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O ex-presidente Michel Temer afirma que o MDB vai trabalhar contra a radicalização durante as eleições de 2026. Segundo o emedebista, a disputa eleitoral deveria ocorrer entre diferentes projetos de governo, e não a partir de conflitos pessoais ou políticos radicalizados.

“O que há no Brasil hoje não é polarização. O que há é radicalização. As pessoas, de um lado e de outro, estão radicalizadas em suas posições. Então é uns contra os outros. É pobre contra rico, é homem contra mulher, é empregado contra empregador, é político de um lado contra político do outro lado”, comentou, durante participação no Congresso Estadual de Municípios, em São Paulo, nesta terça-feira (7).

Para o ex-presidente, a polarização, quando baseada em ideias e programas, é natural em um sistema democrático. “Polarização no sistema democrático é uma coisa importantíssima. A polarização de ideias, de projetos, de programas, de concepções governativas. É fantástico que haja os mais variados projetos disputando para chegar ao governo federal e estadual”, disse.

Temer avalia, no entanto, que o ambiente atual no país ultrapassou essa disputa de projetos e passou para um cenário de enfrentamento político. “E isso leva muitas vezes a conflitos físicos, a agressões físicas. Agressões das mais variadas naturezas. Isso não faz parte da democracia e é contrário à nossa Constituição Federal”, afirmou.

Terceira via e Ronaldo Caiado

Questionado sobre a possibilidade de uma candidatura de terceira via ganhar força em 2026, Temer comentou a pré-candidatura do ex-governador de Goiás, Ronaldo Caiado (PSD).

"Depende da pregação. Não vai ser fácil, eu reconheço. O Caiado tem muita experiência, longa trajetória política, foi meu colega na Câmara dos Deputados, governador, tem muita experiência”, afirmou.

“Pode ser que ele pregue, já vi ele pregando a pacificação, tal como eu faço, não sei se conseguirá furar a chamada polarização ou radicalização”, acrescentou.

MDB e candidatura em 2026

Sobre a estratégia do MDB para a eleição presidencial de 2026, Temer afirmou que o partido ainda discute internamente se terá candidatura própria ou se dará liberdade para que diretórios estaduais tomem decisões locais.

“O MDB é uma espécie de federação, cada estado tem, muitas vezes, uma concepção a respeito de como deve se comportar eleitoralmente. Não é sem razão que muitas e muitas vezes o Baleia, muito adequadamente, diz: ‘olha, não sei se vamos ter candidato’. Não significa que não vamos ter, porque até junho você pode ter candidatura. Mas talvez nós tenhamos que deixar aberto para que cada estado faça o que quiser. E ao fazer o que quiser não é improvável que o MDB tenha uma boa numerosa bancada no Senado, na Câmara dos Deputados e lá continuará a contribuir pelo país”.

Candidatura de Flávio Bolsonaro

Sobre a pré-candidatura presidencial do senador Flávio Bolsonaro (PL), Temer afirmou que o comportamento do parlamentar durante a campanha será determinante para avaliar seu posicionamento político.

“Ele é um Bolsonaro, primeiro ponto. Segundo ponto, eu percebo que ele tem pregado muita tranquilidade, ele tem dito também que quer de alguma maneira a pacificação do país, como faz o Caiado. Caiado tem o mesmo discurso. Eu acho que ele [Flávio] se apresenta como moderado, mas a campanha, especialmente os debates, é que vão revelar se há moderação ou não. Não só dele, mas dos demais candidatos”, ressaltou.

 

Com o encerramento da janela partidária e do prazo de desincompatibilização, a Assembleia Legislativa do Estado do Piauí (Alepi) passa a contar com uma nova configuração de suas bancadas parlamentares.

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A maior representação na Casa é da Federação Brasil da Esperança (PT-PV-PCdoB), que reúne 14 deputados estaduais: Francisco Limma, Rubens Vieira, Fábio Novo, Franzé Silva, Dr. Vinícius, Hélio Isaías, Evaldo Gomes, Dr. Gil Carlos, Fábio Xavier, Firmino Paulo, Flávio Júnior, Janaínna Marques, Nerinho e Dr. Thales Coelho.

O MDB passa a contar com 9 parlamentares: Severo Eulálio, Ana Paula, Dr. Felipe Sampaio, Gracinha Mão Santa, Henrique Pires, João Mádison, Dr. Hélio, Gessivaldo Isaías e Coronel Carlos Augusto.

O Progressistas soma quatro deputados: Gustavo Neiva, Wilson Brandão, Aldo Gil e Bárbara do Firmino. Já o PSD conta com três parlamentares: Marden Menezes, Georgiano Neto e Simone Pereira.

Ascom alepi

O ex-vereador Pedro Costa, de Barão de Grajaú, está internado num dos órgãos de saúde de Floriano-PI, em estado delicado. O ex-parlamentar baronense, que é detentor de vários mandatos como vereador, é um idoso e, devido aos problemas de saúde, vem sendo acompanhado por vários profissionais de saúde.

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Devido ao grave estado de saúde em que se encontra, o seu filho e vereador baronense Teotônio Costa, presidente do Legislativo, não compareceu para presidir a sessão desta noite de terça-feira, 07, no entanto, os trabalhados foram presididos pelo vereador Adelson Alves, conhecido por Bêda, vice-presidente da Câmara.

