O site Refined Guy listou 15 tipos hilários de simpatias e costumes regionais que prometem curar a ressaca. Segundo eles, ninguém entende muito bem como curar a bebedeira no dia seguinte, além de se hidratar e talvez, tomar uma aspirina. No entanto, ao redor do globo, cada cultura tem costumes hilários, divertidos e, ate estranhos, que eles garantem acabar com a dor de cabeça, mal estar e náuseas. Va le lembrar que não são remédios científicos e que têm efeitos comprovados e, sim, simpatias regionais.

 

1) Chá de cocô de coelho (Estados Unidos): a lenda diz que, tempos atrás, os cowboys americanos curavam a ressaca  jogando cocô de coelho na água quente e, depois, bebendo o chá.

 

2) Pênis de touro seco (Sicília): nos tempos antigos da Sicília, na Itáli, os homens que abusavam do vinho comiam pênis de touro seco na manhã seguinte. O objetivo era restabelecer a virilidade. Interessante, é que atualmente eles vendem o artigo para cachorros em pet shops.

 

3) Olhos de ovelha em conserva (Mongólia): segundo a BBC, a população da Mongólia, na Ásia, cura a ressaca bebendo suco de tomate misturado com olhos de ovelhas em conserva. Sim, tem que ser em conserva.

 

4) Suar, lamber e cuspir (nativos americanos): também de acordo com a BBC, alguns americanos nativos acreditavam que a melhor maneira de curar uma bebedeira era se exercitar.... e, depois, lamber o suor do próprio corpo, fazer bochecho e cuspir. A ideia é tirar as toxinas do corpo.

 

5) Ovo cru com molho inglês (Estados Unidos): aqui vai uma receita americana: ovo cru, molho inglês, sal, pimenta e tabasco.  Agora se isto funciona? Duvida-se. O ovo cru deve ter as mesmas características de um ovo cozido e molho inglês e tabasco parecem não ter nenhum valor nutricional. Isto parece mais uma receita de um pai furioso que queria dar uma lição no filho depois de uma noitada.

 

6) Sopa de tripa (Romênia): para curar uma ressaca nada melhor que uma sopa de estômago de vaca cozido, dizem os romenos. Por lá, eles adicionam a "carne" em um ensopado salgado de legumes, alho e creme.

 

7) Chá de chifre de rinoceronte (Vietnã): esta receita é mesmo o que parece. Os vietnamitas moem os chifres dos rinocerontes até virar pó, adicionam água fervente e bebem. Isso parece curar tudo para eles, como alergias, câncer, impotência e, claro, ressaca. Mas, o mercado negro tem aumentado uma caça desenfreado a estes animais na África do Sul.

 

8) Pulmões de ovelhas e ovos de coruja (Grécia Antiga): aparentemente a Grécia Antiga tinha um café da manhã equivalente ao norte-americano. Enquanto nos EUA, os pratos enchem de bacon e ovos cozidos, os gregos preferiam pulmões de ovelhas e ovos de coruja.

 

9) Katerfrühstück (Alemanha): segundo os alemães, isto significa "almoço de ressaca" e é muito tradicional, inclusive. Consiste em um aperitivo chamado rollmops: filé de arenque em conversa enrolado com pepino e cebola, também em conserva. Parece delicioso, certo? E faz até  algum sentido biológico, já que repõe o sal que precisamos depois de uma bebedeira. No entanto, pode ser que um peixe não caia muito bem em uma manhã de ressaca.

 

10) Umeboshi (Japão): a ume é uma fruta japonesa similar a damasco ou ameixa e que parece saborosa. Mas um umeboshi, no entanto, são frutas secas e em conserva que parecem tão difíceis de serem comidas que eles mergulham antes no chá verde para torná-las mais palatáveis. Mas se é tão ruim, por que as pessoas consomem? Porque, obviamente, eles acreditam  ser um santo remédio. E, aliás, há ate uma explicação cientifica, pois ao beber você perde eletrólitos e o sal os repõe, como um Gatorade, por exemplo.

 

11) Leite de búfalo (Namíbia): esta receita não é, na verdade, o leite puro de um búfalo. Pode ser apenas o sorvete, rum escuro, rum temperado, creme ou milk shake. Pode até funcionar, mas não parece uma boa ideia curar dor de cabeca e náuseas com laticínios.

