A obesidade sempre foi associada à má alimentação e sedentarismo, mas a causa do problema pode ser outra. De acordo com um estudo, excesso de peso pode ser consequência de um tipo de bactéria no intestino. As informações são do Daily Mail.

 

Chamada de Enterobacter, a bactéria faz parte do trato intestinal, mas foi associada a obesidade após ser encontrada em grande quantidade no intestino de um paciente com obesidade mórbida, de acordo com um relatório da Shanghai Jiaotong University.

 

Pesquisadores de Xangai, na China, fizeram um teste de 10 semanas com ratos criados para serem resistentes à obesidade. Apesar de seguirem uma dieta calórica e não se exercitarem, permaneceram magros. Em seguida, um desses animais recebeu uma injeção com a bactéria e ficou obeso em pouco tempo.

 

A experiência mostra que a bactéria pode contribuir significativamente para o desenvolvimento da obesidade em seres humanos, segundo um artigo publicado na  International Society for Microbial Ecology.

 

O estudo mostrou ainda que um paciente perdeu 25 kg em nove semanas após se submeter a uma dieta de grãos integrais, tradicionais na alimentação chinesa, e prebióticos, o que reduz a presença da bactéria no organismo.

 

Um dos autores do estudo, Zhao Liping, emagreceu quase 20 kg dois anos após adotar uma dieta com alimentos probióticos fermentados, que contribuem para o equilíbrio das bactérias no intestino.

 

Segundo dados da Organização Mundial de Saúde de 2008, há mais de 500 milhões de pessoas no mundo que sofrem com obesidade.

 

Terra

Antibióticos são ineficazes para tratar pacientes com tosse persistente causada por infecções pulmonares, segundo um estudo publicado pela revista especializada "Lancet".

 

O estudo, realizado com mais de 2 mil pacientes de 12 países europeus, verificou que a duração e a gravidade dos sintomas nos que foram tratados com antibióticos não foi diferente dos que foram tratados com placebos.

 

Mas especialistas advertem que em casos de suspeita de pneumonia, os antibióticos devem ainda assim ser usados, devido à gravidade da doença. A pesquisa, realizada entre novembro de 2007 e abril de 2010 em países como Bélgica, Grã-Bretanha, França e Alemanha, contou com a participação de 2.061 pacientes que apresentavam uma tosse persistente por mais de 28 dias, com suspeita de infecções pulmonares, como bronquite.

 

Os participantes preencheram um ''diário da doença'' ao longo do tratamento e classificaram a gravidade de seus sintomas, que incluíam tosse, falta de ar, dores no peito e narizes entupidos ou coriza.

 

Paul Little, da Universidade de Southampton, que comandou a pesquisa, afirmou: "a receita do antibiótico amoxicilina no tratamento de infecções respiratórias em pacientes em que não há suspeitas de pneumonia não deve contribuir para a melhora do paciente e pode até provocar danos".

 

De acordo com o pesquisador, "a prescrição médica excessiva de antibióticos, especialmente quando eles são ineficazes, pode fazer com que estes pacientes desenvolvam resistência e sofram efeitos colaterais, como diarreia, alergias e vômitos".

 

"Nossas conclusões mostram que as pessoas estão melhores quando não tomam nada. Mas como um pequeno número de pacientes irá se beneficiar dos efeitos dos antibióticos, nosso desafio permanece sendo identificar esses indivíduos", afirma.

 

Michael Moore, do Colégio Real de Clínicos Gerais da Grã-Bretanha e co-autor do estudo, afirmou que "é importante que clínicos gerais tenham conhecimento claro sobre quando podem ou não prescrever antibióticos para pacientes de modo a reduzir a aparição de resistência bacteriana".

 

BBC

Quando dá vontade de "beliscar" algo entre as refeições, geralmente as pessoas optam por salgadinhos, bolachas ou outros alimentosfrutassecas19122012 gordurosos.

