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O chá de alface feito por Rafael Ilha, em A Fazenda, contra insônia realmente funciona, segundo especialistas. A nutricionista Maria Flávia Sgavioli explica que a alface é rica em letucarium, substância esbranquiçada que sai das folhas que promove relaxamento muscular. O chá também diminui a liberação de cortisol, hormônio que causa o estresse, e libera endorfina, que causa bem-estar, de acordo com a nutricionista Gabriela Cilla. Para prepará-lo, é necessário fazer uma infusão com 250 ml de água. Quando começar a ferver, coloque dois talos de alface, deixe descansar por 8 minutos e coe.


O chá de camomila também ajuda a dormir, de acordo com as nutricionistas. Além de ter a substância Camellia sinensis, que age nos neurotransmissores, diminuindo a liberação de cortisol e controlando a liberação de leptina, que causa a ansiedade, o chá possui micronutrientes, como magnésio, ferro, fósforo, potássio e cálcio, que também ajudam a relaxar. Por regular a liberação desses hormônios, o chá também ajuda a controlar a fome e compulsão alimentar, segundo Gabriela Cilla.


Já tomar água com açúcar para acalmar é um mito. As nutricionistas afirmam que a eficácia da composição não tem comprovação científica, sendo de efeito placebo. Maria Flávia afirma que a sensação de conforto se dá pela percepção do doce pelas papilas gustativas, mas o efeito é psicológico. Além disso, o açúcar aumenta a carga glicêmica e demanda maior produção de insulina, o que não é benéfico. Gabriela diz que o sabor doce desvia o foco do pensamento ansioso. Ela afirma também que o açúcar é uma substância que dá energia e não deve ser adicionada a chás, pois corta o efeito calmante que oferecem.


O chá de laranjeira, assim como outros chás, possui magnésio, ferro, fósforo, potássio e cálcio, o que ajuda no relaxamento do sistema nervoso, mas não há efeito significativo. Fora isso, não há nenhuma comprovação científica sobre os efeitos do chá como método de indução ao relaxamento.


Tomar leite quente também está entre os mitos das receitas que acalmam e ajudam a dormir. Segundo Maria Flávia, o leite é uma substância inflamatória e seu uso pode ser prejudicial a longo prazo. Gabriela afirma que a sensação de conforto se dá pela temperatura e por ser uma proteína. Como sua absorção é mais lenta, o sangue fica concentrado nesta ação, o que pode dar uma sensação tranquilizante.

 
O chá de erva-cidreira e de erva-doce ajudam a melhorar a qualidade do sono. Isso porque essas plantas são ricas em flavonoides, substâncias que têm ação antioxidante no cérebro, melhorando a cognição, levando a um relaxamento mais rápido e de melhor qualidade.

 
O suco de maracujá tem "fama" de calmante. No entanto, Gabriela afirma que o suco não acalma tanto quanto o chá, por conta da temperatura. "As bebidas quentes, em geral, têm ação calmante. A temperatura causa relaxamento muscular e conforto", afirma. As folhas do maracujá são ricas em passiflora, que ajuda a induzir o sono. Isso acontece porque, quando ingerida, a passiflora tem ação direta no cérebro, diminuindo a velocidade do pensamento e tornando a pessoa mais 'lenta'.

 

R7

 

maconhaUm teste feito por pesquisadores da Universidade de Montreal, no Canadá, aponta que a maconha causa mais impacto sobre as habilidades de raciocínio, memória e comportamento dos adolescentes do que o álcool. A pesquisa foi publicada pela rede britânica BBC.

O estudo acompanhou e fez o teste com 3.800 adolescentes, de 31 escolas canadenses, durante quatro anos, iniciando em jovens de 13 anos de idade. O estudo aponta que os adolescentes que usam maconha estão causando danos duradouros em seus cérebros que ainda estão em processo de desenvolvimento.

O estudo indica que tanto o álcool como as drogas ilícitas, como a maconha, causam problemas de cognição dos adolescentes, inclusive influenciando em tomada de decisões e no desempenho na escola.

Ainda conforme os pesquisadores, com o consumo de maconha os problemas são maiores comparado ao consumo de álcool, já que os efeitos duram mais tempo — o efeito do álcool passa mais rápido.

Para fazer a pesquisa, os alunos detalhavam seus hábitos de consumo de drogas e bebida uma vez por ano e os pesquisadores testavam as habilidades cerebrais com base em testes cognitivos feitos em computadores.

Dos adolescentes pesquisados, 28% disseram ter consumido maconha de alguma forma, enquanto o álcool foi consumido por 75% dos adolescentes testados.

 

R7

Foto: Getty Images

O autoexame mamário foi uma técnica altamente difundida entre as mulheres como meio de rastreamento para o câncer de mama. No entanto, o Ministério da Saúde e o Inca (Instituto Nacional do Câncer) ressaltam que o método ajuda a identificar alertas, mas não garante o diagnóstico precoce da doença.

A técnica consiste em apalpar os próprios seios como maneira de verificar mudanças nas mamas.
Os órgãos afirmam que a orientação atual é que as mulheres observem e façam a autopalpação sempre que se sentirem confortáveis para isso, mas isso não requer dia ou técnica específica, conforme a informação disseminada por anos.

