A maioria dos brasileiros tem a vida agitada, vive com pressa e sem tempo para fazer coisas simples do dia a dia, como tomar o café da manhã. Mas pular cafedamanha1992012essa refeição pode trazer prejuízos para a saúde e até ajudar a engordar. Como é a primeira refeição do dia, o café da manhã é importante para quebrar o jejum prolongado após a noite de sono. Reservar um tempo para essa refeição pode prevenir o ganho de peso e beneficiar a saúde, como explicou o endocrinologista Alfredo Halpern no Bem Estar desta quarta-feira, 19.

 

Isso acontece porque o hormônio da fome aumenta muito em longos períodos sem comer e, para compensar, a pessoa come mais depois, o que favorece o aumento de peso e faz engordar. Fora isso, ao acordar, os níveis de açúcar no sangue estão muito baixos e devem ser repostos para fornecer energia para o resto do dia.

 

Quando a pessoa fica sem se alimentar, ela fica sem energia e pode ter dificuldade para realizar tarefas durante a manhã.

Além disso, a falta do café da manhã pode também diminuir o desempenho intelectual e a resistência na hora de realizar atividades físicas. Para mostrar que a falta de tempo não pode ser uma desculpa para não comer pela manhã, a nutricionista Sonia Tucunduva preparou três sugestões de café da manhã para preparar em 5, 10 e 15 minutos.

 

Para ajudar, ela sugere que a refeição seja planejada e alguns alimentos sejam pré-preparados na noite anterior. No caso das crianças, algumas adaptações podem ser feitas. Por exemplo, no cardápio para 15 minutos pode ser acrescentado o leite e trocado o iogurte desnatado pelo iogurte integral.

 

Mas, para as pessoas que estão acostumadas a ficar sem essa refeição, é preciso um pouco de esforço e insistência para mudar os hábitos: acordar cinco minutos antes e comer mesmo sem fome podem ajudar e fazer grande diferença. Segundo a nutricionista, o café da manhã perfeito precisa ter proteínas, carboidratos, gorduras, fibras, vitaminas e minerais. Isso pode ser adquirido na refeição mais comum: o pão com manteiga, o café com leite e uma fruta.

 

Esses hábitos alimentares se formam quando o indivíduo ainda é pequeno, por isso é importante incentivar as crianças a ampliar o paladar e provar várias opções de alimentos. Isso pode evitar a obesidade infantil, um problema que preocupa não só as mães, mas também os profissionais de saúde e o governo. Ao longo da infância, as necessidades nutricionais de vitaminas e minerais são maiores, principalmente por causa do crescimento. Nessa fase, portanto, as deficiências podem ser mais frequentes e suas consequências, mais sérias. Além disso, a fome diminui a habilidade da criança em responder aos estímulos ambientais, prestar atenção e obter informações.

 

Segundo uma pesquisa da Escola de Saúde Pública de Harvard, crianças que tomam café da manhã tendem a ter mais atenção e atitude positiva em relação à escola. A refeição também pode contribuir para a melhora do raciocínio lógico e da capacidade de recordar e memorizar.

 

Em uma enquete feita no site do Bem Estar, alguns internautas responderam que não tem tempo ou não tem vontade de tomar café da manhã. Mesmo sem vontade e sem tempo, é importante reservar 5 minutos da manhã para se dedicar a essa refeição e preservar a saúde.

 

 

G1

Temperaturas elevadas podem aumentar o risco de morte precoce por doenças cardiovasculares, conclui um novo estudo feito pela Universidade de Tecnologia de Queensland, na costa leste da Austrália. Os resultados estão publicados na atual edição da revista "Circulation: Cardiovascular Quality and Outcomes", da Associação Americana do Coração.

 

Além de poder causar infarto e derrame, a exposição ao calor extremo é capaz de alterar a pressão arterial, a espessura do sangue, as taxas de colesterol e a frequência cardíaca, de acordo com uma pesquisa anterior.

 

 Esse, porém, é o primeiro trabalho a fazer uma comparação entre a temperatura média diária e os anos "perdidos" de uma pessoa, de acordo com a expectativa de vida da população. A cada 1 milhão de habitantes, foram "desperdiçados" 72 anos em decorrência de morte cardiovascular prematura.

