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protese1382012O Ministério da Saúde, por meio do Programa Brasil Sorridente, vem investindo cada vez mais para ampliar a rede assistencial odontológica do Sistema Único de Saúde (SUS). Para chegar às regiões mais pobres, sobretudo nas zonas rurais, serão distribuídas, até 2014, mil novas Unidades Odontológicas Móveis (UOM) em todo o País.

 

Cada unidade funciona como um consultório odontológico móvel, instalado numa van adaptada, que circula por regiões em que a população tem dificuldade de acesso a tratamentos de saúde bucal, com capacidade para realizar até 350 atendimentos por mês. A ação integra o Programa Brasil Sem Miséria, cujos objetivos são facilitar o acesso aos serviços públicos, elevar a renda e as condições de bem-estar de famílias que estão em extrema pobreza.

 

Até 2014, o Ministério da Saúde vai investir R$ 3,6 bilhões no programa Brasil Sorridente, que oferece cuidado integral e gratuito, pelo SUS, à saúde bucal, desde a prevenção até a realização de implantes e cirurgias. No Piauí, a projeção é de investimentos de R$ 137,2 milhões, a serem empregados para custear o trabalho das Equipes de Saúde Bucal (ESB), vinculadas às unidades básicas de saúde, e o funcionamento dos Centros de Especialidades Odontológicas (CEOs).

 

Na sexta-feira, 10, a presidenta Dilma Rousseff e o ministro da Saúde, Alexandre Padilha, anunciam ainda, para o Piauí, a doação de quatro consultórios odontológicos e equipamentos para o Laboratório de Prótese Dentária, ao município de Água Branca. Outros municípios do estado também serão contemplados com esses investimentos.

 

O anúncio será feito em evento do Brasil Sorridente, que ocorrerá simultaneamente, além de Água Branca (PI), em Rio Pardo (MG), Ananindeua (PA), Santo Antônio da Platina (PR) e Caxias do Sul (RS).

 

PIAUÍ 

O Piauí foi o estado que mais produziu próteses dentárias no país. O aumento foi 555,9% em relação a 2011. Os municípios piauienses contam, atualmente, com 967 Equipes de Saúde Bucal e 26 CEOs. Têm, ainda, Laboratórios de Próteses Dentárias em 98 cidades, que, nos primeiros cinco meses deste ano, conseguiram elevar em 236,7% a distribuição destes itens no Estado – foram produzidas 5.074 unidades em 2012, contra 1.507 no mesmo período de 2011.

 

As equipes de saúde bucal - compostas por cirurgião-dentista, auxiliar de saúde bucal e técnico de saúde bucal – realizam, além do tratamento clínico, ações de promoção e prevenção à saúde junto às comunidades. Caso necessitem de tratamento odontológico mais complexo, os pacientes são encaminhados aos CEOs, onde têm acesso a cirurgias ou a tratamentos de canal, por exemplo, ou aos laboratórios regionais de prótese.

 

Em todo o País, há Laboratórios Regionais de Próteses Dentárias em 1.304 municípios, 21,7 mil equipes de saúde bucal integradas à rede de atenção básica e 901 Centros de Especialidades Odontológicas. Em 2011, foram realizados mais de 150 milhões de atendimentos odontológicos na rede pública.

 

BRASIL SORRIDENTE

Lançado em 2004, o Brasil Sorridente implantou, pela primeira vez, políticas e ações de promoção, prevenção e recuperação da saúde bucal dos brasileiros.

 

O aumento da oferta de serviços públicos de saúde bucal e de ações preventivas poupou a extração de 400 mil dentes, por ano, no País. Hoje, o programa está presente em quase 90% das cidades das cinco regiões brasileiras. O êxito do programa se traduz em avanços como o fato de que 1,4 milhão de crianças deixaram de ter cáries em 2010, contribuindo para que a proporção de crianças livres de cáries subisse de 31% em 2003 para 44% em 2010.

 

 

Sesapi

Uma equipe internacional de pesquisadores identificou dez novos genes relacionados à diabetes tipo 2. A descoberta, publicada na revista "Nature Genetics", eleva para 60 o total de regiões do DNA humano envolvidas na doença, que está ligada à obesidade e a uma resistência à insulina, hormônio produzido pelo pâncreas que ajuda no metabolismo do açúcar no organismo.

