Técnico da Argentina, Lionel Scaloni treinou algumas formações para o confronto contra a Holanda pelas quartas de final da Copa do Mundo. Nesta terça-feira, o comandante testou duas escalações, sendo ambas sem a presença de Di María, uma vez que o camisa 11 está se recuperando de uma lesão muscular.

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No início, o treinador optou pelas entradas de Gonzalo Montiel e Nicolás Tagliafico nas laterais, assim como a entrada de Leandro Paredes no lugar de Enzo Fernández no meio e Ángel Correa na vaga ocupada por Papu Gómez no jogo contra a Austrália. Naquela partida, o veterano sofreu uma entorse no tornozelo e está lesionado.

Em um outro momento, Scaloni optou pela saída de Correa para a entrada de Enzo Fernández, com o objetivo de reforçar o meio de campo. Apesar dos testes que vem sendo realizados, não há nenhuma definição sobre a equipe que iniciará o duelo contra a Holanda.

Nesta terça-feira, Di María iniciou o treino com o restante do elenco, mas depois passou a fazer um trabalho individual visando sua plena recuperação física. Caso o atleta tenha condições de jogo, o camisa 11 deve atuar pelo lado direito do campo, faixa de preferência do veterano. A Argentina encara a Holanda na sexta-feira, às 16h (de Brasília), no Estádio Lusail. Quem avançar na partida enfrenta Brasil ou Croácia nas semifinais do Mundial.

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Foto: JUAN MABROMATA / AFP

A seleção brasileira enfrenta a Croácia na próxima sexta-feira, às 12h (de Brasília), no estádio Cidade da Educação, pelas quartas de final da Copa do Mundo, com três jogadores ainda pendurados.

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Eder Militão, Fred e Bruno Guimarães carregam seus cartões amarelos recebidos ainda na primeira fase. A partir das quartas de final, o regulamento da competição prevê que os cartões amarelos não se acumulem para as próximas fases

Ou seja, caso um do trio citado acima receba o amarelo contra a Croácia, ficará fora de uma eventual semifinal. Por outro lado, para os outros 21 atletas disponíveis para o técnico Tite, apenas um cartão vermelho acarretará em suspensão na próxima fase.

A Seleção só recebeu cartões em duas partidas. Contra a Suíça, Fred levou advertência aos 52 minutos do segundo tempo. Contra Camarões, Éder Militão foi amarelado logo aos 7 minutos de jogo. No final, aos 85, Bruno Guimarães ficou pendurado.

A Fifa adotou essa medida, de zerar os cartões, a partir da Copa de 2010. Em 2002, a Alemanha ficou sem seu principal jogador, Michael Ballack, na decisão contra o Brasil por ele estar suspenso pelo acúmulo de dois cartões amarelos: um nas oitavas de final e outro na semifinal.

Isso já havia acontecido com outras estrelas do futebol. Em 1990, a Argentina perdeu o atacante Caniggia na decisão contra a Alemanha. Em 1994, a Itália perdeu o zagueiro Costacurta para a final diante do Brasil.

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Foto: Lucas Figueiredo/CBF

Para os livros de história

É dia de festa em Marrocos! O time africano fez história neste 6 de dezembro de 2022 ao eliminar a Espanha nos pênaltis por 3 a 0 (após empate sem gols em 120 minutos) e avançar pela primeira vez a uma fase de quartas de final de Copa do Mundo.

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O jogo foi parelho, e Marrocos sofreu pouco em vários momentos, graças a uma marcação incansável abraçada por toda a equipe. Os marroquinos também criaram chances para vencer a partida no tempo normal e no tempo extra, mas não foram efetivos.

Nas penalidades, destaques para o goleiro Bono, que defendeu duas cobranças espanholas, e Hakimi, que garantiu a vaga com cavadinha no último penal. Classificação merecida de uma equipe organizada, e eliminação decepcionante para a Espanha, que começou encantando em goleada de 7 a 0 e foi caindo de rendimento aos poucos. Ao Marrocos, que venha Portugal ou Suíça nas quartas: não há nada a perder.

Agenda

Marrocos terá pela frente o vencedor de Portugal x Suíça, que jogarão daqui a pouco. O duelo de quartas de final está marcado para o próximo sábado, dia 10, às 12h, no estádio Al Thumama.

Primeiro tempo

A primeira etapa teve apenas quatro finalizações, e as melhores chances foram de Marrocos, que tentou três arremates. Aguerd e Mazraoui tiveram boas oportunidades, e Boufal deu calor na zaga espanhola. A Espanha teve dificuldade de penetrar no sólido sistema defensivo marroquino, que contava com todos os atletas atrás da linha da bola. Pela Fúria, apenas Asensio assustou em bom chute. Segundo tempo

Na etapa complementar, pouca coisa mudou. Marrocos manteve as linhas organizadas e cedeu poucos espaços para o setor de criação espanhol. Tanto que as melhores oportunidades vieram em bolas paradas, com dois arremates de Dani Olmo e uma cabeçada de Morata. Os africanos limitaram-se mais a se defender para garantir o empate e conseguiram levar o jogo para o tempo extra.

GE

Foto: Wolfgang Rattay/Reuters

Os quatro gols do Brasil contra a Coreia do Sul nessa segunda pela Copa do Qatar, nas oitavas de final, foram no primeiro tempo.

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Os jogadores brasileiros começaram bem e fizeram um bom primeiro tempo, mas no segundo tempo, não tiveram um bom rendimento. A visão dessa forma é do ex-jogador florianense Valdir Rodrigues que assistiu a partida em casa. 

Da redação