Mulheres que usam um anel vaginal ou adesivo na pele para evitar uma gravidez indesejada têm em torno de duas vezes mais chances de desenvolver um coágulo de sangue, em comparação com as que tomam pílula anticoncepcional, segundo estudo feito pela Universidade de Conpenhagen. As informações são do Daily Mail.

 

Todos os tipos de pílulas aumentam ligeiramente o risco do problema, que pode levar à trombose venosa profunda na perna ou no braço e, potencialmente, à fatal embolia pulmonar. Porém, uma pesquisa dinamarquesa concluiu que o perigo é ainda maior quando se trata de outros métodos contraceptivos.

 

Mulheres que usam o adesivo na pele têm cerca de oito vezes mais propensão a ter trombose venosa e aquelas que usam o anel vaginal têm 6,5 vezes mais chances, contra as que não usam qualquer tipo de contracepção hormonal.

 

A equipe, liderada pelo professor Xjvind Lidegaard, revisou os dados sobre métodos contraceptivos hormonais não orais em relação à trombose venosa em todas as dinamarqueses não-gestantes entre 15 e 49 anos, de 2001 a 2010. Os resultados vieram a partir de dados de 3.434 diagnósticos confirmados do coágulo.


Terra

Um estudo com células-tronco, feito por pesquisadores da Pontifícia Universidade do Paraná (PUC-PR), pode trazer a cura para todas as doenças isquêmicas. Segundo a universidade, principalmente as do coração e dos membros inferiores de pessoas que sofrem de diabetes e possuem problemas de circulação.

 

O trabalho envolve a retirada das células mononucleares do sangue do cordão umbilical, das quais são separadas as células-tronco. Depois, são extraídas as células progenitoras endoteliais, que possuem capacidade para se transformar em vários tipos de tecidos, o que pode ser efetivo no tratamento desse tipo de problema.

 

Os testes foram feitos em ratos e apresentaram resultados animadores, segundo a universidade. Os animais foram infartados e receberam injeções de células no coração. Depois, foram separados em três grupos: o controle, que não recebeu nenhuma célula, o grupo A, que recebeu as células que foram expandidas em laboratório, e o grupo B, que recebeu apenas as células purificadas, ou seja, que não foram expandidas.

 

No grupo controle, em um mês, houve a piora da fração de ejeção do coração de 25,99% para 20,46%, sendo que um coração de qualidade apresenta índice superior a 40%. No grupo B, houve melhora, de 20,75% para 27%. Já no grupo A, a melhora foi de 22,51% para 32,67%.

 

Além de reconhecimento internacional, o estudo já recebeu três premiações da Sociedade Brasileira de Cirurgia Cardiovascular. O último foi no dia 14 de abril no 39º Congresso Brasileiro de Cirurgia Cardiovascular, realizado em Maceió (AL).

 

A próxima fase é o início dos testes em humanos. A pesquisa já foi submetida ao Comitê de Ética da Instituição e aguarda aprovação para iniciar a seleção de voluntários. O foco será pacientes com isquemia nos membros inferiores, que não têm mais opção de tratamento.

 

G1

 

funasaA Fundação Nacional de Saúde (Funasa) está investindo atualmente R$ 450 milhões no Piauí. A informação foi dada pelo presidente do órgão, Gilson Queiroz Filho, ao governador Wilson Martins durante reunião nesta quinta-feira, 10. Desse total, R$ 45 milhões estão sendo aplicados em parceria com o Governo do Estado através da segunda etapa do Plano de Aceleração do Crescimento (PAC 2).


“Vim para acompanhar o andamento das ações aqui no Piauí e aproveitei para conversar com o governador sobre nossos investimentos atuais e perspectivas de novos projetos. Com Governo do Estado e prefeituras, estamos aplicando R$ 150 milhões apenas com o PAC 2 e outros R$ 300 milhões de projetos anteriores, como ações de resíduos sólidos”, disse Gilson Queiroz, que participou da reunião acompanhado pelo diretor de Saúde Ambiental, Henrique Pires.


Segundo o presidente, o andamento de obras da Funasa em convênio com o Governo do Piauí é satisfatório. “Temos dificuldades, às vezes, em relação a licenciamento, outorga do uso de água, por exemplo, mas de maneira geral, estamos bem”, avaliou, acrescentando que hoje não estão em análise novos projetos no estado. “O momento agora é de realização do que foi selecionado. A partir do ano que vem, teremos nova seleção, após a chegada de novos gestores municipais”, ressaltou.


O governador Wilson Martins ressaltou a parceria estratégica entre o Governo do Piauí e a Funasa. “Temos caminhado bem em relação às obras do PAC Funasa e de saneamento básico. Essa é uma área importante, especialmente no interior, e a Funasa em sido essencial na melhoria das condições de vida da população, sobretudo em relação à saúde”, argumentou.



Portal AZ

dietaaOs regimes restritivos, como a dieta Dukan, podem reduzir o peso rapidamente, mas são menos eficazes a longo prazo que os conselhos nutricionais das autoridades de saúde sobre alimentação saudável, variada, em quantidades moderadas e sem beliscar entre as refeições, afirma um estudo francês.

 

O relatório, baseado nas respostas de 105.711 pessoas questionadas mensalmente durante três anos, revelou que apesar de certos regimes restritivos, como a dieta Dukan, "terem um efeito espetacular em um primeiro momento, não são eficazes a longo prazo", explicou o coordenador do estudo, Serge Hercberg.

 

O Instituto Nacional da Saúde e Pesquisa Médica francês (Inserm) detectou que até 76% das pessoas que tinham seguido as recomendações nutricionais oficiais tinham conseguido perder peso e mantido a forma conseguida inclusive seis meses após abandonar a dieta.

 

No entanto, aqueles que seguiram dietas como a hiperproteica Dukan ou a Cohen, personalizada segundo os níveis hormonais de cada indivíduo, assim como regimes "caseiros" tiveram resultados eficazes apenas a curto prazo.

 

Além destes resultados, os responsáveis pelo relatório "NutriNet-Saúde" destacaram dados que consideram alarmantes: 7 em cada 10 mulheres e 5 em cada 10 homens gostariam de diminuir seu peso, apesar de muitos deles não apresentarem quilos a mais.

 

De fato, quase 6 em cada 10 mulheres e 3 em cada 10 homens sem sobrepeso gostariam de estar mais magros, um fato que deveria gerar reflexão sobre o ideal promovido na sociedade, alertou Hercberg.

 

Este professor da Universidade Paris 13 acrescentou que quase 30% das mulheres seguiram cinco dietas em sua vida e 9% tinham passado de dez, uma "espiral de regimes" que os especialistas consideram perigosa para a saúde.

 

Além disso, 36% delas tinham começado a fazer dieta entre os 15 e 25 anos, uma precocidade que também preocupa os responsáveis do estudo.

 

"Sem indicação médica, não há nenhuma razão para se impor um regime severo quase perpétuo", disse Hercberg, para quem no caso das adolescentes, estas práticas são "ainda mais questionáveis" porque podem gerar problemas de crescimento.

 

EFE