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braide

O prefeito de São Luís, Eduardo Braide (PSD)  reconhecido nacionalmente como um dos melhores prefeitos do Brasil, com destaque no Norte e no Nordeste aparece na liderança isolada da corrida pelo Governo do Maranhão em 2026. Os dados são de levantamento do Instituto EPO, realizado com quase 17 mil eleitores em 199 municípios do estado.

Braide soma 34% das intenções de voto, abrindo vantagem expressiva sobre os demais nomes testados. Orleans Brandão (MDB) aparece em segundo lugar, com 19,1%, seguido por Lahésio Bonfim (Novo), com 15,2%, e pelo vice-governador Felipe Camarão (PT), com 12,7%. O percentual de 18,3% de indecisos e votos não válidos indica que o cenário ainda pode sofrer variações, mas não altera o dado central: Braide é hoje o líder absoluto da disputa.

Nos bastidores da política maranhense, a avaliação predominante é de que a força eleitoral de Braide está diretamente ligada à sua imagem de gestor bem avaliado e independente. Críticos e analistas apontam que o prefeito não precisa de alianças com o grupo do ex-governador e atual ministro do STF, Flávio Dino para sustentar sua liderança. Pelo contrário, uma vinculação a esse campo político poderia gerar desgaste e comprometer a autonomia que hoje impulsiona seus números.

encarando.com

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LDO sofreu 27 vetos do governo federal, que serão apreciados pelo Congresso Nacional. O Executivo sancionou a Lei de Diretrizes Orçamentárias de 2026 com a meta de superávit primário de R$ 34,3 bilhões para as contas públicas. As metas dos últimos dois anos foram de déficit zero.

Mas a meta será considerada cumprida se ficar entre zero e R$ 68,5 bilhões. A LDO estabelece as regras para a elaboração e execução dos orçamentos anuais.

Foi sancionada a regra introduzida na LDO 2026 pelo Congresso que determina a execução de 65% das emendas parlamentares individuais e de bancadas estaduais no primeiro semestre do ano para evitar as restrições de repasse de recursos de um ano eleitoral. A regra vale para emendas de transferência direta (pix) e para fundos de saúde e de assistência social.

O governo sancionou a lei com 27 vetos. Um deles também é relativo ao ano eleitoral porque os parlamentares queriam que não fosse uma conduta vedada a doação de bens, valores ou benefícios com encargo para quem recebe. A Lei Eleitoral estabelece que não é possível fazer transferências voluntárias três meses antes das eleições. O governo justificou o veto, dizendo que a mudança não deveria fazer parte da LDO.

Também foi vetado artigo que aumentava a correção do fundo partidário. Segundo o governo, o dispositivo contraria os limites fiscais e poderia resultar na redução dos recursos da Justiça Eleitoral.

Outros vetos

  • Programação específica – O artigo vetado pretendia colocar em programação específica as despesas com apoio à educação de pessoas com altas habilidades e programas estruturados de educação socioemocional. Para o Executivo, a medida dificulta remanejamentos.
  • Competência da União – Os dispositivos vetados permitiam atender despesas com construção e manutenção de rodovias estaduais e municipais e com a malha hidroviária. Para o Executivo, a mudança ampliava as exceções à competência da União.
  • Minha Casa, Minha Vida – O artigo estabelecia prioridade para programas federais de infraestrutura urbana e social como o Minha Casa, Minha Vida para atendimento de regiões que passem por demanda extraordinária de serviços públicos. A justificativa do governo é que é criada uma prioridade adicional sem meta associada.
  • Emendas para transporte – O texto permitia despesas com custeio de transporte público de passageiros, inclusive por meio de emendas parlamentares. O Executivo disse que a mudança ampliaria muito as competências da União.
  • Impedimentos técnicos – O dispositivo vetado permitia o início da execução de emendas parlamentares sem licença ambiental e projeto de engenharia. Eles seriam providenciados ao longo do processo. Mas o governo defende que estas são condições prévias à execução.
  • Emendas de bancada – O texto permitia que as emendas de bancada pudessem ser divididas em valores menores que 10% do total quando fossem de execução direta pela União. O Executivo justifica que a mudança contraria a Lei Complementar 210/24, que estabelece o mínimo de 10% para algumas emendas.
  • Adimplência municipal – O dispositivo permitia que municípios inadimplentes de até 65 mil habitantes pudessem ter recursos empenhados e receber transferências e doações. O Executivo justifica que a adimplência é requerida pela Lei de Responsabilidade Fiscal.
  • Saúde – O artigo estabelecia reajuste dos tetos de repasses para a Saúde desde que comprovada a demanda reprimida do ente beneficiário. O Executivo disse que o texto introduz “elevado grau de incerteza sobre o cálculo dos valores”.
  • Limites – Na execução das emendas parlamentares de transferência especial, o Executivo não poderia estabelecer como valor mínimo montante superior a R$ 200 mil para obras e R$ 100 mil para demais serviços. O Executivo justifica que a competência para fixar estes limites é dele.
  • Restos a pagar – Um dispositivo permitia que os restos a pagar (despesas não executadas de um ano) de determinado orçamento pudessem beneficiar credores diferentes caso haja desistência do credor original ou rescisão contratual. Outro trecho permitia o uso de restos a pagar de uma licitação fracassada em novo processo licitatório. Para o Executivo, os dois itens estão em desacordo com outros normativos legais.
  • Contingenciamento – O texto ampliava as despesas que não podem ser contingenciadas como ações da Embrapa e defesa agropecuária. Mas o Executivo argumentou que isso reduziria a flexibilidade orçamentária.

