ativfisicaConhecer pessoas, se divertir e manter uma vida saudável. Existem muitas atividades que ajudam a incorporar essa trilogia no nosso estilo de vida e a prática de esportes é, sem dúvidas, a mais eficaz. O segredo é escolher aquele que mais combina com seu perfil e se encaixe de forma tranquila na sua rotina. Com uma atividade física regular, é possível:

  • Fortalecer os ossos e a musculatura; • Melhorar a coordenação motora; • Reduzir a gordura corporal; • Aumentar a resistência física e a concentração; • Combater a depressão e ansiedade; • Fortalecer vínculos, nos casos de modalidade em grupo; • Oxigenar corpo e mente.

Embora as pessoas estejam habituadas a relacionar a prática de esportes à valorização da alta performance de atletas e jogadores, cada vez mais o chamado “esporte de lazer” ganha espaço e adeptos. Os esportistas amadores ou de final de semana são aqueles que escolhem as atividades que mais se alinham à sua capacidade de desempenho, mas que buscam divertimento e lazer enquanto cuidam do corpo.

Durante a pandemia, encontrar novas formas de lazer tornou-se uma necessidade ainda maior e os esportes ajudaram muitas pessoas nessa fase. Mexer o corpo e fazer aulas de forma remota ganharam novos adeptos durante os períodos de isolamento e distanciamento social que o momento exigiu. Uma prova de que a prática esportiva agrega em diversos pontos: traz alegria, entretenimento, socialização e sensação de bem-estar.

Mas como e onde começar, para quem não tem uma rotina estabelecida? Academias são sempre uma boa ideia, mas vale também se associar a clubes, centros esportivos e procurar grupos com os mesmos interesses nas redes sociais. Os tipos e modalidades esportivas variam muito; todos igualmente benéficos para a saúde física e mental.

Na lista de práticas individuais, vale destacar natação, corrida, tênis, golfe, hipismo, artes marciais, ciclismo, skate, surfe ou canoagem, entre muitos outros. Entre os coletivos, estão futebol, vôlei, basquete, handebol, badminton, polo aquático, enfim... Há muitas maneiras de se colocar em ação e se divertir, ao mesmo tempo. Seu corpo, sua mente e sua qualidade de vida agradecem.

Lembre-se de respeitar sua condição física e de saúde, bem como buscar um profissional de educação física sempre que necessário. Além disso, a partir dos 40 anos de idade, é mandatório passar por uma avaliação médica antes de iniciar a prática esportiva.

R7

Fotoi: Pixabay

 

florentinoNa tarde desta sexta-feira, 20, o Piauí receberá uma nova remessa de vacinas contra a covid-19 com mais 126.390 doses enviadas pelo Plano Nacional de Imunização.  O carregamento desembarcará às 15h30, no Aeroporto de Teresina.

O anúncio foi feito pelo secretário de Saúde, Florentin Neto, que destacou que chegam 71.400 doses da CoronaVac/Butantan e 54.990 da vacina Pfizer/BioNTech.

“Essas vacinas vão reforçar nossa campanha de vacinação, que segue avançando. Com a ajuda de todos vamos conseguir vencer esta pandemia e um dos caminhos fundamentais, aléns dos cuidados higiênicos sanitários, é a imunização”, destacou o secretário de Saúde, Florentino Neto. 

A Secretaria de Estado da Saúde (Sesapi), através da Coordenação de Imunização Covid-19, distribuirá às vacinas aos municípios de acordo com a resolução da Comissão Intergestora Bipartite (CIB). Sendo 50% das vacinas para a população em geral de 18 a 59 anos, não contempladas nos demais grupos, 30% para grupos estabelecidos Plano Nacional de Imunização e também para 20% dos serviços essenciais escolhidos pelos conselhos municipais de saúde.

Até às 09h30, desta sexta-feira, o Piauí já estava com mais de 20% de sua população com seu ciclo vacinal completo, seja porque tomaram as duas doses ou as vacina de dose única. E quase 50% do povo piauiense já tomou a primeira dose de um dos imunizantes.

“Temos reforçado com a população a importância de completar o esquema vacinal contra a Covid-19. Então, se você já tomou a primeira dose, fique atento ao prazo para a segunda dose e não deixe de se vacinar quando for a sua hora”, ressaltou o secretário estadual de Saúde, Florentino Neto.

Com informações do cidadeverde

vacinhivO laboratório norte-americano Moderna começou a testar nesta quinta-feira (19) uma vacina contra o HIV baseada na tecnologia do RNA mensageiro (mRna), o mesmo tipo da vacina anti-covid.

