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Crianças que roncam alto, pelo menos, duas vezes por semana são mais propensas a apresentar problemas de comportamento, de acordo com um estudo realizado no Cincinnati Children's Hospital Medical Center, nos Estados Unidos. A pesquisa revela ainda que a amamentação pode proteger as crianças de condições como hiperatividade, depressão e falta de atenção.

 

"O estudo sugere que os médicos devem examinar rotineiramente e controlar o ronco, especialmente em crianças de famílias mais pobres, e encaminhar as crianças com ronco alto e persistente para tratamentos. Deixar de examinar, ou optar por uma abordagem de "esperar para ver" pode piorar problemas de comportamento", afirma o líder da pesquisa Dean Beebe.

 

O ronco alto e persistente ocorre em aproximadamente uma em cada 10 crianças.

 

Beebe e seus colegas estudaram 249 crianças em idade pré-escolar. Os pesquisadores entrevistaram as mães das crianças sobre o sono de seus filhos e seus comportamentos.

 

O estudo mostrou que as crianças que roncavam alto pelo menos duas vezes por semana na idade de 2 e 3 anos apresentaram mais problemas de comportamento do que crianças que não roncavam.

 

"Várias crianças roncam muitas vezes, no entanto o ronco alto que dura meses não é normal, e qualquer coisa que coloca as crianças e os jovens em risco de problemas comportamentais é preocupante. Esse tipo de ronco pode ser um sinal de problemas respiratórios reais à noite que são tratáveis. A pesquisa encoraja os pais a falarem sobre isso com os médicos, especialmente se isso persistir ao longo do tempo", observa Beebe.

 

Segundo os autores, o estudo mostrou que o aleitamento materno, especialmente por períodos mais longos, pareceu proteger as crianças contra o ronco persistente, mesmo depois de levados em consideração outros fatores, incluindo a renda familiar.

 

isaude.net

estriasElas são o pesadelo de toda mulher. De um dia para o outro, as estrias aparecem e de lá não saem mais. Seu surgimento acontece pelo rompimento das fibras de colágeno e elastina da pele, que acontece quando o tecido está muito seco, cresce de maneira muito rápida ou passa pelo processo de emagrecer e engordar - o chamado "efeito sanfona". Sendo assim, as gestantes são um grupo de risco quando o assunto é estria.

 

As estrias nas grávidas costumam surgir a partir do sexto mês da gravidez, porque é quando o bebê já está maior e a pele fica mais esticada, explica Maria Rita de Mesquita, ginecologista e obstetra membro da diretoria da Associação de Obstetrícia e Ginecologia do Estado de São Paulo (Sogesp). A ginecologista lembra que nem todas as mulheres ganham estrias na gravidez. Existem alguns fatores que acabam intensificando a possibilidade de que as fibras da pele sofram esse rompimento.

 

"O fator hereditário é muito importante. Se a mãe dessa paciente teve muitas estrias ao longo da vida, ela terá uma propensão maior a esses rompimentos das fibras", explica. "O excesso do ganho de peso durante a gestação também é um fator de risco para o aparecimento de estrias na pele."

 

Alguns tratamentos podem suavizar as estrias. No entanto, as gestantes, na maioria das vezes, não conseguem se beneficiar deles. Esses tratamentos são mais eficientes quando a estria é nova, quando as marcas são avermelhadas ou roxas. O problema é que a mulher grávida só poderá se submeter aos remédios e procedimentos depois de ter parado com a amamentação. "Os melhores tratamentos para as estrias não podem ser feitos durante a gravidez e nem no período da amamentação. Então, na maioria dos casos, a mulher já estará com as estrias esbranquiçadas (o que indica que já envelheceram) e, nesse estágio, o tratamento já não tem o mesmo efeito benéfico", afirma.

 

O ideal é prevenir, aconselha a ginecologista. Essa precaução tem que começar nos primeiro meses de gestação. No caso de uma gravidez planejada, a mulher já pode preparar o corpo antes mesmo de conceber a criança.

