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Praticar corrida ajuda a manter a saúde e a forma física. Mas também pode trazer alguns problemas aos pés. Confira abaixo quatro incômodos comuns e descubra corrida3182012como preveni-los. Os dados são do site FitSugar.

 

1. Unhas pretas

Quando o tênis não se encaixa bem, os pés podem deslizar para frente a cada passo. Isso pode ferir a unha, fazendo-a sangrar por baixo, o que é chamado de hematoma subungueal. O problema causa dor e, eventualmente, perda da unha.  Para prevenir, certifique-se de que o tênis não está apertado ou grande demais. Outra dica é manter as unhas aparadas. 

 

2. Fasceíte plantar

Uma das causas mais comuns de dor no calcanhar é a fasceíte plantar. Costuma afetar mais mulheres e é uma inflamação da faixa resistente que liga o osso do calcanhar à base dos dedos do pé. Se o ligamento fica esticado demais, leva à dor. Para evitar, procure um tênis específico para o seu tipo de pé. Não use o calçado por mais tempo que o recomendado. Não corra distâncias extremamente longas em superfícies muito duras.

 

3. Bolha

A pele dos seus pés pode ser espessa e dura, mas, quando exposta ao atrito constante, umidade e calor, pode acumular fluido entre as camadas superior e inferior da pele. A bolha que se forma é dolorosa e pode levar a uma infecção. Para evitar, verifique se o tênis se encaixa bem ao seu pé. Ao comprar um novo, comece a usá-lo gradualmente, primeiro para caminhadas e, depois, para correr distâncias curtas. Use meias que absorvem o suor. Ao notar uma bolha, não cutuque e coloque um curativo adesivo.

 

4. Fissura no calcanhar

Quando o pé está muito seco, o impacto constante pode levar a fissuras no calcanhar. Algumas são profundas o suficiente para sangrar e abrir espaço para infecções. A maneira de fugir do problema é passar suavemente pedra pomes nos pés durante o banho, o que elimina células mortas. Depois, hidrate-os.

 

 

Terra

Técnicos do Centro de Reabilitação Física do Espírito Santo (Crefes) visitaram o Centro Integrado de Reabilitação do Piauí (Ceir) para conhecer as instalações,ceir3182012 serviços e modelos de gestão da instituição. A visita acontece por indicação do Ministério da Saúde que recomenda como modelo de referência o parque industrial da Oficina Ortopédica do Ceir.

 

“Fiquei muito surpresa com a organização e com o trabalho desenvolvido aqui no Ceir. Espero conseguir essa mesma estrutura lá em Vitória, foi uma visita realmente enriquecedora” comenta Rosangela Pereira, diretora geral do Crefes.

 

O superintendente multiprofissional do Ceir, Aderson Luz, acompanhou a visita e explanou sobre as formas de atendimento, serviços oferecidos e o trabalhado de reabilitação desenvolvido para as pessoas com deficiência física de todo o Estado.

 

O parque industrial da Oficina Ortopédica é composto por equipamentos de alta tecnologia e de última geração, o que permite a produção de órteses e próteses mais leves e confortáveis, possibilitando melhores condições ao uso. Além de produzir órteses e próteses, o Ceir é credenciado pelo SUS e também é o responsável pela concessão de cadeira de rodas ou outros meios auxiliares de locomoção no Estado do Piauí.

 

Governo do Estado

Segundo um estudo espanhol, pessoas com temperamento agressivo tem duas vezes mais chances de ter um derrame. De acordo com o jornal britânico Daily agressivos3182012Mail, a pesquisa avaliou que aqueles que se encaixam na "personalidade tipo A" – caracterizada por comportamentos de hostilidade, agressão e impaciência – podem ter o risco de um acidente vascular cerebral tanto quanto quem fuma.

 

Os cientistas compararam 150 adultos que sofreram derrame com outras 300 pessoas saudáveis e que vivem na mesma área, todos com média de idade de 54 anos. Foram observados os níveis de estresse crônico analisando ansiedade, depressão, bem-estar geral e padrões de comportamento. Segundo a publicação, os níveis de estresse estão ligados ao alto risco de derrame, doença que mata 67 mil britânicos por ano.