 

Para tornar esse momento mais saudável, essas escolhas podem ser substituídas por frutas secas e liofilizadas, que têm fibras e vitaminas e não têm conservantes ou aditivos químicos, como explicaram o endocrinologista Alfredo Halpern e a nutricionista Ana Paula Dias no Bem Estar desta quarta-feira, 19.

 

No entanto, é preciso cuidado já que essas frutas são menores e são muito mais fáceis de serem consumidas em excesso, o que aumenta o valor calórico na hora de comer, principalmente as que têm adição de açúcar. Segundo a nutricionista Ana Paula Dias, as frutas liofilizadas são as que mais conservam as propriedades e sabor durante seu processo, porém são mais caras.

 

Além de preservar mais os nutrientes, o processo de liofilização deixa também a fruta com a forma, textura e cor muito similares aos da fruta fresca.

 

Existem também as frutas preparadas com xarope de açúcar, onde os pedaços são mergulhados no líquido e perdem água para depois serem secados em uma estufa. Nesse processo, as características da fruta se mantém, porém o prazo de validade é mais curto.

 

A validade, inclusive, varia muito de acordo com o fabricante - no geral, o produto dura 12 meses. Ao guardar as frutas secas em potes, é importante etiquetá-lo com a informação do prazo de validade. De qualquer maneira, a dica é sempre comprar pequenas quantidades e, na hora de conservá-las, a recomendação é escolher um local com temperatura ambiente, limpo, seco e bem fechado. Se não forem bem armazenadas, as frutas secas "puxam" a umidade do ar e mudam seu sabor e textura.

 

Os especialistas mostraram também que esses alimentos não precisam ser consumidos apenas perto do Natal. As frutas secas já vêm prontas para serem ingeridas, mas podem ser colocadas de molho na água caso a pessoa prefira que elas fiquem mais úmidas.

 

Elas podem ser ingeridas com castanhas, misturadas em cereais, leites, iogurtes e vitaminas e também colocadas em pães, bolos, tortas, sorvetes, pudins, gelatinas e até mesmo carnes.

 

G1

A campanha de vacinação contra a febre aftosa no Piauí já tem data marcada, dia 02 de janeiro. Agora técnicos da Agência de Defesa Agropecuária (Adapi) trabalham no levantamento das fazendas e do rebanho piauiense. A estiagem foi o maior problema dos criadores de gado em 2012, matou animais de fome e estancou o crescimento do rebanho bovino.

 

O secretário de Desenvolvimento Rural, Rubem Martins, disse que o prejuízo é incalculável e que os números poderiam ser maiores se o governo não tivesse trabalhado com medidas emergenciais para tentar amenizar os problemas da seca. O governo priorizou a construção de barraginhas, entrega de cisternas, abriu linhas de crédito e garantiu carros-pipa nos lugares mais críticos.

 

A falta de chuva também tornou necessário o adiamento da campanha contra a febre-aftosa. “Os animais ficaram muito debilitados, então em uma decisão conjunta entre o Governo do Estado e o Governo Federal decidimos adiar e esperar um ambiente seguro e favorável acreditamos que o mês de janeiro é ideal para retomarmos a nossa campanha. e mantermos os bons índices que estamos tendo nos últimos anos”, disse Rubem Martins.

 

Além do prazo de 30 dias para a vacinação, os criadores terão que fazer a certificação, entre os dias 1° e 15 de fevereiro. O processo de entrega da nota e vasilhame acontece nos escritórios da Adapi em todo Estado. “Esperamos que os criadores contribuam para a vacinação. Nossa meta é buscar a erradicação da febre aftosa em todo o Piauí”, relata o diretor da Agência de Defesa Agropecuária do Estado do Piauí (Adapi), José Antônio Filho.

 

O MAPA e a Adapi estimam que até abril de 2012, o Piauí possa alcançar o patamar de Área Livre com Vacinação. Já que junto os últimos índices conquistados também fazer parte do critério de mapeamento.

 

govpi