Alunos de escolas públicas de 20 Estados do País poderão contar com consultórios oftalmológicos e odontológicos itinerantes a partir do segundo trimestre.

O programa do Ministério da Saúde, que faz parte do projeto "Consultórios Itinerantes", quer levar atendimento gratuito para estudantes de escolas públicas e identificar precocemente problemas da visão e garantir a saúde bucal de crianças e adolescentes.

A ação é resultado da parceria com o Ministério da Educação, responsável pela compra e manutenção dos caminhões que viram consultórios. Já o Ministério da Saúde entra com a manutenção dos consultórios e dos materiais que serão utilizados.

Uma das finalidades dos consultórios itinerantes oftalmológicos é oferecer gratuitamente aos estudantes do Programa Saúde na Escola (PSE) procedimentos de baixa complexidade em oftalmologia como consultas, medida de refração ocular, fornecimento de óculos, diagnóstico precoce de patologias relacionadas à retina ou ao estado dos vasos (exame de fundo de olho), retirada de corpo estranho, entre outros.

Os exames clínicos e os atendimentos serão realizados nos municípios atendidos pelo PSE, por profissionais da saúde, residentes ou estudantes, conforme definição dos Hospitais Universitários Federais, desde que observada a devida responsabilidade técnica.

Além do atendimento oftalmológico, os estudantes também terão a sua disposição 34 veículos cada um com dois consultórios odontológicos. A unidade móvel é estruturada em veículo devidamente adaptado e equipado para o desenvolvimento de ações de atenção à saúde bucal.

Os consultórios são preparados para procedimentos simples, como restaurações e extrações, limpeza e aplicação de flúor, além do trabalho educativo com orientação para a escovação.



Agência Estado

 

 

 

 

O Piauí vai receber dois consultórios odontológicos e dois oftalmológicos no sistema itinerantes para levar atendimento gratuito a estudantes de escolas públicas e identificar precocemente problemas da visão e garantir a saúde bucal de crianças e adolescentes. O programa é resultado da parceria com o Ministério da Educação, responsável pela compra e manutenção dos caminhões que viram consultórios. Já o Ministério da Saúde entra com a manutenção dos consultórios e dos materiais que serão utilizados.

 

 

 

“Problemas de vista são comuns em crianças e atrapalham no desenvolvimento escolar por conta dos seus efeitos, como sonolência, distração, dores de cabeça, entre outros, que acabam causando desinteresse da criança pela escola”, destaca Raquel Turci, coordenadora do Programa Saúde da Escola, do Ministério da Saúde.

 

 

 

Uma das finalidades dos consultórios itinerantes oftalmológicos é oferecer gratuitamente aos estudantes do Programa Saúde na Escola (PSE), procedimentos de baixa complexidade em oftalmologia como consultas, medida de refração ocular, fornecimento de óculos, diagnóstico precoce de patologias relacionadas à retina ou ao estado dos vasos (exame de fundo de olho), retirada de corpo estranho, entre outros.

 

 

 

 

 

Os exames clínicos e os atendimentos serão realizados nos municípios atendidos pelo PSE, por profissionais da saúde, residentes ou estudantes, conforme definição dos Hospitais Universitários Federais, desde que observada a devida responsabilidade técnica. Ao todo serão 37 veículos, cada um com dois consultórios, que atenderão os estudantes do PSE. Inicialmente as clínicas itinerantes oftalmológicos deverão atuar nos municípios onde se localizam os Hospitais Universitários, com posterior interiorização do atendimento. A intenção é atender a todos os municípios que aderiram ao PSE.

 

 

 

Além do atendimento oftalmológico, os estudantes também terão a sua disposição 34 veículos cada um com dois consultórios odontológicos. A unidade móvel é estruturada em veículo devidamente adaptado e equipado para o desenvolvimento de ações de atenção à saúde bucal. Os consultórios são preparados para procedimentos simples, como restaurações e extrações, limpeza e aplicação de flúor, além do trabalho educativo com orientação para a escovação.

 

 

 

PSE- As ações do PSE programa tem por objetivo examinar e desenvolver práticas educativas de promoção, prevenção e avaliação das condições de saúde.


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A obra pela qual estava passando o Centro de Hemoterapia de Floriano (Hemocentro) está concluída e os serviços realizados no local estão em funcionamento, mas não houve ainda uma solenidade para entrega da nova estrutura do prédio que fica numa área do bairro Manguinha.

hemocentroflo

“Já recebemos a nova estrutura, mas não inauguramos ainda, os serviços estão funcionando normalmente e estamos fazendo a distribuição de sangue para os hospitais. Não está faltando sangue, pois o Hemope de Teresina é quem vem abastecendo o nosso estoque”, disse a diretora do órgão, Joara Ribeiro de Carvalho.

 

joaracarvalho A diretora disse ainda que apesar do período que se aproxima, que é o carnaval, não haverá problemas, pois não deve faltar sangue e que campanhas estão sendo programadas e devem ser colocadas em prática em breve, enfatizou, “quero deixar claro que a população de Floriano não ficará prejudicada quanto às bolsas de sangue, pois, qualquer emergência que houver estaremos prontos para tomar as providências”.

 

Segundo Joara Carvalho (foto), uma campanha deve ocorrer em março, após a instalação de alguns equipamentos que deve ser nos procedimentos de coleta.

 


Da redação

IMAGENS: piauinoticias.com-Carlos Iran

 

abelhaaaUm laboratório de Tatuí, a 140 km de São Paulo, desenvolveu uma linha de cremes de beleza à base do veneno de abelhas produtoras de mel. O produto aprovado pela Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) e lançado comercialmente funciona como um "Botox" natural - a pele reage ao veneno aumentando a produção de colágeno e melhorando a elasticidade.

 

 

 

De acordo com o pesquisador e apicultor Ciro Protta, sócio proprietário do laboratório, o princípio ativo do cosmético, que também contém pólen e mel, é a melitina, um aminoácido presente no veneno da abelha.

 

 

 

A substância "engana" a pele, transmitindo a sensação de uma picada de abelha e desencadeando uma reação ao veneno.

 

 

 

A circulação sanguínea melhora e as peles mortas são eliminadas, reduzindo as rugas. Protta pesquisa as abelhas há mais de vinte anos e já desenvolveu outros produtos à base de mel, própolis e veneno, lançados comercialmente. A obtenção do veneno sempre foi um problema: quando uma abelha ataca uma pessoa, ela perde o ferrão e acaba morrendo.

 

 

 

O pesquisador criou e patenteou um equipamento que permite a coleta do veneno sem matar as abelhas. Trata-se de uma haste metálica levemente energizada e colocada na entrada da colmeia. Quando a abelha pousa, leva um pequeno choque e reage com ferroadas, expelindo o veneno que escorre para um recipiente. Como não perde o ferrão, a abelha sai ilesa do ataque.


Agência Estado