A Regional de Saúde de Parnaíba está participando do Curso de Inspeção em Serviços e Produtos, promovido pela Secretaria Estadual da Saúde (Sesapi), através da Diretoria de Vigilância Sanitária do Estado (Divisa). O curso teve início no dia 7 e vai até o dia 11 de maio, no auditório do Hotel Cívico.

O público-alvo são técnicos ou coordenadores das vigilâncias municipais da macrorregião de Parnaíba. De acordo com Iolanda Soares, técnica da Vigilância Sanitária do Estado, a capacitação é voltada às ações de vigilância sanitária abordando desde a estruturação da vigilância e organização do serviço até a área técnica de alimentos, saúde, salões de beleza, entre outras.

“Nossa maior dificuldade é a mudança constante de profissionais que trabalham na área, por isso esse é um curso básico para que os profissionais sejam habilitados e aprimorem seus conhecimentos para a realização de uma inspeção sanitária e possam elaborar relatórios de vigilância, sendo esse um dos passos da descentralização das ações de vigilância sanitária”, declarou Iolanda Soares.

O curso abordou também o tema Vigilância e Saúde do Trabalhador, apresentado por Vera Regina, técnica do Centro de Referência em Saúde do Trabalhador Estadual, onde resgatou a história sobre saúde e mostrou pontos sobre a inspeção no ambiente de trabalho.
 
 
Piaui.pi.gov

Fazer xixi muitas vezes por dia pode decorrer de uma grande ingestão de líquidos, mas pode ser também sinal de um problema chamado "bexiga hiperativa", um tipo de incontinência urinária, ou seja, a perda involuntária de urina, por vários motivos.


Segundo o ginecologista José Bento e a fisioterapeuta Débora Pádua, o distúrbio é mais comum no sexo feminino e atinge até 40% das mulheres acima dos 60 anos. Entre os homens, a doença ocorre principalmente após uma cirurgia de próstata.


Uma pessoa normal armazena até 400 ml de urina. Indivíduos com bexiga hiperativa – que muitas vezes está ligada a fatores emocionais têm instabilidade do músculo ao redor do órgão, que se contrai com 200 ml de urina ou menos e provoca urgência para ir ao banheiro.


Quem bebe cerca de 2 litros de líquidos por dia faz xixi de seis a oito vezes entre a manhã e a madrugada. Se passar desse limite, algo está errado. No organismo, um copo de 200 ml de água demora de 1,5 a 2 horas para se transformar em urina.


Se você começa a não sair de casa e ficar muito preocupado com o xixi, é um sinal de alerta para procurar um médico. O diagnóstico é feito por um exame de urodinâmica, que identifica o grau de perda urinária e a força realizada. Esse teste é realizado pelo Sistema Único de Saúde (SUS) nas grandes cidades do país.


Existem quatro principais tipos de incontinência urinária. São eles:

- Incontinência de esforço: é quando a musculatura do assoalho pélvico se enfraquece e a pessoa perde urina ao tossir, espirrar, gargalhar, levantar-se ou agachar-se.


- Incontinência de urgência: ocorre quando há vontade súbita e incontrolável de urinar, em meio a atividades diárias. Dependendo do caso, a pessoa não consegue se segurar e, à noite, também levanta para ir ao banheiro.


- Incontinência mista: é uma associação das duas anteriores, com o agravante de o indivíduo não conseguir controlar a perda de urina.


- Incontinência de transbordamento: acontece quando alguém segura tanto o xixi, que a bexiga não comporta o volume e transborda.


Fatores de risco

- Sobrepeso
- Grandes esforços
- Gravidez
- Parto normal demorado, sem dilatação ou que exija muita força
- Intestino preso
- Retenção de xixi
- Menopausa
- Envelhecimento


Tratamento
- Remédios
- Fisioterapia
- Cirurgia


Fortaleça o assoalho pélvico
O assoalho pélvico, um conjunto de músculos que ficam na região inferior do abdômen e são responsáveis por contrair e relaxar a bexiga, funciona como uma rede que segura os órgãos da região.