Valderi, Arilson Lima e Barros foram alguns dos vereadores que compareceram para a sessão dessa noite de terça-feira, 07, na Câmara de Barão de Grajaú-MA, que, após o seu início, o presidente em exercício, vereador Adelson Alves - Bêda, anunciou o estado de saúde do ex-vereador Pedro Costa e, logo, encerrou a sessão. O que colocou o Bêda: 

Conforme informações, o ex-vereador Pedro Costa, que mora na área central de cidade de Barão de Grajaú-MA, está com alguns aparelhos interligados no corpo e sendo acompanhado por profissionais em saúde num hospital de Floriano.

Na casa do ex-vereador, em Barão, tem sido grande a movimentação de parentes e amigos.  O vereador Teotonio Costa, presidente do Poder, tem procurado dar todo apoio ao pai.

 

 

Da redação

Condenado em primeiro grau por improbidade administrativa em maio de 2024, o ex-prefeito de Floriano, Joel Rodrigues, terá o recurso julgado pela 3ª Câmara de Direito Público do Tribunal de Justiça do Piauí (TJ-PI) na próxima quinta-feira (9).

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A ação foi movida pelo Ministério Público Estadual contra o ex-gestor, acusado de não recolher contribuições previdenciárias durante sua administração.

Foto: reprodução

Joel Rodrigues

Joel Rodrigues

A condenação foi proferida pelo juiz da 2ª Vara da Comarca de Floriano, Carlos Marcello Sales Campos. De acordo com o processo, Joel Rodrigues descontou valores dos salários dos servidores municipais, mas não repassou os recursos à Previdência Social, além de também deixar de recolher a parte patronal. As irregularidades ocorreram entre 2007 e 2012, período em que esteve à frente da Prefeitura de Floriano.

O montante que deixou de ser repassado ultrapassa R$ 6 milhões. Na decisão, o magistrado apontou que “a dívida contraída pelo Município foi decorrente de ato intencional do réu, que não providenciou o repasse das contribuições previdenciárias”.

A sentença também determina que, após o trânsito em julgado, o nome do ex-prefeito seja incluído no Cadastro Nacional de Condenados por Ato de Improbidade Administrativa, além da comunicação à Justiça Eleitoral para cumprimento da suspensão dos direitos políticos.

Caso a decisão seja mantida pelo colegiado do TJ-PI, Joel Rodrigues poderá ficar inelegível e impedido de disputar as eleições.

Saiba mais:

Para entender a condenação sofrida por Joel Rodrigues (Progressistas), é preciso mergulhar nas entranhas da contabilidade da Prefeitura de Floriano entre 2005 e 2012, período em que o pré-candidato ao governo pelo Progressistas geriu a cidade.

O que a Justiça classificou como ato de improbidade administrativa não foi um erro de cálculo isolado, mas uma prática sistemática de retenção de verbas previdenciárias que comprometeu o futuro de centenas de servidores municipais - os valores eram referentes à aposentadoria.

O ponto central da acusação, movida inicialmente pelo Município e ratificada pelo Ministério Público, revela que Joel Rodrigues, enquanto prefeito, deixou de repassar ao Fundo Previdenciário Municipal de Floriano (FUNPF) as contribuições descontadas diretamente do contracheque dos trabalhadores entre novembro de 2011 e dezembro de 2012. Além de "segurar" o dinheiro que pertencia ao servidor, a gestão também ignorou o pagamento da parte patronal — a obrigação da prefeitura como empregadora — em um período ainda mais extenso: de julho de 2007 a dezembro de 2012.

Segundo o MPPI, funcionava assim:  a gestão de Joel descontava o valor previdenciário do salário dos servidores, mas não repassava ao Fundo de Previdência. O dinheiro era usado para outra coisa. E isso é improbidade. 

Foto: Redes sociaisJoel

O montante total do débito atingiu a cifra de R$ 6.178.580,07. Na sentença proferida em maio de 2024, o juiz Carlos Marcello Sales Campos foi contundente ao afastar a tese de mera falha administrativa. Para o magistrado, houve "dolo" (intenção), uma vez que o gestor utilizou os valores que deveriam garantir aposentadorias para fechar as contas correntes do município.

O ponto que mais pesou na condenação foi a engenharia dos parcelamentos. Joel Rodrigues realizou acordos para parcelar a dívida milionária em prazos que chegavam a 240 meses (20 anos), mas o fez de forma que os vencimentos começassem apenas em 2013, quando já estaria fora do cargo. 

Dano ao Erário e Servidor: O não repasse gera dívidas com juros e multa para o município (prejuízo ao erário) e impede ou atrasa a contagem de tempo para aposentadoria do servidor, além de reduzir o valor do benefício.

A sentença classifica essa manobra como "total má-fé", servindo apenas para obter o Certificado de Regularidade Previdenciária (CRP) e manter o fluxo de convênios federais, enquanto empurrava a conta para o sucessor e para as gerações futuras de servidores.

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A informação sobre como deve funcionar as empresas nessa quinta é da presidente da Classe Comerciária a líder Jocilena Falcão.  Ela recebeu o repórter Ivan Nunes, do Piauí Notícias, para externar sobre como será o funcionamento das empresas no Dia de Corpus Christi.

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Na entrevista, Jocilana informa que algumas empresas consideradas essências estarão em funcionamento, mas cumprindo o que determina a Lei e o acordo firmado entre as classes de patrôes e empregados do comércio local.

O Sindicato, ainda de acordo com ela, deve agir no caso de algum empreendedor descumprir o acordo. Veja a entrevista com a lider Jocilane Falcão. 

Da redação