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A fama da água de coco como bebida ideal para tomar depois de uma atividade física acaba de ganhar mais evidências científicas. Um estudo comparou a água deaguadecoco2182012 coco com as principais marcas de bebidas isotônicas e concluiu que elas têm características parecidas, capazes de repor rapidamente os sais minerais perdidos pelo suor.

 

“A água de coco é uma bebida natural que tem tudo que um isotônico tem e mais”, afirmou Chhandashri Bhattacharya, da Universidade do Sudeste de Indiana, nos EUA, autora do estudo publicado nesta segunda-feira, 20, no encontro da Sociedade Química Americana. Na comparação, a água de coco tem cinco vezes mais potássio que os isotônicos. O potássio é importante para quem faz exercícios físicos porque evita as cãibras. Além da água de coco, a banana é uma fonte rica nesse elemento.

 

Por outro lado, a água de coco tem dois terços da quantidade de sódio dos isotônicos. Segundo a autora, é importante repor esse elemento, perdido em grande quantidade no suor. Por essa diferença, a água de coco sozinha não seria suficiente para repor todos os sais necessários. Uma alternativa seria ingerir algum alimento salgado, pois o sal de cozinha é a principal fonte de sódio.

 

Isso vale especificamente para as pessoas que fazem muita atividade física. Para quem não faz, o excesso de sódio é visto cada vez mais como um problema de saúde. Ele provoca o aumento da pressão sanguínea, e a pressão alta aumenta o risco de infartos e acidentes vasculares cerebrais.

 

 

g1

 

A campanha de Multivacinação que teve como o dia ‘D’ o sábado, 18, e que foi determinada pelo Ministério da Saúde (MS) para colocar em dia as vacinas que estavam em atraso, foi satisfatória em Floriano, segundo a coordenadora municipal de imunização, Thais Braglia.


De acordo com a profissional em saúde a procura para vacinar as crianças menores de 5 anos foi grande, mas as que estavam em atraso foram poucas.


A imunização se estende até a próxima sexta-feira, 25, são mais de 13 vacinas e os postos estão preparados e aguardando as crianças que ainda não compareceram, frisou a coordenadora afirmando, ”quem por ventura não procurou no dia D, sábado, procure até sexta-feira e os horários são os mesmos das 7:00h as 11:00h e de 13:00h as 17:00h.  


Esta campanha não foi para uma vacina específica, mas para atualizar a caderneta das crianças.

 

Da redação

clesioEstudo da Faculdade de Medicina da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), com crianças e adolescentes entre 7 e 20 anos de idade, indicou que a suplementação oral de magnésio promove o fortalecimento dos músculos envolvidos na respiração, melhorando o funcionamento pulmonar dos portadores de fibrose cística. A tese do pediatra Clésio Gontijo do Amaral (foto) deu origem a artigo publicado recentemente pela revista The American Journal of Clinical Nutrition.

 

O mineral já havia sido objeto de estudo do autor em pesquisa desenvolvida durante seu curso de mestrado, concluído em 2004, no qual investigou os benefícios do magnésio para crianças com asma. Ele concluiu que o magnésio promove o relaxamento da musculatura lisa brônquica e se mostrou eficiente no tratamento da doença. Com a resposta positiva, Clésio decidiu testar o nutriente também no combate à fibrose cística, que, assim como a asma, envolve a função respiratória. A fibrose cística, doença genética que afeta os sistemas digestivo e respiratório, provoca má absorção de nutrientes e problemas broncopulmonares.

 

Cruzamento de dados

Para verificar a eficácia do magnésio nesse caso, o autor optou pelo método conhecido como estudo cruzado. " Quando fazemos um experimento paralelo, temos um grupo que ingere o nutriente e outro que não ingere, e avaliamos o antes e o depois de cada um deles. Já no estudo cruzado os dois grupos recebem as doses por um período e passam algum tempo sem tomá-las" , esclarece.

 

Segundo ele, o método escolhido fornece dados mais confiáveis, uma vez que os resultados de cada paciente sob efeito da substância são comparados às condições dele próprio quando não está ingerindo as doses. " Na prática, é como se eu examinasse dois grupos distintos, com a vantagem de que o cruzamento é feito com os resultados dos mesmos pacientes em diferentes momentos, o que garante maior probabilidade de acerto" , avalia Clésio do Amaral.