Quando se afrouxa, não consegue conter o jato de urina. Por isso, fazer exercícios de contração e agachamento ajudam a fortalecer essa musculatura.




G1

protetorUm componente encontrado na maioria dos protetores solares pode aumentar as chances de câncer de pele. A informação faz parte de uma pesquisa publicada no Journal of Toxicology and Applied Pharmacology.


Quando exposto à luz, o óxido de zinco, presente nos protetores, sofre uma reação química que pode liberar moléculas instáveis, também conhecidas como radicais livres. Essas moléculas criam vínculos com outras do corpo humano e o processo pode prejudicar as células ou o DNA presente nelas. O fato aumenta o risco de câncer.


A pesquisa, conduzida pela Missouri University of Science and Technology, concluiu que, após três horas de exposição solar, metade das células do pulmão, cobertas com o componente, morreram. Depois de 12 horas, a porcentagem aumentou para 90%. Os testes foram realizados com células do pulmão cobertas por óxido de zinco.


Um dos pesquisadores envolvidos, Yinfa Ma, explicou que outras experiências precisam ser realizadas. "Este é apenas o primeiro passo. Eu ainda avisaria as pessoas para usar protetor solar, é melhor do que não se proteger", ressaltou à Gizmodo.




EcoD

simposiooO Governo do Estado, através da Secretaria de Estado da Saúde (Sesapi) e da Fundação de Amparo à Pesquisa (Fapepi), realizará o I Simpósio de Ciência e Tecnologia em Saúde no Piauí, nos dias 16, 17 e 18 deste mês, no Cine Teatro da Assembleia Legislativa. “Saúde Pública: desafios para a pesquisa científica” é o eixo central do evento, que contará com gestores, diretores de hospitais, pesquisadores, representantes de órgãos estaduais, do Ministério da Saúde e do procurador Marco Antonio Teixeira, do Estado do Paraná, que participará da mesa-redonda no dia 17.

 

Há cerca de dois meses a Sesapi e a Fapepi montaram uma comissão organizadora para os preparativos do Simpósio, que tem o objetivo de divulgar a produção científica na área da saúde pública e de buscar alternativas para o enfrentamento das dificuldades do Sistema Único de Saúde (SUS) do Piauí.

 

No primeiro dia, 16, será realizada a solenidade de abertura, às 19h, com a realização da conferência “Saúde Pública: desafios para a pesquisa científica”, que terá como conferencista o representante oficial do Ministério da Saúde, Departamento de Ciência e Tecnologia em Saúde (DECIT).

 

No dia 17, o Simpósio abrirá espaço para o Seminário de Avaliação do Programa Pesquisa para o SUS (PPSUS), que tratará sobre a gestão compartilhada em saúde, divulgando os resultados das pesquisas científicas financiadas pelo PPSUS. O Seminário será iniciado com mesa-redonda que também leva o tema central como nome. Em seguida, será iniciada a apresentação dos projetos de pesquisa, distribuídos em três blocos: os da área de Promoção da Saúde, os da Saúde da Mulher e da Criança e os da Saúde, Ambiente, Trabalho e Biossegurança. Ao todo, serão apresentados 14 projetos de pesquisa, com tempo de apresentação igual para todos os pesquisadores.

 

No dia 18, encerrando a programação do I Simpósio, será realizada a Oficina de Prioridades do PPSUS, a fim de definir as linhas de pesquisa de interesse do Estado, para compor o Edital 2012 do PPSUS, com base nos temas propostos pela Agenda Nacional de Prioridades do PPSUS/Ministério da Saúde, com o intuito de contribuir para o fortalecimento e aprimoramento do SUS.

 

O evento é direcionado a gestores, secretários de saúde, pesquisadores e profissionais da saúde. Para conferir a programação completa, clique AQUI. Outras informações, basta entrar em contato com a assessoria do evento, pelo telefone: (86) 8851-2074.

 

Sesapi