 

12) Canário frito (Roma antiga): esta receita de ressaca vem de ninguém menos que Plínio, o velho, um ancião romano naturalista autor de História Natual, enciclopédia que se tornou um modelo para todos os trabalhos deste tipo nos dois milênios seguintes. Aparentemente, Plínio, como um autêntico romano, adorava vinhos e queijos e,  às vezes passava dos limites. Mas, felizmente, ele tinha uma receita de família infalível: pegue um canário, tire a cabeça, coloque o corpo em uma panela cheia de óleo fervente, deixe fritar e voilá – um café da manhã que nã o deixa rastro de ressaca.

 

13) Vodu (Haiti): espetar agulhas em coisas cura vários tipos de problemas, certo? Então, por que não curaria uma ressaca? Este é o pensamento de alguns praticantes de vodu no Haiti. Eles espetam 13 alfinetes de cabeças pretas na rolha da garrafa da bebida que causou a ressaca.

 

14) Enterrar-se na areia (Irlanda): uma velha lenda irlandesa diz que a melhor maneira de curar a ressaca e se enterrar nas areias molhadas de um rio. O motivo? Não é muito claro, mas provavelmente a areia ajude a afastar as náuseas e a dor no corpo, já que tanto a areia como a água dos rios irlandeses são muito frios. No entanto, pessoas bêbadas andando ao redor de rios não parece uma boa ideia.

 

15) Esfregar limão nas axilas (Porto Rico): alguns porto-riquenhos, aparentemente, acreditam que a ressaca á causada pela desidratação, o que é verdade. No entanto, ao invés de pensarem que beber o suco de limão poderia ajudar na hidratação, eles esfregam a fruta nas axilas. Antes de sair para uma noitada, eles passam fatias de limão debaixo dos braços.

 

Terra

bebê chupetaO uso de chupeta na infância pode atrapalhar o desenvolvimento emocional dos meninos, segundo estudo realizado na Universidade de Wisconsin-Madison, nos EUA.

 

O trabalho sugere que a chupeta impede que os bebês experimentem diferentes tipos de expressões faciais durante a infância e que isso tem consequências psicológicas mais tarde na vida, inclusive nas medidas de maturidade emocional.

 

Os seres humanos de todas as idades, muitas vezes imitam, inadvertidamente ou não, as expressões e linguagem corporal das pessoas ao seu redor. "Ao refletir o que a outra pessoa está fazendo, você cria uma parte do sentimento. Essa é uma das maneiras de entender o que alguém está sentindo e pode ser uma ferramenta de aprendizagem importante para os bebês", afirma a autora da pesquisa Paula Niedenthal.

 

Segundo Niedenthal, quando falamos com as crianças, inicialmente, elas não entendem o significado das palavras. Assim, a maneira como nos comunicamos com elas em primeiro lugar é usando o tom de voz e as expressões faciais. "Com uma chupeta na boca, um bebê é menos capaz de se espelhar nas expressões e entender as emoções que elas representam", explica a pesquisadora.

 

O efeito é semelhante ao observado em estudos de doentes que receberam injeções de Botox para paralisar os músculos faciais e reduzir rugas. Usuários de Botox experimentam uma estreita gama de emoções e muitas vezes têm dificuldade em identificar as emoções por trás das expressões nos rostos das outras pessoas.

 

"Esse trabalho nos levou a pensar em períodos críticos de desenvolvimento emocional, como a infância. E se a criança sempre teve algo em sua boca que a impediu de imitar e entender a expressão facial de alguém?, questiona Niedenthal.

 

Os pesquisadores descobriram que meninos entre seis e sete anos de idade, que passaram mais tempo com chupeta na boca na infância eram menos propensos a imitar as expressões emocionais de rostos mostrados em um vídeo.

 

Em idade universitária, homens que relataram (por suas próprias lembranças ou de seus pais) maior uso de chupeta quando criança obtiveram menores pontuações em testes comuns de tomada de perspectiva, um componente da empatia e se saíram pior em testes que consistiam em tomar decisões com base na avaliação do humor de outras pessoas.

 

Os testes não encontraram efeitos do uso de chupeta para as meninas. "As meninas se desenvolvem mais cedo, em muitos aspectos e é possível que elas façam progressos suficientes no desenvolvimento emocional antes ou apesar do uso da chupeta. Pode ser que os meninos sejam simplesmente mais vulneráveis que as meninas, e que interromper o uso da mímica facial é prejudicial apenas para eles", observa Niedenthal.

 

De acordo com os pesquisadores, os resultados são sugestivos e devem ser levados a sério. No entanto, eles ressaltam que mais trabalho precisa ser feito.

