A diabetes é uma doença causada pelo excesso de açúcar no sangue, que atinge milhões de brasileiros. No Bem Estar desta quarta-diabetes912012feira, 9, os endocrinologistas Alfredo Halpern e João Eduardo Salles explicaram que é possível ser diabético e levar uma vida normal – para isso, a dieta saudável e a prática de exercícios físicos são fundamentais.

 

Do mesmo jeito que faz bem para todas as pessoas, a alimentação equilibrada também beneficia quem tem diabetes. Os cuidados, porém, são maiores com açúcar e carboidratos, que podem ser consumidos, mas sem excessos. Alimentos diet e light também devem ser ingeridos com moderação porque podem ter gordura em sua composição, o que prejudica quem sofre com a doença.

 

Junto com a alimentação adequada, a prática de atividade física também auxilia no controle da doença porque diminui as taxas de glicemia no sangue. Ao se exercitarem, os músculos usam a glicose da corrente sanguínea sem a ajuda da insulina. No entanto, pacientes que usam insulina devem sempre se lembrar de tomar a injeção e comer algo antes do exercício para evitar a hipoglicemia.

 

Os médicos esclareceram também a informação de quem usa insulina pode ganhar peso. Isso só acontece em casos de excesso já que a pessoa que injeta muita insulina pode estar comendo muito carboidrato, o que mantém a diabetes descontrolado – não é o medicamento o responsável pelo ganho de peso, mas a má alimentação.

 

Mulheres grávidas também podem desenvolver a doença durante a gestação - além das que já têm diabetes e engravidam, elas podem adquirir por causa do excesso de peso durante esse período e também por fatores genéticos.

 

Se controlada a diabetes gestacional, a gravidez ocorre sem problemas; se não, o bebê pode nascer prematuro, muito grande (com mais de 4 kg), com hipoglicemia ou com diabetes e hipertensão.

 

Já as que não estão grávidas e os homens podem ter diabetes por ingerir muito açúcar e gordura e ganhar peso. Além disso, momentos difíceis, traumas e estresse também podem desencadear a doença, principalmente em pessoas que já têm predisposição genética. Esse grupo com tendência a ser diabético e histórico familiar deve, portanto, fazer exames regularmente e cuidar bem da alimentação e do corpo como medida de prevenção.

 

Como limpar a garrafa térmica

O Bem Estar desta quarta-feira, 9, explicou também como escolher e lavar uma garra térmica. O especialista Romani Pereira recomenda que, na hora da compra, a pessoa deve pensar na quantidade de café que toma para optar pelo tamanho da garrafa.

 

A higiene do produto é normal, ou seja, deve ser lavado normalmente - o que muda é depois: a dica de Romani é colocar uma colher de bicarbonato para cada litro de água morna e deixar a garrafa de molho nessa solução (veja no vídeo).

 

Papo de verão

O terceiro assunto do quadro com o ginecologista José Bento foi a água. A hidratação durante o verão é essencial, principalmente para pessoas que gostam de beber cerveja e caipirinha - pode tomar, mas sempre com moderação.

 

Para minimizar os efeitos dessas bebidas no fígado, a dica do médico é beber bastante água para metabolizar o álcool e tirar as toxinas do corpo. Dessa maneira, o intestino funciona melhor e a pessoa também consegue evitar o ganho de peso.

 

G1

A diretora de Vigilância e Atenção à Saúde da Secretaria Estadual de Saúde, Telma Evangelista, afirmou hoje, 09, que alguns municípios do Piauí estão sem agentes de endemias para o trabalho de combate a dengue. Neste período de chuvas, há mais risco de proliferação do mosquito vetor e os agentes são os responsáveis pela orientação da população para as maneiras de evitar.

 

Em entrevista, Telma Evangelista confirmou que alguns novos prefeitos demitiram os agentes contratados na administração anterior antes de capacitar o novo pessoal. Isso provoca a descontinuidade do trabalho.

"Alguns gestores já demitiram toda a equipe de endemia e isso é precipitado, porque o controle da doença é um trabalho que segue uma metodologia. Era preciso capacitar o pessoal antes de demitir os agentes", destacou.

