Depois de vazamento de mensagens que mostram o ex-juiz federal Sergio Moro, hoje ministro da Justiça e Segurança Pública, orientando procuradores em processos da Operação Lava Jato, feito pelo site The Intercept Brasil, o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Marco Aurélio Mello avalia que o caso prejudica a imagem de Moro como postulante a uma cadeira no STF – o presidente Jair Bolsonaro já disse que vai indicá-lo a uma das duas vagas que abrirão na Corte até 2021, uma delas a do próprio Marco Aurélio.

A Revista VEJA, o ministro afirma ter dúvidas até sobre a permanência do ex-juiz no governo. “É ruim para a imagem do juiz Sergio Moro como candidato a uma cadeira no Supremo. Hoje eu tenho dúvidas até se ele termina o governo aí ministro da Justiça, mas vamos esperar”, declara o ministro do Supremo, que diz não ter tratado com colegas de plenário sobre o caso.

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“Isso é muito ruim e fragiliza o Judiciário, como fragilizou também o Judiciário o fato dele, o juiz Sergio Moro, ter deixado um cargo vitalício, sem a aposentadoria, para ser auxiliar do presidente da República. E o pior é que o presidente o colocou em sabatina constante, até novembro de 2020, no que anunciou o compromisso de indicá-lo para o Supremo. É complicada a caminhada do ministro Sergio Moro, eu não queria estar no lugar dele – e certamente não estaria”, conclui Marco Aurélio.

Propriamente sobre as mensagens de Moro a Deltan Dallagnol em que ele orienta a atuação da procuradoria em um processo contra o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, Marco Aurélio pondera que um juiz só pode se comunicar com as partes nos autos do processo. Ele classifica como “impensável” e “inimaginável” agir como o ex-magistrado.

“Isso é impensável. Para um juiz, é inimaginável instruir uma das partes. Órgão acusador é o Ministério Público, o juiz tem que guardar a independência, a equidistância. Pelo menos na visão do leigo e daqueles que foram processados, isso fica prejudicado, a coisa fica tenebrosa”, disse a VEJA.

Indagado sobre os desdobramentos da revelação das mensagens em ações da Lava Jato, entre os quais o processo do tríplex do Guarujá, que levou Lula à prisão, o ministro do STF diz que, no caso do petista, a ação já está em fase de execução da pena, sem mais debates sobre o mérito da acusação, o que tende a ser considerado pela Justiça como “fato consumado”.

Preso em Curitiba desde o dia 7 de abril de 2018, Lula foi condenado em primeira instância em um outro processo e responde a outras sete ações penais na Justiça Federal.

“No Brasil temos um dado que sempre é levado em conta por colegas magistrados, que é o fato consumado. O processo-crime, pelo menos o primeiro, já está encerrado, está em fase de execução da condenação. Temos que esperar, a defesa que definirá o que fará ante o noticiado. E certamente não será no Supremo, porque não se chega ao Supremo com queima de etapas. Se a defesa entrar com recurso será na primeira instância ou na instância que se pronunciou por último quanto ao mérito, o TRF4”, diz Marco Aurélio Mello.

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No sábado (8), o deputado estadual Warton Lacerda (PT) se reuniu no município de Fronteiras, 411km sul de Teresina, com ex-funcionários da Fábrica de Cimento Itapissuma.

Em pauta, a realização de uma audiência pública na Assembleia Legislativa para discutir o fechamento da fábrica, que será realizada no dia 25 de junho.
 
“Nós aprovamos um requerimento de audiência pública para tratar dos prejuízos ocasionados pelo fechamento da fábrica. E, em acordo com os ex-funcionários, agendamos a audiência para o próximo dia 25 de junho. Devemos contar com a presença da prefeita de Fronteiras, uma comissão de ex-funcionários, secretários de Estado, além dos empresários da indústria cimenteira”, explica.
 
A reunião do parlamentar com os ex-funcionários da fábrica contou com a presença da prefeita de Fronteiras, Maria Jose Ayres de Sousa, além de vereadores e secretários municipais.

 

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A Cachaça Vale do Riachão que vem ganhando espaço no mercado esteve em exposição no Expocachaça, evento do ramo que estava se realizando no período de 06 a 09 em Belo Horizonte-MG.

O evento, com vários stands,  reuniu os maiores produtores de cachaça do Pais em três dias de exposição.

O casal de empreendedores Erivan e Luiza Holanda, da Vale do Riachão, durante esse período trabalhou a divulgação do produto de várias formas e deu detalhes de como é o processo de fabricação da cachaça que é produzida no interior do Maranhão.

No Expocachaça estavam alguns florianenses, como exemplo, o Luiz Carlos e a esposa que acompanharam parte do evento e tiveram no Stand da Vale do Riachão.

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Da redação

Três dos vereadores de oposição, em Floriano, se reuniram hoje na Câmara com os integrantes do Fundo de Previdência do Município.

O foco, foi tratar com os representantes do Fundo sobre a doação do terreno para entidade.

“Nós vereadores fizemos alguns questionamentos aos integrantes do Fundo,  ouvimos o grupo de servidores e devemos tratar de algumas alterações no projeto e pedir algumas explicações para que a gente vote depois,” externou o vereador Antonio José afirmando que o encontro foi interessante e se tratou de um pontapé inicial muito bom.

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Ainda de acordo com o vereador Antonio outras reuniões devem se realizar, antes do projeto ir para votação em Plenário.  Estavam presentes os vereadores Flávio Henrique e Fábio Braga. O  integrantes do Fundo são Márcio Veras, Ana Laura e Aracy.

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Da redação

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