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ifpiOs alunos que cursam o sétimo bloco de Biologia, do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Piauí (IFPI), assistiram à palestra do Projeto Pense Bem AVC.



A meta principal do projeto é implementar em todos os setores da sociedade de Teresina a atenção voltada à prevenção ao Acidente Vascular Cerebral (AVC), doença que é popularmente conhecida como derrame cerebral.


Juliana Farias, aluna do curso, conta que apesar de conhecer pessoas que já foram vitimadas pelo AVC, receber informações e incentivo para manter o cuidado com a saúde nunca é demais. “Um primo já teve AVC, mas hoje eu consegui absorver muitas outras informações sobre a doença, é muito importante saber sobre o derrame cerebral para poder preveni-lo”, disse.


O derrame cerebral é uma emergência médica, por isso, qualquer alteração no organismo que esteja ligada à doença, como fraqueza, distúrbios visuais, perda sensitiva ou convulsões, deve ser percebida de imediato já que, se administrados em até três horas a partir do início dos sintomas, o socorro de urgência aumenta as chances de recuperação completa e diminui as sequelas do AVC.


O projeto Pense Bem AVC já percorreu várias comunidades, universidades e empresas de toda Teresina. Para solicitar uma palestra basta ligar para o número (86) 3198 1500.



Governo do Estado

charlotteCharlotte Seddon, uma garota de 17 anos descrita como "inteligente, autoconfiante e popular", morreu após esconder de seus pais uma anorexia que a fazia sofrer há quatro anos. Ela pesava apenas 38 kg quando morreu, segundo o tabloide inglês Daily Mail. Seu pai, Stephen, só descobriu a doença depois, ao ver o diário dela.

 

- Nós descobrimos mais sobre sua condição a partir do que ela deixou para que nós pudessemos ler.

 

Charlotte foi encontrada morta em casa, em Padiham, Inglaterra, no dia 20 de dezembro de 2011. Até o coração de Charlotte estava abaixo do peso: 190 g, quando deveria pesar cerca de 320 g.

 

Ela morava, além do pai, com a mãe, Corinne, e os irmãos Daniel e Abby, sua gêmea.

 

Agora, os pais tentam usar a história da filha para alertar outras garotas que sofram de bulimia e anorexia — e mostrar que a família pode detectar sinais precoces dos distúrbios nos filhos.


R7

odpntoO projeto de Extensão “Programa Preventivo para Gestantes e Bebês- PPGB” da Universidade Federal do Piauí, com ações desenvolvidas no  Instituto de Perinatologia da Maternidade Dona Evangelina Rosa –MDER, foi escolhido o melhor projeto de extensão da região Norte e Nordeste. A premiação aconteceu durante o Congresso OndontoPet, realizado em Fortaleza entre os dias 12 e 14 de abril.

 

Instituído no ano de 1997, o PPGB foi  pioneiro ao  criar um projeto de extensão voltado para grávidas e recém-nascidos no Piauí. De cunho preventivo, o projeto é executado por acadêmicos do curso de graduação e mestrado em odontologia da UFPI. Todos com supervisão de professores.

 

O atendimento acontece em três etapas, passando pela orientação das mães durante a gravidez, com palestras educativas, aos primeiros cuidados bucais do recém-nascido. Depois disso, as mães são convidadas a voltar no período de nascimento do primeiro dente do bebê. O ideal é que a primeira consulta odontológica do recém-nascido aconteça ainda no primeiro mês de vida.

 

O atendimento acontece, de segunda a sexta, no período da manhã, em uma sala do Instituto de Perinatologia da Maternidade Dona Evangelina Rosa –MDER. As mães que procuram o serviço recebem todas as orientações para evitar que problemas bucais interfiram na gravidez.

 

“É importante que a mulher grávida esteja na plenitude da sua saúde bucal, pois existe ligação entre os problemas de gengiva da mãe e o nascimento de bebês com baixo peso. Além disso, a mãe é a primeira via de transmissão de problemas bucais para o bebê”, explica a coordenadora do PPGB, Lúcia de Deus Moura.

 

Além de orientações, as crianças que apresentarem problemas bucais leve são submetidas ao Tratamento de Restauração Atraumático.

 
 
Sesapi

comidaComer pouco beneficia a memória. A constatação é de um estudo italiano e divulgado pelo jornal inglês Daily Mail. Os cientistas garantem que o ideal é cortar 600 calorias ou 30% das necessidades diárias de calorias.


A descoberta não é nova para os japoneses que na ilha de Okinawa têm o hábito de não matar totalmente a sua fome e ingerir apenas 80% da comida.


Segundo os cientistas ocidentais, esse hábito reduz a quantidade de radicais livres produzidos na digestão. Com isso, há uma melhora na saúde cardíaca.


A restrição calórica favorece a produção da proteína CREB1, conhecida pela sua importância na memória e no aprendizado.


Uma análise da dieta dos moradores da ilha japonesa demonstrou que os habitantes têm melhor densidade óssea devido à alta ingestão de cálcio na dieta e exposição à luz solar para a produção de vitamina D. Sua alimentação não restringe o consumo de frutas e legumes e o povo é fisicamente ativo.

 



Agência Estado

 

 

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