Nikolas Ferreira, deputado federal pelo Partido Liberal, usou as redes sociais para pedir a prisão do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) após o mesmo cometer transfobia contra a deputada Erika Hilton, sua aliada, em discurso durante um evento.
Depois de chamar Erik Hilton de ‘ele’, o assunto viralizou nas redes sociais e Nikolas Ferreira não deixou de pedir a prisão de Luiz Inácio Lula da Silva, afirmando que ele havia cometido o crime da transfobia. “Prendam esse homofóbico!!!“, pediu o deputado bolsonarista.
Nas redes sociais, os internautas reagiram e escreveram: “Não há legitimidade em quem ataca a própria nação ao pedir intervenção estrangeira e, ao mesmo tempo, espalha ódio contra pessoas por quem elas são“, disse um.
“Vestidinha do jeito que ELE tá me quebrou kkkkkkk“, comentou outro. “Nikolas, como alguém que também entende que a biologia é o fato e que só existem dois gêneros, vejo um erro tático grave no seu post“, destacou mais um.
Uma declaração feita pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva durante um evento público neste sábado gerou forte repercussão nas redes sociais e reacendeu debates sobre respeito à identidade de gênero e o uso de linguagem adequada por autoridades. Ao comentar os riscos do uso indevido da inteligência artificial, o presidente mencionou a deputada federal Erika Hilton, do PSOL de São Paulo, utilizando pronomes masculinos, o que provocou críticas imediatas.
O episódio ocorreu enquanto Lula alertava sobre a capacidade da inteligência artificial de manipular imagens e produzir conteúdos falsos, capazes de expor pessoas a situações constrangedoras ou criminosas. Ao dar um exemplo hipotético, o presidente citou a deputada e, ao descrevê-la, acabou se referindo a ela no masculino, apesar de Erika Hilton ser uma mulher trans e reconhecer publicamente sua identidade de gênero feminina.
A fala rapidamente se espalhou pelas redes sociais e passou a ser alvo de comentários, análises e críticas de apoiadores da causa LGBTQIA+ e de usuários que consideraram o episódio desrespeitoso. Para muitos, o uso inadequado do pronome não pode ser tratado como um simples deslize, sobretudo vindo de uma autoridade máxima do país, que frequentemente se posiciona em defesa da diversidade e dos direitos humanos.
A repercussão foi intensificada pelo histórico da própria deputada em relação ao tema. Erika Hilton já foi alvo de ataques considerados transfóbicos e, em diversas ocasiões, recorreu à Justiça contra políticos e influenciadores que, segundo ela, utilizaram pronomes masculinos de forma intencional para deslegitimar sua identidade. Esses episódios transformaram a questão do tratamento nominal em um ponto sensível e recorrente no debate público envolvendo a parlamentar.
Entre os processos judiciais movidos por Erika Hilton, estão ações de grande repercussão contra nomes conhecidos da política e do ativismo conservador. As ações envolvem pedidos de indenização por danos morais e têm como base o entendimento de que o uso deliberado de pronomes incorretos configura uma forma de violência simbólica e discriminação. Esses casos ajudaram a consolidar a deputada como uma das principais vozes no combate à transfobia institucional no país.
Até o momento, Erika Hilton não se pronunciou oficialmente sobre a declaração do presidente. O silêncio tem sido interpretado de diferentes formas por analistas políticos e usuários das redes sociais. Alguns avaliam que a deputada pode aguardar um eventual pedido de esclarecimento ou retratação, enquanto outros acreditam que o episódio poderá ser tratado como parte de um debate mais amplo sobre educação, linguagem e responsabilidade pública.
O Palácio do Planalto também não divulgou nota específica sobre o ocorrido até agora. Ainda assim, aliados do governo destacam que o contexto da fala estava relacionado a um alerta sobre os perigos da tecnologia e não teria tido a intenção de desrespeitar a parlamentar. Críticos, por outro lado, argumentam que a intenção não elimina o impacto da declaração, especialmente em um país onde pessoas trans ainda enfrentam altos índices de discriminação e violência.
O episódio expõe mais uma vez como questões relacionadas à identidade de gênero seguem no centro do debate político brasileiro. Também reforça a cobrança por maior cuidado no discurso de autoridades públicas, sobretudo quando se trata de grupos historicamente vulneráveis. Em um ambiente político cada vez mais atento às pautas identitárias, declarações desse tipo tendem a ter repercussão imediata e duradoura.
Os amantes da cultura nordestina, de Piripiri-PI, estiveram com amigos e visitantes realizando a 3ª Cavalgada da Chácara Jatobá e Chácara São Francisco, um evento que vem reunindo grande número de pessoas.
Por dias, um grupo de pessoas esteve organizando o evento para que, na data, conforme a programação, fosse um sucesso. A Cavalgada contou com a presença da deputada estadual Ana Paula, uma liderança que apoia a cultura, o esporte e outras ações em várias cidades do estado do Piauí e, sempre que pode, está envolvida diretamente na programação elaborada.
"A manhã de sábado foi diferente! Estive em Piripiri ao lado de grandes parceiros, com a alegria de participar da cavalgada e valorizar a cultura e as raízes do nosso Piauí", externou a deputada Ana Paula.
Em Floriano, onde a deputada tem inúmeros apoiadores, ela tem feito visitas e tem se reunido com o suplente de vereador Erisvaldo Borges, com outros líderes locais e esses tem apresentado demandas a parlamentar, referente a algumas necessidades dos florianenses.
No sábado pela manhã, na zona urbana de Barão de Grajaú-MA, o prefeito Gleydson Resende e o vice Antônio Carlos estiveram entregando uma obra, que foi a restauração do Posto de Saúde da comunidade Vereda Grande.
A solenidade com discursos e com presença de moradores da comunidade foi com pronunciamentos e, durante o seu discurso, o prefeito falou nos parceiros, no governo e ainda afirmou que outras obras deverão ser inauguradas em breve.
O gestor, que está se articulando para uma vaga no Poder Legislativo estadual do Maranhão, falou ainda em projetos e afirmou que o município ainda tem muito a ganhar nessa nova gestão.
A informação sobre como deve funcionar as empresas nessa quinta é da presidente da Classe Comerciária a líder Jocilena Falcão. Ela recebeu o repórter Ivan Nunes, do Piauí Notícias, para externar sobre como será o funcionamento das empresas no Dia de Corpus Christi.
Na entrevista, Jocilana informa que algumas empresas consideradas essências estarão em funcionamento, mas cumprindo o que determina a Lei e o acordo firmado entre as classes de patrôes e empregados do comércio local.
O Sindicato, ainda de acordo com ela, deve agir no caso de algum empreendedor descumprir o acordo. Veja a entrevista com a lider Jocilane Falcão.