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Uma corrida está sendo programada para se realizar em Floriano-PI nos próximos dias. A iniciativa é da Associação Desportiva Corredores do Sertão - ADECOS, que tem como líder o professor Ângelo Saraiva.

angelos

Se trata do segundo ano da competição esportiva, diz ele. O evento já tem local definido como explica o Ângelo Saraiva, presidente da ADECOS. 

Da redação

oficiovascoNa última terça-feira, o atual presidente do Vasco, Alexandre Campello, e seu sucessor com posse prevista para a próxima semana, Jorge Salgado, foram à CBF para encontro com Rogério Caboclo, mandatário da entidade máxima do futebol brasileiro. Além de tratar da transição de poder em São Januário, o encontro teve como objetivo o reconhecimento do Torneio Rivadávia Corrêa Meyer, conquistado pelo Vasco em 1953 e organizado pela CDB (antiga Confederação Brasileira de Desportos), como Torneio Intercontinental de Clubes. Em outras palavras, busca ser tratado como campeão mundial daquele ano.

Campello e João Ernesto Ferreira, vice de relações especializadas do Vasco, encaminharam ofício à CBF para obter tal reconhecimento. O Rivadávia Corrêa sucedeu a Copa Rio, conquistada por Palmeiras e Fluminense, dois clubes que também querem o tratamento de campeão mundial. Realizado de 7 junho a 4 de julho de 1953, o torneio reuniu oito clubes divididos em duas chaves.

Botafogo, Fluminense, Vasco e o escocês Hibernian integraram o Grupo do Rio de Janeiro. Corinthians, São Paulo, o paraguaio Olímpia e o português Sporting compuseram a chave paulista. O clube de São Januário passou às semifinais com vitórias sobre os rivais cariocas, ambas por 2 a 1, e um empate com o representante da Escócia.

Na semifinal, o Vasco tirou o Corinthians com vitórias por 4 a 2 e 3 a 1. Na decisão, outras duas vitórias: 1 a 0 e 2 a 1 contra o São Paulo. Pinga foi o artilheiro da competição, com seis gols marcados.

– O sucesso da Copa do Mundo de 1950 lançou o Brasil no cenário mundial. E, na esteira daquele Mundial, foram organizados torneios internacionais envolvendo clubes de todo o mundo. Nosso Centro de Memória possui em seu acervo documentos, imagens, artigos, jornais da época, ingressos, divulgação midiática e até mesmo o Regulamento Oficial da disputa, material que comprova a dimensão e a importância do Torneio. Com todo a documentação, encaminhamos à CBF um ofício solicitando que ela encaminhasse à Fifa o nosso pleito – explicou João Ernesto, que presenteou Rogério Caboclo com um livro sobre a história do título vascaíno.

O ofício do Vasco, composto por sete páginas, se inicia da seguinte maneira: "O Club de Regatas Vasco da Gama, pelos motivos que se seguem, solicita que a Confederação Brasileira de Futebol (CBF), que VSa tão dignamente preside, promova encaminhamento à Fédération Internationale de Football Association (FIFA) no contexto do reconhecimento do Torneio Internacional Rivadávia Corrêa Meyer, de 1953, como Torneio Intercontinental de Clubes".

Em outro trecho, o Vasco compara os moldes atuais do Mundial de Clubes com os adotados no torneio disputado em 1953: "Destaca-se, ainda, que a FIFA é a responsável por competição (Mundial de Clubes) nos mesmos moldes das organizadas pela então CBD na década de 50, o que evidencia a necessidade de haver o reconhecimento histórico das atitudes do nosso futebol naqueles anos".

Na parte final do documento assinado pelo presidente Alexandre Campello, o Vasco cita o reconhecimento por parte da CBF dos times que conquistaram a Taça Brasil e o Torneio Roberto Gomes de Pedrosa como campeões brasileiros. Antes disso, considerava-se que o primeiro Campeonato Brasileiro havia sido disputado em 1971.

 

GE

Foto: site oficial do Vasco

Pelo terceiro ano seguido como melhor equipe da fase de grupos da Copa Libertadores, o desempenho palestrino lhe garantiu a vantagem do mando de campo no jogo de volta do mata-matas da Libertadores.

