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O Ministério da Saúde anunciou nesta segunda-feira (24) que pessoas a partir de 18 anos, em todo o país, poderão reforçar a imunização contra a Covid-19 com a vacina bivalente. Segundo a pasta, ao menos 97 milhões de brasileiros devem ser atendidos.

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A orientação para receber a vacina bivalente vale para quem já foi imunizado, pelo menos, com duas doses de vacinas monovalentes (CoronaVac, AstraZeneca ou Pfizer) como esquema primário ou como dose de reforço, respeitando-se um intervalo de quatro meses da última dose. Quem ainda não completou o ciclo vacinal e está com alguma dose de reforço em atraso deve procurar as unidades de saúde.

A vacina bivalente passou a ser aplicada no Brasil em fevereiro deste ano. A partir daí, ela era oferecida a pessoas de grupos prioritários, ou seja, que correm o risco de evoluir para casos graves da doença, como idosos a partir de 60 anos, pessoas que vivem e trabalham em instituições de longa permanência, imunossuprimidos, indígenas, ribeirinhos e quilombolas, gestantes e puérperas e pessoas com deficiência, entre outros.

Com a ampliação do público-alvo, o governo espera aumentar a cobertura vacinal contra a Covid-19. Segundo a secretária da Secretaria de Vigilância em Saúde e Ambiente do Ministério da Saúde, Ethel Maciel, aumentar as coberturas vacinais contra a Covid-19 é prioridade. "A vacinação é fundamental para minimizar a carga e prevenir o surgimento de complicações decorrentes da doença."

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Foto: Karina Zambrana/OPAS

A primeira fase da vacinação com a Pfizer bivalente é exclusiva para quem tem mais de 60 anos; gestantes; puérperas (até 45 dias após o parto); trabalhadores de saúde; trabalhadores do sistema prisional e do sistema socioeducativo; população carcerária; adolescentes cumprindo medidas sócioeducativas; pessoas em instituições de longa permanência a partir de 12 anos, e os trabalhadores dessas instituições; imunocomprometidos com pelo menos 12 anos de idade;  pessoas maiores de 12 anos com comorbidades; pessoas com deficiências permanentes com pelo menos 12 anos;  comunidades indígenas, ribeirinhas e quilombolas.

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Para se vacinar, é necessário levar documento de identificação e, se possível, o cartão de vacina onde constem as doses já recebidas de covid-19. A Pfizer bivalente será aplicada a partir de quatro meses da última dose de reforço ou da segunda dose.

Quem não tiver recebido a primeira ou a segunda dose terá que iniciar o esquema vacinal com a dose monovalente, também disponível em unidades da SecreTaria de Saúde.  O Dr. Vinícius Coelho que é médido infectologista esteve sendo entrevista pelo Ivan Nunes sobre esse o processo de vacina com a bivalente.  

Da redação

 

Que atire a primeira pedra quem nunca acordou com dores após uma noite em que dormiu de mau jeito. Porém, acordar indisposto e com dores não ocorre apenas por uma causa. De acordo com Fabiano Nunes, médico ortopedista da BP — A Beneficência Portuguesa de São Paulo, a posição em que a pessoa dorme é um hábito que, embora seja difícil, devido à incapacidade de controle durante o sono, pode ser mudado. "Quando você se deita, até consegue ficar em uma posição adequada, mas, depois que pega no sono, pode mudar e não perceber", observa ele.

Além disso, existem as variáveis que podem influenciar nessas dores, como estresse, ansiedade durante o dia, alterações na musculatura e maus alongamentos. A fisioterapeuta Marcela Rocha afirma também que o uso de colchão ou travesseiro inadequados, excesso de peso, sedentarismo, falta de mobilidade, fraqueza muscular e doenças da coluna também podem ser os responsáveis pelas dores.

O ortopedista da BP afirma que o mau jeito pode ser causado por outros distúrbios do sono, como apneia do sono, insônia, bruxismo e síndrome das pernas inquietas. Essas condições atrapalham o relaxamento da musculatura durante o sono, uma das causas da dor ao acordar.

