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O tão sonhado “Super Flamengo” ainda não se mostrou na temporada. Em mais uma decisão, desta vez pela Recopa Sul-Americana, até conseguiu empatar o placar agregado no tempo normal em 2 a 1.

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Mas, na prorrogação, prevaleceram a vontade e a raça argentina do Lanús, que, no apagar das luzes, aproveitou a falha de Lucas Paquetá na marcação de Canale, que empatou o jogo. Dylan Aquino ainda virou para 3 a 2 (4 a 2 no agregado) e confirmou o título.

Foi o segundo vice do Flamengo já em 2026. Depois de ser engolido pelo Corinthians na Supercopa do Brasil, voltou a fazer dois jogos sofríveis diante do Lanús, perdendo na Argentina por 1 a 0 e só conseguindo igualar o agregado com dois pênaltis convertidos por Arrascaeta e Jorginho.

A partida do Flamengo foi melhor do que na ida, na Argentina. Ainda assim, o Lanús conseguiu conter os rubro-negros e deu sinal de que saberia administrar a vantagem. Uma bobeira a 10 minutos do fim deu um pênalti aos flamenguistas e os recolocou na disputa.

Como no primeiro jogo, o Flamengo deteve a bola por mais tempo. Entretanto, desta vez, o time conseguia converter o volume em chances, enquanto, na Argentina, havia sido anulado pelo Lanús.

O Flamengo demonstrou melhora física em relação a outros jogos na temporada. Foi um vacilo que permitiu a o Lanús aumentar a vantagem. Ayrton Lucas recuou para Rossi, que escorregou. Castillo, então, interceptou o passe. O atacante deu uma meia-lua no goleiro e chutou da intermediária para abrir o placar.

Com vantagem, os argentinos ficaram mais confortáveis e até subiram mais ao ataque. O Flamengo, contudo, manteve a intensidade ofensiva. Em cruzamento pela direita, a bola foi parada pelo braço de Marcich. De pênalti, Arrascaeta bateu no canto, Losada quase chegou, mas não conseguiu defender.

NA MARCA DA CAL

A tônica se manteve com o Flamengo pressionando o Lanús no começo do segundo tempo. O cenário, contudo, passou a remeter ao jogo de ida, com os argentinos se defendendo bem, e não era mais como na primeira etapa, quando as chances apareciam com mais clareza.

Filipe Luís buscou mudar o jogo com as entradas de Pedro e Everton Cebolinha, seguidos por Jorginho e Lucas Paquetá. Pouco mudou.

O ingresso de Bruno Henrique no lugar de Varela mostrava um toque de desespero do Flamengo na tentativa de virar o jogo e empatar o agregado. O Lanús tinha desenvoltura para administrar a vantagem.

Surpreendeu, portanto, quando dois defensores do time argentino fizeram falta boba em Arrascaeta na linha da área. O árbitro Gustavo Tejera aguardou três minutos até que o VAR confirmasse a marcação do pênalti.

Depois de muita insistência com a bola rolando, o Flamengo finalmente conseguiu empatar o agregado na cobrança de Jorginho.

Foi a vez de o Flamengo se fechar, diante de um Lanús que se lançou ao ataque em peso, como não havia feito nesta noite. Sem evitar, porém, a prorrogação.

NA PRORROGAÇÃO

O tempo extra foi de exaustão, sem grande intensidade, debaixo da chuva que acompanhou toda a partida no Maracanã. Sem criatividade, as chances foram raras.

Numa das poucas subidas do Lanús, o time conseguiu escanteio. Sepúlveda cobrou, e José Canale, que era marcado por Paquetá, cabeceou forte para empatar o jogo e dar a vitória aos argentinos.

Ainda deu tempo para mais. Dylan Aquino aproveitou o espaço deixado pelo Flamengo, que se lançou ao ataque, arrancou sozinho, driblou Rossi e selou o título.

AGENDA

O Flamengo volta a campo pela semifinal do Campeonato Carioca, na segunda-feira, quando enfrenta o Madureira. No jogo de ida, os rubro-negros venceram por 3 a 0.

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(Foto: Divulgação-Conmebol)

O Flamengo entra em campo nesta quinta-feira (26), às 21h30, no Maracanã, pelo jogo de volta da final da Recopa Sul-Americana contra o Lanús. Após derrota por 1 a 0 no estádio Ciudad de Lanús, na Argentina, o Rubro-Negro precisa vencer para manter vivo o sonho do título diante de sua torcida.

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Caso o Flamengo devolva o placar de 1 a 0, a decisão será definida nas disputas por pênaltis. E é justamente nesse cenário que um duelo particular ganha destaque: Rossi contra Nahuel Losada, goleiro da equipe argentina.

