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A Coordenação Estadual de Vigilância Epidemiológica, da Secretaria de Estado da Saúde (Sesapi), divulgou, nessa terça-feira, 28, novos dados sobre a incidência de dengue no Piauí. Segundo o boletim, foram notificados até o dia 24 de fevereiro, 825 casos da doença em 2012. De acordo com a diretora de Vigilância em Saúde da Sesapi, Telma Evangelista, os números são animadores, já que representam uma queda em relação ao ano passado de 66,8%. Em 2011, no mesmo período, foram registrados 2.485 casos da doença.

 

“Estamos monitorando intensamente o cumprimento do Plano de Contingência da dengue nos municípios”, afirma a diretora.

 

As cidades com mais notificações são Sebastião Leal (10 casos), Água Branca (19 casos), São Raimundo Nonato (69 casos), Beneditinos (57 casos), Floriano (89 casos), Teresina (468 casos), Piripiri (19 casos), Pio IX (28 casos), Jose de Freitas (10 casos).

 

Ainda de acordo com o boletim, foi registrado um caso de dengue com complicação na cidade de Oeiras. Sobre o óbito ocorrido em Floriano, Telma Evangelista afirma que o Laboratório Central (Lacen) está investigando se a causa da morte foi mesmo dengue.


Piaui.gov

miogurteUm simples copo de leite ou um pedaço de bolo pode fazer mal para quem tem intolerância à lactose. A pessoa sente náusea, gases, inchaço e até diarréia.


Segundo dados brasileiros, até 70% dos adultos no país têm algum desses sintomas após consumir leite de vaca ou derivados. Em países como Japão e alguns do continente africano, praticamente todos os habitantes com mais de 80 anos têm algum grau de intolerância.


A doença ocorre porque o indivíduo nasce sem uma enzima que quebra a lactose, o açúcar do leite, ou deixa de produzi-la ao longo da vida, seja pelo envelhecimento ou por lesões no intestino.


A gravidade dos sinais, que podem aparecer logo após a ingestão ou depois de horas, depende da quantidade ingerida e de quanta lactose cada pessoa é capaz de aguentar.


Segundo o gastroenterologista Flavio Steinwurz e a nutricionista Camila Diniz, qualquer alimento que contém lactose pode fazer mal, como: leite de vaca ou cabra, queijo branco, manteiga, margarina, requeijão, iogurte, pudim, bolo, creme de leite, leite condensado, biscoito ao leite, pão de leite, pizza de muçarela e alguns adoçantes em pó.


Em geral, iogurtes podem ser mais bem tolerados que o leite, porque parte do açúcar é fermentada. Porém, a maioria dos iogurtes, especialmente os de consistência firme ou cremosa, contém leite em pó e/ou soro de leite, para melhorar a textura e diminuir a falta de soro. Alguns iogurtes têm o mesmo percentual de lactose que o leite de vaca: cerca de 5%.


De acordo com o Conselho Nacional de Laticínios dos EUA (NDC, na sigla em inglês), as mussarelas de búfala e cabra têm 2% de lactose, menos da metade do teor de um copo de leite ou iogurte. Dependo do grau de intolerância do paciente, podem ser substitutos.


Para não ficar em dúvida, leia sempre o rótulo e verifique se o produto contém lactose. Remédios também podem incluir lactose na composição – por isso, leia a bula.


Diagnóstico

É feito por dois testes. No primeiro, o paciente recebe uma dose de lactose em jejum e, depois de algumas horas, são colhidas amostras de sangue que indicam os níveis de glicose.


Há também um exame respiratório que monitora a quantidade de hidrogênio nos gases exalados após a ingestão da lactose.


É importante não confundir a intolerância à lactose com outras doenças ou disfunções que podem causar quadro similar. São elas:

- Síndrome do intestino irritável
- Doença celíaca
- Doença de Crohn
- Colite ulcerativa
- Alergias alimentares
- Endometriose


Tratamento

Não há tratamento para aumentar a capacidade de produzir lactase, mas os sintomas podem ser controlados por meio de dieta e medicamentos.


