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Um novo estudo feito por pesquisadores holandeses e britânicos mostra que a privação de sono pode ter os mesmos efeitos do estresse sobre o nosso sistema imunológico.


Os autores compararam 15 homens jovens em condições normais, de oito horas de sono durante uma semana, e após 29 horas acordados.


Foram analisados os glóbulos brancos (células de defesa) do sangue dos participantes. As maiores alterações foram observadas em células conhecidas como granulócitos, que aumentaram principalmente à noite.


Os voluntários foram expostos a pelo menos 15 minutos de luz ao ar livre na primeira 1:30h após acordarem e proibidos de usar cafeína, álcool ou medicamentos nos últimos três dias da pesquisa. Tudo isso foi feito para estabilizar o relógio biológico dessas pessoas e minimizar a privação de sono antes do estudo intensivo em laboratório.


Segundo a principal autora, Katrin Ackermann, trabalhos futuros devem revelar os mecanismos moleculares por trás dessa resposta imediata ao estresse físico e mostrar qual é o papel deles no desenvolvimento de doenças associadas à perda crônica do sono. Profissionais que trabalham por turnos e sofrem mais com esse problema poderiam ser os maiores beneficiados.


Estudos anteriores já têm associado à restrição e a privação do sono com o desenvolvimento de doenças crônicas como obesidade, diabetes e hipertensão. Outros também evidenciam que dormir bem ajuda a manter o funcionamento do sistema imunológico.



G1

A utilização de células-tronco do sangue do cordão umbilical vem apresentando importantes resultados clínicos na reversão do Diabetes Tipo 1, em doenças neurológicas, como a paralisia cerebral, e até mesmo na cura da AIDS. Esses resultados foram apresentados no mais importante evento médico da área, o Cord Blood Symposium, realizado em São Francisco, nos Estados Unidos, em junho.



Presentes ao encontro, os diretores do primeiro banco de células-tronco de sangue do cordão umbilical de São Paulo, a Criogênesis, Dr. Nelson Tatsui e Luiz César Espirandelli, puderam acompanhar a exposição das mais avançadas técnicas na utilização de células-tronco do cordão umbilical e garantem que o Brasil está preparado em infraestrutura e capacitação científica para o tratamento dessas doenças.



Os modelos científicos adotados aqui no Brasil mostram que estamos no caminho certo e que também podemos obter bons resultados clínicos, afirma Nelson Tatsui, diretor técnico da Criogênesis, médico do Hospital das Clínicas e do setor de transfusão e coleta de células-tronco da Faculdade de Medicina da USP.



Durante o Cord Blood Symposium 2012 foram apresentados além de casos de reversão do Diabetes 1, de doenças neurodegenerativas e cura da AIDS técnicas de transplante do sangue do cordão umbilical em doenças hematológicas em adultos. É cada vez mais frequente a utilização de dois cordões umbilicais e de técnicas de expansão celular, já que no caso de adultos é necessário um número maior de células-tronco para o sucesso do transplante, informa Nelson Tatsui.



Alguns especialistas brasileiros representando bancos privados e o banco público de células-tronco do sangue do cordão umbilical estiveram presentes ao simpósio. Foi uma grande oportunidade para trocarmos experiências e informações sobre Medicina Regenerativa e Terapia Celular. O que vimos no simpósio só confirma a qualidade do trabalho realizado no Brasil, diz Luiz César Espirandelli, anestesiologista, médico do Instituto de Ortopedia do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP e um dos diretores da Criogênesis.



Primeiro banco de células-tronco de sangue do cordão umbilical de São Paulo, a Criogênesis, que também conta com uma área de Medicina Reprodutiva, prevê investimentos globais da ordem de R$ 2 milhões em 2012 e 2013. Os investimentos contemplam infraestrutura, software, novos equipamentos, pessoal e novos escritórios, como o do Rio de Janeiro, inaugurado em janeiro último.



A Criogênesis pretende iniciar ainda este ano em suas próprias instalações os serviços de Plasma Rico em Plaquetas (PRP) e Fotoférese Extracorpórea. O PRP é um produto terapêutico autólogo feito a partir do sangue periférico, com altas concentrações de plaquetas que, colocadas no local de uma cirurgia, estimulam o desenvolvimento de células-tronco e a regeneração de tecidos lesionados.



