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proteseConforme antecipado nesta quinta-feira, dia 20, pela Coluna do Estadão, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) decidiu proibir de forma cautelar a importação, comercialização e implantação de quatro modelos de próteses mamárias da empresa Allergan Produtos Farmacêuticos Ltda.


A suspensão consta da Resolução-RE nº 3.340, publicada na edição desta sexta-feira, 21, do Diário Oficial da União (DOU).


A decisão foi tomada após a agência sanitária da França, com a qual a brasileira possui acordos de cooperação, determinar a suspensão de comercialização do produto. Agora, a Anvisa irá requerer os estudos e dossiês franceses para desenvolver aqui estudos que permitam entender os riscos para a saúde do uso dessas próteses.

 

Agência Estado

Foto: reprodução

 

O Sistema Único de Saúde (SUS) passa a ofertar, em até 180 dias, os medicamentos alfaelosulfase e galsulfase para o tratamento de pacientes com mucopolissacaridose tipos IV e VI, respectivamente. A portaria que incorpora os insumos na Relação Nacional de Medicamentos Essenciais (Rename) foi publicada ontem (20) no Diário Oficial da União.

Por meio de nota, o Ministério da Saúde informou que a mucopolissacaridose consiste em um distúrbio genético que afeta a produção de enzimas, substâncias fundamentais para diversos processos químicos em nosso organismo. A doença não tem cura, mas um tratamento adequado, segundo a pasta, é capaz de reduzir complicações e sintomas, além de impedir o agravamento do quadro.

A expectativa do governo é que o medicamento alfaelosulfase possa atender a 153 pacientes de todo o país diagnosticados com o tipo IV de mucopolissacaridose. Já o galsulfase deve ser utilizado por 183 pacientes com o tipo VI da doença, que apresenta ainda outros quatro estágios. Em junho, o ministério incorporou os medicamentos laronidase e idursulfase alfa para o tratamento de mucopolissacaridose tipos I e II.

Doenças raras

De acordo com a pasta, as doenças raras são caracterizadas por uma ampla diversidade de sinais e sintomas que variam não só de doença para doença, mas também de pessoa para pessoa. Manifestações relativamente frequentes podem simular doenças comuns, dificultando o diagnóstico, causando elevado sofrimento clínico e psicossocial aos afetados e suas famílias.

Considera-se doença rara aquela que afeta até 65 pessoas em cada 100 mil indivíduos, ou seja, 1,3 pessoa para cada 2 mil indivíduos. O número exato de doenças raras não é conhecido. Estima-se que existam entre 6 mil a 8 mil tipos de doenças raras em todo o mundo. 80% delas decorrem de fatores genéticos e as demais advêm de causas ambientais, infecciosas e imunológicas, entre outras.

“Muito embora sejam individualmente raras, como um grupo elas acometem um percentual significativo da população, o que resulta em um problema de saúde relevante”, destacou o ministério.

 

 

jogoOs jogos eletrônicos são uma febre entre crianças e adolescentes. Além de divertir, eles podem estimular a agilidade e até aprender outro idioma. Mas sem os cuidados necessários, o uso pode virar um problema e gerar dependência. Para falar sobre o assunto, o Bem Estar desta sexta-feira (21) recebeu o psicólogo Cristiano Nabuco e a pediatra e consultora do programa, Ana Escobar.

A dependência tecnológica normalmente vem acompanhada de outros aspectos psicológicos, como baixa autoestima, depressão, fobia social, e quase sempre acarreta em sedentarismo e reclusão emocional. O crescimento acelerado do acesso à Internet possibilitou que mais pessoas corressem esse risco.

Mas como saber se alguém da família está dependente? Existem alguns critérios, segundo o Ambulatório Integrado do Controle dos Impulsos / Pro-Amit. Apresentar cinco dos oito sinais abaixo já pode ser considerado critério de dependência:

Preocupação excessiva com a internet;

Necessidade de aumentar o tempo conectado (on-line) para ter a mesma satisfação;

Exibir esforços repetidos para diminuir o tempo de uso da internet;

Apresentar Irritabilidade e/ou depressão;

Quando o uso da internet é restringido, apresenta labilidade emocional (internet como forma de regulação emocional);

Permanecer mais conectado (on-line) do que o programado;

Ter o trabalho e as relações familiares e sociais em risco pelo uso excessivo;

Mentir aos outros a respeito da quantidade de horas conectadas.Como escolher o brinquedo apropriado para o seu filho?

A Academia Americana de Pediatria publicou um artigo que ressalta a soberania dos brinquedos tradicionais em relação aos eletrônicos, quando se trata de estimular o cérebro. Saber escolher o brinquedo ideal para crianças, principalmente até os cinco anos de idade, é muito importante para a garantia do desenvolvimento cerebral delas.