De acordo com dados do Transfermarkt, Nahuel Losada, de 32 anos, defendeu 5 de 34 pênaltis ao longo da carreira, o que representa um aproveitamento de 14,7%. Os números mostram uma taxa modesta em cobranças decisivas, apesar da experiência acumulada.

Já Rossi, conhecido pelo histórico positivo em penalidades, apresenta números muito superiores. O goleiro do Flamengo defendeu 16 de 36 pênaltis, atingindo impressionantes 44,4% de aproveitamento. Isso significa que o arqueiro rubro-negro tem uma média de defesas mais que o dobro da registrada por Losada.

Rossi tem retrospecto impressionante em disputas de pênaltis A diferença percentual é expressiva: Rossi tem aproveitamento cerca de 202% maior que o do goleiro argentino. Mesmo tendo defendido apenas dois pênaltis a mais em números absolutos, o paredão rubro-negro precisou de praticamente o mesmo volume de cobranças para alcançar marca muito superior.

Losada brilhou contra o Galo em 2025 Por outro lado, Losada também carrega um trunfo importante. O goleiro brilhou na final da Copa Sul-Americana 2025, quando defendeu três pênaltis na decisão contra o Atlético-MG, ajudando o Lanús a conquistar o título. O retrospecto mostra que, apesar dos números gerais inferiores, ele já foi decisivo em momentos de alta pressão.

Com isso, a possibilidade de disputa por pênaltis adiciona ainda mais tensão ao confronto no Maracanã. Enquanto o Flamengo deposita confiança no histórico de Rossi, o Lanús se apega à experiência de Losada em decisões. A final da Recopa Sul-Americana promete fortes emoções até o último minuto.

Bola Vip

Foto: Thiago Ribeiro/AGIF

Após a vitória por 2 a 1 sobre o Fluminense pelo Campeonato Brasileiro, o Palmeiras se reapresentou na manhã desta quinta-feira, na Academia de Futebol. O grupo alviverde iniciou os trabalhos visando o próximo compromisso: a semifinal do Campeonato Paulista contra o São Paulo.

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Jogadores que atuaram por mais de 45 minutos contra o time carioca realizaram atividades regenerativas, enquanto o restante do elenco aprimorou a circulação de jogo e os enfrentamentos no terço final do campo, sob a orientação da comissão técnica portuguesa.

Preparação para o Choque-Rei Com a vitória em cima do Fluminense, o Palmeiras se consolidou na liderança do Campeonato Brasileiro, com dez pontos. Agora, o foco se volta totalmente para o clássico contra o São Paulo.

A partida decisiva acontecerá no domingo, às 20h30, na Arena Crefisa Barueri. O estádio tem um histórico favorável ao Palmeiras em Choques-Rei, com duas vitórias e um empate, além de nove jogos de invencibilidade no total.

Retrospecto contra o rival A semifinal do Paulistão reeditará o confronto do ano passado, quando o Palmeiras eliminou o São Paulo com uma vitória por 1 a 0. Na atual edição do torneio estadual, o Alviverde já levou a melhor sobre o rival na fase de classificação, vencendo por 3 a 1 no Troféu Choque-Rei.

Gazeta esportiva

Foto: Cesar Greco/Palmeiras/by Canon

O Corinthians viu na noite desta quarta-feira o roteiro das últimas partidas se repetir. No Mineirão, o time alvinegro, atuando majoritariamente com suplentes, não teve uma exibição convincente, mas demonstrou força para buscar o empate por 1 a 1 e, por pouco, não saiu de campo como vencedor, diante do Cruzeiro, de Tite, pela quarta rodada do Campeonato Brasileiro.

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A partida contou com um espectador ilustre em um camarote. O técnico da seleção brasileira, Carlo Ancelotti, acompanhou o duelo no estádio na capital mineira.

O Corinthians soma seu sétimo ponto no torneio nacional e continua brigando na parte de cima da tabela. O Cruzeiro, instável, tem apenas dois pontos e está na zona de rebaixamento.

É compreensível a preferência do Corinthians pela disputa do título estadual em relação a uma rodada inicial do Brasileirão e o uso de um time alternativo em Belo Horizonte. No entanto, chama a atenção a sequência de atuações limitadas da equipe alvinegra. São três jogos sendo inferior ao adversário na maior parte do tempo. Adversários de distintos calibres: Athletico-PR, Portuguesa e Cruzeiro.

Nem sempre a vontade ou acreditar em reviravoltas serão o suficiente para ganhar títulos. Na bola, no momento, o Corinthians está devendo e nesta noite contou com uma expulsão para se encontrar em campo e conquistar o empate.

Gazetaesportiva

(Foto: Gustavo Aleixo-Cruzeiro)