A fase 1 dos testes em humanos, publicada formalmente no registro do Instituto Nacional de Saúde (NIH) dos Estados Unidos, envolverá 56 pessoas que têm entre 18 e 50 anos e que não são portadoras do vírus. Como toda ação inicial, o estudo visa verificar a resposta imune e a segurança da aplicação. Ela será administrada em duas versões: metade do grupo receberá duas doses iguais do imunizante mRNA-1644 e a outra metade receberá duas versões diferentes (a mRNA-1644 e a mRNA-1644v2). Essa primeira fase deve durar cerca de 10 meses.

Caso haja sucesso nessa primeira etapa, mais duas serão necessárias para que as agências sanitárias liberem a aplicação em humanos: a segunda, que vai analisar a resposta das defesas do organismo e a segurança, e a terceira, mais ampla, que testa a real eficácia das doses.

Diferentemente das vacinas "tradicionais", que usam partes de vírus ou o vírus inativado, as da tecnologia com RNA mensageiro "ensinam" as células do corpo a produzir antígeno contra o vírus.

Os estudos com essa tecnologia, que iniciaram no início da década de 1990, ganharam investimentos financeiros bilionários por conta da pandemia de Covid-19. Com isso, tanto o imunizante contra a doença da Moderna como da Pfizer/BioNTech foram aprovados ainda no fim de 2020 nos Estados Unidos.

Ao longo de 40 anos de casos registrados do vírus HIV, a sigla em inglês para o vírus da imunodeficiência humana, os investimentos para o desenvolvimento da vacina que causa a Aids e ataca todo o sistema imunológico eram menores - e muitos testes não conseguiram ir adiante.

Mas, também por conta do incentivo ao desenvolvimento das vacinas para o coronavírus Sars-CoV-2, o HIV voltou aos holofotes. Um estudo, iniciado em julho deste ano, quer testar uma nova vacina em mais de seis mil pessoas na África, Américas (incluindo o Brasil) e Europa. Ela usa o método tradicional com um vetor, chamado de "adenovírus 26", que é inofensivo aos seres humanos. Nesse caso, serão quatro doses de imunizantes.

Ansa

Foto: Pixabay

astrazenecaaA falta de vacinas contra covid-19 da AstraZeneca para a segunda dose em algumas cidades já está fazendo gestores pensarem em alternativas, como o uso de Pfizer.

Diante disso, a Fiocruz (Fundação Oswaldo Cruz), detentora dos direitos comerciais e responsável pela produção do imunizante no Brasil, emitiu um comunicado nesta quarta-feira (18) em que contraindica essa medida.

Inicialmente, já era previsto que poderia haver uma interrupção da chegada de IFA (ingrediente farmacêutico ativo) da China entre agosto e setembro, enquanto o Instituto de Tecnologia em Imunobiológicos (Bio-Manguinhos) ainda se prepara para a produção 100% nacional.

Mas a Fiocruz garante que não haverá comprometimento do que está pactuado com o Ministério da Saúde.

"O quantitativo de vacinas entregues [84,5 milhões até agora], a manutenção de entregas permanentes (22 semanas de entregas ininterruptas) e a previsão de chegada de lotes de Ingrediente Farmacêutico Ativo (IFA) nos próximos meses apontam para a manutenção da regularidade de entregas e a disponibilidade de vacinas", diz a nota.

Segundo a entidade, serão importados três carregamentos de IFA em agosto e outros três de setembro a novembro. Este quantitativo de matéria-prima será suficiente para uma entrega média mensal de 18 milhões de doses ao PNI (Programa Nacional de Imunizações).

Em relação ao uso de outro imunizante para a segunda dose, a Fiocruz afirma que: "Embora existam dados potencialmente importantes sobre o uso de sistemas heterólogos de vacinação, não existem dados ainda sobre a duração da resposta imune com o uso de duas vacinas diferentes".

O comunicado cita ainda um estudo feito pela Universidade de Oxford e publicado na revista científica The Lancet que aponta que não há prejuízo em ampliar o intervalo para além das 12 semanas indicadas na bula.

"De acordo com a pesquisa, a primeira dose pode sustentar uma eficácia de 80% por até 10 meses até a segunda dose e que esse intervalo poderia conferir uma resposta imunológica ainda mais robusta após o esquema vacinal completo da vacina de Oxford/AstraZeneca."

A vacina AstraZeneca/Fiocruz é a mais aplicada até agora no PNI, com 46,5% do total de doses. Em seguida, estão a CoronaVac (35,6%), Pfizer (14,9%) e Janssen (2,9%).

R7

Foto: TIZIANA FABI/AFP