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Começa no próximo sábado, 5, a Campanha Nacional de Vacinação contra a Gripe, que vai proteger também contra a influenza A (H1N1) – gripe suína. A meta é imunizar 24,1 milhões de pessoas até o dia 25 de maio.

Devem procurar os postos de saúde idosos com mais de 60 anos, crianças de 6 meses a menores de 2 anos, grávidas em qualquer período da gestação, indígenas e profissionais de saúde.

Crianças que serão vacinadas pela primeira vez deverão tomar duas doses, com intervalo de 30 dias. Aquelas que já receberam uma ou duas doses da vacina no ano passado deverão receber apenas uma este ano. Os demais grupos deverão tomar dose única.

Ao todo, 65 mil postos e 240 mil profissionais de saúde em todo o país vão distribuir as doses. Serão usados 27 mil veículos terrestres, marítimos e fluviais. No sábado, 5, os postos de saúde funcionarão das 8:00h às 17:00h.

Em 2011, de acordo com dados do ministério, 25,134 milhões de pessoas foram vacinadas – 84% do público-alvo definido. No mesmo período, foi registrada uma redução de 64% nas mortes provocados pelo vírus Influenza H1N1.

Ao todo, 53 óbitos foram confirmados. Também no ano passado, houve queda de 44% nos casos graves da doença, que totalizaram 5.230.


Agência Brasil
amamenCom o objetivo de fortalecer as ações de combate à redução da mortalidade infantil, o Ministério da Saúde reestruturou a política de alimentação das crianças com até dois anos de idade.  A partir de agora, a Rede Amamenta Brasil e a Estratégia Nacional de Promoção da Alimentação Complementar Saudável (ENPACS) serão integradas.

A proposta de integração surgiu de demandas dos próprios profissionais dos estados e municípios em trabalhar, ao mesmo tempo, a amamentação e a inclusão de alimentos sólidos na dieta das crianças, pois as duas estratégias são complementares.

A iniciativa reforça o compromisso do Ministério da Saúde com os objetivos do milênio em reduzir a mortalidade, além de valorizar a formação dos recursos humanos na Atenção Básica. “Com a integração das duas estratégias, as Unidades Básicas de Saúde estarão mais preparadas para receber, orientar e apoiar as famílias na promoção do aleitamento materno e da alimentação complementar”, afirma o secretário de Atenção à Saúde do Ministério da Saúde, Helvécio Magalhães, que participa do evento.

A estratégia será lançada neste sábado, 28 durante o Congresso Mundial de Alimentação e Nutrição em Saúde Coletiva – World Nutrition Rio 2012 – que acontece na Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ), entre os dias 27 e 30 de abril.

A Rede Amamenta e Alimenta Brasil - inserida na Rede Cegonha - reforça e incentiva a promoção da alimentação saudável para crianças menores de dois anos no âmbito do Sistema Único de Saúde (SUS).

APOIO - A medida tem o objetivo de qualificar os profissionais da Atenção Básica por meio de oficinas de formação de tutores responsáveis por apoiar no planejamento, acompanhamento e fortalecimento de ações de promoção, proteção e apoio do aleitamento materno e da alimentação complementar nas Unidades Básicas de Saúde (UBS). Até 2013, serão realizadas cerca de 50 oficinas de formação de novos tutores e o objetivo é expandir o projeto para todas as UBS do país.

A junção é o resultado do apoio conjunto entre as duas áreas do MS com o apoio do Departamento de Apoio à Gestão Participativa (DAGEP/SGETS/MS), além da participação de especialistas que acompanharam o processo de implementação da Rede Amamenta Brasil e da ENPACS.

 
Ascom/MS
O medo de passar fome faz muitas mães alimentarem mal seus filhos, aumentando o risco das crianças se tornarem obesas, de acordo com um estudo divulgado neste sábado, 28, em um encontro de pediatria em Boston, nos Estados Unidos.


Os pesquisadores perceberam que as mesmas famílias que vivem em situação de “insegurança alimentar”, isto é, a beira da fome, também são as mesmas cujos integrantes geralmente estão acima do peso.


“Entender as razões do porque a pobreza coloca as famílias em maior risco de obesidade é essencial para chegar ao ponto da epidemia [de obesidade]”, diz Rachel Gross, autora do estudo e professora assistente do Departamento de Pediatria da Faculdade de Medicina Albert Einstein e do Hospital da Criança de Montefiore em Nova York.


A pesquisadora e seus colegas entrevistaram 201 mães de famílias de baixa renda – a maioria de origem hispânica, que tinham filhos com idades abaixo de seis meses. Elas foram questionadas acerca da alimentação que davam aos filhos, ou seja, se amamentavam e davam mamadeira, e se preocupavam com o sobrepeso deles.


Estudos mais recentes mostram que padrões de alimentação ligados à obesidade geralmente começam na infância. Os resultados mostraram que cerca de um terço dessas mães mostraram estar em situação de insegurança alimentar.


"Descobrimos que a insegurança alimentar está relacionada ao controle de práticas de alimentação, que foram relacionadas ao aumento da obesidade infantil", disse Gross. "Essas práticas de alimentação controladoras envolvem tanto a restrição, em que os pais limitam o consumo da criança, mesmo se o bebê está com fome, quanto quando o pai incentiva a criança a comer mais, mesmo se a criança está satisfeita", reitera Gross.




G1

 

gravidezMulheres que fumam durante a gravidez pode estar mais propensas a ter um filho com autismo de alto funcionamento, de acordo com a pesquisa publicada no jornal britânico Dailymail. "O que estamos vendo é que alguns transtornos do autismo, mais do que outras doenças, podem ser influenciados pelo fumo da mãe durante o período de gestação", disse o autor Professor Amy Kalkbrenner da Universidade de Wisconsin-Milwaukee.


Kalkbrenner e seus colegas fizeram um estudo de base populacional comparando dados de tabagismo de certidões de nascimento de centenas de milhares de crianças de 11 estados para um banco de dados de crianças diagnosticadas com autismo.


Eles descobriram que 13% das mães cujos filhos foram identificados como tendo um transtorno do espectro do autismo em oito anos de idade haviam fumado durante a gravidez.



Terra

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