Os municípios do território Entre Rios recebem, a partir do dia 18 de janeiro, a visita de consultores técnicos da Coordenação Estadual do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) para avaliação de monitoramento da Central de Regulação. A visita tem por objetivo cumprir etapas de estrutura, fiscalização de equipamentos e operacionalização para que o Samu permaneça com a continuidade de suas atividades.

 

A coordenadora Estadual do Samu, Cristianne Rocha Leal, explica a importância dos gestores municipais estarem trabalhando em parceria com a Secretaria de Estado da Saúde (Sesapi) a fim de manter os serviços em pleno funcionamento. “É bem verdade que no interior do Estado a mudança política por conta das eleições as vezes atrapalha o andamento dos serviços, mas estamos iniciando este monitoramento naquelas bases em que o município elegeu um novo prefeito para mostrar exatamente a importância de se manter uma equipe bem capacitada”, frisa a coordenadora.

 

De acordo com Christianne Rocha Leal, das 45 bases descentralizadas do Samu, 29 estão localizadas em cidades que elegeram novos prefeitos e, por conta disso, a recomendação é que, mesmo com a mudança de equipe, o gestor deva previamente capacitar os novos profissionais.

 

“O serviço de Urgência tem todo o apoio da Sesapi. Nossas capacitações recebem toda a instrução necessária. Por isso é preciso que, caso o prefeito venha mudar a equipe que já passou por todo o treinamento obrigatório, treine os novos ‘samuzeiros’ para assim não prejudicar o andamento dos serviços”, ressalta.

 

As visitas de monitoramento estão previstas para acontecer a partir da segunda quinzena de janeiro. A coordenação Estadual do Samu pretende visitar uma média de três municípios por semana.

 

Sesapi

Para intensificar as medidas de vigilância, prevenção e controle da dengue, o Ministério da Saúde está repassando R$ 173,2 milhões a aedes812012todos os municípios brasileiros. O Estado do Piauí irá receber R$ 3,1 milhões para a qualificação das ações de combate ao mosquito transmissor da doença Aedes aegypti, com o aprimoramento dos planos de contingência.

 

Mais de 190 milhões de pessoas serão beneficiadas com as medidas de controle e prevenção da dengue. O adicional representa um subsídio de 20% do valor anual do Piso Fixo de Vigilância e Promoção da Saúde e será repassado em parcela única.

 

Em contrapartida, os municípios precisam cumprir algumas metas, como disponibilizar quantitativo adequado de agentes de controle de endemias; garantir cobertura das visitas domiciliares pelos agentes; adotar mecanismos para a melhoria do trabalho de campo; realizar o LIRAa (Levantamento Rápido de Infestação por Aedes Aegypti) com ampla divulgação nos veículos de comunicação locais; notificar os casos graves suspeitos de dengue, entre outras medidas.

 

CASOS DA DOENÇA

 O Brasil registrou 77% de redução nos casos graves de dengue no período comparativo entre janeiro a dezembro 2010 e janeiro a dezembro de 2012. No ano passado, até 22 de dezembro, foram registrados 3.965 casos graves em todo o país, contra 17.475 no mesmo período de 2010.

 

No Piauí, os casos graves de dengue reduziram 67% em dois anos (2010 a 2012). Em 2012, foram registrados 39 casos graves de dengue no Estado contra 118 em 2010.

 

ÓBITOS

 O número de mortes por dengue, no Brasil, também apresentou queda, de 57% em comparação com 2010. De janeiro até 22 de dezembro de 2012, foram confirmados 283 óbitos, sendo que no mesmo período de 2010 foram 656.

 

No Piauí, a redução de óbitos foi de 29%, ou seja, foram sete mortes por dengue em 2010 e cinco óbitos no ano passado.

 

Ascom

O remédio antigripal Naldecon, fabricado pela farmacêutica Bristol-Myers Squibb (BMS), voltou ao mercado brasileiro após dez mesesnaldecon812012 de falta nas prateleiras. A ausência, segundo a empresa, ocorreu por causa da transferência de sua linha de produção da cidade de São Paulo para o México. Como ele agora precisava ser importado, era necessário uma nova liberação da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).

 

 

De acordo com a BMS, essa reestruturação operacional foi uma decisão estratégica. O medicamento, que combate os principais sintomas da gripe – como febre, congestão nasal e dor – é encontrado nas versões "dia" e "noite". E, apesar da mudança de linha, a composição dos comprimidos não foi alterada.

 

 

Ainda segundo a farmacêutica, o Naldecon responde por 12,8% do mercado nacional de antigripais e vende cerca de 1 milhão de unidades por ano no Brasil.

 

 

G1

Alguns cientistas acreditam que o índice de massa corporal (IMC), cálculo que envolve a relação entre peso e altura, é uma medida imprecisa para riscos relacionados à obesidade, pois não leva em conta a forma do corpo, a massa gorda e a massa magra. Mas um novo estudo descobriu que o IMC funciona pelo menos tão bem como outras medidas corporais, e melhor do que algumas para prever certos problemas de saúde.

 

Os pesquisadores reuniram dados sobre o IMC, porcentagem de gordura corporal, circunferência da cintura e proporção entre cintura e altura em 12.294 homens e mulheres. Em seguida, a equipe calculou o quão bem cada medida previa vários elementos da síndrome metabólica – pressão alta, glicemia elevada em jejum, HDL reduzido (ou "bom colesterol") e aumento de LDL (ou colesterol "ruim"). CALCULE E COMPARE

 

O IMC e o percentual de gordura corporal foram os melhores preditores de pressão arterial elevada, enquanto a circunferência da cintura e a proporção entre cintura e altura foram bons indicadores de glicemia elevada em jejum e colesterol HDL reduzido. O percentual de gordura corporal foi um preditor ligeiramente melhor para o aumento de LDL.

 

Mas nenhuma das medidas foi consistentemente melhor do que o IMC como preditor de todos os fatores de risco.

 

"Se souber que o seu IMC é alto – acima de 25 –, você precisa dar atenção a isso", disse o autor sênior do estudo, Andrew G. Rundle, professor associado de epidemiologia na Universidade de Columbia. "Apesar da crítica ao IMC, ele ainda é um indicador de saúde muito bom."

 

Uol