 

Cuidados na alimentação

A alimentação é a chave de uma boa gestação, seja no quesito saúde da mãe e do bebê, seja no bem-estar da mulher. Segundo Maria Rita, o ideal é que grávidas que estejam dentro de seu peso ideal engordem de 9 a 12 quilos durante os nove meses. Ficar entre essa média é um dos fatores que ajudam a prevenir o aparecimento de estrias. "Se a paciente engorda muito, a pele acaba se estirando mais do que era necessário. Nesse caso, a probabilidade de ocorrer o rompimento das fibras de colágeno é maior", esclarece a ginecologista.

 

Alimentos ricos em vitamina C também são muito importantes durante o período. "Essa vitamina estimula a formação de colágeno", diz. Além do cuidado na escolha dos alimentos, a gestante tem que beber muita água para ajudar na hidratação do organismo e da pele.

 

Cremes e óleos

Os cremes e os óleos são essenciais na prevenção do aparecimento de estrias. Uma pele seca é mais propensa ao rompimento das fibras do colágeno e elastina. Alguns hidratantes são específicos para a manutenção das fibras da pele. Entre eles, estão os ricos em ureia (durante a gravidez, os cremes indicados são os que indicam até 3% do componente na fórmula), o lactato de amônio, os óleos vegetais e os que contêm vitamina E.

 

A gestante pode usar os hidratantes em todo o corpo, mas as regiões das mamas, abdômen, coxas e glúteos devem ganhar atenção especial. "Esses são os locais que mais sofrem com a distensão da pele", explica Maria Rita. Os produtos devem ser aplicados pelo menos duas vezes ao dia.

 

A grávida deve ter cuidado ao utilizar os produtos na região das mamas. "As mamas estão se preparando para a maternidade. A região dos bicos e auréolas sofre modificações para favorecer a amamentação. Esses hidratantes podem deixar a pele mais fina e delicada, o que vai contra ao que a natureza está preparando para o período."

 

Cuidados com o que vestir

As roupas também são importantes aliadas nos cuidados e prevenção ao aparecimento de estrias. O indicado é que a gestante utilize sutiãs firmes, com alças mais largas. Para deixar a barriga mais segura, a médica aconselha calcinhas altas.

 

"Usar roupas que proporcionam sustentação favorece a contenção da pele e, portanto, diminui o risco de ter estrias", indica. "Mas, é claro, que só as roupas firmes não farão milagre. É importante manter o peso, ingerir muito líquido e utilizar hidratantes que favoreçam as fibras da pele."

 

 

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Cientistas da Universidade de Pittsburgh, nos Estados Unidos, descobriram que um composto derivado de plantas é capaz de impedir o desenvolvimento de tumores mamários em um modelo de rato. A pesquisa sugere que, embora a administração de isotiocianato de fenetil (PEITC) não forneça proteção completa contra a doença, ela provoca uma supressão clara da progressão do carcinoma.

 

A fim de determinar a eficácia de PEITC em tumores mamários de ratos, Shivendra V. Singh e seus colegas colocaram grupos de camundongos em duas dietas: uma controle e outra suplementada com PEITC por 29 semanas. Os investigadores realizaram avaliações histológicas e mediram a incidência e o tamanho dos tumores mamários, juntamente com a proliferação e morte celular (apoptose).

 

A equipe observou que a administração PEITC por 29 semanas foi associada com uma redução de 56,3% de lesões mamárias de carcinoma maiores que 2 mm.

 

"Embora a administração PEITC não confira proteção completa contra a carcinogênese mamária, camundongos na dieta PEITC, em comparação com camundongos colocados na dieta controle, exibiram claramente supressão da progressão do carcinoma", afirmam os autores.

 

Segundo os pesquisadores, o estudo também foi capaz de identificar certos biomarcadores que podem ser úteis em futuras investigações clínicas. No entanto, eles salientam certas limitações da pesquisa, como por exemplo o fato de que os resultados podem ser diferentes entre seres humanos e ratos.