O que evitar

- Leite de vaca
- Leite de cabra
- Queijo fresco
- Manteiga
- Requeijão
- Creme de leite
- Iogurtes (costumam ser mais bem tolerados que o leite)
- Bolachas, bolos e pudins
- Alguns adoçantes em pó


Opções de leite e derivados para intolerantes

- Leite com baixa lactose
- Leite de soja
- Leite de arroz
- Queijos brie, camembert, roquefort, cheddar, parmesão, prato e emmental


Outros alimentos sem lactose

- Pão francês
- Presunto
- Geléia
- Adoçante em gotas
- Café
- Maionese
- Azeite
- Salada de frutas


Importância do cálcio

O leite e seus derivados são ricos em proteínas, vitaminas e a principal fonte de cálcio da alimentação, nutriente fundamental – junto com a vitamina D – para a formação e manutenção da massa óssea.


Tomas de dois a três copos de leite por dia contribui para um adulto atingir suas recomendações de cálcio. O iogurte também pode ser uma opção para garantir esse fornecimento. Crianças, adolescentes, grávidas e idosos devem consumir mais leite e derivados que as demais pessoas, para atender às suas necessidades diárias.


É recomendável, porém, que o leite não seja consumido durante as refeições principais (almoço e jantar), pois o cálcio atrapalha a absorção do ferro de origem vegetal, e vice-versa. Uma xícara de espinafre fornece aproximadamente 25% das necessidades diárias de cálcio.


O gergelim torrado e o branco têm a mesma fonte de cálcio, mas o branco é digerido com mais facilidade. Duas colheres de sopa por dia correspondem a um copo de leite. O gergelim tem a casca mole e fácil de ser quebrada. Portanto, não há dificuldade de absorção do cálcio e de fibras.


Recomendação diária

Crianças (0-8 anos): 200 a 800 mg
Crianças/adolescentes (9-18 anos): 1.300 mg
Adultos (19-50): 1.000 mg
Adultos (mais de 50):1.200 mg
Gestantes e lactantes: 1.000 a 1.300 mg

Alimentos ricos em cálcio

- Feijão
- Ovos
- Couve, brócolis, espinafre e verduras escuras em geral
- Repolho, nabo, figo, uva passa, cenoura e laranja
- Amêndoas e nozes
- Gergelim
- Queijo de soja (tofu)
- Sardinha, marisco e algas


Alimentos que interferem na absorção de cálcio

- Produtos com excesso de sódio, como os industrializados, embutidos e enlatados
- Itens ricos em fitatos: farelo de trigo e alguns cereais
- Alimentos ricos em xantinas: café, chá preto e chá mate


Sugestão de cardápio sem lactose e rico em cálcio (1.000 mg por dia)

Café da manhã
1/2 papaia
1 copo de suco de uma laranja-pêra com cenoura, beterraba e uma folha de couve-manteiga
1 fatia pão integral com margarina ou azeite


Almoço
4 colheres de sopa de repolho roxo ralado, 3 colheres de sopa de cenoura ralada e 2 colheres de sopa de gergelim
2 colheres de arroz integral
1 concha de feijão
1 porção de peixe, frango cozido, assado ou grelhado
4 colheres de sopa de espinafre refogado


Lanche
Mix de castanhas e frutas secas
1 porção de fruta seca (1 xícara de café de uva passa), 5 amêndoas e 5 nozes


Jantar
1 pires de salada de rúcula, 3 rodelas de tomate e 2 fatias de tofu em cubos
Omelete de legumes
3 colheres de sopa de brócolis refogado
2 colheres de arroz integral
1 concha de feijão



G1




mulherremedioPílulas para dormir prescritas comumente estão relacionadas com um risco quatro vezes maior de morte prematura, segundo um estudo realizado nos Estados Unidos e publicado nessa segunda-feira, 27, no periódico BMJ Open.


