Foi na terça-feira, 27, que a deputada Elisângela Moura, do PC do B, no Piauí, esteve em Floriano onde, à noite, se reuniu com um grupo de pessoas (filiadas e simpatizantes) para externar sobre projetos e ações.
A liderança da base governista estadual esteve na cidade atendendo um convite da ex-secretária municipal Sílvia Neres.
A reunião com a deputada Elisângela foi num local fechado, conforme a Legislação, pois o periodo é de pré-campanha. Veja o que ela colocou nessa reportagem do portalmedioparnaiba.
A ex-secretária municipal e professora Silvia Neres, uma das representantes do PC do B em Floriano-PI, na função de presidente, esteve reunida com um grupo de amigos, filiados e simpatizantes do partido e, na ocasião, esteve presente a deputada Elizângela Moura.
Conforme Silvia, com a aproximação do período eleitoral, foi necessário trazer a deputada Elizângela ao município de Floriano-PI para que ela pudesse compartilhar suas ideias e projetos com a comunidade local. Veja o que colocou a Sílvia Neres.
Essas lideranças, Silvia e a deputada Elizângela, são apoiadoras do projeto petista estadual, com Rafael Fonteles, no Piauí, e nacional com o presidente Lula que buscam se reeleger nas funções que estão como governador e presidente.
O Plenário da Assembleia Legislativa do Piauí (Alepi) aprovou quatro propostas enviadas pelo Executivo tratando sobre novos empréstimos do Governo do Estado. Com voto contrário do deputado Gustavo Neiva (PP), três novos empréstimos e a alteração de uma operação de crédito aprovada em dezembro passaram em duas votações e agora seguem para sanção do Executivo.
As matérias passaram antes pela Comissão de Fiscalização e Controle, Finanças e Tributação. Os dois empréstimos solicitados pelo governo para a ampliação do metrô de Teresina foram relatados pelo líder do MDB, deputado João Mádison. Ambos autorizam a contratação de empréstimo com a Caixa Econômica Federal, no âmbito do Programa Pró-Transporte, com garantia da União. Um deles até o valor de R$ 55 milhões e o outro com o valor de até R$ 120 milhões.
As outras duas proposições foram relatados pelo líder do PT, Hélio Isaías, na comissão. O Projeto de Lei Ordinária do Governo 41/26 (PLOG) segue uma linha muito parecida com os anteriores, sendo também um empréstimo com a Caixa por meio do Pró-Transporte para o metrô da capital, mas no valor de R$ 220 milhões.
Já o PLOG 58/26 revoga o art. 6º da Lei nº 8.895/25, que trata de empréstimo de R$4,98 bilhões com o Banco do Brasil. Na mensagem do governo, a justificativa é que essa é apenas uma mera formalidade técnica para aprimorar a lei, sem impacto no que foi legislado.
Gustavo Neiva discutiu a revogação do artigo 6º da Lei nº 8.895/25, durante a sessão plenária, criticando tal medida. “Esse artigo era a garantia de que o Banco do Brasil iria receber seu dinheiro direto da conta do estado. Isso, certamente , ajudou a baixar os juros do empréstimo. Retirar isso vai impactar nos valores que vamos ter que pagar. Essa medida é o governo já vendo que lá na frente como não vai conseguir arcar com os empréstimos, ou vamos pagar os empréstimos ou pagar o funcionalismo público”, disse o parlamentar.
O deputado Fábio Novo (PT) rebateu as críticas, afirmando que essa previsão do Gustavo Neiva não vai acontecer. “O próprio Banco do Brasil disse que não há necessidade de ter essa cláusula, por isso vamos retirar sem impactos. Nós estamos adiantando investimentos com muita responsabilidade e estamos colhendo os frutos disso. Olha nosso resultado do PIB, do IDH. Vamos votar aqui a favor desses recursos para que o Piauí continue se desenvolvendo, porque isso é bom para o povo piauiense”, afirmou Fábio Novo.
Durante as discussões, o deputado Gustavo Neiva ainda teve direito de resposta, afirmando que vai enviar amanhã um requerimento à Alepi. “Se o Banco do Brasil orientou isso, ele não é um banco, é um pai! Se ele está abrindo mão de uma garantia de que o Piauí vai pagar sem dobrar ou triplicar os juros, ele é um pai! Não precisa ser economista para saber isso. Vou apresentar um requerimento para saber qual vai ser a diferença entre as condições de pagamento de antes e de agora com essa retirada das garantias reais do pagamento”, colocou o deputado. Fábio Novo pediu para subscrever o requerimento quando for apresentado.
A Câmara dos Deputados aprovou nesta quarta-feira (27), em dois turnos, uma Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que reduz a jornada de trabalho de 44 horas para 40 horas por semana em até 14 meses e permite o fim da escala 6x1 (seis dias de trabalho para um de folga).
Como votaram os deputados no 2º turno Como votaram os partidos no 2º turno Placares das votações da PEC da escala 6x1:
No 1º turno:
foram 472 votos a favor e 22 contra. Ausentes foram 18 deputados. Houve 1 obstrução.