"É preciso dormir de três a quatro horas para chegar ao sono REM, que é a fase em que há o verdadeiro relaxamento e que oferece um sono reparador. Se você dorme de 10 a 12 horas, mas acorda quatro vezes para ir ao banheiro ou mudar de posição, você não descansa, não relaxa os músculos", completa.

Bruno Zampaulo, ortopedista da operadora de saúde Sami, explica que são duas as posições que podem causar danos à saúde:

"Adormecer de barriga para cima pode fazer com que desconfortos na lombar sejam mais recorrentes. Já deitar de barriga para baixo faz com que a coluna vertebral sofra uma pressão constante, tensionando tanto a região lombar quanto a cervical", afirma.

Nunes alega que o adormecer de barriga para cima faz com que a língua seja jogada para o fundo da boca, o que favorece quadros de apneia — que provocarão microdespertares e, assim, um sono não reparador.

Segundo os especialistas, dormir de mau jeito pode afetar toda a extensão da coluna, mas as regiões cervical (pescoço) e lombar costumam ser as que mais enfrentam dores. Zampaulo esclarece que as dores podem afetar a região dos ombros e, em longo prazo, pode haver deformidades na coluna, como a escoliose. Outros problemas lembrados por Marcela incluem hérnia de disco, artrose e bico de papagaio (osteófito).

Atividades como hidroginástica, pilates e musculação são úteis para prevenir o mau jeito na hora de dormir. Porém, caso as dores ocorram, Nunes aconselha à pessoa que tome um banho quente, alongue-se e repouse no dia seguinte. A acupuntura também é uma alternativa.

Se nenhuma dar sugestões tiver surtido efeito, pode-se recorrer a alguns medicamentos para dor ou relaxantes musculares, mas é importante sempre tomá-los sob orientação médica Atividades como hidroginástica, pilates e musculação são úteis para prevenir o mau jeito na hora de dormir. Porém, caso as dores ocorram, Nunes aconselha à pessoa que tome um banho quente, alongue-se e repouse no dia seguinte. A acupuntura também é uma alternativa.

Se nenhuma dar sugestões tiver surtido efeito, pode-se recorrer a alguns medicamentos para dor ou relaxantes musculares, mas é importante sempre tomá-los sob orientação médica.

 

Os efeitos da cafeína no corpo humano podem variar muito de pessoa para pessoa; e o consumo do café em doses adequadas pode ser muito benéfico para a saúde.

Para exemplificarmos de maneira mais clara os efeitos do café na saúde humana, neste novo estudo, cientistas recrutaram 100 mulheres e homens saudáveis na cidade de São Francisco, Estados Unidos. Eles os equiparam com Fitbits (que são relógios inteligentes, com monitores de glicose) e utilizaram aparelhos de eletrocardiograma, para rastrear os ritmos cardíacos durante duas semanas.

O estudo feito pela The New England Journal of Medicine, também relata que as pessoas se movem mais, andando cerca de mil passos por dia. Mas em contrapartida, a cafeína pode aumentar e muito os riscos de palpitações cardíacas.

Cada participante foi orientado a beber o tanto de café que quisesse por dois dias e depois não ingerir a bebida por mais dois dias, refazendo esse ciclo por um breve período de 14 dias. Os estudiosos conseguiram descobrir que nos dias em que consumiam café, os participantes deram em média 1.059 passos a mais do que nos dias sem ingerir a bebida. Mas nesses dias em que ingeriam, o sono foi bem prejudicado, com os participantes dormindo cerca de 38 minutos a menos. Quanto mais café eles bebiam, mais atividade física era feita e dormiam menos.

O café também afetou de maneira direta o coração. Os estudiosos não encontraram evidências de uma relação significativa entre o consumo de café e as contrações prematuras no coração, que são os batimentos cardíacos precoces, que são muito comuns e que todos nós experimentamos em algum momento de nossas vidas. Esses batimentos surgem das câmaras superiores do coração, explicaram os pesquisadores no artigo publicado. Eles sentiram essas “palpitações” como uma vibração ou batida mais forte no peito.

“Pessoas com mais contrações atriais prematuras correm maior risco de desenvolver um distúrbio clinicamente significativo do ritmo cardíaco chamado fibrilação atrial”, declarou Marcus, um dos responsáveis pela publicação do estudo.

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