Em 2011, 60% das operadoras de saúde médico hospitalar e odontológicas ficaram entre as duas melhores faixas do Índice de ans13122-Desempenho da Saúde Suplementar (IDSS) em avaliação realiada pela Agência Nacional de Saúde (ANS). As 1.239 operadoras foram avaliadas e 735 delas obtiveram as melhores notas.

 

O resultado é melhor do que o registrado em 2010, quando 482 operadoras (31% entre 1.517 pesquisadas) ficaram naquela faixa de qualidade. Os dados foram anunciados nesta quinta-feira, 13, Andrea Carlesso Lozer, coordenadora de Qualidade e Conhecimento da ANS.

 

As 735 operadoras, que ficaram na faixa de notas que vai de 0,6 a 1 (sendo zero a menor nota e 1 a maior), representam 45.735.930 beneficiários. Já o número de operadoras que tiveram menores notas (na faixa de 0 a 0,1) caiu de 383 em 2010 para apenas 54 em 2011, e somam 474.056 beneficiários, segundo a ANS.

 

A dimensão da Atenção à Saúde tem peso de 40% na formação do IDDS, a Econômico-financeira, 20%; Estrutura e Operação, 20%; e Satisfação dos Beneficiários, também 20%, explicou a ANS.

 

Segundo Andrea, em 2010, a Satisfação dos Beneficiários tinha peso de 10% na composição do IDSS. O resultado é baseado nas reclamações chegadas à ANS. Em 2011, o peso aumentou para 20%, e a avaliação de 2012, a ser divulgada no primeiro semestre de 2013, envolve a pesquisa direta com os usuários dos planos de saúde.

 

Andrea explica que a ANS elaborou a metodologia da pesquisa e o questionário, que é repassado às operadores e elas se encarregam da tarefa de entrevistar os usuários por telefone. As gravações são repassadas para a ANS.

 

Número de operadoras cai

Analisando somente as operadoras médico-hospitalares, 62% ficaram nas duas melhores faixas de desempenho em 2011, enquanto em 2010, foram apenas 32%. Já entre as operadoras apenas odontológicas, 52% têm as melhores notas, contra 29% registradas em 2010, segundo os dados da ANS.

 

O número de operadoras caiu de 1.517 em 2010 para 1.239 em 2011 por conta de cancelamentos em virtude de não cumprimento de normas da agência, e por movimentações no mercado, com fusões e incorporações. No entanto, o número de usuários aumentou de 58 milhões para 60 milhões.

 

Segundo André Longo, presidente interino da ANS, o consumidor está mais consciente para buscar um serviço de qualidade.

 

“Mas a queda do número de operadoras em ação em 2011, em relação a 2010, também é fruto da rigidez da fiscalização da agência”, acrescentou Longo.

 

André Longo anunciou ainda o Espaço da Qualidade no portal da agência, onde os usuários de planos de saúde poderão consultar informações e indicadores de qualidade da saúde suplementar.

 

“Com o Espaço da Qualidade estamos dando ao cidadão mais uma ferramenta de transparência, facilitando o acesso à informação na hora de escolher ou mudar de plano”, disse Longo.

 

G1

leitos13122012A Secretaria de Estado da Saúde (Sesapi), através da Diretoria de Unidade de Controle, Avaliação, Regulação e Auditoria (Ducara), formou um grupo condutor com profissionais e representantes das áreas técnicas para definir a implantação de um novo sistema de regulação de leitos para internação, numa co-gestão com os municípios que possuem estrutura para atender esse tipo de assistência, desde a urgência até os casos eletivos, no caso, a capital, Teresina, e as cidades com Hospitais Estaduais e Regionais.

 

Na manhã desta quinta-feira, 13, Patrícia Batista, responsável pela Ducara, coordenou uma reunião com o grupo condutor desse novo projeto, que contou com a presença da diretora de Regulação e Avaliação do Ministério da Saúde, Bianca Veloso. Na oportunidade, Bianca ouviu dos técnicos da Sesapi os mecanismos para a implantação da regulação de leitos para internação e trouxe diretrizes e orientações, no sentido de elucidar dúvidas e os demais questionamentos a respeito.

 

“O Estado e o Conselho de Secretários Municipais de Saúde (Cosems) pretendem promover a regulação de internação e pontuar que a regulação ambulatorial e de exames permaneça com os municípios. Por isso, estamos reunidos através deste grupo condutor, para dar início à montagem e posterior implantação do projeto. Vamos analisar os processos de trabalho, modelos que serão operacionalizados, como faremos a regulação, com qual sistema de informação, entre outros questionamentos”, explicou.

