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O Parque Empresarial de Floriano passa a ter, oficialmente, o nome de Ariosvaldo Quaresma da Silva, popularmente conhecido como “Vadinho”, em uma homenagem que marca a história do desenvolvimento econômico do município e de toda a região Sul do Piauí.

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A mudança de denominação foi sancionada pelo Governo do Estado do Piauí por meio da Lei nº 8.917, de 5 de janeiro de 2026, e publicada no Diário Oficial do Estado, passando a ter validade legal em todo o território estadual.

A iniciativa é de autoria do deputado estadual Dr. Marcus Vinícius Kalume (PT), que ressaltou a importância de reconhecer, ainda em vida ou postumamente, personalidades que contribuíram de forma decisiva para o progresso das cidades piauienses.

Segundo o parlamentar, a homenagem é mais do que simbólica: representa o reconhecimento a uma trajetória marcada por trabalho, empreendedorismo, visão de futuro e compromisso com o crescimento de Floriano.

“Agora é lei. Uma proposta de nossa autoria que dará ao Parque Empresarial de Floriano um nome que representa visão, trabalho e futuro”, destacou Dr. Marcus Kalume, ao comentar a sanção da lei. Para ele, Ariosvaldo Quaresma da Silva deixa um legado que inspira novas gerações de empreendedores, empresários e gestores públicos a acreditarem no potencial econômico da região.

Conhecido carinhosamente como Vadinho, Ariosvaldo Quaresma teve papel relevante no fortalecimento das atividades econômicas locais, contribuindo para a geração de emprego, renda e oportunidades. Seu nome agora passa a identificar um espaço estratégico para o desenvolvimento industrial, comercial e logístico de Floriano, reforçando a importância do Parque Empresarial como motor de crescimento e inovação.

A nova denominação também fortalece o vínculo entre a história da cidade e seus equipamentos públicos, valorizando aqueles que ajudaram a construir o presente e apontar caminhos para o futuro.

O Parque Empresarial Ariosvaldo Quaresma da Silva se consolida, assim, não apenas como um polo de negócios, mas também como um símbolo de reconhecimento, memória e identidade para o povo florianense.

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Ascom Marcou Vinicius

Lula e Tarcísio de Freitas – Foto: Ricardo Stuckert/Palácio do Planalto

Lula e Tarcísio de Freitas – Foto: Ricardo Stuckert/Palácio do Planalto

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva, do Partido dos Trabalhadores, descobriu a salvação para derrubar Tarcísio de Freitas no governo de São Paulo e eleger alguém alinhado a ele.

E a salvadora é a ministra do Planejamento e Orçamento, Simone Tebet (MDB-MS), que passou a ser percebida pelo ex-torneiro mecânico como a grande alternativa para encarar o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), em uma possível briga pelo Palácio dos Bandeirantes.

O nome da beldade ganha tração em um momento onde Tarcísio surge como favorito nas pesquisas eleitorais. O governo começa a planejar estratégias políticas com a meta nos governos estaduais para 2026, comno informa a CNN. Dessa forma, Tebet surge como peça relevante para aumentar as alianças no estado e disputar a região, que já foi governada pelo vice-presidente Geraldo Alckmin.

Lula descobre salvação em SP

A guerra dos tronos paulista passa por uma mudança de rota, com a elevação de outros nomes de peso, como o ministro da Fazenda, Fernando Haddad (PT), e o vice-presidente, Geraldo Alckmin (PSB), mas Tebet ainda é a queridinha do “Nine”.

Com Fernando Haddad resistindo em sair candidato, o petista encontra problemas em conseguir um palanque na região com maior número de eleitores concentrados. O MDB, partido da ministra, não quer aceitar, e deve apoiar a reeleição de Tarcísio de Freitas. Se isso se confirmar, Tebet deve tentar o Senado pelo Mato Grosso do Sul, sua região.

Na última disputa, Haddad segurou votos para Lula na Região Metropolitana de São Paulo, evitando a vitória de Jair Bolsonaro. Contudo, ele quer gerenciar a campanha de Lula. Já Geraldo Alckmin prefere seguir como vice de novo. Para o Senado de São Paulo, ele avalia lançar Marina Silva.

Msn

O ex-prefeito Joel Rodrigues, de Floriano, esteve hoje cedo sendo recebido pelo prefeito Silvio Mendes, de Teresina, e pelo vice-prefeito Jeová Alencar. Conforme informaçoes, o presidente do PP - Partido Progressista no PI, o lider Joel cumpre agenda na propria sede do partido e ainda ficou ter alguns dialigos voltado à política. 

jeov

"Passando pela Prefeitura de Teresina e aproveitando uma boa conversa com o prefeito Silvio Mendes e o vice Jeová Alencar. Diálogo tranquilo e boas ideias pra começar a semana",externou o progressista.

Nesses primeiros dias do ano de 2026, Joel esteve com muitas líderanças locais, ou seja, de Floriano, bem como, com de outras cidades. 

Da redação

Após mais de 60 anos realizando a gestão do fornecimento de água e esgoto para os piauienses, foi aprovado em julho de 2025 o projeto do pelo Governo do Estado  autorizando a liquidação da Agespisa.

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Deputado com mais tempo de mandato na Casa Legislativa, o primeiro secretário Wilson Brandão (PP) lembra que empresas públicas como Agespisa, Cepisa, Telepisa e Fripisa marcaram a gestão pública e a vida dos piauienses: “Nós vivemos vários ciclos da administração pública. A Agespisa, bem como a Cepisa, são patrimônios do povo piauiense criados na década de 1960 e prestaram grande serviço à sociedade piauiense no fornecimento de água e esgoto e na questão da expansão da rede elétrica”.

