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As aulas de dança são ótimas opções para queimar calorias de um jeito divertido, sem o peso dos aparelhos da academia. Porém, para desenvolver e melhorar a coordenação motora para dançar cada vez melhor, o treino frequente é fundamental e extremamente importante, como alertou o neurologista Tarso Adoni no Bem Estar desta sexta-feira, 5.

 

Segundo o médico, a falta de treino e aptidão pode fazer também com que a pessoa tenha dificuldades em movimentar partes do corpo isoladamente – por exemplo, rebolar apenas com o quadril. Ainda sobre movimentação, o neurologista esclareceu que, por o ser humano costumar andar para frente, tem mais facilidade de se mexer para frente e para trás e, por isso, os movimentos laterais podem confundir um pouco mais e exigem maior treino.

 

Uma das opções de aula é a zumba, um programa que usa a dança para queimar calorias -  segundo o professor Orlando Baino, que esteve no Bem Estar desta sexta-feira, 5, uma hora de exercício pode fazer a pessoa perder de 500 a 1.000 calorias, dependendo da intensidade.

 

Além disso, um estudo recente do Conselho Americano de Exercício (ACE) mostrou que, durante uma aula de zumba, os participantes podem atingir a freqüência máxima de 80%, além de ser um exercício que queima mais calorias do que diversos outros.

 

Porém, a dança não é uma atividade de fortalecimento muscular. Por isso, para manter uma rotina de exercícios equilibrada e saudável, é importante combinar a dança com a musculação, por exemplo, justamente porque dançar exige força dos músculos.

 

O neurologista Tarso Adoni explicou também o motivo pelo qual, ao dançar ou realizar um movimento brusco ou elaborado, a pessoa geralmente faz “caretas”.

 

De acordo com o médico, todo ato motor é acompanhado de uma expressão facial – no caso da dança, a questão é mais complexa porque envolve a interação com o parceiro, a contração muscular facial que faz parte do movimento corporal e a expressão que representa o sentimento da pessoa naquele momento.

 

 

G1

saude da familiaSomente no Piauí, 22 municípios tiveram suspensas as transferências de recursos para a manutenção de equipes dos Programas Saúde da Família, de Saúde Bucal e de Agentes Comunitários de Saúde. Ao todo, 539 municípios em todo o Brasil, tiveram suspensas as transferências. A lista foi divulgada no Diário Oficial da União (DOU) dessa sexta-feira, 5, por meio da Portaria 546/2013.

 

De acordo com as informações divulgadas pelo Ministério da Saúde (MS), Teresina tem 13 irregularidades relacionadas somente às equipes de Agentes Comunitários.

 

Em fevereiro, o Ministério da Saúde (MS) suspendeu o repasse para 469 Municípios por conta de irregularidades no Sistema de Cadastro Nacional de Estabelecimentos de Saúde (SCNES) apresentadas em janeiro. Agora, a nova lista é referente a irregularidades no SCNES ocorridas no mês de fevereiro.

 

Todos os 26 Estados têm Municípios listados. Até mesmo capitais como São Luís (MA), Salvador (BA), Boa Vista (RR), Rio de Janeiro (RJ), João Pessoa (PB), Belém (PA), Cuiabá (MT) e Campo Grande (MS) tiveram as transferências suspensas.

 

Alguns municípios presentes nesta segunda portaria estavam também na primeira lista de fevereiro. Outros Municípios, como Fortaleza (CE), por exemplo, constava em janeiro e saiu em fevereiro.





 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Confira a lista da Portaria 546/2013

 

CNM

Estudos feitos em ratos demonstraram que estimular uma região adormecida no cérebro pode reduzir a abstinência de dependentes de cocaína, uma técnica que também pode funcionar em humanos, afirmaram cientistas.

 

Uma equipe de cientistas dos Estados Unidos treinou ratos para se "autoadministrar" cocaína ao pressionar duas alavancas.

 

Depois de algumas semanas de treinamento, os ratos levaram um choque elétrico de intensidade média sempre que buscavam a droga, fazendo com que 70% deles desistissem, escreveram os cientistas na revista científica Nature.

 

Mas uma minoria "compulsiva" continuou procurando a droga, assim como ocorre com os dependentes humanos.

 

A equipe de cientistas mediu a atividade cerebral no córtex pré-límbico, parte do cérebro envolvida no controle de impulsos nos dois grupos de ratos. Eles descobriram que a atividade caiu nos dois grupos, mas de forma mais marcante no grupo de compulsivos.

