Na semana passada, o vereador James Rodrigues, da base governista, usou seu pronunciamento, na Câmara de Floriano-PI para denunciar a gestão municipal quanto as falhas no serviço de capina e limpeza do município. O parlamentar fez duras críticas ao avanço do mato em locais onde a limpeza deveria ser contínua, como nos cemitérios públicos.
Nesse trecho (Curtume), não passa um carro de passeio por uma moto, porquê o mato não deixa.
“É preciso manter um serviço de limpeza permanente, especialmente nos cemitérios, porque não se trata apenas de limpeza, mas de questão de saúde pública dada a quantidade de vasos e recipientes que podem servir de criadouro de mosquito transmissores da dengue e tantas outras doenças”, ponderou.
Mesma rua, um pouco mais abaxo.
Além de apontar falhas na limpeza, o parlamentar denunciou quanto a um vazamento na caixa dágua do Cemitério Bom Jardim, que segundo ele, já dura um ano.
Bairro Cancela
“Isso é inadmissível. Eu trago essa fala não para ser contra a gestão, mas por convicção de que o prefeito, pelo compromisso e amor por Floriano, não pode aceitar esse tipo de situação. Aproveito para pedir aos agentes públicos que adotem as providencias imediatas para melhorar o serviço de limpeza”, afirmou.
James lembrou que no ano passado, apresentou indicação para a execução do serviço de sarjetas nas ruas asfaltadas, de forma a evitar o crescimento de mato. “Infelizmente essa indicação ainda não saiu do papel. Se as sarjetas tivessem sido efetivadas, iríamos reduzir a demanda de capina para atuar em outras zonas mais críticas. Trago esse tema por ser bom para toda a população e otimizar o trabalho de limpeza pública”, concluiu.
A Assembleia Legislativa do Piauí realizou, na manhã desta segunda-feira (9), sessão solene para a concessão de Título de Cidadania Piauiense ao mineiro Dirceu Fernandes Silva (Pastor Dirceu Neto), pelos relevantes serviços prestados ao povo piauiense. O requerimento foi de autoria do deputado Dr. Marcus Vinícius Kalume (PT).
O parlamentar ressaltou que a homenagem foi um momento importante na Casa do Povo do Piauí. “Agradeço aos parlamentares que aprovaram por unanimidade este momento tão importante, não só para o pastor, mas também para sua família, para sua congregação, para o estado do Piauí. O Piauí hoje faz um agradecimento aos serviços prestados pelo pastor Dirceu, em especial na cidade de Floriano, que é evangelizar, levar a fé e poder salvar tantas vidas. Então que Deus continue iluminando e abençoando o pastor, que a partir de agora é um cidadão Piauiense”, concluiu.
O vereador de Floriano, Dessin Almeida, também parabenizou o homenageado: “Eu fui o vereador que tive a honra ou privilégio de conceder o título de cidadão florianense ao pastor Dirceu há alguns anos e eu quero apenas registrar aqui a importância desse reconhecimento, do reconhecimento do trabalho que é prestado, realizado por um homem de Deus, por um pastor e por que não dizer pela pessoa do pastor Dirceu desde que chegou ao estado do Piauí, realizando um trabalho imensurável não apenas na cidade de Floriano, mas em todo o estado”.
O homenageado, em seu discurso ,disse que se sente muito agradecido, principalmente agradecido a Deus e, também ao deputado Dr. Marcus Vinícius Kalume, à igreja Assembleia de Deus/Missão de Floriano. “Há mais de uma década eu cheguei aqui no estado do Piauí e de lá para cá a gente tem trabalhado com aquilo que a gente mais ama, que são pessoas, são almas, são famílias e eu posso dizer que aqui no Piauí eu encontrei um povo amoroso, acolhedor, simples e hoje eu olho para esse estado não mais como um campo missionário, mas como o meu lar, a minha casa”, afirmou.
