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Todo mundo sabe que com a saúde não se brinca e que aquele ditado “prevenir é melhor que remediar” nunca sai de moda. Isso porque quanto mais cedo o diagnóstico de algum problema, maiores são as chances para cura e o tratamento. Mas, por que tantos brasileiros, assim como a população mundial tem certa dificuldade de manter a prevenção dos cuidados de saúde em dia? Falta de tempo, questões financeiras ou descuido mesmo podem ser possíveis respostas, mas não motivos para não ficar atento com os sinais do nosso corpo.

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“O diagnóstico precoce de diversas patologias vai contribuir, muitas vezes, para que o paciente tenha a chance de reverter o quadro da doença em que ele se encontra, podendo ele ser encaminhado aos profissionais especialistas e consequentemente direcionado ao acompanhamento adequado no intuito de deter a progressão e agravamento da doença”, ressaltaafarmacêutica Lorena Souza.

Segundo o último relatório da Organização Mundial da Saúde (OMS), cerca de 73% de todas as mortes no Brasil são atribuíveis às doenças consideradas evitáveis, as chamadas doenças não transmissíveis (DNTs), como as cardiovasculares, respiratórias, diabetes, renais dentre outras.

Para a Lorena, algumas pessoas possuem dificuldade de manter a prevenção em dia por vários motivos, entre eles – “o receio de descobrir que possui alguma patologia; a sobrecarga do dia-a-dia e a falta de tempo, não priorizando a saúde; ou até mesmo por falta de informação e esclarecimento sobre a importância do cuidado à saúde”, acrescenta a profissional.

Entre as dicas que ela destaca estão o reforço a procurar um serviço de saúde, realizar um monitoramento através dos exames e do acompanhamento de uma equipe multidisciplinar, composta por médicos, farmacêuticos, odontólogos, fisioterapeutas, nutricionistas e educadores físicos para que se possa ter uma orientação adequada favorecendo a longevidade. A farmacêutica também avalia que praticar atividades físicas é um ótimo remédio para combater possíveis doenças. “Existem dois fatores importantes: o motivacional e a questão da disciplina. A pessoa precisa acreditar que aquilo lhe trará um benefício para sua saúde e por este motivo deva incorporar o exercício em sua rotina”, acrescenta.

 Entre as prioridades de saúde para 2019, a OMS destacou 10:

1.      Poluição do ar e mudanças climáticas

2.      Doenças crônicas não transmissíveis

3.      Pandemia de gripe

4.      Cenários de fragilidade e vulnerabilidade

5.      Resistência antimicrobiana

6.      Ebola

7.      Atenção primária de saúde

       8. Relutância em vacinar

       9. Dengue

      10. HIV

Fonte: Agência Educa Mais Brasil

Identificado pela primeira vez no ouvido de uma mulher japonesa em 2009, o Candida Auris é um fungo emergente de difícil diagnóstico que vem se espalhando pelo mundo. Ele é resistente a praticamente todos os medicamentos existentes e passou a ser classificado como um "superfungo". Sem uma análise especializada, ele pode ser confundido com vários outros tipos comuns.

Naturalmente, todo ser humano possuí a presença de fungos no corpo. Entretanto, o superfungo surge a partir do uso indiscriminado de antibióticos: sob a ação dos remédios, as bactérias vão morrendo e fazem com que os fungos acabem prosperando, surgindo as doenças fúngicas resistentes a antimicrobianos.
Em entrevista ao G1, o infectologista do Instituto de Infectologia Emílio Ribas, Jean Gorinchteyn, explica que o fácil contágio é uma de suas características mais preocupantes, podendo ser transmitida por diversos materiais hospitalares como estetoscópios, medidor de pressão, macas e termômetros.

“Além do fungo grudar em materiais hospitalares com facilidade, que favorece o contágio, existe uma dificuldade de sua retirada dos equipamentos. A limpeza acaba se tornando difícil, fruto de sua extrema aderência.”


Antes mesmo da Organização Pan-Americana de Saúde (OPAS) e a Organização Mundial de Saúde (OMS) divulgarem um alerta geral em 2016 sobre um novo fungo em países como Paquistão, Líbano, Israel, Espanha e Inglaterra, a Venezuela registrou os primeiros surtos na América Latina entre 2012 e 2013.
Desde então, vários países já confirmaram a presença do fungo em ambientes hospitalares, como Quênia, África do Sul, Kuwait e mais recentemente os Estados Unidos, que registrou 587 casos. Segundo o mapa do Centers For Disease Control and Prevention (CDC), atualizado fevereiro de 2019, já foram registrados casos em mais de 20 países. Não há casos registrados no Brasil.

Ainda segundo Gorinchteyn, apesar de ser uma questão de tempo até o Brasil vivenciar a presença do fungo, a Comissão de Infecção Hospitalar (CCIH) realiza um importante trabalho de prevenção.

“Pela proximidade com países como a Venezuela, onde existe a circulação do fungo, é uma questão de tempo para que nós o encontremos no nosso meio. (...) Felizmente nós temos a Comissão de Infecção Hospitalar (CCIH) que ajuda identificar a presença de bactérias e até mesmo os fungos, fazendo o controle frequente, seja nos pacientes que são admitidos nos hospitais para a internação ou em pacientes de UTI”, disse o infectologista.