 

Quando os cientistas "ativaram" os neurônios desligados, usando estímulo optogenético, o comportamento compulsivo em busca de cocaína parou, disse o autor Antonello Bonci, do Instituto Nacional de Abuso de Drogas em Maryland. E eles também poderiam fazer os ratos não compulsivos voltarem a ficar compulsivos inibindo os neurônios.

 

"Esta nova pesquisa mostra que o estímulo nesta parte do cérebro reduz os comportamentos de dependência, como a busca por cocaína", explicou Bonci por e-mail à AFP.

Tratamento para humanos

 

Ele disse que as descobertas trazem uma esperança para os humanos, destacando que estudos anteriores demonstraram uma atividade reduzida no córtex pré-frontal de usuários de cocaína.

 

Nos humanos, no entanto, um tipo não invasivo de estímulo seria usado, tal como o estímulo magnético transcraniano (TMS, na sigla em inglês), no qual pulsos magnéticos estimulam uma área pequena da superfície do cérebro.

 

Em contraste, o estímulo optogenético usado com ratos envolve a implantação de fibras ópticas no cérebro de um animal para excitar ou inibir as células cerebrais em resposta a estímulos de luz.

 

As técnicas de estímulo cerebral não invasivas, como o TMS, já são usadas para tratar uma série de doenças em humanos, inclusive a depressão.

 

"Nossos resultados podem ser traduzidos imediatamente no ajuste de pesquisa clínica em humanos", disse Bonci. "De fato, estamos planejando testes clínicos para usar metodologias de estímulo cerebral como o TMS."

 

A mesma região do cérebro não pode ser envolvida na dependência de todas as drogas ou em todas as pessoas, disse Bonci.

 

"Minha especulação e esperança é que devemos ter casos em que um simples aumento da atividade na região cerebral, como a região pré-límbica, pode reduzir os sintomas, mas estamos longe de uma terapia para todas as drogas de abuso", acrescentou.

 

 AFP

deguefebrealta542013Febre alta e persistente, dores no corpo e enjoos. Esses são sintomas de uma doença que está crescendo no Brasil: a dengue. Nas crianças, o diagnóstico é mais complicado que em adultos, porque os sinais se confundem com uma virose ou uma gripe. Mas um detalhe ajuda a diferenciar a dengue de outras doenças: as manchas vermelhas na pele. “Essas manchas são mais comuns em crianças”, afirma o presidente do Departamento Científico de Infectologia da Sociedade Brasileira de Pediatria, Eitan Berezin.

 

“No sudeste asiático, onde também ocorrem surtos de dengue, ela atinge mais crianças. Mas, no Brasil, tanto adultos quanto crianças são vítimas”, comenta o presidente da Sociedade Brasileira de Infectologia, Marcelo Simão Ferreira. Conforme boletim divulgado recentemente pelo Ministério da Saúde, cresceu o número de pessoas contaminadas pelo vírus em 2013 - de 1º de janeiro a 16 de fevereiro, foram registradas 204.650 notificações; contra 70.489 no mesmo período de 2012. Por outro lado, os casos graves da doença e os óbitos diminuíram.

 

Hoje, apenas oito estados brasileiros concentram quase 85% dos casos de dengue no País, entre eles o Rio de Janeiro. A Secretaria Estadual de Saúde daquele estado divulgou que, dos 92 municípios fluminenses, 42 apresentaram epidemias da doença neste ano, um dado preocupante.

 

O tratamento da dengue é o mesmo para adultos ou crianças. Como a doença não tem cura, os pacientes são medicados para tratar os sintomas. “Hidratação é o mais importante. Salva a vida das pessoas”, afirma Ferreira. Segundo o médico, as mortes em decorrência da enfermidade poderiam ser evitadas se o atendimento aos pacientes fosse precoce.

 

Cuidados e inseticida

Para evitar a doença, vale a recomendação clássica: não deixar água limpa e parada, local em que o mosquito se reproduz. Como o inseto costuma infectar pessoas que moram perto dos locais onde nasce,  evitar sua proliferação controla também a doença.

 

E um alerta aos pais: o Ministério da Saúde afirma que os focos de reprodução do mosquito estão principalmente em ambientes domésticos. Outra dica é usar outras formas complementares de controle. “Os inseticidas destroem qualquer tipo de mosquito, incluindo os que transmitem doenças como a dengue e a malária”, diz Ferreira.

 

 

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