Ao mesmo tempo, o parlamentar destaca que mudanças sempre acontecem: “Esses ciclos vão se modificando com o tempo, com novas estratégias de gestão. A verdade é que tanto a Cepisa, que foi federalizada com a Eletrobras e depois privatizada, quanto, agora, a Agespisa, vivenciaram muitos momentos de crises financeiras. Eu acredito que foi baseada nessa falta de recursos para investimentos que o governador Rafael Fonteles resolveu privatizá-la”.

Liquidação andou junto com nomeações para fiscalização de empresa privada

Ainda no primeiro semestre de 2025, os deputados aprovaram outros projetos relacionados ao fornecimento de água e esgoto e à extinção da Agespisa. No mês de março, tramitou na Casa a nomeação da advogada Thaís Araripe Dias para a Agrespi (Agência de Regulação dos Serviços Públicos Delegados do Estado do Piauí). A indicação do Governo do Estado foi aprovada por unanimidade com cobrança de Gessivaldo Isaías (Republicanos) e Wilson Brandão para que ela observasse com maior atenção os trabalhos da Equatorial e da Agespisa.

No mês de julho de 2025, foi aprovada a indicação do também advogado Garcías Guedes para gerir a Agespisa. O novo gestor recebeu a missão de cuidar do patrimônio residual da empresa pública e dos funcionários que não haviam aderido ao Plano de Demissão Voluntária, que são cerca de 240 e se tornaram um dos pontos mais sensíveis do processo de liquidação.

Debate sobre situação dos servidores

O deputado Gustavo Neiva (PP) é o mais crítico à situação desses servidores: “Com a lei que veio, que tratou da liquidação da Agespisa, eu coloquei uma emenda protegendo esses servidores. São cerca de 240 servidores que não quiseram aderir ao PDV (Programa de Demissão Voluntária), quiseram permanecer no serviço público e eu apresentei uma emenda para proteger o ganha pão desses servidores. Infelizmente, o Governo do Estado derrubou a minha emenda e esses servidores estão no limbo”.

A lei citada pelo deputado foi enviada à Alepi por meio do Projeto de Lei Complementar do Governo 8/25, que chegou à Casa no dia oito de julho. Na semana seguinte, os membros da Comissão de Constituição e Justiça aprovaram o relatório de Rubens Vieira (PT), favorável à iniciativa. O mesmo caminho foi seguido ao parecer de Tiago Vasconcelos (MDB) na Comissão de Administração Pública e Política Social. O Plenário aprovou a matéria por 20 votos a 1, sendo o único contrário do deputado Gustavo Neiva. Nas comissões, Franzé Silva (PT) ainda tentou defender a emenda defendendo os servidores que não aderiram o PDV, mas não houve avanço.

Deputados passam a cobrar Águas do Piauí e prefeitos

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Se o primeiro semestre foi pautado pela autorização para a liquidação da Agespisa, no segundo semestre os parlamentares passaram a cobrar a Águas do Piauí, empresa que venceu o leilão para assumir os serviços da empresa pública nas áreas urbanas e em algumas comunidades rurais. Pedro II, Santa Filomena, Guadalupe, Avelino Lopes, Lagoa Alegre, Murici dos Portelas, Parnaíba e Ilha Grande foram municípios para os quais os deputados aprovaram requerimentos cobrando melhorias, ou um plano de trabalho. A zona rural de Teresina também foi pautada nessas matérias.

Gracinha Mão Santa (PP) é uma das parlamentares que mais reivindica respostas. “[A Águas do Piauí diz]: já apliquei milhões, já se aplicou tanto, está andando, mas onde e qual é esse caminho e para quem a população vai se dirigir de uma maneira rápida? Se esse investimento está sendo feito nos lugares, eles têm que explicar qual está sendo a prioridade, por onde estão começando e onde vão chegar. Tem que existir um cronograma claro, transparente e que a população entenda e que nós parlamentares também entendamos. Isso não é contra A, B ou C, isso é a favor de todos”, cobra a deputada.

Os deputados também criticam as prefeituras. “Em muitos municípios, não posso afirmar em todos, existiam poços da Agespisa e poços das prefeituras. Os poços da Agespisa foram absorvidos pela Águas do Piauí. Os poços das prefeituras, os prefeitos assinaram a concessão, autorizando a MRAE (Microrregião de Água e Esgoto do Estado do Piauí) e a Águas do Piauí [a administrar], e receberam valores para isso. No caso de Altos, eram mais de 150 poços estimados em algo em torno de R$6 milhões de reais. Esses valores têm que ser revertidos em ações para a população e nós não sabemos que tipo de ação aconteceu ou está acontecendo. Eu acho que isso é um documento público e tem que vir a público para esclarecer todos esses fatos”, exige o deputado Warton Lacerda (PT).

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A informação sobre como deve funcionar as empresas nessa quinta é da presidente da Classe Comerciária a líder Jocilena Falcão.  Ela recebeu o repórter Ivan Nunes, do Piauí Notícias, para externar sobre como será o funcionamento das empresas no Dia de Corpus Christi.

jocinala

Na entrevista, Jocilana informa que algumas empresas consideradas essências estarão em funcionamento, mas cumprindo o que determina a Lei e o acordo firmado entre as classes de patrôes e empregados do comércio local.

O Sindicato, ainda de acordo com ela, deve agir no caso de algum empreendedor descumprir o acordo. Veja a entrevista com a lider Jocilane Falcão. 

Da redação