 

O governo federal anunciou ontem a destinação de R$ 179 milhões para o controle da dengue em todo país, R$ 3 milhões serão usados pelo governo estadual em 2013.

 

Telma explica que essa verba é para implementação de planos de contingência e principalmente contratação de agentes, segundo determina o Ministério da Saúde, em cada município deve haver um agente para cada mil imóveis.

 

Dengue hemorrágica

 

Ainda segundo a diretora, não foi confirmada a morte de um servidor da Secretaria Estadual da Fazenda por dengue hemorrágica. Ela explica que a Secretaria de Saúde ainda espera o resultado de alguns testes para confirmar, não só esse, mas outros casos.

 

 cidadeverde

Com que frequência você troca a roupa de cama? Uma pesquisa constatou que 17% dos britânicos lavam os lençóis apenas uma vez por mês ou até em intervalos maiores. Um convite e tanto para ácaros, que provocam e agravam alergias. Os dados são do jornal Daily Mail.

 

O levantamento contou com dados de 2 mil pessoas. Constatou que só dois em cada cinco mudam a roupa de cama semanalmente, seguindo os padrões adequados de limpeza, e 36% executam a tarefa quinzenalmente. Fora isso, 6% realizam a troca mais de uma vez por semana, 1% uma vez por ano e 3% não fazem ideia do intervalo de tempo.

 

As mulheres se revelaram mais desleixadas. Mais da metade não lava semanalmente, com 12% apostando em uma vez por mês e 1% admitindo nunca mudar. Em comparação, 40% dos homens dizem trocar os lençóis semanalmente, sendo que 8% têm frequência ainda maior.

 

“Passamos cerca de um terço de nossas vidas dormindo e isso se reflete nos fragmentos que deixamos entre os lençóis. Nossos corpos derramam milhões de células da pele a cada dia, muitas das quais são depositadas em nossas camas. Além de células da pele, nossos corpos também secretam fluidos, suor e óleos durante uma longa noite de sono”, disse o alergista Adam Fox. “Esses depósitos são deliciosamente atraentes para os ácaros”, acrescentou. Entre os possíveis resultados estão asma, rinite e piora de eczema.

 

Terra

A hérnia de hiato é uma doença anatômica do aparelho digestivo que pode ou não apresentar sintomas. Se for assintomática, geralmente não precisa ser tratada; porém, se apresentar sinais como dor, anemia, dificuldade para comer, queimação e refluxo pode precisar de intervenção médica, como explicaram o cirurgião do aparelho digestivo Fábio Atui e o gastroenterologista Sergio Szachnowicz.

 

Pessoas que sofrem com obesidade correm mais risco de desenvolver a hérnia de hiato porque o acúmulo de gordura na barriga aumenta a pressão e faz esforço no diafragma, que se alarga com maior facilidade.

 

A doença acontece justamente por isso, quando a abertura pela qual passa o esôfago se alarga muito e o estômago, que deveria ficar no abdômen, acaba passando e subindo para o tórax. Se a hérnia for muito grande, podem passar também outros órgãos, como o cólon, o intestino delgado e o baço.

 

É possível corrigir o problema com uma cirurgia, que leva de volta esses órgãos do tórax para a barriga e fecha um pouco a abertura do diafragma para que a hérnia não volte a acontecer.

 

Porém, o procedimento tem certas limitações - por exemplo, os médicos evitam operar obesos porque a gordura abdominal pode provocar o rompimento dos pontos e prejudicar o resultado.

 

Geralmente, a cirurgia é recomendada para quem tem hérnias muito grandes ou pequenas com muito refluxo, que podem ocasionar esofagites hemorrágicas, dores fortes e dificuldade para se alimentar. Para corrigir o problema do refluxo, principal sintoma da hérnia de hiato, o médico costura o estômago ao redor do esôfago, formando uma válvula que evita que o conteúdo volte para a garganta.

 

Porém, cerca de 10% dos pacientes operados voltam a ter hérnia de hiato 10 anos após a cirurgia. Por outro lado, alguns acreditam que, mesmo após a operação, o refluxo pode voltar, mas isso só acontece se voltarem a se alimentar de maneira errada e engordarem. Caso volte, pode ser feita uma nova cirurgia ou o tratamento com medicamentos.

 

G1