Por conta do regulamento em vigor desde 2019, com a final em jogo único, o Palmeiras não fará a decisão no Allianz Parque e sim em campo neutro, no Maracanã. Caso o regulamento antigo ainda estivesse em vigor, a equipe de Abel Ferreira iria repetir os feitos de 1961, 1999 e 2000, decidindo a final em seus domínios.

Já em 1968, o Palmeiras fez o segundo confronto em casa, mas o duelo precisou de uma terceira partida, decidida em campo neutro, no Estádio Centenário, em Montevideo.

O confronto entre Palmeiras e Santos também terá outra curiosidade: Desde 2000, ano no qual a Libertadores passou a ter oito grupos com quatro equipes e a presença do defensor do título na fase de pontos corridos, nunca as duas melhores campanhas da primeira fase se encontraram na final.

O mais perto disso ocorreu em 2013, quando Atlético Mineiro (1º) e Olimpia (3º) protagonizaram a final. A final entre Palmeiras e Santos acontece no próximo dia 30, às 17h.

 

Lançe

santosO Santos está mais uma vez na final da Copa Libertadores da América. O Peixe aplicou um chocolate de 3 a 0 em cima do Boca Juniors na noite desta quarta-feira, na Vila Belmiro, pela partida de volta da semifinal, e carimbou sua vaga na decisão. Na Argentina, o clube praiano havia segurado um empate sem gols.
Na decisão, do dia 30 de janeiro, no Maracanã, o Santos encontrará o Palmeiras, que avançou, na terça, mesmo perdendo para o River Plate por 2 a 0, no Allianz Parque, graças ao triunfo, na Argentina, por 3 a 0.


TERCEIRA FINAL
Esta será a terceira final entre os times brasileiros. Em 2005, o São Paulo conquistou o troféu em cima do Athletico. No ano seguinte, o próprio time paulista foi derrotado pelo Internacional.

Este jogo histórico foi transmitido, ao vivo, pela Rádio Futebol Interior em cadeia com a Equipe GOL DE PLACA. Foram mais de 22 mil ouvintes pela WEB, com 52 mil pessoas alcançadas no Facebook, mais de 14 mil engajamentos e 26 mil visualizações.


SÓ DEU PEIXE!
O primeiro tempo foi de claro domínio do Santos. Logo depois do apito inicial, Marcinho avançou em velocidade, cortou para o meia e mandou caprichosamente na trave. Com mais de 70% de posse de bola nos 15 minutos iniciais, o clube alvinegro não deixou o Boca jogar e continuou sufocando até abrir o marcador.
Aos 15, Diego Pituca achou Solteiro, que chutou em cima do braço de López. Na sobra, o volante se aproveitou do pedido de pênalti dos santistas e da desatenção dos jogadores do time argentino para chutar no fundo das redes. Aos poucos, o Boca equilibrou as ações. No entanto, a melhor chance foi em um cruzamento de Villa, que ganhou força e parou na defesa de João Paulo.

Nos minutos finais, sempre na base do contra-ataque, o Santos foi com tudo para cima do adversário com a clara intenção de ampliar a vantagem. Em uma cobrança de falta ensaiada, Marinho exigiu boa defesa de Andrada. Kaio Jorge e Lucas Braga também tentaram, mas sem sucesso.


VIROU CHOCOLATE
O chocolate continuou no segundo tempo. Aos três minutos, Soteldo recebeu livre de marcação, fez o que quis com a bola próximo à área do Boca e chutou forte para fazer 2 a 0. O terceiro foi aos cinco. Marinho fez fila na defesa adversária e deu de bandeja para Lucas Braga. O atacante só teve o trabalho de estudar as redes.

A situação do Boca piorou ainda mais aos dez minutos, quando Fabra pisou em Marinho e acabou expulso. Apesar de ter apenas dez jogadores, o time argentino se atirou ao ataque.


Salvio recebeu na área e exigiu grande defesa de João Paulo. Na sobra, Tevez e Ábila chutaram em cima da zaga.


ADIOS HERMANOS...
Apesar da bela vantagem, o Santos não deixou de atacar e continuou em cima do Boca, que se segurou como podia para evitar um placar ainda mais elástico. ]

Pela primeira vez, os dois principais clubes argentinos caíram juntos na semifinal.

 

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