 

 

isaúde.net

gravidezriscoEles são lindos. Três, quatro, cinco, seis, sete ou até oito bebezinhos de uma só vez. Mas, por trás dos recém-nascidos múltiplos está uma gestação de grande perigo para a mãe e para os fetos. Todos os riscos normais de uma gestação se intensificam quando a gravidez é gemelar, afirma Sérgio Pereira Gonçalves, especialista em reprodução humana e diretor médico da clínica Monteleone, de São Paulo.

 

"A incidência de aumento da pressão arterial e de diabetes gestacional são maiores em mulheres grávidas de gêmeos", revela o médico. "Essas condições podem levar a insuficiência placentária, com o prejuízo do desenvolvimento do feto ou mesmo quadros de sofrimento fetal por falta de oxigenação do cérebro", explica. Nesses casos, pode até haver a necessidade de se interromper a gravidez.

 

Além disso, as gestações múltiplas apresentam maior risco de rompimento antecipado da bolsa e de trabalho de parto antes da hora. "Os bebês nascidos prematuros podem ter sequelas permanentes, como paralisia cerebral, problemas pulmonares e nos olhos", relata Sérgio.

 

Mas nem toda gravidez gemelar leva a complicações. Há casos de sucesso conhecidos, como os da jornalista Fátima Bernardes, que é mãe dos trigêmeos Laura, Beatriz e Vinícius, e da modelo Isabella Fiorentino, mãe dos trigêmeos Bernardo, Lourenzo e Nicholas. No entanto, na maioria das vezes, a gravidez de múltiplos pode acarretar em algum tipo problema para mãe e para os bebês.

 

Reprodução assistida

O assunto gravidez gemelar é um tema muito discutido no âmbito das técnicas de reprodução assistida, principalmente quando se trata do tratamento de fertilização in vitro (FIV). Isso porque o médico pode implantar mais de um embrião já formado no útero da paciente, o que aumenta as chances de o procedimento gerar uma gestação múltipla.

 

De acordo com as normas éticas do Conselho Federal de Medicina (CFM), é seguro implantar até dois embriões em mulheres de até 35 anos. Nas com idade entre 36 e 39 anos, até três embriões, e quando a mulher passa dos 40 anos, a regulamentação permite que sejam implantados até quatro.

 

Sérgio afirma que por vezes o próprio casal, na ânsia de engravidar, pede para que seja feita a transferência de vários embriões. "A normatização pelo CFM do número máximo de embriões transferidos de acordo com a idade da mulher veio em momento oportuno. É importante que o médico explique ao casal que a determinação tem o objetivo de evitar gestações múltiplas e, por consequência, suas complicações, mas sem reduzir as taxas de gravidez."

 

Casos famosos de fertilizações e múltiplos

Octomãe. Foi assim que a americana Nadya Suleman ficou conhecida depois de engravidar de óctuplos. Os bebês são fruto de uma fertilização in vitro feita em 2008 com sêmen de doador. Nadya já tinha outros seis filhos, que também foram concebidos por meio de outras FIVs, com o mesmo doador de esperma.

 

Nadya convenceu os médicos a implantarem os embriões congelados que haviam "sobrado" das outras gestações. O tratamento ela se consagrou como a octomãe. Surpreendentemente, os bebês nasceram saudáveis e ela passou bem pela gestação e pelo parto. Para Sérgio, casos como este são raros e Nadya teve muita sorte - portanto, sua situação não deve ser tomada como exemplo.

 

Outro caso famoso foi o da brasileira Linda Mar Miranda Alves da Silva, de Brasília. Em 2000, ela decidiu procurar a saúde pública para conseguir engravidar de seu segundo marido. Linda Mar já tinha outros dois filhos de um primeiro relacionamento e havia feito laqueadura, mas o atual companheiro tinha o sonho de ser pai. Na época, a equipe que cuidou do caso implantou cinco embriões em seu útero. Poucas horas após o parto, feito prematuramente aos sete meses de gestação, um dos bebês não resistiu e morreu. Os outros quatro sobreviveram, mas com sequelas graves.

 

 

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