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Marcelo Borges, técnico administrativo do Instituto Federal, falou, numa entrevista, sobre a mobilização de greve que está se realizando nessa terça-feira, em Floriano-PI.

O movimento de greve está há vários dias e nessa terça-feira os servidores do Instituto tomaram algumas das principais vias do centro comercial da cidade com uma batucada, usando faixas e fazendo muito barulho com apitos. O trânsito parou. Veja o que colocou o Marcelo Borges, um dos manifestantes.

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Da redação

A Prefeitura de Floriano, através da Secretaria Municipal de Saúde, vem a público esclarecer que o Centro de Controle de Zoonoses realizou o monitoramento prévio dos animais que circulam nos corredores do Hospital Regional Tibério Nunes e contabilizou pelo menos 15 felinos, algumas das fêmeas estão gestantes.

Considerando que a competência administrativa do Hospital é do Governo Estado do Piauí, uma equipe de Vigilância Sanitária do Estado do Piauí deve realizar as avaliações sanitárias devidas.

No que diz respeito aos animais, a equipe do setor de zoonose do município está adotando todas as providências necessárias para o resgate gradual desses felinos, bem como a castração através do programa municipal, onde irão passar por avaliação médica, atualização de vacinação e, após receberem atestados de saúde animal, serão colocados para adoção responsável. Com isso, a gestão municipal, reforça sua responsabilidade com o bem estar animal.

Destacamos ainda que a função do Centro de Zoonoses foi desenhada para receber animais que estão passando por algum tipo de vulnerabilidade em saúde. Colocar animais saudáveis no mesmo ambiente de animais acometidos por algum tipo de doença é crime, de acordo com Lei 14.064 (sobre maus tratos) e a Lei 14.228/21 (que proíbe a eutanásia de cães e gatos de rua por órgãos de zoonose, canis públicos e estabelecimentos similares).

Prefeitura de Floriano Secretaria Municipal de Saúde

Da redação

Um grupo de servidores do Instituto Federal do Piauí, Campus de Floriano, saiu às ruas do centro da cidade num ato de manifestação, nesta manhã. O ato, conforme eles, é unificado de mobilização de greve.

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Os manifestantes que fazem reivindicações, que estavam carregando cartazes e ainda usando apitos para chamar a atenção das pessoas, ocuparam a principal avenida, a Getúlio Vargas, onde se concentra o maior número de lojas e, com isso, o trânsito no local parou.

Profissionais da SUTRAN - Superintendência de Trânsito e Transporte estavam trabalhando para organizar trânsito, contudo, tudo foi sem problemas.

 

Da redação

A distribuidora Ipiranga anunciou nesta segunda-feira (10) o reajuste no preço da gasolina, diesel e etanol em seus postos de combustíveis credenciados. O aumento vai ocorrer a partir de terça-feira (11), mas a empresa não informou qual o valor do reajuste.

Em comunicado enviado aos postos, a Ipiranga afirma que "em adição à dinâmica habituais de repasses, os nossos preços de gasolina, etanol e diesel serão reajustados em função do efeito imediato da MP 1227/24, que restringiu a compensação de créditos tributários de PIS/Cofins".

Procurada, a empresa disse que "pratica uma política de preços alinhada aos parâmetros vigentes, atendendo às normas setoriais". A distribuidora também diz que cabe aos revendedores decidir sobre o preço dos combustíveis na bomba.

"[...] o preço é livre e a prática do preço do combustível na bomba é uma decisão do revendedor, uma vez que a empresa opera em regime de livre iniciativa e concorrência, conforme previsto em lei", diz a empresa. (Leia a nota completa ao fim desta reportagem). Entidades alegam aumento de custo As entidades do setor de combustíveis Brasilcom, Abicom, SindTRR, Fecombustíveis e Sindicom publicaram uma nota conjunta nesta segunda-feira (10) contra a medida.

Segundo as associações, a proibição de usar créditos de PIS/Cofins de insumos para o pagamento de outros tributos federais "represará esses créditos em sua contabilidade e ainda forçará as empresas a buscar outros recursos financeiros como por meio de empréstimos".

O aumento dos custos, segundo as entidades, deve se refletir no preço dos combustíveis.

"Esses custos adicionais impactarão toda a cadeia, inclusive para o transporte público, frete de carga e alimentos, com impactos diretos sobre o consumidor final e sobre a inflação".

Em vídeo compartilhado nesta segunda-feira (10), o presidente do Sindicato dos Postos de Combustível do Distrito Federal (Sindicombustíveis-DF), Paulo Tavares, lembrou que assim como a rede, outras distribuidoras devem repassar os custos, criando uma "nova despesa" que deve se refletir no bolso do consumidor final.

"Se essa medida provisória avançar, muito em breve, [as grandes distribuidoras] vão repassar para os revendedores o custo dessa não compensação dos créditos tributários. Em alguns casos, a variação de preços vai de 3% a 7% de reajustes no diesel, gasolina e etanol. O consumidor deve ficar alerta, porque o revendedor compra da distribuidora, e não da Petrobras". Medida provisória Na semana passada, o governo publicou uma medida provisória que limita o uso dos créditos dos impostos federais PIS/Cofins pelas empresas.

A publicação da medida foi uma forma de o governo compensar a desoneração da folha de pagamentos de setores da economia e de municípios, com o objetivo de cumprir a meta de déficit zero em 2024.

Contudo, a medida desagradou o empresariado. O Instituto Brasileiro do Petróleo (IBP) calcula um impacto de 4% a 7% no preço da gasolina, e de 1% a 4% no valor do diesel por causa do limite nos créditos de PIS/Cofins. MP do PIS/COFINS: entidades temem alta nos combustíveis

O IBP afirma que as distribuidoras de combustíveis não têm como compensar, no pagamento de impostos, todos os créditos de PIS/Cofins. Por isso, teriam que repassar os valores no preço dos combustíveis.

Nesta segunda-feira (10), o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, disse que a medida provisória não deve ter impacto na inflação. Haddad defendeu que vai explicar o texto aos empresários e negociá-lo com o Congresso Nacional.

O g1 entrou em contato com outras redes de distribuição de combustíveis e aguardava retorno até a última atualização desta reportagem.

Veja a nota da empresa na íntegra:

"A Ipiranga informa que pratica uma política de preços alinhada aos parâmetros vigentes, atendendo às normas setoriais. O comunicado foi enviado pela empresa à sua rede de revendedores por meio de canal direto e privado, parte da rotina da relação comercial com a rede.

A Ipiranga reforça, ainda, que o preço é livre e a prática do preço do combustível na bomba é uma decisão do revendedor, uma vez que a empresa opera em regime de livre iniciativa e concorrência, conforme previsto em lei."

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A informação sobre como deve funcionar as empresas nessa quinta é da presidente da Classe Comerciária a líder Jocilena Falcão.  Ela recebeu o repórter Ivan Nunes, do Piauí Notícias, para externar sobre como será o funcionamento das empresas no Dia de Corpus Christi.

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Na entrevista, Jocilana informa que algumas empresas consideradas essências estarão em funcionamento, mas cumprindo o que determina a Lei e o acordo firmado entre as classes de patrôes e empregados do comércio local.

O Sindicato, ainda de acordo com ela, deve agir no caso de algum empreendedor descumprir o acordo. Veja a entrevista com a lider Jocilane Falcão. 

Da redação