 

Os cientistas coletaram dados diários de temperatura da cidade de Brisbane, capital de Queensland, entre 1996 e 2004. Com os números em mãos, a equipe os comparou com as mortes relacionadas a doenças cardiovasculares nesse mesmo intervalo.

 

O problema, segundo os autores, pode ocorrer tanto quando os termômetros sobem durante ondas de calor quanto em períodos de frio. Mas as mortes foram maiores quando as altas temperaturas se mantiveram por dois dias ou mais – o que pode ser explicado por uma sobrecarga do coração da pessoa ou do sistema de saúde, com ambulâncias levando mais tempo para atender às emergências.

 

A cidade de Brisbane costuma ter verões quentes e úmidos e invernos amenos e secos. A temperatura média diária registrada foi de 20,5° C, com ondas de calor em 1% dos dias e de frio em outro 1%. Os termômetros marcaram um pico de 29,2° C e um mínimo de 11,7° C.

 

De acordo com o principal pesquisador, Cunrui Huang, as descobertas são importantes porque o mundo passa por um momento de mudanças climáticas e também de elevação dos índices de obesidade e diabetes – principalmente o tipo 2, associado ao ganho de peso e ao sedentarismo.

 

Na opinião do professor Adrian Barnett, coautor do estudo, as pessoas também costumam cuidar mais da saúde durante o frio prolongado. Ele diz que passar algumas horas por dia em um ambiente de clima temperado – ou seja, mais ameno – já poderia ajudar a reduzir as mortes por doenças do coração e do sistema circulatório.

 

G1

divisaA Diretoria de Vigilância Sanitária do Estado (DIVISA) realiza nessa quarta-feira, 19, uma palestra sobre A Política de Educação Permanente em Saúde e a Postura da Voz. A palestra, que será direcionada para os funcionários da DIVISA é uma continuidade da capacitação realizada no mês de agosto, que dava dicas e estratégias que podem melhorar a didática dos profissionais na hora de ministrar cursos, treinamentos e oficinas na área de vigilância sanitária.


A palestra será realizada no auditório da DIVISA e oferecida pela a pedagoga da Gerência de Qualificação da Diretoria de Unidade de Gestão de Pessoas da SESAPI, Jesus Dias. “Conhecer a Política de Educação Permanente é importante para qualquer profissional da área de saúde, pois além de aprimorar os seus conhecimentos, ele passa a transformando suas praticas profissionais e a própria organização do trabalho”, explicou Solange Araújo, responsável pela a área de qualificação da DIVISA.


Ainda durante a programação da capacitação pedagógica, os alunos contarão com a presença da fonoaudióloga, Carlene Bitu, que vai dar dicas sobre a postura da voz. “São dicas de como o funcionário deve se portar durante as suas apresentações, protegendo as cordas vocais e também para ter um melhor desempenho da voz durante suas atividades”, acrescentou Solange Araújo.


 

 Sesapi

 

O Hospital Getúlio Vargas (HGV) promove, na quarta-feira (19), o I Encontro para Atualização em Técnicas de Central de Materiais . O evento será no auditório do Hospital e a organização é do Núcleo de Educação Permanente (NEP).  O encontro contará com as participações do francês Phillipe Nicolai, diretor técnico para América Latina do Laboratoires Anios, e da Profa. Drª. Kazuco Uchikawa Graziano, titular do Departamento de Enfermagem Médico-Cirúrgica da Universidade de São Paulo (USP), dentre outros.

 

Segundo o diretor do HGV, Carlos Iglézias Brandão, o encontro oportunizará a troca de experiências, além de apresentar novos conceitos e referências capazes de otimizar os processos e protocolos de conhecimentos sobre esterilização e higienização no contexto hospitalar.

 

A Central de Materiais é o setor responsável pela esterilização, controle e distribuição de materiais e instrumentais médico-hospitalares.

 

PROGRAMAÇÃO:

17h30 – Abertura
18h ás 20h – Conferência: limpeza, desinfecção de nível intermediário/Alto nível e esterilização classificação dos materiais segundo o risco potencial da contaminação.
20h às 20h30 – Intervalo – coffe break e distribuição de brindes
20h30 às 22h30 – Conferência: biofilme nos materiais de uso hospitalar: o que é? e o que fazer?

 

SESAPI