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A Secretaria Estadual de Saúde do Piauí, por meio da Diretoria de Unidade de Vigilância e Atenção à Saúde (DUVAS) em parceria com o Ministério da Saúde, instituições federais, estaduais e municipais que desenvolvem atividades relacionadas ao fornecimento e qualidade da água para consumo humano, realizarão amanhã, 9, oficina estadual para discutir questões relacionadas a doenças diarreicas agudas – DDA, assim como elaboração de Plano Estadual para enfrentamento deste agravo.

 

 

As doenças diarreicas agudas – DDA têm-se tornado um dos importantes problemas de saúde pública do Piauí, com aumento de registro de casos a cada ano, contribuindo para manter as doenças infecciosas e parasitárias no primeiro lugar em registro de internação entre os 21 grupos de causa da CID-10. “Tem ainda como agravante a subnotificação de casos clássicos, graves, internação e óbitos”, afirma Inácio Lima, da Coordenação de Vigilância Ambiental.

 

Face às estatísticas, o Ministério da Saúde criou grupo executivo intersetorial e interinstitucional para apoiar os estados da região nordeste sobre a dimensão do problema, assim como elaboração de planos de estruturação e enfrentamento desta doença. “Para tanto, a SESAPI organizou esta oficina convidando os 224 municípios, assim como as instituições com atuação em área que represente fator de risco para a ocorrência de diarreia, como é o caso da qualidade da água para consumo humano”, explica.

 

 

O evento acontecerá no auditório do Tribunal de Contas do Estado (TCE) no horário de 8 às 18h e será um importante momento de discussão e organização de esforço conjunto para a redução deste importante problema de saúde pública.

 

Sesapi

Recentemente, Adriane Galisteu e Lady Gaga tiraram os dentes do siso e postaram sua recuperação nas redes sociais. Mais conhecido como terceiro molar ou dente do juízo, o siso, na maioria das vezes, só é lembrado quando apresenta algum problema. Ocorre que todo esse sofrimento pode e deve ser evitado, pois o ideal é extraí-lo antes que comece a despontar.

 

“O período mais favorável para a remoção dos terceiros molares é na fase que eles ainda não nasceram, entre 15 e 18 anos. Nessa fase, as raízes não estão totalmente formadas e a fixação desses dentes na estrutura óssea ainda não está completa”, explica Hugo Roberto Lewgoy, cirurgião-dentista e professor da Uniban.

 

Outra vantagem da intervenção precoce é o prazo de recuperação dos adolescentes, que costuma ser mais rápido do que o de uma pessoa mais velha. “Porém, apenas um cirurgião-dentista pode avaliar com exatidão qual o momento mais adequado para a remoção, sempre apoiado em um exame clínico criterioso e exames radiográficos auxiliares”, alerta Hugo.

 

Esses exames são fundamentais, pois podem prever problemas futuros, como a falta de espaço e, em alguns casos, podem mostrar a possibilidade de não ter que extraí-los.  “Muitos estudos mostram um grande percentual de processos infecciosos associados a estes dentes mesmo quando aparentemente estão sadios. Isso pode comprometer a saúde do próprio dente, dos dentes adjacentes, gengivas, estruturas ósseas e até mesmo afetar a saúde geral dos pacientes”, diz o especialista que reforça que nesses casos as visitas ao dentista com tomadas radiológicas devem ser ainda mais freqüentes.

 

Remoção precoce

Ao optar pela não remoção do dente do siso na adolescência, deve-se ter a consciência de que, com o passar do tempo, a formação das raízes e a fixação dos dentes na estrutura óssea tornam a remoção mais complexa e trabalhosa.

 

Outro ponto é que, se problemas como cáries e inflamações gengivais se instalarem nesses dentes, haverá um aumento da chamada proteína C-reativa que está relacionada com problemas cardiovasculares e com acidentes vasculares cerebrais (AVC). “Em um pequeno número de casos existe também a possibilidade dos dentes do siso provocarem a formação de cistos e até tumores orais”, alerta Hugo.

