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exposi poluiçaoUm novo estudo feito pelo Karolinska Intitute, do Instituto de Medicina Ambiental de Estolcomo, na Suécia, apontou que a exposição à poluição do ar está relacionada a déficits da função pulmonar em crianças.

 

"Estudos anteriores mostraram que as crianças são altamente suscetíveis aos efeitos adversos da poluição do ar e sugerem que a exposição no início da vida pode ser particularmente prejudicial", disse o pesquisador Göran Pershagen, professor do Karolinska Institute. "Em nosso estudo prospectivo, a exposição da criança à poluição do ar foi associada à diminuição da função pulmonar aos 8 anos, com efeitos mais fortes indicados em meninos e crianças com asma".

 

O estudo, feito com mais de 1.900 crianças, acompanhou os indivíduos desde o nascimento até os 8 anos através de questionários, espirometria e medidas de imunoglobulina. Os pesquisadores estimaram a quantidade de partículas de poluição no ar de acordo com os ambientes frequentados pelas crianças: creche, residência e escola.

 

Os dados cruzados mostraram que a exposição à poluição do ar durante o primeiro ano de vida parece ter mais influência sobre o funcionamento respiratório, causando redução do volume expiratório no futuro. No entanto, a pesquisa também mostrou que a exposição à poluição após o primeiro ano de vida tem menos impacto sobre a respiração nos anos seguintes.

 

"Nosso estudo mostra que a exposição precoce à poluição do ar tem, a longo prazo, efeitos adversos sobre a saúde respiratória em crianças, particularmente entre crianças atópicas", concluiu Dr. Pershagen. "Estes resultados contribuem para um grande corpo de evidências que demonstram os efeitos nocivos da poluição do ar sobre a saúde humana."

 

 

Terra

Um novo aplicativo promete ajudar pacientes que sofrem de um mal crônico, que atinge 30 milhões de brasileiros: a enxaqueca.

 

O chamado Diário da Cefaleia tem o objetivo de ajudar quem sofre com dores de cabeça insuportáveis. Por meio de um calendário, com dia, horário e intensidade da dor, o paciente poderá registrar os detalhes de suas crises de dor de cabeça.

 

Além disso, o aplicativo permite sinalizar a região da cabeça na qual a dor predomina, além de selecionar fatores desencadeantes, como alimentação.

Com as informações detalhadas, o usuário envia um relatório completo ao neurologista por e-mail, com registro de todos os episódios de crise ocorridos no período.

 

Desenvolvida pela Applause Mobile do Brasil com a Libbs Farmacêutica, a novidade chega ao mercado disponível em três plataformas: PC/Windows, iPhone e iPad.

 

 

R7

Estudos recentes têm relacionado o consumo de cafeína à redução do risco de doença de Alzheimer e um levantamento da Universidade de Illinois, dos Estados Unidos, conseguiu explicar como isso acontece. A substância bloqueia um sinal que ativa a inflamação cerebral, que está associada a doenças neurodegenerativas. Segundo cientistas, essa descoberta pode levar a medicamentos capazes de reverter ou inibir o comprometimento cognitivo leve.

 

Gregory Freund e sua equipe examinaram os efeitos da cafeína sobre a formação da memória em dois grupos de ratos, sendo que apenas um deles a recebeu. Todos os animais foram expostos à hipoxia, simulando o que ocorre no cérebro durante uma interrupção da respiração ou do fluxo de sangue. Observou-se que os exemplares tratados com cafeína recuperaram a capacidade para formar memória novamente 33% mais rápido que os outros.

 

Os cientistas explicaram que o episódio hipóxico desencadeia a liberação de adenosina, que ativa a enzima caspase-1, favorecendo a produção da citocina IL-1β, um leitor crítico na inflamação. “Mas a cafeína bloqueia toda a atividade da adenosina e inibe a caspase-1 e a inflamação que vem com ela, limitando os danos ao cérebro e protegendo-o”, disse Freund.

 

 

Ponto a Ponto Ideias

 

No Brasil, existem mais de 6,5 milhões de pessoas com deficiência visual, sendo 582 mil cegas e 6 milhões com baixa visão, segundo dados do Censo 2010, do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). É com a preocupação de evitar que essa situação piore que se comemora hoje (11) no País o Dia Mundial da Visão, principal ação do Programa Visão 2020: O Direito à Visão, iniciativa conjunta da Organização Mundial da Saúde (OMS) e da Agência Internacional para a Prevenção da Cegueira (IAPB). A data é sempre na segunda quinta-feira de outubro.

 

O objetivo do programa é eliminar a cegueira evitável em todo o mundo até o ano 2020. Isso porque até 80% dos casos de cegueira resultam de causas previsíveis e/ou tratáveis, mas a cada cinco segundos uma pessoa fica cega no mundo e uma criança perde a visão a cada minuto. São 285 milhões de pessoas no mundo vivendo com baixa visão ou cegueira. Desses, 39 milhões são cegas e 246 milhões têm moderada ou grave deficiência visual.

 

De acordo com o presidente do Conselho Brasileiro de Oftalmologia (CBO), Marco Antônio Rey Faria, campanhas como a do Dia Mundial da Visão são importantes para conscientizar a população sobre a necessidade de acompanhamento médico especializado, para evitar que os problemas dos olhos se agravem e acabem resultando em cegueira, que poderia ser evitada em cerca de 80% dos casos.

 

Segundo o médico, muitas doenças relacionadas à visão não apresentam sintomas e, quando descobertas, já estão em estágio bastante avançado e de difícil regressão.

 

— É o caso do glaucoma, a maior causa de cegueira no mundo, sendo que, no Brasil, mais de 1 milhão de pessoas são portadoras da doença.

 

O glaucoma se caracteriza pelo aumento da pressão intraocultar — explica o presidente do CBO — que leva a uma atrofia progressiva do nervo ótico, se não controlada, e compromete o campo de visão do paciente.

 

— Na fase final, é como se ele estivesse olhando apenas por um buraco de fechadura.

 

Apesar da gravidade, hoje o glaucoma pode ser tratado com sucesso, tanto com drogas como por meio de laser e cirurgias até de implante de válvulas na região afetada. O mesmo ocorre com outras doenças oculares, segundo o médico, pois “a medicina está muito evoluída e, com as técnicas atuais, a imensa maioria das doenças oftalmológicas é facilmente tratada quando descoberta prematuramente”.

 

Agência Brasil