O volume abdominal é tão grande em boa parte dos homens que eles não conseguem enxergar seu próprio órgão sexual. Trinta e três por cento deles, com idades excessodepeso1892012entre 35 e 60 anos, se encaixam no perfil. Com o passar da idade, esse percentual é maior e representa 44% dos homens entre 51 e 60 anos.

 

O levantamento foi feito pelo site inglês We Love Our Heart com mil homens, e os resultados foram publicados pelo jornal The Sun. A situação, que à primeira vista pode causar risadas, é na verdade um alerta sobre as condições de saúde.

 

Não enxergar o próprio órgão sexual devido à gordura abdominal está associado ao grande aumento de peso, maiores riscos de desenvolver doenças cardíacas, além de diabetes e derrames. Estima-se que a obesidade diminua a expectativa de vida em até nove anos.

 

A barriga aponta para riscos cinco vezes maior de desenvolver diabetes do tipo 2 e ainda maiores chances de ter câncer de cólon. O potencial para apresentar quadro de pressão alta também é duas vezes e meia maior.

 

Ponto a ponto ideias

 

No dia jovem adventista, a classe em Floriano que pertence a Igreja do mesmo nome, realizou uma campanha beneficente e conseguiu mais de vinte bolsas de sangue para o hemocentro local. A campanha foi em parceria com o próprio órgão em Floriano que tem a coordenação da servidora Joara Leão.

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Na escola Jacob Demes que tem sede no bairro Pau Ferrado os jovens adventistas que inclui pessoas de ambos os sexos, promoveram atividades que tiveram envolvimento de alunos e professores da unidade.

 

 

A doação de sangue foi por todo o sábado passado e líderes da Igreja também tiveram participação ativa.

 

 


Pessoas que estão cadastradas no Hemopi local e que já estavam no período de doação também estavam áptos a participação.  As ações foram iniciadas as 7:30h da manhã e tiveram encerramento as 17:00h.

 

 

Da redação

IMAGEM: piauinoticias.com

 

 

Um estudou da escola de medicina Charite Berlin concluiu que fumantes dormem menos e tem mais distúrbios do sono do que não-fumantes. As informaçõesdormirfumantes1792012 são do jornal inglês Daily Mail.  Pesquisadores analisaram cerca de 1.100 fumantes e 17% dormiram por menos de seis horas, enquanto 28% afirmaram que não tiveram uma boa qualidade de sono. Em contraponto, 1.200 não-fumantes participaram do estudo e os resultados foram 7% e 19% para os mesmos quesitos, respectivamente.

 

"Esse estudo mostra, pela primeira vez, que os fumantes têm mais distúrbios do sono quando comparados aos não-fumantes", afirmou Stefan Cohrs, o líder da pesquisa. "As descobertas ainda não provam que o fumo afeta diretamente o sono, já que os fumantes podem ter outros hábitos que prejudicam a qualidade das horas de descanso", acrescentou.

 

Outro estudo realizado pela Charite Berlin incluiu 1.071 fumantes e 1.243 não-fumantes, que responderam à uma enquete sobre a qualidade do sono. Após analisar as respostas dos participantes, a pesquisa concluiu que mais de um quarto dos fumantes foi diagnosticado com distúrbios do sono, com grandes possibilidades de sofrerem de insônia. Apesar de existirem outros hábitos que podem afetar as horas de descanso, Cohrs acredita que a nicotina é uma das grandes culpas.

 

De acordo com outros estudos, a má qualidade do sono está relacionada a problemas de saúde como obesidade, diabetes e doenças do coração.

 

Terra

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) determinou a apreensão e a inutilização de um lote falso do medicamento Butazona, indicado contra doenças reumáticas como gota – inflamação provocada pelo excesso de ácido úrico no corpo –, artrite e artrose – que atingem as articulações e comprometem a função das mãos e de outros membros.

 

A decisão foi publicada no Diário Oficial da União desta segunda-feira, 17.

 

O remédio pertence ao lote 3115, de fevereiro deste ano, com validade até junho de 2014. O produto vem na apresentação de cem comprimidos e era vendido clandestinamente.

 

A Anvisa fez uma análise laboratorial e da embalagem de amostras do Butazona, cujo registro no Brasil é detido pela farmacêutica alemã Boehringer Ingelheim, e identificou que o medicamento era falsificado.

 

Terra