 

Os cientistas, da Universidade de Oxford, na Inglaterra, do Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT) e da Universidade de Michigan, ambos nos EUA, analisaram o DNA de 35 mil pessoas com diabetes tipo 2 e de 115 mil sem.

 

Os estudiosos conseguiram obter um mapa completo das variações genéticas e dos processos biológicos em torno do problema. Dos dez novos genes observados, um deles mostrou maior efeito sobre os homens e outro, sobre as mulheres. De todos os 60, há os que estão ligados ao envelhecimento, ao processo de crescimento e divisão celular, e ao controle de outros genes, entre outras funções.

 

Segundo o principal autor do trabalho, Mark McCarthy, do Centro de Pesquisa de Genética Humana Wellcome Trust, de Oxford, essas dez áreas do DNA levam a uma melhor compreensão da diabetes tipo 2, o que pode ajudar na criação de novos medicamentos. Apesar disso, os estudiosos dizem que os genes têm apenas uma pequena influência sobre o desenvolvimento da doença, que está mais ligada a maus hábitos de vida, como alimentação rica em gordura e açúcar e sedentarismo.

 

O fato de esses dez novos genes terem sido descobertos, porém, não significa que os cientistas já possam dizer qual deles é responsável por qual mudança específica no DNA – o que deve ser o próximo alvo.

 

Uma nova pesquisa de sequenciamento de genoma está sendo feita em Oxford, com 1.400 americanos e europeus com diabetes e 1.400 sem. Os resultados devem sair em 2013.

 

Só no Reino Unido, quase 3 milhões de pessoas sofrem de diabetes (90% do tipo 2, o mais comum), e a estimativa é de que outras 850 mil tenham o problema e não saibam, por falta de diagnóstico.

 

Se não tratada, a diabetes pode causar várias complicações à saúde, como danos cardiovasculares (infarto e derrame), danos aos nervos e cegueira. Mesmo um nível ligeiramente alto de glicose no sangue pode trazer prejuízos a longo prazo, destacam os cientistas.

 

Bem Estar

Crianças que roncam alto, pelo menos, duas vezes por semana são mais propensas a apresentar problemas de comportamento, de acordo com um estudo realizado no Cincinnati Children's Hospital Medical Center, nos Estados Unidos. A pesquisa revela ainda que a amamentação pode proteger as crianças de condições como hiperatividade, depressão e falta de atenção.

 

"O estudo sugere que os médicos devem examinar rotineiramente e controlar o ronco, especialmente em crianças de famílias mais pobres, e encaminhar as crianças com ronco alto e persistente para tratamentos. Deixar de examinar, ou optar por uma abordagem de "esperar para ver" pode piorar problemas de comportamento", afirma o líder da pesquisa Dean Beebe.

 

O ronco alto e persistente ocorre em aproximadamente uma em cada 10 crianças.

 

Beebe e seus colegas estudaram 249 crianças em idade pré-escolar. Os pesquisadores entrevistaram as mães das crianças sobre o sono de seus filhos e seus comportamentos.

 

O estudo mostrou que as crianças que roncavam alto pelo menos duas vezes por semana na idade de 2 e 3 anos apresentaram mais problemas de comportamento do que crianças que não roncavam.

 

"Várias crianças roncam muitas vezes, no entanto o ronco alto que dura meses não é normal, e qualquer coisa que coloca as crianças e os jovens em risco de problemas comportamentais é preocupante. Esse tipo de ronco pode ser um sinal de problemas respiratórios reais à noite que são tratáveis. A pesquisa encoraja os pais a falarem sobre isso com os médicos, especialmente se isso persistir ao longo do tempo", observa Beebe.

 

Segundo os autores, o estudo mostrou que o aleitamento materno, especialmente por períodos mais longos, pareceu proteger as crianças contra o ronco persistente, mesmo depois de levados em consideração outros fatores, incluindo a renda familiar.

 

isaude.net

estriasElas são o pesadelo de toda mulher. De um dia para o outro, as estrias aparecem e de lá não saem mais. Seu surgimento acontece pelo rompimento das fibras de colágeno e elastina da pele, que acontece quando o tecido está muito seco, cresce de maneira muito rápida ou passa pelo processo de emagrecer e engordar - o chamado "efeito sanfona". Sendo assim, as gestantes são um grupo de risco quando o assunto é estria.