 

 

 R7

Na próxima sexta-feira, 21, é comemorado o Dia Mundial da Doença de Alzheimer. Visando esclarecer a população sobre a doença, a Secretaria de Estado da Saúde através da Coordenação de Atenção à Saúde do Idoso realizará, em parceria com a Residência Multiprossional em Saúde da Família e Comunidade, uma mesa multiprofissional abordando aspectos da enfermidade. O evento acontece no auditório do HEMOPI , a partir das 8:30h.

 

“O dia mundial da Doença de Alzhemeir, celebrado neste dia 21 de setembro, é a ocasião para as entidades que trabalham no combate à doença reforçar o trabalho de mobilização e conscientização da sociedade para um problema que cresce na medida em que aumenta a expectativa de vida das pessoas”, diz Gisela Maria Silva de Brito, coordenadora Estadual de Atenção à Saúde do Adulto e do Idoso.

 

 O Alzheimer é uma síndrome degenerativa cerebral caracterizada principalmente por perda de memória, falta de compreensão, problemas de linguagem e diminuição da capacidade de aprendizagem. Os sintomas podem evoluir para dificuldades de locomoção e provocar uma dependência total.

 

 A Doença de Alzheimer pode se manifestar em qualquer idade, até mesmo na faixa dos 40 anos, mas a incidência maior começa a partir de 60 anos e é considerada muito comum em idosos acima de 80 anos.

 

Estimativas da OMS – a Organização Mundial da Saúde revelam que 18 milhões de homens e mulheres sofrem de Alzheimer, e a projeção é de que esse número possa quase dobrar até 2025, atingindo pelo menos 34 milhões de pessoas.

 

Sem cura, a doença de Alzheimer ainda é um mistério para a ciência, que desconhece também suas causas. É uma das formas mais comuns de demência e tem sido tratada com medicamentos para controlar os principais problemas.

 

O SUS disponibiliza tratamento para Doença de Alzheimer por meio do Componente Especializado da Assistência Farmacêutica – CEAF – Portaria MS/GM 2.981 de 26 de novembro de 2009, sendo padronizados os seguintes medicamentos: Donepezila 5mg e 10mg; Galantamina 8mg, 16mg e 24mg ; Rivastigmina 2mg/mL e Rivastigmina 1,5mg, 3mg, 4,5mg e 6 mg. Dessa forma, no CEAF, são disponibilizados medicamentos da classe farmacológica importante para o manejo da Doença de Alzheimer a todos os pacientes que apresentam os critérios de inclusão estabelecidos pelo Protocolo Clínico e Diretrizes Terapêuticas PCDT – DOENÇA DE ALZHEIMER (Portaria SAS/MS n° 843 de 31 de outubro de 2002).

 

A doença pode se desenvolver lentamente, sem apresentar sintomas, durante 15 ou 20 anos.

 

Sesapi

dengue capacitaçaoAs principais diferenças entre os mosquitos Aedes aegypti e Aedes albopictus, transmissores da dengue e da febre amarela, respectivamente, seus comportamentos no meio ambiente, modos de reprodução, modos de desenvolvimento, e as maneiras de identificar seus estágios de vida. Estas e outras informações estão sendo repassadas a laboratoristas e auxiliares dos municípios jurisdicionados à IV Coordenação Regional de Saúde do Piauí, pelos técnicos da regional.

 

Profissionais participam do treinamento que teve inicio nessa terça-feira, 18. Hoje 19, a fase prática do curso está sendo realizada no laboratório de entomologia da IV CRS. Segundo Socorro Sousa, técnica de laboratório, os encontros acontecem individualmente dependendo da necessidade de cada município. “Após o curso, esses profissionais estarão aptos não só a identificar os mosquitos transmissores da dengue e da febre amarela, como também saberão mais sobre os sintomas dessas doenças e os exames laboratoriais necessários para o diagnóstico”, explicou Socorro.

 

Durante a capacitação, os técnicos são orientados sobre a importância da integração dos serviços de laboratório à Vigilância Epidemiológica do Estado e do município. Também na oportunidade eles são orientados sobre o preenchimento de boletins e formulários, como os de registro de índice de infestação e de etiquetas de acompanhamento de larvas.

 

Para o supervisor de Endemias, Marcílio Pereira, do município de São Raimundo Nonato, o curso amplia o conhecimento dos profissionais. “Atualmente nosso trabalho é focado apenas no Aedes aegypti, mas a partir de agora poderemos também identificar outros tipos de larvas. Antes, não conseguíamos diferenciar um do outro”, admite o supervisor.

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