O Centro de Controle de Zoonoses (CCZ) está trabalhando na organização da campanha de vacinação de cães e gatos, para imunizar animais em todo o município.

 

A Prefeitura de Floriano, através da Secretaria Municipal de Saúde / Centro de Controle de Zoonoses vai realizar no próximo sábado 24/11, o dia “D” da Campanha de Vacinação Antirrabica para cães e gatos.  


Nesse dia “D” a vacina contra a raiva animal estará disponível em 36 postos espalhados em vários bairros da cidade. A meta é vacinar 14.933 animais, sendo 8.773 cães e 6.1160 gatos. De acordo com informações do Centro de Controle de Zoonoses (CCZ), no ano passado a cobertura vacinal foi de apenas 68, 6%, por isso está sendo feita uma mobilização no sentido de melhorar esse índice nesta campanha.


Todos os cães e gatos a partir dos 2 meses de idade e cadelas que tiveram filhotes a mais de um mês devem tomar a vacina. A dose é anual e auxilia no controle da raiva animal. Os proprietários devem conduzir seus animais até os locais de vacinação com coleira e guia para evitar acidentes.


O inspetor de endemias da Secretaria municipal de Saúde, José Araújo Silva, explica que os proprietários devem ficar atentos e garantir a imunização dos seus animais, resgatando a saúde de toda a família.


A raiva é uma doença letal que pode causar a morte tanto do animal quanto da pessoa infectada, quando o tratamento não for realizado de forma adequada. Uma forma eficaz de prevenir a transmissão desta doença é vacinar os animais.

 

 

SECOM

A Secretaria de Estado da Saúde (Sesapi), através da Superintendência de Assistência à Saúde (Supas), dará início à implantação do Projeto da Rede de Cuidados Continuados. Na próxima quinta-feira, 22, se realizará a primeira reunião de trabalho para apresentação da proposta de modelos de gestão da Sesapi para a Rede Hospitalar Estadual e bases para criação e desenvolvimento do referido Projeto.

 

O encontro, que será realizado das 9:00h às 16:00h, no Auditório do Hemopi em Teresina, reunirá diretores administrativos e superintendentes da Sesapi, além de técnicos, diretores e representantes dos Hospitais Estaduais, entre outros, e contará com a participação de representantes da Confederação das Santas Casas de Misericórdia, de São Paulo.

 

O projeto é uma realização da Sesapi em parceria com o Ministério da Saúde, após experiência exitosa das Santas Casas de Misericórdia e do Hospital Samaritano, ambas as instituições de São Paulo, que já trabalham com a Rede de Cuidados Continuados, alcançando melhores resultados na assistência à saúde e redistribuindo, adequadamente, os leitos para os casos de extrema urgência e emergência. Os demais leitos sendo destinados aos casos crônicos ou eletivos, que não demandam, necessariamente, uma atenção médica, mas, um cuidado continuado, como a fisioterapia, por exemplo.

 

“Alguns pacientes, como os idosos, os que possuem doenças crônicas degenerativas, os politraumatizados, entre outros, após a fase aguda da doença, podem apresentar sequelas, necessitando, assim, de cuidados continuados. Esses pacientes, no entanto, ainda ocupam leitos destinados aos casos agudos, emergenciais, comprometendo a assistência em saúde aos casos mais graves”, explicou Luciane Formiga, coordenadora de Organização Hospitalar da Sesapi.

 

Além da Sesapi, também foram convocados representantes da Fundação Municipal de Saúde (FMS), Conselho Estadual de Saúde (CES/PI), Associação Piauiense de Municípios (APPM) e Secretaria de Estado da Assistência Social e Cidadania (Sasc). O encontro será dividido em três sessões: apresentação do projeto, workshop sobre as bases conceituais dos Cuidados Continuados e workshop sobre as bases conceituais da contratualização.

 

 

Govpi

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) mudou as regras para o uso de termos, como light, baixo, rico e não contém, nos rótulos de alimentos. rotulos20112012Chamados tecnicamente de alegações nutricionais, tratam-se de informações para descrever o nível (absoluto ou relativo) de determinados nutrientes ou o valor energético dos alimentos.

 

A palavra light, por exemplo, só poderá ser utilizada se o produto tiver algum nutriente com valor reduzido em relação à versão convencional (alimento de referência). O termo era permitido tanto em alimentos com redução de algum nutriente quanto naqueles com baixo teor de algum nutriente, sem comparar com os produtos de referência. Segundo a Anvisa, os consumidores e profissionais de saúde encontravam dificuldades em reconhecer as diferenças entre os produtos com a indicação light.

 

Em relação aos termos fonte de proteína e alto teor de proteínas, foram estipulados critérios para quantidade e qualidade mínimas. De acordo com a agência reguladora, a ideia é coibir o uso das informações de forma enganosa, por exemplo, em alimentos com quantidade de proteínas incompletas ou de baixa qualidade.

 

A nova resolução da Anvisa, a RDC 54/2012, alterou também a base de cálculo para o uso dessas informações. Atualmente, a base é 100g ou ml do alimento para fazer o cálculo. Com a mudança, o cálculo deverá ser feito a partir de uma porção do alimento. Segundo a agência reguladora, a nova base de cálculo impede confusão na hora de comparar produtos, além de facilitar ao consumidor saber a quantidade exata de ingestão de determinado nutriente.

 

As empresas têm até o dia 1º de janeiro de 2014 para adequar os rótulos. Os fabricantes não são obrigados a divulgar as alegações nutricionais. Os produtos fabricados no período de adaptação poderão ser comercializados até o fim de seu prazo de validade. Com a nova resolução, o Brasil passa a ter os mesmos regulamentos técnicos de rotulagem nutricional do Mercosul, o que facilita a livre circulação dos alimentos entre os países do bloco.

 

As novas normas também valem para as informações desse tipo veiculadas em anúncios nos meios de comunicação.

 

 

Agencia Brasil

O Ministério da Saúde instituiu nesta terça-feira, 20, a criação do Comitê de Especialistas em Saúde Prisional, que vai auxiliar as ações de saúde dentro das cadeias. O comitê deve atuar tanto na área de pesquisas médicas quanto em projetos para a promoção dos direitos humanos nas cadeias. A medida foi publicada pelo Diário Oficial da União desta terça e já está em vigor.

 

No campo das pesquisas, o grupo vai contribuir na formulação de uma política nacional de desenvolvimento científico, incluindo o desenvolvimento de vacinas e medicamentos. Ao mesmo tempo, ele tem a função de “contribuir para o fortalecimento da ética na pesquisa em estabelecimentos prisionais”.

 

O comitê será formado por especialistas que representem o poder público, a comunidade científica e a sociedade. Ele será coordenado pelo Departamento de Ações Programáticas e Estratégias da Secretaria de Atenção à Saúde do Ministério da Saúde (Dapes/ SAS/MS), com auxílio do Departamento Penitenciário Nacional do Ministério da Justiça (Depen/MJ).

 

Os integrantes do comitê ainda vão ser escolhidos, e o anúncio será feito em uma portaria específica do Ministério da Saúde. O mandato dura dois anos, e um terço dos integrantes poderá exercer um segundo período na função.

 

 G1