 

As estrias nas grávidas costumam surgir a partir do sexto mês da gravidez, porque é quando o bebê já está maior e a pele fica mais esticada, explica Maria Rita de Mesquita, ginecologista e obstetra membro da diretoria da Associação de Obstetrícia e Ginecologia do Estado de São Paulo (Sogesp). A ginecologista lembra que nem todas as mulheres ganham estrias na gravidez. Existem alguns fatores que acabam intensificando a possibilidade de que as fibras da pele sofram esse rompimento.

 

"O fator hereditário é muito importante. Se a mãe dessa paciente teve muitas estrias ao longo da vida, ela terá uma propensão maior a esses rompimentos das fibras", explica. "O excesso do ganho de peso durante a gestação também é um fator de risco para o aparecimento de estrias na pele."

 

Alguns tratamentos podem suavizar as estrias. No entanto, as gestantes, na maioria das vezes, não conseguem se beneficiar deles. Esses tratamentos são mais eficientes quando a estria é nova, quando as marcas são avermelhadas ou roxas. O problema é que a mulher grávida só poderá se submeter aos remédios e procedimentos depois de ter parado com a amamentação. "Os melhores tratamentos para as estrias não podem ser feitos durante a gravidez e nem no período da amamentação. Então, na maioria dos casos, a mulher já estará com as estrias esbranquiçadas (o que indica que já envelheceram) e, nesse estágio, o tratamento já não tem o mesmo efeito benéfico", afirma.

 

O ideal é prevenir, aconselha a ginecologista. Essa precaução tem que começar nos primeiro meses de gestação. No caso de uma gravidez planejada, a mulher já pode preparar o corpo antes mesmo de conceber a criança.

 

Cuidados na alimentação

A alimentação é a chave de uma boa gestação, seja no quesito saúde da mãe e do bebê, seja no bem-estar da mulher. Segundo Maria Rita, o ideal é que grávidas que estejam dentro de seu peso ideal engordem de 9 a 12 quilos durante os nove meses. Ficar entre essa média é um dos fatores que ajudam a prevenir o aparecimento de estrias. "Se a paciente engorda muito, a pele acaba se estirando mais do que era necessário. Nesse caso, a probabilidade de ocorrer o rompimento das fibras de colágeno é maior", esclarece a ginecologista.

 

Alimentos ricos em vitamina C também são muito importantes durante o período. "Essa vitamina estimula a formação de colágeno", diz. Além do cuidado na escolha dos alimentos, a gestante tem que beber muita água para ajudar na hidratação do organismo e da pele.

 

Cremes e óleos

Os cremes e os óleos são essenciais na prevenção do aparecimento de estrias. Uma pele seca é mais propensa ao rompimento das fibras do colágeno e elastina. Alguns hidratantes são específicos para a manutenção das fibras da pele. Entre eles, estão os ricos em ureia (durante a gravidez, os cremes indicados são os que indicam até 3% do componente na fórmula), o lactato de amônio, os óleos vegetais e os que contêm vitamina E.

 

A gestante pode usar os hidratantes em todo o corpo, mas as regiões das mamas, abdômen, coxas e glúteos devem ganhar atenção especial. "Esses são os locais que mais sofrem com a distensão da pele", explica Maria Rita. Os produtos devem ser aplicados pelo menos duas vezes ao dia.

 

A grávida deve ter cuidado ao utilizar os produtos na região das mamas. "As mamas estão se preparando para a maternidade. A região dos bicos e auréolas sofre modificações para favorecer a amamentação. Esses hidratantes podem deixar a pele mais fina e delicada, o que vai contra ao que a natureza está preparando para o período."

 

Cuidados com o que vestir

As roupas também são importantes aliadas nos cuidados e prevenção ao aparecimento de estrias. O indicado é que a gestante utilize sutiãs firmes, com alças mais largas. Para deixar a barriga mais segura, a médica aconselha calcinhas altas.

 

"Usar roupas que proporcionam sustentação favorece a contenção da pele e, portanto, diminui o risco de ter estrias", indica. "Mas, é claro, que só as roupas firmes não farão milagre. É importante manter o peso, ingerir muito líquido e utilizar hidratantes que favoreçam as fibras da pele."

 

 

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