Fizeram parte da mesa de honra, Dessin Almeida, Vereador de Floriano, Luciene Fernandes Silva, mãe do homenageado, Sulamita Inês Souza Ribeiro, esposa do homenageado, Antônio Elton Noronha, Diácono da Igreja Assembleia de Deus / Missão de Floriano e Geanni Zifirino Noronha, membra da Igreja Assembleia de Deus Missão e Líder do Círculo de Oração.
Amós Tito, colaborador de uma empresa de adesivagem em Floriano, cita sobre os negócios nesse período de início de aulas e de carnaval em Floriano e confirmou que há uma procura pelos serviços, mas não como em anos anteriores e mais, que hoje a empresa transferiu a sede para Teresina.
A Exclusiva tinha vários anos no mercado de Floriano e hoje, de acordo com o servidor, na cidade existe apenas uma representação.
Em São José do Peixe-PI, a gestão do prefeito Dr. Celso Antônio (PT) exibe um contraste que não passa despercebido: enquanto tenta emplacar, a qualquer custo, um contrato milionário para gerenciar uma frota de apenas 26 veículos, a saúde básica do município entra em colapso a ponto de ter os serviços de enfermagem do hospital municipal interditados por falta de condições mínimas.
De um lado, dinheiro e energia política para contratar uma empresa especializada em gestão de frota. Do outro, leitos e corredores sem enfermeiro 24 horas, sem responsável técnico, sem protocolos, sem equipe suficiente. É o retrato de uma prioridade distorcida: a máquina bem cuidada, a população, não.
A interdição ética da Unidade Mista de Saúde de São José do Peixe, determinada pelo Coren-PI, não é um detalhe burocrático: é um atestado oficial de que o município não oferece condições mínimas de segurança para pacientes e profissionais. O relatório é duro e objetivo.
Não havia enfermeiro 24 horas. O enfermeiro responsável técnico foi desligado sem substituto formal. Não existiam manual de normas e rotinas, regimento interno nem Procedimentos Operacionais Padrão (POP). Os registros de enfermagem, exigidos pela Resolução Cofen nº 736/2024, simplesmente não eram feitos de forma adequada. A equipe era insuficiente e sequer havia um cálculo técnico de dimensionamento de pessoal. Em linguagem simples: o serviço funcionava no improviso, sem estrutura, sem comando técnico e com déficit de gente para cuidar devidamente dos pacientes.
Foi diante desse cenário que o Coren determinou a interdição ética dos serviços de enfermagem. Na prática, os profissionais ficam impedidos de trabalhar na unidade até que a Prefeitura corrija as irregularidades. Os pacientes que já estavam internados seguem assistidos, mas novos atendimentos ficam comprometidos. Não se trata de punição ao profissional, como esclareceu o presidente do Coren-PI, Samuel Freitas; trata-se de uma medida de proteção à população, uma espécie de freio de emergência acionado quando a assistência perde o mínimo de segurança. O hospital só voltará a funcionar normalmente quando a gestão municipal provar, com documentos e estrutura, que fez o dever de casa. Até lá, a mensagem é clara: a saúde foi deixada de lado.
Esse abandono contrasta frontalmente com o zelo demonstrado pelo prefeito na área de contratos milionários. O Ministério Público abriu um Inquérito Civil para investigar a verdadeira novela em torno da gestão da frota municipal. Em junho de 2025, a Prefeitura firmou com a empresa Intech Gestão de Benefícios Ltda o Contrato nº 041/2025, de R$ 3.439.750,00, para “gerenciamento informatizado da frota” – lembrando que essa frota é de apenas 26 veículos. A repercussão negativa, inclusive exposta pelo OPINIÃO E NOTÍCIA, foi tão grande que, pouco mais de um mês depois, em agosto, o próprio município rescindiu o contrato, alegando genericamente “razões de interesse público” e dizendo que o negócio já não era conveniente nem oportuno.