Segundo o Dr. Luiz César Espirandelli a Fotoférese Extracorpórea é indicada para o tratamento de doenças autoimunes mediadas por células T e como forma de se evitar a rejeição de órgãos sólidos transplantados.



Já temos tudo pronto para iniciar esses serviços e estamos aguardando apenas a autorização da ANVISA, completa Nelson Tatsui.



R7

 

 

 

menopausa copyMenopausa antes dos 46 anos pode trazer problemas. De acordo com uma pesquisa da Universidade do Alabama, dos Estados Unidos, as mulheres que enfrentam essa situação passam a ter duas vezes mais chances de ter ataque cardíaco e acidente vascular cerebral (AVC). Os dados são do jornal Daily Mail.


O levantamento avaliou 2 509 americanas sem doença cardiovascular, que foram acompanhadas por cinco anos. Cerca de 700 (28%) pararam de menstruar antes dos 46, sendo que a média de idade para entrar na menopausa é 51. Os cientistas constataram que 3,3% das participantes com menopausa precoce sofreram paradas ou ataques cardíacos ou morreram de patologias do coração.


Enquanto isso, apenas 1,5% do grupo que não parou de menstruar de forma precoce tiveram problemas coronarianos. Além disso, 2,6% das mulheres com menopausa antes dos 46 tiveram um AVC, em comparação com 1% do outro grupo.


Não está claro o porquê da menopausa precoce estar ligada a enfermidades cardiovasculares. Alguns pesquisadores teorizam que seja por conta da queda do estrogênio, mas um estudo sobre reposição hormonal foi interrompido porque as voluntárias mostraram maior risco de doenças cardíacas e alguns tipos de câncer. "Pode ser uma associação genética, em que os genes que estão relacionados com a função ovariana também podem estar associados com doença cardiovascular”, disse a autora principal, Melissa Wellons.



Ponto a Ponto ideias

musculosTomar café pode ajudar pessoas mais velhas a manter a força muscular e reduzir as chances de doenças, é o que mostra um novo estudo divulgado nessa sexta-feira, 29, pelo jornal britânico Daily Mail.



O declínio da força muscular, que ocorre com a chegada da idade, reduz também a qualidade de vida, fazendo com que as tarefas simples do dia-a-dia se tornem mais difíceis. O processo de como isso ocorre ainda não é muito conhecido, mas é fato que a preservação do tônus muscular é a chave para uma vida mais saudável.



Já se sabe que em adultos a cafeína ajuda os músculos a produzir mais força. Mas com a idade, os músculos naturalmente se tornam mais fracos. Por isso, cientistas da Coventry University investigaram pela primeira vez como a cafeína poderia ter um efeito fortalecedor em pessoas mais velhas. O estudo, feito com ratos, mostrou que a substância impulsiona dois diferentes músculos em adultos mais velhos, um efeito que não é comprovado nos mais jovens.



Jason Tallis, um dos autores da pesquisa, disse que o benefício trazido pela cafeína pode ser importante para o envelhecimento da população, uma vez que manter-se fisicamente ativo é fundamental para a saúde e para a capacidade funcional. Ao longo do experimento, os pesquisadores isolaram músculos de camundongos jovens e velhos e, então, testaram sua performance antes e depois do tratamento à base de cafeína, substância encontrada no café e em várias outras bebidas.



Eles observaram dois diferentes músculos esqueléticos, que podiam ser controlados voluntariamente. O primeiro a ser analisado foi o diafragma, um músculo do coração usado para a respiração. O segundo foi um músculo da perna chamado estensor longo dos dedos, usado para a locomoção. "Apesar do efeito reduzido em pessoas mais velhas, a cafeína ainda assim pode prover melhorias na performance", afirmou Tallis.



O consumo de cafeína pode também estar relacionado com a melhora da atividade cerebral e da memória. No entanto, pesquisas anteriores mostram que o excesso dela pode atrapalhar na absorção do cálcio, um nutriente vital para suportar os ossos durante a terceira idade.



Terra