 

Outros fatores de risco como diabetes, pressão alta, colesterol alto, e questões relacionadas ao estilo de vida, como ingestão de álcool, cafeína, cigarro e se tinha ou não um parceiro ou um trabalho, foram igualmente avaliados. O estudo, publicado na versão online do Jornal de Neurologia, Neuro-Cirurgia e Psiquiatria, mostrou também que a chance de se ter um derrame pode ser até quatro vezes maior para aqueles que viveram um evento traumático, como um luto, nos últimos 12 meses.

 

O responsável pela pesquisa, Dr. Jose Antonio Egido, neurologista do Hospital da Universidade de San Carlo, em Madri, na Espanha, comentou o resultado. “Características de comportamento podem refletir a capacidade de se adaptar a uma vida estressante. Nós concluímos, portanto, que indivíduos com altos níveis de competitividade e agressão podem ser até duas vezes mais propensos a sofrer um derrame comparados aos mais controlados”, afirmou. Ele declarou ainda que não observou que homens e mulheres tenham diferenças quanto a esse resultado. "Relacionando a influência de fatores psicossociais, como o estresse, às causas do derrame, poderíamos adicionar terapias preventivas contra esta doença nas classes de pessoas que correm mais riscos”, completou.

 

Terra

O período após o parto é o momento em que a mulher fica vulnerável a diversas emoções, desde as mais simples, como o choro, a tristeza, até as coisas bem mais inusitadas, como imaginar que há alguém a perseguindo ou que tem superpoderes. O obstetra Sérgio Floriano Toledo, diretor da Sociedade Paulista de Ginecologia, explica que durante a gravidez, o corpo fica “banhado” de hormônios, com destaque para o estrogênio e a progesterona.

 

Após o nascimento do bebê, há uma queda intensa da produção hormonal, deixando a mulher mais suscetível a uma série de fatores que podem levar à depressão.

 

— A morte de alguém, passar muitos dias na UTI e o determinismo genético [ter casos na família] podem ficar mais evidenciados no período pós-parto.

 

Com “determinismo genético”, o médico quer dizer que ter histórico familiar de depressão pode aumentar as chances de que a mulher também tenha.

 

Além disso, a doença se enquadra em três tipos: tristeza pós-parto, depressão pós-parto e psicose pós-parto. Elas se diferenciam nos sintomas e na intensidade, durando de cinco a sete dias.

 

— A duração da depressão intermediária e da psicose pós-parto vai depender do diagnóstico correto, da proposta de tratamento e do envolvimento dos familiares.

 

Existe tratamento para esse distúrbio psicológico? Sim. Dependendo da intensidade, é necessário o uso de medicamentos e, às vezes, até do método de eletroconvulsoterapia (corrente elétrica) em casos especiais de psicose pós-parto. O médico acrescenta:

— Já a psicoterapia pode ser inserida como tratamento para os três tipos de depressão.

 

Vale ressaltar que, quando a mulher se encontra em estado de depressão, quem procura pela ajuda médica são os familiares, pois quem “está de fora” consegue perceber com mais rapidez as alterações emocionais que ocorrem na mãe. Por isso é fundamental a participação e o apoio da família durante o processo de cura.

 

Quer saber mais sobre os tipos de depressão que podem ocorrer após o parto? Confira:

Tristeza pós-parto: Ela pode ocorrer do 3º ao 4º dia após o parto, atingindo cerca de 50% a 80% das mulheres. Sintomas: Após o nascimento do bebê, a mulher fica mais chorosa, irritada, não consegue dormir, o humor fica alterado e há certa dificuldade em se concentrar.

 

Depressão pós-parto (intermediária): Normalmente ela inicia a partir da segunda semana após o parto, atingindo cerca de 10% a 15% das mulheres. Sintomas: Na fase intermediária, os sintomas aparecem com mais intensidade. São elas: tristeza excessiva, choro, desânimo, desligamento da vida social, perda do apetite, aparência abatida, distúrbio do sono e perda da libido.

 

Psicose pós-parto: Ela pode ocorrer entre duas ou três semanas após o parto. A incidência é infinitamente menor, atingindo cerca de 0,1% a 0,2% das mulheres. Sintomas: Ilusões, alucinações (sensação de ter alguém te seguindo), confusão mental e agitação motora. A mulher fica totalmente desconexa do tempo e do espaço.

 

R7

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