Os vetos serão analisados pelo Plenário do Congresso Nacional e podem ser mantidos ou derrubados.

Fonte: Agência Câmara de Notícias

"Tenho muito orgulho de ter sido o parlamentar que mais trouxe recursos para o Piauí na história", essa foi uma citação do senador Ciro Nogueira, do Piauí.

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O presidente nacional do PP, conforme informações, conseguiu para o Piauí cerca de R$ 1 bilhão e 250 milhões em obras e investimentos que chegaram aos 224 municípios do estado.

Os números são os seguintes:
Saúde:

261 ambulâncias, 71 ambulâncias do SAMU, 41 vans para pacientes e investimentos em hospitais, UBSs e equipamentos! Porque saúde de qualidade é prioridade!
Educação:

242 ônibus escolares entregues e mais de R$ 9 milhões em climatização e equipamentos para as escolas! Nossos alunos estudam com mais conforto e segurança!
Infraestrutura:

73 Espaços Multieventos, milhares de quilômetros de ruas e avenidas pavimentadas e 65 caminhões de lixo para manter nossas cidades limpas e organizadas!

Assistência Social:

R$ 18 milhões investidos para garantir mais dignidade às famílias piauienses!

Agricultura Familiar:

78 tratores para fortalecer o trabalho no campo e gerar renda para nossos produtores!O que me motiva, disse ele, "é ver o impacto desse trabalho na vida das pessoas. Isso me dá ainda mais energia para continuar lutando por um Piauí mais forte e desenvolvido. Meu compromisso é seguir trabalhando por cada piauiense! Contem comigo!"

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O deputado estadual Gustavo Neiva, num canal de TV de Teresina, o Cidade Verde, citou o senador Ciro, enaltecendo as suas ações pelo Estado. Veja o que coloca o deputado Gustavo. 

Da redação

Nesses últimos dias do último mês do ano de 2025, o deputado estadual Gustavo Neiva, PP, esteve numa reunião com um grupo de líderes que, conforme ele, foi muito produtiva.

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"Muito produtiva e com um diálogo de articulação com o deputado federal Júlio Arcoverde, o vice-prefeito de Floriano, Joab Curvina, e os vereadores Miguel Vieira, Dessim Almeida, Felipe Vieira, James Rodrigues e Joilson Rodrigues", colocou.Na pauta, ainda conforme o deputado, ações concretas que visam fortalecer a Princesa do Sul, garantir mais investimentos e viabilizar mais obras e benfeitorias para Floriano.

"Seguimos juntos, trabalhando!", externou o deputado que trabalha para continuar legislando pelo Piauí; dado isso, deve disputar meios de continuar na ALEPI.

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A informação sobre como deve funcionar as empresas nessa quinta é da presidente da Classe Comerciária a líder Jocilena Falcão.  Ela recebeu o repórter Ivan Nunes, do Piauí Notícias, para externar sobre como será o funcionamento das empresas no Dia de Corpus Christi.

jocinala

Na entrevista, Jocilana informa que algumas empresas consideradas essências estarão em funcionamento, mas cumprindo o que determina a Lei e o acordo firmado entre as classes de patrôes e empregados do comércio local.

O Sindicato, ainda de acordo com ela, deve agir no caso de algum empreendedor descumprir o acordo. Veja a entrevista com a lider Jocilane Falcão. 

Da redação