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Entram em vigor hoje, 15, normas para coibir a propaganda enganosa de serviços médicos no país. Os profissionais, as sociedades médicas e os hospitais públicos e privados tiveram período de 180 dias para adaptação. As regras foram anunciadas em agosto do ano passado pelo Conselho Federal de Medicina (CFM) e são mais rigorosas em comparação ao manual que vigorava desde 2003.

 

 

 

Os médicos estão impedidos de prestar consultas por telefone  ou internet, até mesmo para parentes. Não podem anunciar o uso de técnicas “milagrosas” e nem participar de concursos como “médico do ano” ou “profissional de destaque”. Outras proibições são usar imagens dos pacientes para apresentar resultados de tratamento, os conhecidos “antes e depois”, e angariar clientes por meio das redes sociais.

 

 

 

Os selos de qualidade concedidos por sociedades médicas também estão vetados. Dona de um desses selos, a Sociedade Brasileira de Cardiologia solicitou ao conselho para rever o banimento, sob a alegação que associa seu selo a marcas de alimentos, como margarina, pães, cereais e biscoitos, com menor teor de sódio, gordura e açúcar desde 1991. Segundo o CFM, o caso poderá ser avaliado, mas, enquanto não há decisão, a proibição está valendo.

 

 

 

Quem descumprir as regras está sujeito à advertência até cassação do registro. A fiscalização é feita por meio dos conselhos regionais de medicina e por denúncias encaminhadas pela população.


Acesse Piauí

 

wilsonmartinsO governador Wilson Martins (PSB) pode ter alta do hospital Sírio Libanês, em São Paulo, na próxima sexta-feira, 17, segundo estimativa divulgada pela Coordenadoria de Comunicação do Piauí - CCom. O gestor de 59 anos foi submetido no último sábado, 11, a uma cirurgia para remoção de um cisto no rim esquerdo.

 

 

 

 

A assessoria do hospital Sírio-Libanês informou que o estado de saúde de Wilson Martins permanece como no boletim divulgado na última segunda-feira, "em ótimas condições de recuperação pós-operatórias". A previsão inicial de alta era para o fim de semana.

Coordenador de Comunicação, Fenelon Rocha acrescentou que as boas condições de saúde do governador fizeram a primeira-dama Lilian Martins, que também é secretária estadual de saúde, viajar tranquila para a reunião do Conass - Conselho Nacional de Secretários de Saúde -, realizado em Brasília. Ela retorna a São Paulo na quinta-feira. 

 

 

Wilson Martins já havia sido operado no final de 2010 de um outro cisto, mas no rim direito. Na cirurgia da semana passada, os médicos constataram que não havia qualquer evidência de novo cisto no órgão. 

 

 

O governador deve retomar suas atividades depois do Carnaval. No dia 27, segunda-feira, já está marcada reunião com gestores estaduais para monitorar as atividades dos órgãos.

 

 

Coordenador operado

 

O coordenador Fenelon Rocha também se submeteu a uma cirurgia, na última terça-feira, 14. Operado de uma hérnia inguinal (na virilha), ele teve alta menos de 24 horas depois. Segundo ele, o procedimento foi simples e sua recuperação será em casa.



Cidade Verde

 

 

bebesalvarirmaNasceu sábado passado o primeiro bebê brasileiro selecionado geneticamente em laboratório de modo a não carregar genes doentes e ser totalmente compatível com a irmã - que sofre de talassemia major, uma doença rara do sangue que, se não for tratada corretamente, pode levar à morte. Maria Clara Reginato Cunha, de apenas 4 dias, nasceu no Hospital São Luiz para salvar a vida de Maria Vitória, que tem 5 anos e convive com transfusões sanguíneas a cada três semanas e toma uma medicação diária para reduzir o ferro no organismo desde os 5 meses.

 

 

 

Nos pacientes com talassemia major - a mais grave e a que realmente precisa de tratamento -, a medula óssea produz menos glóbulos vermelhos e, consequentemente, não consegue fabricar sangue na frequência necessária, podendo causar anemias graves. No Brasil, são pouco mais de 700 pessoas com a doença.

 

 

 

Selecionar embriões saudáveis para tentar salvar a vida de outro filho doente não é novidade - esse procedimento é feito no mundo todo desde a década de 1990. A novidade, neste caso, é que além de não carregar o gene da talassemia major, o embrião selecionado (Maria Clara) também é 100% compatível com Maria Vitória, o que vai facilitar a realização de um transplante de sangue de cordão umbilical.

 

 

 

Segundo o geneticista Ciro Dresh Martinhago, a técnica usada para identificar os genes doentes e também a possível compatibilidade é a mesma - de biologia molecular -, mas exige mais conhecimento específico no caso de analisar a compatibilidade. "A gente coleta uma única célula do embrião para fazer a análise molecular. Ao todo, verificamos 11 regiões do DNA da célula, sendo 2 relacionadas ao gene alterado e 9 relacionadas à compatibilidade, que é mais complexa", explica o médico, diretor da RDO Diagnósticos e responsável pela análise genética.

 

 

 

De acordo com ele, as chances de um casal gerar embriões que sejam compatíveis e não carreguem o gene doente são de apenas 18% - daí a importância da ciência nesses casos. Além disso, a dificuldade de realizar a técnica e a falta de profissionais experientes nessa área são alguns dos motivos que fazem o método ser pouco usado. O primeiro caso de seleção de embrião 100% compatível no mundo aconteceu em 2004.


Agência Estado

 

A partir da alteração genética do tabaco, cientistas israelenses da Hebrew University conseguiram produzir um composto natural que tem ação rápida contra a malária. De acordo com comunicado enviado à imprensa, esta foi a primeira vez que se conseguiu produzir o composto artemisinina em laboratório.

 “A artemisinina é produzida normalmente em pequenas quantidades pela erva artemisia annua, também conhecida como absinto doce, ingrediente ativo da planta Artemísia. Esse composto pode ser preparado artesanalmente, como descobriram os chineses, mas o custo proibitivo disso o tornava impraticável como medicamento", informa o comunicado.

A nova tecnologia permite, pela primeira vez, a oportunidade de se fabricar artemisinina acessível a partir do tabaco. "Esperamos que essa invenção ajude a controlar uma moléstia que afeta milhões de pessoas no mundo, principalmente nos países em desenvolvimento", disse em comunicado Yaacov Michlin, CEO da Yissum Reseach Development Company, empresa que vai comercializar o composto.



Agência Estado