Por determinação é do Tribunal Regional do Trabalho da 22ª Região a Agespisa reintegrou nesta sexta-feira (15), 25 ex-funcionários da empresa.. Os profissionais serão lotados em várias regiões do estado.

Dentre os cargos, agente administrativo, motorista, auxiliar de serviços gerais, agente comercial e auxiliar operacional.

A reintegração foi publicada no Diário Oficial desta sexta-feira (14). Segundo a Agespisa, o mandado de cumprimento da decisão foi entregue no dia 6 de junho e determinava a reintegração dos servidores de forma urgente em dez dias. 

Segundo comunicado da Agespisa no Diário Oficial, a partir do dia 17 de junho, segunda, os servidores já estarão de volta aos quadros da empresa.

 "Determinar que, em seguida, através da Assessoria Jurídica seja informado à Justiça do Trabalho o devido cumprimento do Mandado Judicial", diz a Agespisa.

 

cidadeverde

 

Neste momento três nomes da oposição em Guadalupe-PI se articulam visando o processo eleitoral de 2020, para prefeito.

suruma

A vereadora Suruma Martins que vem de vários mandatos, o ex-prefeito Wallem e o ex-vereador Amadeu Júnior, esse último que perdeu o processo em 2016 com uma diferênça demais de 1.600 votos, são os nomes que vem sendo especulados.

A vereadora Suruma que era da base governista e que deixou o bloco no final do ano, na manhã de hoje, 15, atendeu uma ligação do Piauí Notícias e falou das suas pretenções políticas.  

Ela disse que rompeu com a aual gestão visando se aliar a oposição e com o objetivo de seguir um projeto político, mas que há neste momento está havendo um diálgo com líderes locais.

"Estou seguindo o meu trabalho do dia a dia, mas tenho tido conversas com algumas lideranças locais", lembra a vereadora. 

Um dos diálogos agendados para os próximos dias, segundo ela, será com o deputado estadual Zé Santana que estará participando de algumas ações políticas e culturais na cidade ainda neste mês. 

A vereadora Suruma acredita que logo, por meio de uma pesquisa e atendendo a vontade do povo, o grupo oposicionista deve anunciar quem estará no embate com a prefeita Neidinha, que ja anunciou que tentará a reeleição. 

De acordo com a Justiça Eleitoral o município tem 7.992 eleitores aptos ao processo de votação em outubro do ano que vem.

 

Da redação

 Neidinha Lima (PSD), prefeita de Guadalupe,  anunciou durante a Convenção Municipal do PSD, que definiu os nomes para o Diretório Municipal do partido, realizado no último sábado, 8,  que disputará pela quarta-vez o cargo de prefeita do Município de Guadalupe.

neidinha

O anuncio aconteceu quando a Prefeita falava sobre os grandes desafios enfrentados como gestora de Guadalupe, as conquistas alcançadas e o muito que ainda a que se fazer.

Ela falou em persistência ao lembrar que antes de ser prefeita havia disputado outras duas vezes até chegar a oportunidade dada pelo povo para ser a primeira prefeita de Guadalupe.

Disse que o mais difícil é ter que dizer não quando o anseio de quem a procura é ouvir um sim, mas a administração pública exige muitos sacrifícios e responsabilidades, disse mais, que tem a consciência de que tem procurado fazer o melhor para o povo, por isso confirma sua pré-candidatura ao cargo de Prefeita nas eleições de 2020. 

Neidinha utilizou o seu facebook pessoal para confirmar essa afirmação.

 

Com informações do Guadalupe agora

pauloguedesO ministro da Economia, Paulo Guedes, criticou nesta sexta-feira (14) as mudanças propostas pelo relator do projeto de reforma da Previdência na Câmara dos Deputados e atribuiu as modificações à "pressões corporativas" e ao "lobby de servidores do Legislativo".

"Eu acho que houve um recuo que pode abortar a nova Previdência. O recuo é que pelo menos pressões corporativas e de servidores do Legislativo forçaram o relator a abrir de R$ 30 bi para os servidores do Legislativo que já são favorecidos no sistema normal, então recuaram na regra de transição. E como isso ia ficar feio, recuar só nos servidores, estenderam também para o regime geral", disse o ministro.

O relator da proposta na Câmara, Samuel Moreira (PSDB-SP) apresentou seu parecer à Comissão Especial da casa nesta quinta-feira (13) com economia menor que a prevista pelo governo, retirando alguns dos principais pontos do texto entregue pelo governo como mudanças na aposentadoria rural e no Benefício de Prestação Continuada (BPC). Além disso, ficaram de fora do relatório o regime de capitalização proposto pelo governo, além dos estados e os municípios.


"Eu esperava que cortassem o BPC e o Rural, daí ficava R$ 1 trilhão [de economia no orçamento em dez anos]. Porque com R$ 1 trilhão, eu alertei varias vezes, nós conseguimos lançar a nova Previdência, que é o compromisso com as futuras gerações. Mas aí, na verdade, cortaram R$ 350 bilhões [da proposta original]", enfatizou o ministro.

Guedes não comentou todas as alterações feitas na proposta, mas destacou que "preferimos que estados e municípios fossem incluídos, isso é importante porque eles estão fragilizados financeiramente". Destacou, no entanto, que considera a atitude dos parlamentares contrária à estruturação de uma reforma.

"Eu não vou criticar, eu estou esclarecendo e vou respeitar a decisão do Congresso. Agora, é importante que os deputados, que o relator, se aprovar a reforma do relator, que são R$ 860 bilhões de cortes, [digam que] abortaram a nova Previdência. Mostraram que não há compromisso com as futuras gerações. O compromisso com os servidores públicos do Legislativo parece maior do que das futuras gerações", declarou.


O ministro foi enfático ao afirmar que se a proposta for aprovada com as alterações sugeridas pelo relator, "daqui a 5 ou 6 anos tem outra reforma".

"O que o relator está dizendo é 'abortamos a nova Previdência e gostamos mesmo é da velha Previdência. Cedemos ao lobby dos servidores públicos que eram, justamente, os privilegiados", disparou Guedes.

O ministro conversou com jornalistas ao sair da sede do Consulado-geral da Itália, no Centro do Rio de Janeiro, onde se encontrou com empresários italianos. Somente jornalistas da Itália foram autorizados a acompanhar o evento.


Greve
Questionado sobre a greve realizada nesta sexta em protesto pela reforma da Previdência, o ministro Paulo Guedes ironizou os atos, sugerindo que deveriam ter sido marcados para o fim de semana.

"Protesto eu acho que devia fazer sábado e domingo em vez de engarrafar a cidade para fingir que tem muito movimento“, disse.

 

G1

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