A recomendação era fazer o autoexame mensalmente entre o 7º e o 10º a partir do 1º dia da menstruação; para examinar a mama esquerda, colocar a mão esquerda atrás da cabeça e apalpar com a direita e vice-versa.

Segundo a cirurgiã oncologista Fabiana Makdissi, chefe do Departamento de Mastologia do A.C.Camargo Cancer Center, em São Paulo, a palpação nunca foi um método de rastreamento, apesar de assim ter sido divulgado, mas sim de autoconhecimento. "O rastreamento é feito por meio de mamografia e deve ser realizado como forma de prevenção. Já se a mulher apresenta algum sintoma, como a presença de um carocinho no seio, o exame não será mais de rastreamento, mas sim de busca de diagnóstico", explica.

A médica explica que, quando o tumor pode ser percebido pelo autoexame significa que já está em estágio avançado, ressaltando que nem todo nódulo é tumor.
O Ministério da Saúde, o Inca e a ciurgiã ainda assim recomendam o autoexame, ressaltando a importância de também fazer um acompanhamento das mamas nas consultas de rotina com o ginecologista. É possível também fazer um acompanhamento com um médico especializado em mamas, o mastologista.

Segundo Fabiana, a mamografia permanece indicada apenas após os 40 anos, idade a partir da qual há um aumento de risco da doença. A faixa etária de 50 e 69 anos é a que apresenta maior taxa de casos de câncer de mama.

Ela ressalta que o autoexame não substitui o exame de mamografia, que deve ser realizado para firmar o diagnóstico. A mamografia é sugerida a mulheres abaixo de 40 anos caso haja histórico familiar da doença.

Leia também: Número de mamografias entre 50 e 69 anos é o mais baixo em 5 anos

"O autoconhecimento da mama é importante em qualquer faixa etária. Quando a mulher se conhece, ela sabe quando há uma mudança. O importante é não surtar quando apalpar um nódulo. Você deve ir ao médico, que fará a análise e verificará o período hormonal no qual você está para exames e avaliar se o nódulo é benigno ou maligno", afirma.

Outros sinais que podem servir de alerta são secreções, que não sejam leite, saindo da mama, vermelhidão e descamação, irritações que tornam a pele parecida com casca de laranja, dor ou inversão do mamilo e inchaço das mamas.

 

R7

 

Os parasitas da malária evoluíram para ser mais infecciosos na hora do dia em que os mosquitos se alimentam, para maximizar as chances de disseminação, mostra um estudo divulgado por pesquisadores da Universidade de Edinburgh nesta quinta-feira (4).

A descoberta explica por que as pessoas com a doença sofrem episódios regulares de febre. Estes ocorrem quando os parasitas que causam a malária se replicam na corrente sanguínea de pessoas ou animais infectados, em preparação para serem apanhados por um mosquito picador.

O estudo é o primeiro a fornecer fortes evidências para essa ideia, que foi sugerida pela primeira vez há 50 anos.

Como o uso crescente de mosquiteiros por pessoas nas regiões afetadas leva os mosquitos a se alimentarem durante o dia, os parasitas da malária também podem ter que adaptar seu comportamento para que possam espalhar a infecção durante o dia, sugerem os resultados.

Experimento com ratos

Os cientistas estudaram os ritmos diários de parasitas da malária e os mosquitos vetores, ou seja, os mosquitos que os espalham.

Em um experimento em laboratório com ratos, os cientistas usaram a luz e a escuridão para alterar separadamente os horários de dia e noite dos mosquitos e parasitas da malária. Ao alimentar alguns insetos durante o dia e outros durante a noite, eles aprenderam como a capacidade de ambos (os parasitas de causar infecção e a vulnerabilidade dos mosquitos a doenças) variavam dependendo da hora do dia.

Seus resultados mostraram que os ciclos de febre na infecção por malária provavelmente evoluíram para produzir formas do parasita que são infecciosas para os mosquitos em sincronia com os ciclos de alimentação dos insetos. Eles também mostraram que os mosquitos são mais suscetíveis à infecção durante o dia.

A Dra. Petra Schneider, da Escola de Ciências Biológicas da Universidade de Edimburgo, disse: "Há muito se suspeita que parasitas da malária cronometram sua replicação para maximizar suas chances de transmissão por mosquitos. Nossas descobertas fornecem informações valiosas sobre como esta doença se espalha, e poderia informar medidas para controlá-lo".

A malária

A malária é uma doença infecciosa febril aguda, causada por protozoários transmitidos pela fêmea infectada do mosquito Anopheles. Estes mosquitos costumam circular mais ao entardecer e ao amanhecer. Mas também picam durante a noite, em menor quantidade.

Pode causar febre alta, calafrios, tremores, sudorese e dor de cabeça. Algumas pessoas também podem apresentar náuseas, vômitos, cansaço e falta de apetite.

Dentre os métodos de prevenção estão o uso de redes protetoras em janelas e portas, mosquiteiros e repelentes.

Segundo o Ministério da Saúde, no Brasil, a maioria dos casos de malária se concentra na região Amazônica, nos estados do Acre, Amapá, Amazonas, Maranhão, Mato Grosso, Pará, Rondônia, Roraima e Tocantins.

 

G1