Em doses elevadas, estes medicamentos também estiveram associados a um risco 35% maior de câncer em comparação com indivíduos que não os ingerem, mas as razões para isto não ficaram claras.


Médicos chefiados por Daniel Kripke, do Centro de Sono da Família Scripps Clinic Viterbi em La Jolla, Califórnia, analisaram os registros médicos de mais de 10.500 adultos residentes na Pensilvânia que tomavam remédios para dormir prescritos.


Eles foram comparados com mais de 23.600 colegas, segundo idade, saúde e histórico e que não fizeram uso destes medicamentos.


O estudo foi feito durante dois anos e meio com pílulas para dormir amplamente prescritas, incluindo benzodiazepínicos, não benzodiazepínicos, barbitúricos e sedativos.


O número total de mortes registradas neste período foi pequeno nos dois grupos, correspondendo a menos de mil. Mas houve uma diferença grande na mortalidade, afirmaram os cientistas.


Aqueles que ingeriram entre 18 e 132 doses de pílulas ao ano mostraram-se 4,6 vezes mais propensos a morrer do que o grupo de controle. Mesmo aqueles que tomaram menos de 18 doses anuais mostraram-se 3,5 vezes mais propensos a morrer.


Detalhes de como os indivíduos morreram não foram revelados e os autores reforçam ter encontrado um vínculo estatístico, mas não uma causa. No entanto, eles decidiram soar o alerta, devido ao grande número de pessoas que faz uso destes medicamentos.



AFP

thaysbragliaOs adultos jovens entre 25 a 29 anos do município de Floriano-PI devem procurar tomas as doses da vacina contra a hepatite B.


A campanha foi iniciada em janeiro passado e as doses podem ser encontradas em todos os postos de saúde local, as informações são são da enfermeira Thays Braglia, coordenadora municipal da Secretaria da Saúde.




“Esse publico não pode deixar de tomar as doses da vacina. Basta os homens e mulheres que tomaram ainda a vacina se dirigir aos postos da sua de trabalho ou residência e procurar tomar para ficar imunizado”, explicou a enfermeira acrescetando que são três doses e todas devem ser tomadas conforme o esquema determinado no calendário.




Saiba mais
A hepatite B é uma doença infecciosa frequentemente crónica causada pelo vírus da Hepatite B (HBV). É transmitida sexualmente ou por agulhas com sangue infectado e pode progredir para cirrose hepática ou cancro do fígado (hepatocarcinoma). O vírus da hepatite D (HDV) só ataca células já infectadas pelo HBV piorando assim o prognóstico dos doentes com hepatite B crônica.


O vírus existe no sangue, saliva, sémen, secreções vaginais e leite materno de doentes ou portadores assintomáticos. Sua transmissão pode ser realizada por contatos diretos com saliva, sangue e fluídos corporais(pequena quantidade). O vírus é muito mais resistente e de transmissão muito mais fácil que o HIV, e persiste mais tempo nesses instrumentos, mas é destruído pela lavagem cuidadosa e esterilização pelo calor. Resiste por vezes ao pH baixo (ácido), calor moderado e temperaturas baixas. É capaz de sobreviver no ambiente por pelo menos uma semana.


O agente delta ou vírus da hepatite D é transmitido de doentes com ambos HBV e HDV para doente com HBV crónico apenas pelas mesmas vias e nos mesmos grupos de risco.


Cerca de 5% da população mundial terá a doença ou será portadora assimptomática. Nos EUA há 300.000 novos casos por ano (a grande maioria resolve-se: ver abaixo) e 4000 mortes. O ser humano é o único a ser infectado, não existindo reservatórios animais. Grupos em risco são indivíduos que praticam sexo desprotegido e utilizadores de drogas intravenosas. A imunização (vacina), no entanto protege eficazmente.


Da redação
IMAGEM: piauinoticias.com

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