 

G1

A própolis pode ser a esperança para seis milhões de pessoas que sofrem de doença real crônica no Brasil. A doença ou insuficiência renal crônica é a perda lenta e gradual das funções renais. Quando não identificada e tradada, pode levar à paralisação dos rins.

Pesquisadores da Universidade de São Paulo tiveram a ideia de estudar o uso da própolis no tratamento da doença, que provoca a inflamação dos rins. Inflamados, os rins não conseguem realizar uma das principais funções: eliminar as toxinas do sangue. Com a ajuda da indústria, se chegou ao tipo e a quantidade ideais de própolis para ser tomada pelos participantes do estudo.

Trinta e duas pessoas com perda de 30% a 60% da função renal foram divididas em dois grupos: um recebeu quatro comprimidos com própolis por dia. Outro grupo recebeu cápsulas de placebo, sem efeito ativo. Depois de 12 meses, o resultado foi bastante animador.

“Quem recebeu própolis acabou reduzindo a perda de proteína. Significa uma redução da inflamação renal e uma redução dessa perda de proteína, que é um indicador da progressão da doença renal crônica”, explica o nefrologista e pesquisador Marcelo Silveira.

O cineasta Agenor Alves, de 74 anos, participou do estudo. Em doze meses, a doença foi estabilizada e ele não teve perda da função renal. “Durmo e levanto na hora certa. Eu segui tudo o que o médico falou. Espero que eu consiga chegar até os 100 anos”.

Os pesquisadores ainda estão estudando a própolis.

Os benefícios da própolis e do mel para a saúde
Ela é um excelente produto para regulação do sistema imunológico, um poderoso antioxidante, anti-inflamatório, antimicrobiano, cicatrizante, antiviral. O uso contínuo da própolis previne o envelhecimento das células, tecidos, melhora a resposta imunológica, exerce atividade frente a microrganismos patogênicos e não compromete a flora bacteriana positiva.


E o mel? Ele também é um excelente produto para a saúde. Fonte de energia, disposição, vitaminas, minerais e óleos essenciais que vem das flores que foram visitadas pelas plantas. Ele também auxilia em diversos processos metabólicos. Um excelente emoliente, laxante, umectante, acalma tosse, auxilia na melhora da qualidade do sono.

A pediatra e consultora do Bem Estar Ana Escobar falou sobre os benefícios da própolis e do mel. Veja o vídeo

Mel alivia a tosse? Ele tem uma substância que puxa água, deixando a mucosa da garganta hidratada. Isso alivia a irritação, diminui a tosse seca e reduz a inflamação. O mel deve ser dado para crianças acima de um ano, alerta a pediatra. Ele é indicado tanto para a tosse seca quanto para a tosse com secreção.

Mel com leite quente: resolve? Ele ajuda muito na tosse, mas o mel ainda é mais potente que o leite.

 

G1

colesterolÍndices muito baixos de LDL, o colesterol “ruim”, e de triglicérides, a principal gordura adquirida pela alimentação, estão associados a um aumento de risco de AVC hemorrágico em mulheres. Isso foi o que mostrou um estudo da Universidade Harvard publicado nesta quarta-feira (10) no periódico da American Academy of Neurology.

Mais de 27 mil mulheres foram acompanhadas durante 19 anos. Os pesquisadores controlaram dados de hipertensão, tabagismo, atividade física e índice de massa corporal. Ao longo desse período, 137 delas sofreram derrame hemorrágico – sangramento cerebral causado pelo rompimento de uma artéria.


Aquelas com níveis de LDL menores que 70 mg/dl apresentaram o dobro de risco de ter o problema do que as com leituras entre 100 mg/dl e 129 mg/dl – índices menores que 100 mg/dl são considerados normais, segundo o estudo.

Já mulheres com índice de triglicérides abaixo de 75 mg/dl também apresentaram o dobro de chance de um AVC hemorrágico em comparação àquelas com níveis acima de 156 mg/dl. Triglicérides abaixo de 150 mg/dl é considerado saudável.
Não houve associação de AVC com o HDL, o colesterol “bom”, ou o colesterol total.
Colesterol tem papel importante no corpo

Cerca de 70% do colesterol é fabricado pelo corpo. Ele tem um papel importante no organismo, pois forma a parede das células, é matéria-prima para hormônios sexuais, participa da formação da vitamina D, faz parte da capa dos neurônios e colabora na digestão.

O LDL, sigla de lipoproteínas de baixa densidade, o colesterol “ruim”, carrega o colesterol do fígado para o resto do corpo, mas costuma deixar parte dessa carga nos vasos sanguíneos, favorecendo a formação de placas.
O HDL, lipoproteínas de alta densidade, o “bom”, por sua vez, faz o trabalho contrário, recolhendo a gordura acumulada nas artérias.

Já os triglicérides não são colesterol, mas, assim como o LDL e o HDL, são gordura. A diferença é que o colesterol é sintetizado pelo corpo - apenas 30% é adquirido por dieta - enquanto os triglicérides provêm da alimentação, além de serem uma forma de armazenamento energético do corpo.

 

R7

Foto: Pixabay