Para garantir o desenvolvimento, o brinquedo tem que estar relacionado à possibilidade de desenvolver habilidade em todos setores: cognitivo, interações sociais, emocionais, físicas e de linguagem. O brinquedo eletrônico, em geral, não possui a capacidade de atingir todos esses domínios.

Já o brinquedo tradicional, como a boneca, casinha, desenhar, pintar, estimulam muito mais o desenvolvimento cognitivo, a visão espacial, a a imaginação e a criatividade. A exposição excessiva aos eletrônicos aumenta o risco de comportamentos agressivos e também de obesidade.

Uma criança que joga tênis no videogame pode se divertir e gastar um pouco de energia, mas no jogo real, a criança tem uma visão da bolinha a uma distância mais longa do que a da tela do computador, ou seja, tem uma experiência muito mais completa, o que para o cérebro é muito melhor.

Nos dias de hoje é difícil negar o acesso ao celular ou ao tablet para crianças de 1 ou 2 anos, mas segundo a Sociedade Brasileira de Pediatria, crianças nesta idade, jamais devem usar qualquer eletrônico.

Outra recomendação importante dos especialistas é a de não deixar o filho jogando videogame sozinho no quarto, sem supervisão, pois diversos jogos podem não ser indicados para determinada faixa etária.

 

G1

Foto: TV Globo/Reprodução

sensaçãoA sensação térmica na cidade de Antonina, no litoral paranaense, chegou a 81°C na última terça-feira (18), segundo o Simpear (Sistema Meteorológico do Paraná), mas na ocasião, a temperatura era de 40,2°C. Mas por que isso acontece?


Segundo o cardiologista Fernando Costa, da Sociedade Brasileira de Cardiologia, existe uma diferença entre a temperatura ambiente e a do corpo. Características físicas, localização e tipo de roupa são fatores que influenciam na sensação térmica.

“Um tecido que não dissipa o calor, como o náilon, faz a temperatura do organismo aumentar e o que você transpira para diminuir o calor fica retido na roupa, então vira uma sauna dentro do corpo”, exemplifica.

Características físicas também devem ser levadas em conta. Pessoas obesas são mais resistentes aos efeitos do calor, pois a gordura é fria e atua como isolante térmico. Em pessoas magras ou idosas, a desidratação acontece mais facilmente, pois a massa muscular é menor, e o músculo é o ‘grande retentor de líquido do organismo’, define Costa.

Outro fator que exerce influência na sensação térmica é onde o indivíduo está. Lugares fechados e com ausência de circulação do ar aumentam o calor. "Se você trabalha de paletó, em um local que não tem vento e bate sol, num dia com temperatura de 34 °C, a sensação pode ser de 70 °C", compara o médico.

Por sua vez, o cardiologista Rafael Lioret afirma que a temperatura média do corpo humano é 36°C, quando ela aumenta, a transpiração é uma maneira de regular a temperatura do corpo. Mas, suar muito pode deixar as pessoas desidratadas.
O médico acrescenta que temperaturas acima dos 41°C podem danificar o cérebro e, em última instância, causar ataques convulsivos. "A crise convulsiva seria algo extremo. O principal dano é a desidratação por causa do suor", ressalta.

Além disso, o hipotálamo, uma região do cérebro, faz com que os vasos sanguíneos, principalmente os periféricos, se dilatem para aumentar a área de perda de calor. O sangue também fica mais viscoso e a circulação do oxigênio pelo corpo diminui, o que faz a pressão cair.

Diante dessas mudanças, os principais sintomas são mal-estar, fraqueza, sonolência, inchaço nas pernas, sensação de náusea e vômito. A urina também fica mais concentrada, pois o rim trabalha para diminuir a eliminação de água.


Para evitar complicações, a dica é ingerir bastante líquido, de preferência água e sucos naturais sem açúcar. E se você pensa em tomar uma cerveja, cuidado: bebida alcoólica inibe a ação do hormônio antidiurético. “Então, o álcool estimula que a gente continue urinando e ajuda a desidratar mais”, resume Lloret.

Ficar em lugares arejado e evitar exposição ao sol em horários de maior radiação – normalmente das 11h às 17h – também ajuda, assim como usar guarda-chuva ao sair. Diminuir atividades físicas é aconselhável. “Às vezes, a pessoa quer correr na hora do almoço e acaba se prejudicando”, alerta o médico. Ele chama a atenção para a necessidade de usar protetor solar em qualquer situação a fim de prevenir lesões, queimaduras e câncer de pele.

 

R7