Se você é daqueles que adoram postergar o alarme pela manhã e aproveitar alguns minutos a mais de sono, saiba que este não é um grande problema. Um estudo publicado no Journal of Sleep Research, nesta quarta-feira (18), sugere que a função soneca do despertador pode ser benéfica para quem enfrenta a temida sonolência matinal.

A pesquisa envolveu 1.732 adultos, que descreveram seus hábitos matinais. O artigo revela que 69% dos participantes utilizam a função soneca ou configuram vários alarmes "às vezes".

Aqueles que usam a soneca tendem a ser mais jovens, com uma inclinação maior para serem noturnos — indivíduos que naturalmente costumam dormir próximo ou após a meia-noite.

Entre os que adotam essa prática, o tempo médio gasto com a função soneca foi de 22 minutos, variando de breve 1 minuto a extensos 180 minutos.

No entanto, uma segunda parte do estudo trouxe informações surpreendentes. Entre 31 participantes que eram habituais "sonequeiros", foi observado que o acionamento da função soneca por 30 minutos melhorou ou não afetou o desempenho em testes cognitivos imediatamente após o despertar, em comparação com acordar abruptamente.

Embora a soneca tenha custado cerca de 6 minutos de sono, ela evitou que as pessoas despertassem mais vezes durante o sono de ondas lentas (fase profunda).

Os pesquisadores também não encontraram efeitos claros da função soneca nos níveis de hormônios do estresse, sonolência matinal, humor ou estrutura do sono durante a noite, o que reforça a ideia de que a soneca de curta duração pode ser uma aliada para uma manhã mais produtiva para algumas pessoas.

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Uma revisão publicada no Journal of Neurochemistry, nesta quarta-feira (17), ressalta potenciais ligações mecânicas entre a Covid-19 e doenças neurodegenerativas, como o Alzheimer.

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Os diversos sintomas neurológicos experimentados por pacientes com Covid-19 sugerem que infecções virais podem aumentar o risco de neurodegeneração, o que, por sua vez, pode contribuir para o desenvolvimento de condições como a doença de Alzheimer.

A neurodegeneração é um processo progressivo e patológico que envolve a deterioração e a morte de células nervosas, ou neurônios, no sistema nervoso.

Esse fenômeno resulta na perda de função cerebral e pode levar a uma série de doenças neurológicas, incluindo Alzheimer, doença de Parkinson e ELA (esclerose lateral amiotrófica), nas quais as células nervosas essenciais para funções cognitivas e motoras são gradualmente danificadas e perdidas. Isso causa sintomas como perda de memória, dificuldade de movimento e coordenação e outras deficiências neurológicas progressivas.

Os autores notam que a idade desempenha um papel preponderante tanto na doença de Alzheimer quanto na Covid-19, e ambas as condições parecem amplificar mutuamente seus impactos, possivelmente resultando em efeitos sinérgicos na neurodegeneração.

"Eu acredito que, nos próximos anos, evidências emergentes vão sustentar ainda mais a ligação entre infecções microbianas e doenças neurodegenerativas", afirma o autor correspondente do artigo, Thomas E. Lane, da Universidade da Califórnia, em Irvine.

"Nosso laboratório está atualmente infectando diversas linhagens de camundongos transgênicos com doença de Alzheimer com coronavírus murino [rato] e com Sars-CoV-2 adaptado para murinos, a fim de avaliar as influências na neuropatologia da doença de Alzheimer. Estamos ansiosos para ver como a infecção por coronavírus afeta a gravidade da doença", enfatiza.

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A oncologia ou cancerologia, também chamada cancrologia é a especialidade médica que visa à procura do tratamento do paciente, estuda os cânceres, também chamados cancros, que são tumores malignos.

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Os profissionais estudam saber como é a forma como as doenças desenvolvem-se nos organismos em que estão. Uma solenidade esteve se realizando na manhã de hoje, 17, e estavam presentes a secretaria Carolina Reis, o prefeito Antônio Reis e esposa Carmélia e alguns vereadores da base.

A secretária Carolina Reis, numa entrevista, falou desse novo atendimento da Saúde do Município e, conforme informações, os pacientes que estavam marcados para Teresina foram atendidos aqui mesmo em Floriano. Veja a entrevista da Carolina. 

Da redação

A saúde feminina demanda sempre muito cuidado, o que inclui exames de rotina, assim como para qualquer sexo ou idade, e exames específicos, para rastrear possíveis doenças, como HPV (papilomavírus humano), câncer de mama ou de colo de útero. Veja a seguir quais são os principais exames de rastreio que devem ser realizados pelo público feminino, assim como seus preparos e idade em que devem ser feitos.

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Ultrassom das mamas:

O ginecologista César Patez explica que o ultrassom das mamas é realizado com um aparelho capaz de visualizar o interior da glândula mamária, para descartar a possibilidade de nódulos ou cistos. O exame deve ser realizado sempre que o ginecologista achar necessário. Os resultados são imediatos

Ultrassonografia endovaginal:

Neste exame, é colocada uma sonda por via vaginal, com o objetivo de avaliar possíveis causas de sangramentos uterinos e dores pélvicas. A ultrassonografia endovaginal deve ser feita quando o ginecologista indicar a sua necessidade. Mulheres que ainda não tiveram a primeira relação sexual devem realizar o exame por via abdominal

Mamografia:

A ginecologista Natalia Castro, da Febrasgo (Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia), explica que a mamografia é realizada para o diagnóstico precoce do câncer de mama, sendo um raio-X compressivo das mamas de frente e de lado. O exame deve ser feito anualmente, a partir dos 40 anos, até os 74 anos de idade. Mulheres com o risco para a doença devem se antecipar, começando o rastreamento aos 30 anos. O resultado com a análise do radiologista pode levar de dois a três dias

Exames de sangue:

Os hemogramas ajudam a avaliar problemas como anemia, diabetes, colesterol e alterações hormonais, principalmente no climatério. A solicitação desses exames dependerá da avaliação de necessidade por parte do médico. Os exames exigem jejum de oito horas antes da realização e os resultados saem em até dois dias

Papanicolau:

O exame de Papanicolau é indicado a partir do início da vida sexual, sendo necessário para todas as mulheres a partir dos 25 anos e, após dois exames normais no intervalo de um ano, pode ser realizado a cada três anos, e podendo ser interrompido aos 64, desde que haja dois exames consecutivos normais nos últimos cinco anos, e sem história anterior de doença do colo do útero. O Papanicolau tem o objetivo de detectar o câncer de colo uterino, assim como o HPV (papilomavírus humano), e é feito com o auxílio de uma escova, colocada em movimento circular no colo uterino. O preparo exige que a mulher não tenha relações sexuais nos dois dias anteriores à realização, e o resultado sai em até dez dias

Colposcopia:

Este exame é feito com a ajuda de um espéculo, que afasta as paredes vaginais, e de dois líquidos — o iodo e o ácido acético —, para permitir a visualização do colo uterino e de lesões suspeitas, se houver. O exame deve ser feito com orientação médica. A colposcopia traz resultados imediatos e, se necessário biópsia, os resultados levam dez dias.

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