Não há mais dúvidas, o macarrão engorda menos do que o arroz branco. Além disso, os benefícios do alimento superam os do grão e do pão.

 


Isso porque o macarrão tem baixo nível glicêmico. Dessa forma, leva mais tempo para ser digerido pelo organismo, aumentando a sensação de saciedade. Apesar de ser um prato tradicional na culinária italiana, o macarrão foi inventado pelos árabes.



O alimento chegou à Itália graças a eles que circularam pela Sicília e península Ibérica durante a Idade Média.



Na fórmula do macarrão também existe uma baixa concentração de sódio, gordura e colesterol. Ele também é rica fonte de carboidrato, elemento essencial para produzir energia para o dia a dia.



O consumo da massa também beneficia o cérebro ao reabastecer as suas reservas de energia. O macarrão facilita a captação do triptofano, um precursor da serotonina que está ligado às sensações de calma e bem-estar.



Consumido com molho de tomate, ele é menos calórico do que o arroz. Em 110 g, um prato de macarrão chega a ter 122 calorias, contra 138 do arroz na mesma proporção.



Agência Estado

antidepressivoUma equipe de pesquisadores taiwaneses descobriu que o antidepressivo Mirtazipine pode reduzir o avanço de tumores de câncer colorretal, afirmou nesta quinta-feira, 07, o diretor do projeto, Fang Chun-kai, do Hospital Mackay de Taipé.



No estudo, as cobaias que foram tratadas com Mirtazipine viveram 67 dias em média, enquanto as que não receberam medicamentos só viveram 43 dias.



Segundo o pesquisador, este remédio não cura o câncer, mas desacelera seu crescimento. O médico iniciou essa pesquisa após constatar que os pacientes com câncer colorretal que eram submetidos ao tratamento contra depressão com Mirtazipine apresentavam um atraso no crescimento tumoral.



O professor de radiologia da Universidade Yang Ming John J.J. Hwang explicou que agora vão realizar o estudo em outros tipos de câncer. Os resultados da pesquisa serão publicados neste mês na revista científica "Public Library of Science One":



Este medicamento melhora o sistema imunológico, eleva os níveis de serotonina e reduz o fator de necrose nos tumores.




EFE

O valor mensal do auxílio-acidente não poderá ser menor que um salário mínimo, se for transformado em lei projeto aprovado nesta quarta-feira, 6, na Comissão de Assuntos Sociais (CAS), em decisão terminativa. O auxílio-acidente corresponde a 50% do salário que deu origem ao auxílio-doença do segurado e é pago até a véspera do início da aposentadoria ou até o óbito do segurado. Atualmente, muitos segurados recebem menos do que o piso salarial por esse auxílio, situação considerada inconstitucional pelo autor do projeto (PLS 476/08), senador Paulo Paim (PT-RS).

 

O parlamentar observa que a Constituição Federal “estabelece que nenhum benefício que substitua o salário de contribuição ou o rendimento do trabalho do segurado terá valor mensal inferior ao salário mínimo”.

 

O relator, senador Cícero Lucena (PSDB-PB), concorda com Paulo Paim.

 

– É claro que o auxílio-acidente substitui a renda (salário de contribuição), pois impede que o segurado desempenhe com completa autonomia sua atividade profissional. E o mínimo de retribuição nestes casos não pode estar em patamar inferior ao do salário-mínimo – argumentou.

 

Cícero Lucena informou que, entre 2005 e 2010, foram registrados no país 3,8 milhões de acidente de trabalho que resultaram na morte de 16,5 mil pessoas e geraram a incapacidade de 74,7 mil trabalhadores. “Estamos em quarto lugar no mundo em ocorrências desta natureza”, frisou.

 

Ainda de acordo com voto de Cícero Lucena, lido pelo relator ad hoc Cyro Miranda (PSDB-GO), o Ministério da Previdência Social se manifestou contra a aprovação da matéria, por gerar aumento de despesa e pela duração média desses benefícios, em torno de 17,7 anos. Mas Lucena considera esse gasto irrisório (cerca de R$ 31 milhões), em relação à arrecadação da Previdência Social (cerca de R$ 60 bilhões), e não vê motivos de ordem financeira que impeçam a aprovação da proposta.

 

Os senadores da CAS aprovaram duas emendas de redação, apresentadas por Cícero Lucena para aprimorar o texto do projeto.


Agência Senado

bbcmaconhaEspecialistas alertam que o público perigosamente subestima os riscos de saúde ligados a fumar maconha. A British Lung Foundation realizou um levantamento de 1.000 adultos e constatou que um terço erroneamente acredita que a cannabis não prejudica a saúde. E 88% pensavam incorretamente que cigarros de tabaco seriam mais prejudiciais do que os de maconha - quando um cigarro de maconha traz os mesmos riscos de um maço de cigarros.

 

A British Lung Foundation afirma quer a falta de consciência é 'alarmante'.

 

Amplamente utilizado

Os números mais recentes mostram que 30% das pessoas entre 16 e 59 anos de idade na Inglaterra e no País de Gales usaram cannabis em suas vidas. Um novo relatório do BLF diz que há ligações científicas entre fumar maconha e a ocorrência de tuberculose, bronquite aguda e câncer de pulmão.

 

O uso de cannabis também tem sido associado ao aumento da possibilidade de o usuário desenvolver problemas de saúde mental, como a esquizofrenia.

 

Parte da razão para isso, dizem os especialistas, é que as pessoas, ao fumar maconha, fazem inalações mais profundas e mantêm a fumaça por mais tempo do que quando fumam cigarros de tabaco. Isso significa que alguém fumando um cigarro de maconha traga quatro vezes mais alcatrão do que com um cigarro de tabaco, e cinco vezes mais monóxido de carbono, diz a BLF.

 

A pesquisa descobriu que particularmente os jovens desconhecem os riscos.

 

'Campanha pública'

Quase 40% dos entrevistados com até 35 anos de idade - a faixa etária mais propensa a ter fumado cannabis - acreditam que maconha não é prejudicial.

 

No entanto, cada cigarro de cannabis aumenta suas chances de desenvolver câncer de pulmão para o equivalente aos riscos de quem fuma um pacote inteiro de 20 cigarros de tabaco, a BLF advertiu. A chefe-executiva da BLF, Helena Shovelton, disse: 'É alarmante que, enquanto pesquisas continuam a revelar as múltiplas consequências para a saúde do uso de maconha, ainda há uma perigosa falta de sensibilização do público sobre o quão prejudicial esta droga pode ser.'

 

'Este não é um problema de nicho - a cannabis é uma das drogas recreativas mais utilizadas no Reino Unido, já que quase um terço da população afirma ter provado.'

 

'Precisamos, portanto, de uma campanha de saúde pública - à semelhança das que têm ajudado a aumentar a conscientização sobre os perigos de se comer alimentos gordurosos ou fumar tabaco - para finalmente acabar com o mito de que fumar maconha é de algum modo um passatempo seguro.'

 

O relatório do BLF recomenda a adoção de um programa de educação pública para aumentar a conscientização do impacto de fumar maconha e um maior investimento na pesquisa sobre as consequências para a saúde de seu uso.


BBC Brasil