A descendência de pais e avós que se reproduziram com idades avançadas poderia resultar em benefícios genéticos que ampliariam a longevidade, apontam novos estudos científicos.



Cientistas da Universidade de Northwestern (Illinois, EUA) consideram que este processo genético representa uma adaptação evolutiva que provocaria o alargamento dos telômeros, a estrutura encontrada nos extremos dos cromossomos e responsável pelo envelhecimento.



"Se o seu pai e avô foram capazes de viver e reproduzir-se em idades tardias, isto poderia indicar que você poderia viver em um ambiente similar", afirmou Dan Eisenberg, coordenador do estudo.



Vários estudos anteriores já haviam demonstrado uma relação entre os telômeros mais curtos que resultam em doenças provocadas pela idade e os telômeros mais longos, que atrasam o envelhecimento, recordam os cientistas que publicaram os trabalhos nos anais da Academia Americana de Ciências (PNAS, na sigla em inglês).



Os homens que retardam a reprodução transmitem aos filhos e netos telômeros mais longos que poderiam fazê-los viver mais tempo e permitiriam dar prosseguimento à reprodução com idades mais avançadas, segundo os estudos.



Os cientistas mediram o comprimento dos telômeros de DNA a partir de amostras de sangue de 1.779 jovens adultos e suas mães nas Filipinas, assim como levaram em consideração as idades de pais e avôs.



Os resultados mostraram que o tamanho dos telômeros aumentava não apenas em função da idade do pai, mas também do avô.



"Assim, uma mulher de 50 anos, da qual se espera que o tamanho dos telômeros seja mais curto que os de uma mulher 10 anos mais jovem, pode contar com telômeros do mesmo tamanho se seu pai tivesse 10 anos a mais que o pai da mulher de 40 anos quando nasceu", explicou Eisenberg.



De todas as formas, o coautor do estudo Christopher Kuzawa destacou que são necessárias mais análises para determinar se os telômeros mais longos herdados reduziriam os problemas de saúde que a velhice acarreta.




AFP

doesangueO Hemocentro do Piauí (HEMOPI) está com vasta programação para comemorar o Dia Mundial do Doador de Sangue, celebrado no dia 14 de junho. As atividades começaram nessa segunda-feira, 11, com a apresentação da Banda de Música 16 de Agosto. A campanha deste ano tem como tema "Parabéns por Fortalecer esta Corrente".



“É uma forma de homenagear o doador de sangue e mostrar a importância e a necessidade de doações de sangue”, diz o diretor Antonio Lages.

 


A data foi instituída pela Organização Mundial de Saúde em 2004. A campanha quer promover ainda a motivação para que doadores que tenham doado para familiares tornem-se doadores regulares voluntários não remunerados.

 


A programação vai até sábado, 16, na sede do HEMOPI, com a seguinte programação:

 

Dia 12/06 - Terça-feira:   Apresentação do Grupo Reisado;

Dia 13/06 - Quarta-feira: Apresentação da Dança Folclórica;

Dia 14/06 - Quinta-feira: Apresentação da Dança Artística do Grupo Três Contigo;

Dia 15/06 - Sexta-feira:  Apresentação do Regente Aislan;

Dia 16/06 - Sábado:       Doação Coletiva do Grupo de Jovens do São João

 


Além das apresentações culturais que acontecerão a partir das 8:00h, o HEMOPI preparou também uma decoração e um lanche especial e, ainda, uma camisa para homenagear a todos que doarem sangue durante esta semana.

 

 

O atendimento para doação de sangue no HEMOPI é de segunda a sábado, das 7:00h às 18:00h. Mais informações: 0800 285 4989 ou 3222-6146 (ouvidoria). 3221-4989 /8319 / 8320 / 3852

 


PARA DOAR SANGUE É PRECISO

-Ter idade entre 16 e 68 anos

-Pesar a partir de 50 quilos

-Estar saudável e alimentado

-Apresentar documento oficial com foto

 


É importante tomar alguns cuidados, antes da doação, como: repousar por seis horas na noite anterior à doação e alimentar-se normalmente (evitar comidas gordurosas).

 


Depois da doação é importante ingerir bastante líquido nas primeiras 6 horas, alimentar-se normalmente, não praticar esportes radicais ou atividades de risco. O homem pode doar sangue até 4 vezes ao ano, com intervalo de 60 dias.A mulher, 3 doações, com intervalo de 90 dias.

 

QUEM NÃO PODE DOAR


Temporário 

-Gravidez

-Gripe ou febre

-Parto ou aborto, nos últimos 3 (três meses)

-Ter ingerido bebida alcoólica nas 12 horas que antecedem a doação


 

Definitivo

-Histórico de doença de Chagas ou contato com o inseto Barbeiro

-Histórico de malária

-Tenha contraído hepatite, após os 10 anos de idade

-AIDS/HIV

-Uso de drogas injetáveis




Sesapi

dormir copy copy copy copySe você quer uma boa desculpa para passar mais tempo na cama, aqui está: dormir menos de seis horas por dia aumenta risco de acidente vascular cerebral (AVC). Essa é a conclusão de um estudo da Universidade do Alabama, nos Estados Unidos. Os dados são do jornal Daily Mail.



Os cientistas avaliaram mais de 5 mil voluntários, entre 45 anos e idade de aposentadoria, durante três anos. Aqueles que dormem menos de seis horas apresentaram maior probabilidade de apresentar sintomas como dormência ou fraqueza de um lado do corpo, tontura, perda da visão ou incapacidade súbita de se expressar verbalmente ou por escrito. O impacto continuou mesmo quando se levou em conta idade, peso e outros fatores de risco conhecidos, como pressão arterial alta.



“Muitas pessoas podem ter esses sintomas e não reconhecê-los como precursores do AVC e talvez nem sequer os mencionar ao médico”, afirma a pesquisadora Virginia Howard. “Hábitos de sono podem agravar o potencial para esses sintomas, que são internacionalmente reconhecidos por colocar as pessoas em risco grande de acidente vascular cerebral subsequente”, completa.



A equipe pretende acompanhar os participantes por mais alguns anos. O objetivo é avaliar as taxas da doença e números relacionados à detecção precoce do risco.




Ponto a Ponto ideias

bengalaUma pesquisa feita na Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) comprovou que o uso de bengala por pacientes com artrose de joelho ajuda a diminuir a dor e o consumo de anti-inflamatórios, além de melhorar a capacidade de locomoção.

 

Segundo a Agência Fapesp, embora existissem relatos sobre o uso de bengala desde a antiguidade, nenhum estudo havia investigado, até então, se a prática é realmente benéfica. O médico Jamil Natour, coordenador da pesquisa que teve apoio da Fapesp (Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo), disse:

 

— Qualquer intervenção médica, seja para diagnóstico ou tratamento, deve ser baseada em evidências científicas. Por isso, delineamos esse estudo seguindo o mais alto padrão de qualidade científica.

 

Os resultados do estudo realizado com 64 pacientes foram publicados na revista Annals of the Rheumatic Diseases, uma das mais importantes da área de reumatologia, com destaque no editorial. A artrose é uma doença causada pela degeneração das cartilagens que revestem as articulações. A dor e o impacto funcional variam de acordo com a região afetada e o grau de comprometimento da cartilagem.

 

Agência Estado