Seria o momento óbvio para a gestão recuar, revisar prioridades, repensar gastos e focar onde o povo mais precisa – como na saúde que agora está interditada. Mas não foi isso que aconteceu. Em novembro de 2025, o mesmo serviço voltou a ser contratado, com a mesma empresa, agora por meio do Contrato nº 076/2025, no valor de R$ 2.146.112,10, via adesão à Ata de Registro de Preços nº 030/2025, gerenciada pela Prefeitura de Cocal. Ou seja, o prefeito cancelou uma licitação de quase R$ 3,5 milhões sob pressão pública, para, meses depois, chegar ao mesmo destino por outro caminho, menos competitivo e mais opaco.
É exatamente esse “atalho” que colocou o Ministério Público em alerta. A adesão à ata é um instrumento excepcional da Lei nº 14.133/2021, pensado para dar agilidade e economia quando há comprovação clara de vantagem para o município. No caso de São José do Peixe, segundo a portaria do promotor Edgar dos Santos Bandeira Filho, a situação é o oposto: no pregão de origem, em Cocal, apenas a própria Intech apresentou lances, o que enfraquece qualquer presunção de vantajosidade. Além disso, a desproporção entre o valor contratado e a realidade de uma frota de 26 veículos levanta a suspeita de sobrepreço e dano ao erário. A sequência de fatos – distrato do contrato milionário após exposição na imprensa, seguido de nova contratação do mesmo objeto e mesma empresa, por via menos concorrida – aponta para possível manobra administrativa para manter o negócio de pé, contornando a licitação original.
Enquanto isso, na outra ponta da gestão, falta enfermeiro, responsabilidade técnica, manual, POP, registro de atendimento, gente suficiente para cobrir as escalas. Falta tudo que é básico para garantir que um paciente seja atendido com segurança. O contraste não é só financeiro, é político. Quando se quer contratar uma empresa para gerir 26 carros, há estudo, contrato, ata de registro, empenho milionário, firma reconhecida. Quando se trata de garantir enfermeiro 24 horas, dimensionar equipe, organizar documentos e protocolos para o hospital municipal, a realidade que aparece é improviso, omissão e interdição ética.
O artigo 37 da Constituição fala em legalidade, impessoalidade, moralidade, publicidade e eficiência na administração pública. Em São José do Peixe, a investigação do MP sobre o contrato da frota questiona frontalmente a moralidade, a economicidade e a competitividade da contratação. Já o Coren-PI, ao interditar o serviço de enfermagem, escancara a falta de eficiência e de zelo com a vida e a dignidade dos usuários do SUS. A mesma gestão que parece disposta a sustentar, a qualquer custo, um contrato de mais de R$ 2 milhões com uma única empresa, não foi capaz de cumprir o mínimo estabelecido para manter um hospital funcionando sem risco.
No fim, o quadro que se desenha é o de um governo que trata carro melhor do que gente. Que abre caminhos jurídicos e administrativos para assegurar um serviço caro de gerenciamento de frota, mas permite que o órgão máximo de fiscalização da enfermagem declare, oficialmente, que o hospital municipal não oferece condições seguras de atendimento. É esse desequilíbrio de prioridades que precisa ser exposto e cobrado. Porque a população de São José do Peixe não precisa de um sistema sofisticado para controlar 26 veículos; precisa, antes de tudo, de enfermeiro à beira do leito, de equipe completa, de prontuário preenchido, de hospital aberto e digno. O resto é luxo travestido de gestão, enquanto a saúde, literalmente, é interditada.
A informação sobre como deve funcionar as empresas nessa quinta é da presidente da Classe Comerciária a líder Jocilena Falcão. Ela recebeu o repórter Ivan Nunes, do Piauí Notícias, para externar sobre como será o funcionamento das empresas no Dia de Corpus Christi.
Na entrevista, Jocilana informa que algumas empresas consideradas essências estarão em funcionamento, mas cumprindo o que determina a Lei e o acordo firmado entre as classes de patrôes e empregados do comércio local.
O Sindicato, ainda de acordo com ela, deve agir no caso de algum empreendedor descumprir o acordo. Veja a entrevista com a lider Jocilane Falcão.