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A reportagem do Bolavip Brasil apurou que o treinador ainda é sustentado no cargo por conta da Libertadores, já que o time precisa vencer os dois jogos finais para se classificar às oitavas de final da Libertadores.

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Por outro lado, mesmo em caso de classificação, o risco de sair não acaba, considerando que o Fluzão precisa apresentar um futebol mais consistente nesses próximos jogos. Nomes de possíveis substitutos já são cogitados, por mais que não exista nenhum acordo nesse momento. Tite conta com prestígio junto a uma ala da torcida do Fluminense.

O comandante brasileiro está desempregado desde a saída do Cruzeiro. Em uma entrevista recente ao GE, o profissional revelou que está pronto para voltar a trabalhar. Tite já trabalhou no Rio de Janeiro recentemente, quando esteve à frente do Flamengo entre parte de 2023 e 2024. Foi demitido sem deixar muitas saudades.

É um bom nome nas Laranjeiras? O técnico já foi considerado o melhor comandante brasileiro, mas deixou a desejar na Seleção Brasileira e, desde então, pouco tem mostrado pelos trabalhos recentes. Além disso, acumulou trabalhos pouco convincentes por Flamengo e Cruzeiro.

Mas, ainda assim, o nome é bem avaliado internamente pela gestão acreditar que ele conseguiria mudar o cenário da equipe de forma rápida e eficaz. Apesar disso, vem adotando cautela nos bastidores, para não tumultuar o ambiente.

O Fluminense é terceiro colocado do Campeonato Brasileiro, onde soma 27 pontos em 15 jogos. Com isso, está atrás apenas do líder Palmeiras e do vice-líder Flamengo, a sete pontos do líder.

Entretanto, na Libertadores da América a situação do clube é um pouco mais delicada. Isso porque, é o lanterna do Grupo C, com dois pontos conquistados em quatro partidas disputadas. Com isso, precisa vencer os dois próximos confrontos para se garantir na próxima fase da competição.

Bola Vip

© Foto: Gilson Lobo/AGIF

A CBF e o técnico Carlo Ancelotti acertaram um novo contrato, e o treinador seguirá à frente da Seleção Brasileira até a Copa do Mundo de 2030. O anúncio foi feito pela entidade na tarde desta quinta-feira (14).

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Anunciado em maio de 2025, Ancelotti tinha contrato válido até o fim do Mundial deste ano, mas, desde o fim do ano passado, manifestava o interesse em seguir à frente da Seleção Brasileira por mais quatro anos.

Satisfeita com o trabalho do treinador, a CBF também desejava o acerto para o próximo ciclo. Desde janeiro, técnico e confederação ajustavam detalhes contratuais, que finalmente foram concretizados nesta quinta.

— Há um ano cheguei ao Brasil. Desde o primeiro minuto, entendi o que o futebol significa para este país. Há um ano, estamos trabalhando para levar a Seleção Brasileira de volta ao topo do mundo. Mas a CBF e eu queremos mais. Mais vitórias, mais tempo, mais trabalho. Estamos muito felizes em anunciar que continuaremos juntos por mais quatro anos. Vamos juntos até a Copa do Mundo de 2030. Quero agradecer à CBF pela confiança. Obrigado, Brasil, pela calorosa recepção e por todo o carinho — declarou Ancelotti.

Até aqui, Carlo Ancelotti comandou a Seleção Brasileira em dez jogos. São cinco vitórias, dois empates e três derrotas.

Na próxima segunda-feira (18), o treinador fará a convocação do Brasil para a Copa do Mundo. A partir do dia 27, ele reunirá o grupo de jogadores na Granja Comary, em Teresópolis, para iniciar a preparação para a Copa do Mundo — agora já sabendo que será a primeira de duas.

Lance

(Foto: Rafael Ribeiro/CBF)

Roger Machado não é mais técnico do São Paulo. Após derrota para o Juventude por 3 a 1 no jogo de volta da quinta fase da Copa do Brasil nesta quarta-feira, 13 — 3 a 2 no placar agregado —, e a eliminação precoce na competição, o clube comunicou o desligamento do treinador.

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“Comunicar que o técnico Roger Machado não é mais treinador do São Paulo Futebol Clube. Uma decisão que foi tomada alguns minutos depois do jogo. Conversamos, conversamos com o presidente, com toda a comissão técnica e, a partir de hoje, o São Paulo então inicia a busca por um novo treinador”, disse Rui Costa, diretor executivo de futebol do clube, na coletiva de imprensa depois do jogo.

SÃO PAULO; CINCO JOGOS DE JEJUM

Com o mais recente revés, o São Paulo chegou a cinco jogos sem vencer. São três empates e duas derrotas em sequência, que agravaram ainda mais a pressão sobre Roger Machado.

Vale destacar que Harry Massis Júnior, presidente do São Paulo, não viajou com a delegação para Caxias do Sul.

No total, o treinador dirigiu o São Paulo em 17 jogos, com 7 vitórias, 4 empates e 6 derrotas. Foram 20 gols marcados e 17 sofridos pelo time tricolor durante o período.

Roger Machado foi anunciado como treinador do São Paulo no dia 10 de março, após a demissão do argentino Hernán Crespo. O gaúcho pegou o time na liderança do Brasileirão e deixa o cargo com a equipe na quarta posição na tabela.

O próximo compromisso do São Paulo na temporada será contra o Fluminense no sábado, 16, às 19h (horário de Brasília), pela 16ª rodada do Brasileirão, onde o time tricolor é o quarto colocado.

Futebol interior

O destino de Neymar na Copa do Mundo ganhou um novo capítulo. Às vésperas da convocação final, o técnico da Seleção Brasileira, Carlo Ancelotti, em entrevista ao "The Guardian", afirmou que o único obstáculo do camisa 10 do Santos, presente na pré-lista de 55 atletas da Fifa, é sua condição física.

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Para o treinador italiano, a qualidade técnica do jogador dispensa avaliações, mas não o isenta do rigor atlético exigido pelo torneio.

— A convocação de Neymar depende apenas dele, do que o jogador demonstrar em campo. Esse é um critério muito claro e não se aplica apenas a ele. Com a maioria dos atletas, avaliamos o talento e a condição física. No caso de Neymar, precisamos avaliar apenas a condição física, porque seu talento é indiscutível. Depende dele, não de mim — pontuou o técnico.

Carlo deseja tirar "fardo" de Vinícius Júnior Na entrevista, Vinícius Júnior também foi citado. O técnico adotou uma postura protetora; ciente da pressão sobre o camisa 7, Ancelotti quer evitar que o protagonismo se torne um "fardo" psicológico.

— Olha, a responsabilidade que ele carrega pelo Brasil é enorme, especialmente nos últimos tempos. Essa responsabilidade pode ser um fardo para ele. Ele será muito importante para o Brasil na Copa, mas ser o número 1? O craque? Não precisamos de um número 1. Não podemos focar tudo em apenas um jogador. Precisamos pensar como um time. Essa é a única maneira de ganhar a Copa do Mundo — explicou.

Lance

(Foto: Rafael Ribeiro/CBF)