, o ministério fará uma ação para vacinação contra o sarampo e a febre amarela nessas áreas.

Outra frente da pasta é a promoção de pesquisas para entender as causas da redução das coberturas de vacinação e a percepção social da imunização. A coordenadora geral substituta do Programa Nacional de Imunizações , Francieli Fantinato, representou o Ministério da Saúde na Jornada e defendeu ainda o engajamento dos profissionais de saúde no tema, para que não se perca oportunidades de vacinar também adolescentes e adultos.

"É de extrema importância que os profissionais tenham consciência, que em qualquer momento que o adolescente ou adulto estejam na unidade de saúde, seja avaliada a carteira de vacinação para que não seja perdida a oportunidade de vacinar".

Febre Amarela
Outra doença que está com cobertura vacinal abaixo da meta de 95% é a febre amarela. Segundo os dados apresentados pelo Programa Nacional de Imunizações, apenas 64% do público-alvo foi imunizado. O governo federal trabalha agora para intensificar a vacinação nos três estados da Região Sul, onde foram mapeadas áreas que requerem vacinação imediata, áreas de risco mais elevado e outras de risco mais moderado.

No Brasil, apenas Distrito Federal, Goiás e Roraima atingiram a meta de vacinar 95% do público-alvo. Santa Catarina tem uma das menores taxas de vacinação, com menos de 40%.

A vacina de febre amarela é indicada para pessoas que vivam ou vão viajar para áreas que tiveram vacinação recomendada. No entanto, há restrições e contraindicações, que podem ser consultadas no site do Ministério da Saúde.

Atualmente, a vacinação é recomendada na totalidade ou em partes de 19 estados: Acre, Amazonas, Amapá, Pará, Rondônia, Roraima, Tocantins, Distrito Federal, Goiás, Mato Grosso do Sul, Mato Grosso, Bahia, Maranhão, Piauí, Minas Gerais, São Paulo, Paraná, Rio Grande do Sul e Santa Catarina.

Sarampo
A tríplice viral, que previne caxumba, rubéola e sarampo, também está com a cobertura vacinal em queda. Em 2016, somente a primeira dose atingiu 95,4%, enquanto a segunda ficou em 76,71%. Em 2017, tais coberturas caíram para 90,52% e 75,29% e, em 2018, chegaram a 90,84% e 75,63%.

Especialistas que participam da Jornada Nacional de Imunizações atribuem os surtos de sarampo registrados no ano passado na Região Norte e neste ano em São Paulo à queda nas coberturas vacinais.

OPAS
Com casos de sarampo voltando a ser registrados em países de diferentes continentes, o diretor do Fundo Rotatório da Organização Pan Americana de Saúde (OPAS), John Fitzsimmons, defendeu na Jornada Nacional de Imunizações que haja uma colaboração internacional para que a demanda pela vacina contra a doença seja atendida.

Em entrevista a jornalistas, Fitzsimmons disse que haverá um encontro na semana que vem em Washington, nos Estados Unidos, que reunirá atores internacionais como o Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef) e a Organização Mundial de Saúde, para discutir a situação do sarampo.

"Todos estarão lá, todas as outras regiões da OMS estarão representadas, assim como Unicef, CDC e outros. É outra oportunidade para solucionar problemas".

Assim como São Paulo, onde mais de 2 mil casos já foram registrados, os Estados Unidos enfrentam um surto de sarampo que já dura um ano no estado de Nova York. Segundo a OPAS, o surto se espalhou em comunidades religiosas e ainda há o receio de que casos em crianças estejam sendo encobertos pelas famílias.

O diretor do Fundo Rotatório, que auxilia países da América Latina e do Caribe na compra de vacinas, disse que neste momento trabalha para atender a um pedido do Brasil de mais doses de vacina contra o sarampo.

"Estamos em parceria com outras organizações como a Unicef e o CDC [Centro de Prevenção e Controle de Doenças dos Estados Unidos], e estamos trabalhando com eles para liberar doses para o Brasil", disse ele, que acrescentou que é preciso fazer um trabalho de gerenciamento das encomendas que já haviam sido feitas aos fornecedores.

 

Agência Brasil

 

 

ecstasNova pesquisa da Universidade Imperial College London, na Inglaterra, mostrou que o MDMA (metilenodioximetanfetamina), conhecido popularmente como Ecstasy, pode ser utilizado de forma mais eficiente no tratamento do alcoolismo do que outros métodos tradicionais.

Além disso, a substância também pode ajudar a prevenir recaídas. O líder do estudo, o psiquiatra Ben Sessa explicou ao The Guardian: "Com o uso do ecstasy, nós temos uma pessoa que recaiu completamente, de volta níveis anteriores de bebida; cinco pessoas completamente livres do vício e quatro ou cinco que tomaram uma ou duas bebidas, mas não alcançaram o diagnóstico de alcoolismo".

É importante lembrar que o MDMA clínico e o ecstasy recreativo são incomparáveis ??em termos de pureza do medicamento, administração e triagem e monitoramento dos participantes selecionados.

 

Vício em álcool

De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), o alcoolismo é caracterizado pela dependência do indivíduo ao álcool. Ou seja, quando seu uso é feito de forma constante, descontrolada e progressiva.

O especialista Sessa explica que a maioria dos vícios se baseia em traumas subjacentes, que geralmente vem desde a infância. As memórias do passado e o medo delas pode levar ao consumo abusivo da bebida. E o papel do ecstasy ajuda porque prejudica seletivamente a resposta ao medo, o que permite recordar memórias dolorosas sem ser sobrecarregado.

"A psicoterapia com MDMA oferece a oportunidade de lidar com narrativas pessoais rígidas, baseadas em traumas precoces. É a droga perfeita para psicoterapia focada em trauma", afirmou o psiquiatra.

Ecstasy e alcoolismo

Médicos em Bristol, na Inglaterra, estão analisando o uso de pequenas quantidades da droga em conjunto com a psicoterapia, para entender se ela realmente pode ajudar os pacientes de forma mais eficácia que os tratamentos convencionais.

A primeira etapa do novo estudo, publicada no Centro Nacional de Informação Biotecnológica dos Estados Unidos (NCBI) foi projetada para mostrar que a terapia é segura.

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É seguro?

A primeira etapa do novo estudo foi projetada para mostrar que a terapia é segura. Os participantes passaram por testes médicos e psicológicos e passaram por 8 semanas de psicoterapia. Nas semanas três e seis, eles recebem uma dose forte do MDMA

O acompanhamento foi feito em hospital, com a presença de psiquiatra e psicólogo durante 8 horas, com óculos e fones de ouvido. Foram analisados quanto à qualidade do sono, humor e risco potencial de suicídio. Os dados não mostraram evidências de abstinência de medicamentos ou outro sintomas.

Agora, segundo a publicação, a terapia com a droga está entrando no estágio final da Fase 3 do desenvolvimento de medicamentos, no qual mais pesquisas serão realizadas nos EUA e na Europa.

A meta definida para o licenciamento é em 2021. Isso significa que, se os critérios de eficácia clínica forem alcançados, o MDMA se tornará um medicamento.

Mas "ainda há muito trabalho a ser feito para convencer os críticos de que um composto experimentado recreativamente por tantas pessoas também pode, em sua forma clínica, ter benefícios para pacientes que sofrem de transtornos mentais resistentes ao tratamento", finaliza a conclusão do estudo.

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