A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) publicou nesta segunda-feira, 1º, no Diário Oficial da União a suspensão da importação para todo o território nacional do medicamento Tegeline, fabricado pela empresa francesa LFB Biomedicaments, utilizado para elevar os níveis de imunidade do corpo humano.
A decisão do órgão ocorre após a constatação de irregularidades durante vistoria técnica realizada na sede da empresa, em Lille, na França, entre os dias 20 e 23 de novembro de 2012.
Segundo a Anvisa, fica determinada a suspensão da importação para o território brasileiro de todos os lotes de Tegeline e a empresa deve promover o recolhimento dos lotes com a data de validade vigente.
Ainda de acordo com a agência, trata-se de um medicamento biológico (produzido a partir de células vivas) de uso restrito a hospitais. Isso significa que não está à venda em farmácias e drogarias. A representação brasileira da LFB Biomedicaments foi procurada pelo G1, mas ainda não se manifestou a respeito da suspensão.
Pessoas com depressão podem não ser beneficiadas por alguns hábitos saudáveis, de acordo com novo estudo divulgado pela revista Health.
Os efeitos antiinflamatórios já conhecidos da prática de exercícios físicos ou o consumo moderado de álcool, por exemplo, não são tão eficientes em pacientes depressivos. A pesquisa, realizada pela Duke Medicine, no Estados Unidos, afirma que essa descoberta sugere um novo potencial perigo da depressão, doença que afeta um em cada 10 norte-americanos.
Para o estudo, os pesquisadores analisaram os hábitos de exercícios e consumo de álcool de mais de 200 adultos, não fumantes e sem histórico de doença mental. Os testes revelaram, no entanto, que 4,5% deles se encaixavam em critérios para depressão.
Os pesquisadores também analisaram os níveis de proteína C-reativa (PCR) em amostras de sangue coletadas dos participantes. A PCR é utilizada para prever o risco futuro de doenças cardíacas e inflamatórias crônicas e pode participar da formação de placas que se acumulam nas artérias.
Pesquisas anteriores já haviam mostrado que o exercício e o consumo moderado de álcool - definido como uma dose por dia para mulheres e duas para os homens - podem reduzir inflamações e diminuir o risco de doenças cardíacas e de diabetes tipo 2.
Os participantes do estudo que eram fisicamente ativos geralmente tinham níveis mais baixos de PCR, com exceção daqueles com depressão. Os pesquisadores também descobriram que o consumo moderado de álcool foi associado com baixos níveis de PCR em homens que não estavam deprimidos, mas não nas mulheres com depressão.
Segundo o estudo publicado na revista Brain, Behavior, and Immunity, entre as mulheres, a depressão não teve muito efeito sobre os níveis de PCR em pessoas que não bebem, bebiam ocasionalmente ou moderadamente. "Nossas descobertas sugerem que a depressão não apenas afeta diretamente a saúde física e mental de um indivíduo, mas também pode diminuir os benefícios da prática de atividade física e consumo moderado de álcool. Isso parece ser específico para casos de inflamação, que aumentam o risco de doenças cardíacas, fazendo com que a depressão se torne um fator de risco", explicou o líder da pesquisa, Edward Suarez.
Na quarta-feira, 27, véspera do feriado da Semana Santa o técnico do Cori-Sabbá, professor Nelson Mourão, passou mal em Teresina onde estava comandando o jogo entre a representação florianense e o time do River. O treinador teria tomado só um pouco de um produto energético.
Numa entrevista ao piauinoticias.com o professor Nelson disse, “já não sou mais um menino e tenho que tomar meus remédios todos os dias e na quarta-feira fui tomar o tal Red Bull, esse energético que os meninos tomam, e não fez bem, a adrenalina do jogo fez meus batimentos cardíacos ficarem muito acelerados, mas Deus está no controle e me deu essa oportunidade de ficar bem de novo”.
Ainda de acordo com informações o comandante da equipe do Cori que já ganhou três partidas pelo Campeonato de Futebol Piauiense fora de casa, teria sido socorrido por profissionais do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU) que estavam apostos no Estádio Lindolfo Monteiro onde houve o jogo. O treinador carioca falou em entrevista ao piauinoticias.com nesta manhã de segunda-feira, 1° de abril.
Mastigar os alimentos parece uma ação inofensiva, mas não é. A mastigação é extremamente importante na digestão, que começa sempre pela boca. Por isso, hábitos como mastigar pouco, comer muito rápido, falar enquanto come ou até mesmo beber algum líquido durante a refeição podem prejudicar esse processo, como explicou o cirurgião do aparelho digestivo Fábio Atui no Bem Estar desta segunda-feira, 1.
Como mostrou o médico, quanto mais mastigado o alimento, mais enzimas digestivas grudam em sua superfície e a digestão fica mais fácil e rápida; por outro lado, se a mastigação for rápida e o alimento for logo engolido, as enzimas perdem a função e o estômago fica sobrecarregado porque recebe o alimento quase inteiro. A má mastigação causa riscos também para a absorção dos nutrientes já que o organismo elimina o alimento que não foi bem mastigado sem absorver substâncias que podem ser importantes para a saúde.
Além disso, quando a pessoa come rápido e mastiga pouco, ela sente ainda mais vontade de comer porque o cérebro não tem tempo de perceber que já está satisfeito, como explicou a nutricionista Tania Rodrigues. De acordo com a especialista, partir o alimento em pedaços menores e comer devagar ajuda a aumentar a saciedade - a dica é repousar os talheres entre uma garfada e outra e colocar na boca pedaços que tenham a metade do tamanho da língua, para caber dentro da boca sem problemas.
Caso a pessoa coloque pedaços grandes na boca, ela pode sentir vontade de beber algum líquido para "empurrar" o alimento para baixo. Em relação a esse hábito, o cirurgião Fábio Atui explicou que isso pode levar a pessoa a querer mastigar menos já que a bebida facilita que a comida seja engolida. No caso de bebidas gaseificadas, como refrigerante, água com gás e cerveja, há o risco também de aumentar a capacidade gástrica do organismo.
Segundo a nutricionista Tania Rodrigues, o hábito de beber durante as refeições pode também aumentar o valor calórico da dieta. A dica, para não atrapalhar a digestão, é ingerir no máximo 200 ml de água sem gás durante a refeição.
Isso porque as outras bebidas tem muitas calorias. Por exemplo, uma lata de refrigerante normal tem 135 calorias, mais do que um copo de suco de abacaxi com açúcar, por exemplo, que tem 60 calorias. No entanto, se a opção for a bebida alcoólica, o valor aumenta ainda mais – um chope tem 180 calorias, a capirinha com adoçante tem 140 calorias e a lata de cerveja tem 150 calorias.