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obesacriaCrianças obesas têm papilas gustativas menos sensíveis. E é justamente a menor percepção dos cinco sabores (amargo, doce, salgado, azedo e umami) que faz com que comam mais. A descoberta é da Universidade Charité Hospital, em Berlim, Alemanha. Os dados foram divulgados pelo jornal Daily Mail.

 

Os cientistas analisaram voluntários entre 6 e 18 anos, sendo 94 de peso normal e 99 obesos. Todos estavam com a saúde em dia e não tomavam medicamentos que pudessem afetar o paladar e o olfato. A sensibilidade ao gosto foi testada com tiras gustativas na língua, que abrangiam os cinco sabores em quatro intensidades.

 

Constatou-se que, embora os pequenos obesos tenham capacidade semelhante dos outros de saborear o doce, apresentaram menor sensibilidade aos outros tipos de gosto.  Com o tempo, os participantes do grupo de controle melhoraram a capacidade de diferenciar as sensações, o que não ocorreu com os obesos.

 

O motivo exato para essas diferenças não foi identificado. Os pesquisadores acreditam que genes, hormônios, cultura e exposição a diferentes gostos no início da vida desempenhem um papel importante.

 

 

Ponto a Ponto Ideia

diretoresA Secretaria de Estado da Saúde (Sesapi), através da Superintendência de Assistência à Saúde (Supas), reuniu, durante  esta sexta-feira, 26, os diretores dos Hospitais Regionais e Estaduais do Piauí. Ao todo,  17 gestores reunidos, sob a coordenação do superintendente, Pedro Leopoldino, que também representa o secretário Ernani Maia – que cumpre agenda em São Paulo, nesta sexta – e do diretor da Unidade de Organização Hospitalar, Telmo Mesquita.

 

O encontro foi no auditório do Hospital Getúlio Vargas (HGV). Durante a abertura, Pedro Leopoldino fez questão de ressaltar a importância de se trabalhar humanitariamente com a saúde, especialmente, a pública. “Estamos tratando sobre soluções e projetos mais permanentes e não somente aqueles pontuais. Não queremos que aconteça o ‘incêndio’, mas, prevenir, através de ações de médio e longo prazo, para que não tenhamos problemas maiores. Nós mexemos, afinal, com aquilo que há de mais sagrado: a vida humana”, enfatizou.

Na programação, os gestores dos Hospitais e os técnicos da Sesapi discutiram sobre o projeto de Acolhimento por classificação de risco na Atenção Hospitalar. Será feito, ainda, um monitoramento da Rede Hospitalar, pontuando o relatório de diagnóstico/encaminhamento e o fluxo assistencial.

 

Ainda na programação do encontro, a discussão sobre o Acolhimento com classificação de risco pela Rede Cegonha, a implantação de equipamentos para o suporte adequado ao Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU), soluções para a realização imediata de cirurgias eletivas, assistência farmacêutica, ortopedia e, por último, a fala de cada diretor, expondo suas experiências e solicitações.

 

“Esta atual gestão estadual está realmente preocupada em uma saúde para todos e não para poucos. O que vemos, hoje, são os princípios do SUS sendo bem aplicados. Lógico, ainda temos muito que crescer, aprender e fazer, porém, estamos no caminho certo: o do diálogo, da humanização, da troca de experiências”, disse Samara Sá, diretora do Hospital Regional de Corrente, uma das gestoras participantes da reunião técnica.

 

 

Sesapi

Desde o início da semana, a Coordenação de Atenção à Saúde do Adulto e do Idoso, da Secretaria de Estado da Saúde (Sesapi), realiza a Campanha de Triagem da Osteoporose, oferecendo exames gratuitos, utilizando o aparelho de ultrassonometria óssea, com operador capacitado para realizar exames de ultrassom de calcâneo.

 

Durante toda essa semana, a equipe da Sesapi realizou uma média de 100 exames por dia e atendeu Instituições de Longa Permanência para Idosos, Centros de Convivência para Idosos e servidores da Sesapi. As atividades encerram nesta sexta-feira,  26, na sede da Sesapi, e oferecem aos servidores acima de 50 anos teste rápido e exames gratuitos.

 

Para a servidora Francisca Araújo, a oportunidade a fez reavaliar a atenção da sua saúde. “Sempre me preocupei em fazer exercícios, mas, este exame me fez mudar a forma de pensar sobre a saúde do meu corpo. Agora quero ter uma alimentação saudável e quero fazer práticas de exercícios acompanhadas por um profissional”, disse.

 

Osteoporose

 

A Osteoporose é uma doença caracterizada pela diminuição da massa óssea, com consequente enfraquecimento e fragilidade do osso e maior possibilidade de fraturas, mesmo após pequenas quedas e traumas. Só no Brasil cerca 9,5 milhões de pessoas sofrem com a doença. Como forma de mobilizar o país para a prevenção da doença, o Ministério da Saúde está realizando atividades em todos os estados para comemorar o Dia Mundial e Nacional da Osteoporose, lembrado desde o último dia 20 de outubro.

 

De acordo com Gisela Brito, coordenadora de Atenção à Saúde do Adulto e do Idoso, até o final da campanha será montado um relatório de indicadores para melhorar as ações voltadas para a doença. “A campanha foi um sucesso, pois sensibilizou e chamou a atenção de centenas de pessoas para os cuidados sobre essa doença. Montaremos um relatório e acreditamos que chegaremos a mais de 400 exames até o final desta sexta-feira”, finaliza.

 

 

sesapi

Produtos químicos encontrados em maquiagens e spray de cabelo podem causar menopausa precoce nas mulheres, advertem os pesquisadores. A mulheresmakespreocupação generalizada em relação a esses produtos já existe: estudos recentes têm mostrado que substâncias químicas encontradas em plásticos, cosméticos, produtos domésticos e embalagens de alimentos podem aumentar o risco de câncer, diabetes e obesidade.

 

Mas a descoberta de pesquisadores americanos vai além e afirma que esses produtos estão interrompendo os sistemas reprodutivos das mulheres, incluindo os ovários, o que leva à menopausa precoce. A médica Dr. Natália Grindler, da Universidade de Washington, e sua equipe analisaram os níveis de ftalatos (composto químico utilizado como aditivo para deixar o plástico mais maleável) no sangue e na urina de 5,7 mil mulheres.

 

Aquelas que apresentaram maiores valores desse composto no corpo  passaram pela menopausa dois ou três anos antes da idade padrão, que é de 51 anos de idade.

 

Natália explicou ainda que, em alguns casos, algumas mulheres passam pela menopausa 15 anos mais cedo, por volta dos 35 anos, segundo o site Daily Mail:

— Esse quadro clínico tem grande impacto na saúde da mulher. Nós achamos que essas substâncias têm o potencial de afetar a função ovariana e a reprodução humana.

 

Segundo a médica, apesar de se tratar de uma pesquisa preliminar, as evidências já são suficientes para sugerir um impacto prejudicial a longo prazo.

 

R7

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