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sapato saltoUm sapato de salto alto deixa qualquer mulher elegante, mas com o tempo, o uso excessivo pode causar alguns problemas.

 

 

Algumas das regiões que podem ser afetadas são os pés, os calcanhares, os tornozelos, os joelhos e a coluna. Mas isso não significa que todas as mulheres que usam salto terão essas complicações.

 

 

O sapato com salto altera a maneira de andar: os ombros vão para trás e a cabeça para a frente e isso muda a angulação da coluna, o que pode prejudicar o pescoço e a lombar, além de aumentar as chances de alteração postural.

 

 

O calçado ideal deve respeitar o formato dos pés, protegendo-os e evitando zonas de compressão. A dica dos especialistas é reduzir o tempo em cima do salto e variar os tipos de sapatos.

 

 

bem estar

Nessa sexta-feira, 31, a coordenadora geral da Coordenadoria de Enfrentamento às Drogas, Zita Vilar proferiu uma palestra no II Congresso Piauiense de Saúde Pública sobre O Crack e Outras Drogas com o tema um Novo Desafio para a Gestão do Serviço Único de Saúde (SUS).

 

A Coordenadora enfatizou que as drogas devem ser vistas como um problema de saúde pública e que é preciso mudar a visão que a maioria da população tem em relação aos dependentes químicos. "É necessário haver uma mudança de paradigmas, criar um novo olhar a essas pessoas. Tratá-los como seres humanos", afirma.

 

O evento teve como o objetivo de debater e refletir acerca do tema central do Congresso: Os Desafio da Saúde Pública Contemporânea, envolvendo representantes do universo acadêmico, gestão, servidores e usuários dos serviços públicos da saúde pública.

 

 

governodoestado

pipoca copiarSe você não consegue assistir um filme se não estiver degustando uma pipoquinha, relaxe e aproveite. Além de possuir baixo teor calórico, o petisco pode ter mais antioxidantes e polifenóis, substâncias que ajudam a combater doenças e o envelhecimento, que as frutas e os vegetais. É o que assegura um grupo de cientistas da Universidade de Scranton, na Pensilvânia.

 

Os pesquisadores realizaram um estudo que apontou que uma porção de pipoca possui até 300 mg de antioxidantes a mais do que as frutas, que têm 160 mg. Os condutores do estudo também descobriram que a casca crocante do aperitivo possui alta concentração de fibras, além dos antioxidantes.

 

Mas, atenção: mesmo que você adore pipoca, não pode substituí-la pelas frutas e legumes. É que ela não possui as vitaminas e os nutrientes encontrados nesses alimentos.

 

Pode tranquilamente substituir por qualquer petisco, já que a pipoca é o único lanche feito de grãos não processados, oferecendo mais de 70% do consumo diário de grãos integrais.

 

O modo do preparo influencia os benefícios que ela pode trazer à saúde. Pipoca feita na panela é mais recomendada do que no microondas, já que esta possui duas vezes o número de calorias do que a primeira.

 

 

Agência Estado

Aos 19 anos, Mariana Gerep de Morais começou a ter falhas na menstruação. Aos 22, recebeu a notícia de que seu sonho de ser mãe não seria possível. Ela tinha menopausa precoce, condição que acomete entre 1 e 3% das mulheres. Já aos 29, Mariana se tornou a primeira brasileira a receber um transplante ovariano e viu seu sonho voltar a ser possível.

 

A cirurgia foi realizada em Maringá (PR) em julho. Antes disso, Mariana havia se consultado com nove médicos. A melhor saída parecia ser usar óvulos de doação de sua irmã gêmea, Elisa, que a apoiava em sua decisão. Dessa maneira, o filho teria o mesmo material genético. Mas ela precisaria de autorização legal para a doação.

 

Além disso, os óvulos doados poderiam levar ao sonho de engravidar, mas não resolveriam os problemas causados pela menopausa. "Quando você entra na menopausa, é horrível. Você sente alterações de humor, insônia, dor de cabeça, o apetite sexual diminui drasticamente. Foi complicado", conta ela.

 

Mariana tentou tratamentos de reposição hormonal, mas deixou de tomar os medicamentos em 2006. "As terapias davam efeitos colaterais tão fortes que preferi parar", afirma. Também pesou na decisão a maior chance de desenvolver câncer, uma vez que ela tem histórico familiar da doença.

 

Em dezembro de 2011, Mariana se consultou com o médico Rodrigo de Carvalho Ribeiro, de Belo Horizonte, que indicou o transplante de ovário. O procedimento foi realizado por Gilberto Carlos Almodin, médico que desenvolveu o método. Ele retirou parte do ovário da irmã gêmea de Mariana e transferiu para ela. A expectativa é que, caso não haja rejeição do tecido, em até oito meses ela volte a ovular espontaneamente e possa engravidar de maneira natural.

 

A cirurgia trouxe de volta o sonho perdido de ter um filho e a felicidade de, pela primeira vez em anos, se sentir inteira. "Faz pouco mais de 20 dias que estou operada e já me sinto melhor, me sinto mais mulher. Você muda, a autoestima está melhor, o corpo responde melhor", conta ela. "É como se faltasse alguma e agora não falta mais. A sensação que eu tenho é essa", acrescenta.

 

Dentro de um ano, Mariana espera ser mãe. Os nomes já estão escolhidos. "Se for menino, Samuel e Isaque. Se for menina, Ana Elisa e Isabel", revela.

 

Transplante de ovários

A técnica utilizada na cirurgia de Mariana foi concebida em 1999 em uma pesquisa de Carlos Gilberto Almodin, médico da clínica de reprodução humana Materbaby. A ideia original era tratar mulheres que fossem se submeter a tratamento de câncer, o que prejudica a fertilidade. O tecido seria retirado e congelado antes do início da terapia da doença e recolocado assim que a mulher estivesse curada.

 

A técnica consiste em retirar uma parte do tecido germinativo do ovário, que contém os óvulos. Essa pequena parte já é suficiente para que o ovário debilitado consiga se regenerar. Os hormônios passam a ser produzidos normalmente e a mulher volta a ovular.

 

No caso das pacientes com câncer, os óvulos seriam os próprios. No caso de transplante entre gêmeas, os óvulos seriam os da doadora do ovário. "Tem gente que fala que ela pode receber óvulos de outra mulher e vai ser igual. Não vai ser. Quando você recupera o perfil de uma menina jovem, você recupera tudo. Não é só hormônio", afirma Carlos.

 

O transplante de ovários abre a possibilidade de servir de tratamento não só da menopausa precoce, mas também da própria menopausa comum. "Esse é o próximo passo. Uma das coisas para que serviria seria para terapia de reposição hormonal", conta. Ele afirma que o intuito é que a mulher possa congelar o tecido do ovário e implantá-lo quando estiver próxima à menopausa e, assim, adiar o período entre 5 e 7 anos. "Isso é o que está sendo discutido, mas ainda não está sendo praticado", diz.

 

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