 

A proposta do grupo condutor é apresentar o novo projeto na próxima reunião da Comissão Intergestores Bipartite (CIB), em janeiro de 2013. “O Ministério da Saúde começou a viabilizar o custeio para os complexos de regulação. Por isso nós estamos unindo todo o Estado em um projeto único, que trará diversos benefícios à população, sobretudo, na assistência, que será muito mais bem organizada, mas, também, teremos uma melhor locação de recursos, nas áreas específicas”, disse Patrícia.

 

Com a central de regulação de leitos para internação, as transferências de pacientes em caráter de urgência ou eletivos serão bem mais organizadas e programadas, sem que o paciente tenha que passar por vários hospitais antes de receber o atendimento necessário.

 

 

Sesapi 

 

gravidez13122012Às jovens com pressa de serem mães, um alerta: esperar 15 anos ou mais após a primeira menstruação para ter filho pode reduzir o risco de câncer de mama do tipo agressivo, o triplo-negativo, em até 60%. A descoberta é do Centro de Pesquisa do Câncer Fred Hutchinson, nos Estados Unidos. Os dados são da publicação Breast Cancer Research and Treatment.

 

Para chegar à conclusão, os cientistas analisaram dados de quase duas mil mulheres do estado de Seattle, com idades entre 20 e 44 anos, sendo que 1.021 delas tinham histórico de câncer de mama.

 

O estudo também confirmou que a amamentação confere um efeito protetor contra a doença. No entanto, o mecanismo pelo qual a amamentação e o parto mais tardio diminuem a probabilidade desse tipo de câncer ainda não é claro.

 

Pesquisas anteriores mostraram que o risco do subtipo mais comum de câncer de mama, o ER-positivo, é menor em mulheres que tiveram uma gravidez completa e amamentaram. Acredita-se que as razões para isso sejam os hormônios da gravidez, que induzem certas mudanças na estrutura celular da mama que parecem tornar o tecido menos susceptível à doença.

 

Relativamente incomum, o triplo-negativo, por sua vez, não depende de hormônios como o estrogênio para crescer e se espalhar.

 

Terra

O inchaço pode aparecer por causa de diversos fatores, entre eles, o calor, o estresse e a posição em que a pessoa está. Ficar parado do mesmo jeito, seja em pé ou sentado, por muito tempo prejudica a anatomia das veias, dificultando o retorno venoso, o que pode fazer o corpo inchar. Já o calor faz as veias dilatarem e não conseguirem circular o sangue, enquanto o estresse aumenta o nível do hormônio responsável pela retenção de líquido.

 

Além desses fatores, a gravidez, o consumo de sal, alergias a picadas de inseto e excesso de peso também contribuem para deixar o corpo inchado, como explicaram o ginecologista José Bento e o nefrologista Décio Mion no Bem Estar desta quinta-feira, 13.

 

Para saber se o inchaço é relevante ou não, é só apertar a região do corpo com o dedo e ver se o "buraco" volta rápido ou demora. Dependendo da intensidade do edema, pode demorar a voltar ao estado normal da pele e pode ser sinal de algo mais grave.

 

Segundo o nefrologista Décio Mion, o inchaço pode ser também sintoma de algumas doenças, no coração, rim ou fígado. Por isso é importante identificar e encaminhar o problema a um médico, que fará o diagnóstico e indicará o tratamento adequado.

 

O risco é maior ainda para mulheres, como explicou o ginecologista José Bento, e também pessoas com mais de 40 anos, sedentários e que têm a genética de veias fracas. Nesses casos, é importante adotar alguns hábitos que favorecem a circulação do corpo e previnem que algumas regiões inchem.

 

Exercícios como caminhadas leves por 30 minutos todos os dias já ajudam, assim como se movimentar, pelo menos, a cada 2 horas para evitar que o corpo fique parado na mesma posição. O alongamento é extremamente importante também, principalmente na região da panturrilha. Nessa parte do corpo, podem ser utilizadas as meias de compressão.

 

Além disso, o travesseiro para os pés e o calço na cama também são soluções para deixa os membros mais altos, o que favorece a circulação e, após a noite de sono, faz a pessoa acordar com os pés  e pernas menos inchados, como explicou o nefrologista Décio Mion. Outra dica, principalmente no calor, é diminuir a ingestão de sal ou substituí-lo pelo sal light.

 

G1