 

O pesquisador formou grupo de 44 crianças e adolescentes portadores de fibrose cística, divididos em dois subgrupos: 22 pessoas ingeriram magnésio durante dois meses, e as outras 22 não fizeram uso do nutriente. A esse período seguiu-se o intervalo de um mês sem que nenhum dos pacientes ingerisse a substância - técnica de " limpeza" do organismo conhecida como washout. A partir daí, iniciou-se a segunda etapa do tratamento, com a inversão dos grupos. O magnésio oral foi administrado às 22 pessoas que ainda não haviam ingerido as doses, enquanto o restante dos pacientes não recebeu o mineral.

 

Capacidade respiratória

Dois tipos de medição foram usados para avaliar a capacidade respiratória: manovacuometria e teste da função pulmonar. Ambos se destinam a medir a força muscular envolvida nas ações de inspiração e expiração, com a diferença de que o teste da função pulmonar fornece resultados mais detalhados. Nas duas avaliações, os pacientes apresentaram diferença estatisticamente significativa nas pressões inspiratória e expiratória máximas, e no VF1, que é o volume expiratório forçado. Foi realizada, também, a antropometria dos pacientes, por meio de avaliação do peso corporal. Nesse caso, não se observou diferença estatística entre os dois grupos. Para o autor, é provável que o resultado se deva à curta duração do período em que os pacientes fizeram uso da substância.

 

 

com informções da UFMG

A Secretaria de Estado da Saúde (Sesapi), em parceria com o Centro de Assistência Integral à Saúde da Polícia Militar (CAIS/PMPI), irá promover, nos dias 21 e 22 de agosto, no auditório do Ceir, o I Simpósio de Prevenção do Stress e Relações Humanas no Trabalho. O objetivo é proporcionar recursos para que os participantes administrem melhor sua qualidade de vida, tornando-se mais motivados na execução de suas atividades profissionais e pessoais e mais eficientes nos seus relacionamentos.

 

O evento, que será dividido em dois momentos, é voltado para profissionais da Sesapi (superintendentes, gerentes, coordenadores, diretores administrativos e de hospitais etc) e para a corporação da Polícia Militar.

 

Na primeira parte do Simpósio, no dia 21, os profissionais das duas instituições irão participar da palestra de Ana Maria Rossi, PHD e doutora em Psicologia Clínica e Comunicação Verbal. Rossi também é representante da ISMA-BR, International Stress Management Association e representante no Brasil da Divisão de Saúde Ocupacional da Associação Mundial de Psiquiatria.

 

Na ocasião, a doutora fará a aferição do nível de stress dos participantes. Para isso, aplicará testes e técnicas durante o evento. “A postura do indivíduo diante dos incessantes estímulos diários (problemas de comunicação, responsabilidades, falta de motivação, comportamento de outras pessoas, etc.) é o que determinará sua qualidade de vida. Talvez ele não possa controlar o que lhe causa stress, mas poderá controlar a maneira que reage à situação. Ter controle sobre sua qualidade de vida significa manter-se energizado e motivado para expandir seu potencial preservando seu equilíbrio físico e mental”, afirma Ana Maria Rossi.

 

O segundo momento do simpósio - dia 22 - será dedicado ao Curso de Capacitação em Prevenção do Stress e aprimoramento das relações humanas no trabalho. Apenas profissionais da PM terão acesso. “Durante o curso vamos lançar o programa de qualidade de vida da PM”, diz a coordenadora clínica do CAIS, psicóloga Aderlane Maia.

 

Durante o simpósio, o secretário da Saúde, Ernani Maia, fará o lançamento do programa de gerenciamento de stress da Sesapi. “O stress hoje é uma das maiores causas de doenças no ser humano. Saber lidar com situações de stress só traz benefícios, por isso a importância desse curso”, afirma.

 

Para o comandante geral da PM, coronel Gerardo Rebelo, o Simpósio é de extrema importância, principalmente para a Polícia Militar, já que conviver com situações de stress é rotina.

 

“O policial, no seu dia a dia, convive com situações de elevado stress o tempo topo. Ele sabendo lidar com o assunto, através de técnicas especificas, auxilia no desempenho de suas atividades. Precisamos de um policial equilibrado nas ruas”, diz o comandante.

 

Das inscrições

As inscrições para o I Simpósio de Prevenção do Stress e Relações Humanas no Trabalho serão feitas através do site da Sesapi e da PM. Basta baixar a ficha de inscrição, preencher os dados e enviar para o email: Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo. até o dia 20 de agosto. (baixe a ficha de inscrição)

 

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