 

 

Portanto, enquanto a extração não é feita uma dica importante é a realização de uma higiene oral meticulosa da região dos dentes do siso. Deve-se utilizar escovas com cerdas ultra macias, escovas interdentais e fio dental.

 

 

Terra

doaçaõO número de transplantes no Piauí cresceu 31% nos últimos três anos. O estado seguiu a tendência nacional que apresentou um aumento de 18% no total desse tipo de procedimento cirúrgico. Em 2010 foram 183 transplantes e em 2013 esse número subiu para 240.

 

 

O transplante de córnea é o que registrou maior número de casos no ano passado. Em 2013 foram 199 e o de rim chegou a 41. No ranking nacional o Piauí ocupa a 11º posição quando o assunto é transplante de córnea e 14º quando se trata de transplante de rins. Segundo Maria de Lourdes de Freitas Veras, da Gerência Estadual de Transplantes, se compararmos o número de captação de múltiplos órgãos de 2013 em relação a 2012, o aumento foi de 90%.

 

 

Além disso, para atender à demanda de urgência nacional e para encaminhar órgãos para transplantes ainda não realizados no Piauí, foi disponibilizado do Estado para a Central Nacional de Transplantes (CNT), Sistema Nacional de Transplantes (SNT) , do Ministério da Saúde, 25 órgãos e um tecido em 2013, possibilitando a realização de 25 transplantes em outros estados brasileiros.

 

meionorte

Foto: divulgação

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) suspendeu nessa terça-feira, 6, 14 marcas de tintas utilizadas durante os procedimentos de tatuagens em todo o país. De acordo com a Agência, essas marcas não apresentam registro para a sua comercialização, pois podem conter metais pesados e que causam danos nocivos à população. A decisão foi publicada no Diário Oficial da União (DOU) da ultima terça-feira.

 

 

As marcas suspensas foram: a Intenze, Eternal Ink, Suprema Collors, Solid Ink, Drawing Ink 700, Extrema Magic Collors, Master Ink, Kuro Sumi, Murano, Kactus, Kokkai Sumi Ink, Infinity Tattoo Ink, Korrai Sumi Ink e Bowery Ink. Ainda de acordo com a Anvisa, no Brasil, apenas há três marcas de tintas regulares para tatuagem, a Starbrite Colors, a Electric Ink e a Irons Work.

 

No Piauí, a Diretoria de Vigilância Sanitária do Estado (Divisa) está comunicando às Visas municipais, através de ofício circular, sobre a suspenção das marcas, bem como a orientação sobre a sua inutilização. “Essa é uma ação que deve ser realizada pelas vigilâncias municipais, mas nós estamos sempre à disposição daqueles municípios que precisam do nosso apoio”, afirmou o diretor da Divisa, João Cabral.

 

A ação da Anvisa começou em janeiro deste ano, quando a Agência pediu aos Centros de Vigilância Sanitária dos estados e do Distrito Federal que inspecionassem se estaria ocorrendo a comercialização e o uso de tintas para tatuagem irregulares, sem registro. O primeiro resultado desta inspeção de caráter nacional foi a medida adotada em relação às marcas suspensas.

 

Em Teresina, essa ação foi desenvolvida pelas vigilâncias estadual e municipal, com as fiscalizações nos principais estabelecimentos que realizam tatuagens em Teresina. “Fizemos inspeções nos três principais estabelecimentos de estúdios de tatuagens na capital, pois são eles que fazem a distribuição das tintas para os outros estúdios. Durante a ação, não encontramos nenhuma das substâncias que apresentava irregularidade, segundo a Anvisa”, disse a coordenadora de Sangue e Hemoderivados da Divisa, Catarina Angélica.

 

A Anvisa já havia suspendido a marca Supreme, fabricada por Tseva Indústria e Comércio, em janeiro passado, após receber uma denúncia do Ministério Público do estado de São Paulo.

 

 

A fiscalização continuará. A pigmentação artificial permanente para pele, incluindo as tintas de tatuagem, é regulamentada na Anvisa por meio da Resolução da Diretoria Colegiada de número 55 publicada em 2008, a RDC 55/2008.

 

CCom