11 deputados do PL votaram contra a PEC:
Bibo Nunes, Caroline De Toni, Daniel Freitas, Daniela Reinerhr, Julia Zanatta, Mauricio Marcon, Nicoletti, Paulo Marinho Jr., Ricardo Guidi, Rosangela Moro e Zé Trovão;
O Novo teve 4 votos contrários:
Adriana Ventura, Gilson Marques, Marcel van Hattem e Ricardo Salles;
União Brasil e o MDB tiveram dois votos: do União, foram Fabio Schiochet e Fausto Pinato; do MDB, Carlos Chiodini e Pezenti;
PSD, PP e Missão, um: Lucas Redecker (PSD-RS); Sergio Turra (PP-RS) e Kim Kataguiri (Missão-SP);
Todos os 65 deputados do PT estavam presentes e votaram a favor da PEC;
Houve uma obstrução: do deputado Luiz Lima (Novo-RJ);
Os 18 deputados ausentes foram: Adolfo Viana (PSDB-BA), Afonso Motta (PDT-RS), Alexandre Leite (União Brasil-SP), Arnaldo Jardim (Cidadania-SP), Cobalchini (MDB-SC), Dilceu Sperafico (PP-PR), Geovania de Sá (Republicanos-SC), Guilherme Derrite (PP-SP), João Carlos Bacelar (PL-BA), José Priante (MDB-PA), Luiz Philippe de Orleans e Bragança (PL-SP), Newton Cardoso Jr (MDB-MG), Padovani (PP-PR), Pedro Lupion (Republicanos-PR), Roberto Monteiro Pai (PL-RJ), Sergio Souza (MDB-PR), Tião Medeiros (PP-PR) e Yandra Moura (União Brasil-SE).
No 2º turno:
foram 461 votos favoráveis e 19 votos contrários. 33 deputados estavam ausentes.
9 deputados do PL votaram contra a PEC:
Bibo Nunes, Caroline De Toni, Daniel Freitas, Daniela Reinerhr, Julia Zanatta, Mauricio Marcon, Nicoletti, Ricardo Guidi e Rosangela Moro; Todos os 65 deputados do PT estavam presentes e votaram a favor;
O Novo teve 4 votos contrários (Adriana Ventura, Gilson Marques, Marcel van Hattem e Ricardo Salles).
MDB teve dois votos (Carlos Chiodini e Pezenti);
União Brasil, PSD, PP e Missão, um: Fabio Schiochet (União Brasil-SC), Lucas Redecker (PSD-RS), Sergio Turra (PP-RS) e Kim Kataguiri (Missão-SP);
Os 33 deputados ausentes foram: Adolfo Viana (PSDB-BA), Alexandre Leite (União Brasil-SP), Arnaldo Jardim (Cidadania-SP), Átila Lins (PSD-AM), Beto Pereira (Republicanos-MS), Célio Studart (PSD-CE), Cobalchini (MDB-SC), Diego Andrade (PSD-MG), Dilceu Sperafico (PP-PR), Eriberto Medeiros (PSB-PE), Geovania de Sá (Republicanos-SC), Guilherme Derrite (PP-SP), João Carlos Bacelar (PL-BA), Jorge Araujo (PP-BA), Julio Arcoverde (PP-PI), Júlio César (PSD-PI), Luciano Vieira (PSDB-RJ), Luiz Lima (Novo-RJ), Luiz Philippe de Orleans e Bragança (PL-SP), Marcos Pereira (Republicanos-SP), Marcos Pollon (PL-MS), Misael Varella (PSD-MG), Newton Cardoso Jr (MDB-MG), Padovani (PP-PR), Paulo Marinho Jr (PL-MA), Pedro Lupion (Republicanos-PR), Roberto Monteiro Pai (PL-RJ), Sergio Souza (MDB-PR), Sidney Leite (PSD-AM), Silvio Antonio (PL-MA), Tião Medeiros (PP-PR), Yandra Moura (União Brasil-SE) e Zé Trovão (PL-SC).
A proposta será enviada ao Senado Federal.
Mais cedo, o texto já havia passado por votação em uma comissão especial da Câmara. O parecer do relator, deputado Leo Prates (Republicanos-BA), foi aprovado por 34 a 4. Apenas deputados do PL e do Novo votaram contra.
Os parlamentares ainda rejeitaram um destaque do PL, que pretendia alterar o período de transição para a escala 5x2, mantendo o texto do relator como apresentado no início desta semana.
A informação sobre como deve funcionar as empresas nessa quinta é da presidente da Classe Comerciária a líder Jocilena Falcão. Ela recebeu o repórter Ivan Nunes, do Piauí Notícias, para externar sobre como será o funcionamento das empresas no Dia de Corpus Christi.
Na entrevista, Jocilana informa que algumas empresas consideradas essências estarão em funcionamento, mas cumprindo o que determina a Lei e o acordo firmado entre as classes de patrôes e empregados do comércio local.
O Sindicato, ainda de acordo com ela, deve agir no caso de algum empreendedor descumprir o acordo. Veja a entrevista com a lider Jocilane Falcão.