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Que atividade física é importante e faz bem, todo mundo sabe. No entanto, para adquirir ainda mais benefícios, é preciso buscar exercícios mais completos, que trabalhem todo o corpo e desenvolvam a resistência aeróbia e anaeróbia, o equilíbrio, a força e a potência muscular e a flexibilidade. Os exercícios funcionais, por exemplo, têm movimentos mais complexos e, por isso, o risco de lesões é muito maior, como alertou o médico do esporte Gustavo Magliocca no Bem Estar desta sexta-feira, 4.

 

De acordo com o médico, é preciso prestar muita atenção na hora de realizar os movimentos de exercícios complexos para evitar danos às articulações, principalmente dos ombros, quadris, coluna e joelhos. Em alguns casos, a pessoa até consegue levantar determinado peso, mas se for uma carga muito grande, ela pode não conseguir executar o movimento com perfeição e acaba se machucando.

 

Por isso, é importante começar progressivamente nessas atividades – de acordo com o médico, para conseguir fazer um exercício complexo, é necessário muito treino para melhorar a coordenação motora e muscular e também o equilíbrio. Esses requisitos são essenciais para quem quer praticar os exercícios funcionais de maneira correta, sem sobrecarregar o corpo.

 

Vale lembrar, porém, que não são só os funcionais que trazem todos esses benefícios. Diversificar a atividade física, inclusive, é um meio de adquirir cada vez mais ganhos cardiovasculares, respiratórios e musculares, como é o caso do grupo de esportistas mostrados na reportagem da Natália Ariede.

 

Eles se juntam no Parque do Ibirapuera em São Paulo para praticar uma junção de vários esportes – combinam técnicas de respiração e consciência corporal do yoga a exercícios funcionais, boxe e corrida, por exemplo. Cada membro leva um pouco do seu conhecimento para o treinamento que dura uma hora e envolve ainda meditação e alongamentos, além de trazer também os benefícios da atividade ao ar livre.

 

Outra atividade que também reúne diversas vantagens é o pole dance – segundo o médico do esporte Gustavo Magliocca, o pole dance exige muita contração isométrica, equilíbrio, flexibilidade, força, resistência e orientação especial. Com o tempo, quem pratica acaba tendo muitos benefícios cardiovasculares, hormonais e musculares, especialmente na região do abdômen, como mostraram as praticantes na reportagem da Natália Ariede.

 

Porém, assim como no caso dos exercícios funcionais, o pole dance também tem riscos e pode causar traumas, quedas, batidas, entorses e lesões na coluna lombar e cervical. Por isso, pessoas com problemas de coluna ou labirintite, por exemplo, devem procurar outras formas de exercício.

 

O Bem Estar desta sexta-feira, 4, mostrou também uma atividade aeróbia de salto feita com uma espécie de patins. De Fortaleza, a repórter Eveline Frota mostrou que esse exercício, que trabalha principalmente os músculos da coxa e quadril, vem ganhando cada vez mais adeptos. Além disso, promove força e potência muscular e ajuda ainda na perda de gordura.

 

Para quem não tem a possibilidade de realizar nenhuma dessas atividades, a terapeuta corporal e bailarina Mônica Monteiro deu dicas de alguns exercícios que também estimulam diferentes músculos do corpo e trabalham o equilíbrio, a coordenação motora e a consciência corporal. Confira abaixo:

 

1. Com uma escovinha de bebê ou de dentes, por exemplo, escove a musculatura do rosto e do corpo para estimular as fibras musculares e suavizar linhas de expressão e a tensão.

 

2. Utilize bolinhas irregulares que são encontradas em lojas de material esportivo e quicam em direções inesperadas. Como essas bolinhas nunca voltam para a pessoa, o exercício exige que ela se desloque rapidamente em diversos planos e no espaço. Com isso, esses movimentos, além de serem divertidos, estimulam o reflexo, aumentam a agilidade e despertam o sistema motor.

 

3. Para aliviar a articulação do ombro, segure uma laranja com uma mão esticada e, com a outra, segure o ombro. Com a mão esticada, faça o movimento do "8".

 

 

4. Coloque um livro no chão, suba em cima dele apenas com a ponta dos pés e mantenha o equilíbrio olhando sempre à frente.

 

 

G1

A Federação Nacional dos Médicos (Fenam) vai convocar nesta sexta-feira, 04, uma paralisação nacional da categoria para segunda e terça-feira da semana que vem em oposição ao projeto do programa Mais Médicos que foi aprovado na terça-feira, 01, no Congresso.

 

 

Para a associação, que representa 53 sindicatos, o texto modificado na Casa prejudica ainda mais os profissionais. O ponto mais polêmico é o que define que o registro médico seja concedido pelo Ministério da Saúde - e não mais pelos conselhos regionais de medicina, como é hoje. Outra crítica é à prorrogação do programa, de três para quatro anos. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

 

 

Estadão 

dordedentebebeNada mais aflitivo do que não saber o que a criança está sentindo. Quando ela ainda não fala, o choro acaba sendo o meio de expressão dos filhos para os pais. Choro de fome, choro de sono, choro de cólica. Mas é preciso aprender a distinguir se a reação da criança indica um incômodo, manha ou se é dor.

 

O choro é a principal manifestação de dor em crianças, apesar da sua intensidade nem sempre corresponder à intensidade da dor. É preciso prestar atenção a outras alterações, tanto físicas quanto de comportamento.  Observar o sono, o apetite e até os interesses de lazer. “Se a criança não está dormindo bem, diminuiu o apetite e se recusa a brincar, por exemplo, é hora de ligar para o pediatra”, diz a cirurgiã-dentista, Adriana Lira Ortega, professora da Fundação para o Desenvolvimento Científico e Tecnológico da Odontologia (FUNDECTO) da FOUSP.

 

Dentes à vista

Uma fase que, normalmente, os cuidadores da criança enfrentarão certa dificuldade é quando os dentinhos começam a nascer, entre seis meses e um ano de idade. A sensação pode ser desconfortável e o bebê apresenta irritabilidade. “Mordedores com gel são uma ótima opção e podem ser oferecidos gelados, alguns profissionais também recomendam uso de analgésicos”, afirma.

 

O buraco é mais embaixo

A dor é um aviso do organismo de que algo fora dos padrões normais está acontecendo. O que pode ser um sinal de alerta são outros sintomas que fazem parte do quadro da criança. “Caso a dor esteja fazendo parte de um quadro infeccioso agudo, a criança pode apresentar febre e edema (inchaço) próximo do dente, perda de apetite, bem como sintomas psicológicos como irritação e ansiedade”, diz Ortega.

 

Segundo o pediatra Rogério Morando, do Hospital e Maternidade São Luiz, quando o problema do bebê está na boca, um sintoma evidente é a salivação excessiva na presença de algum fator que agrida a mucosa oral e/ ou dentes.

 

Em crianças que já têm os dentes, a dor também pode indicar cárie ou outras doenças bucais. “Devemos nos lembrar da cárie de mamadeira, situação em que ocorre a evolução para um processo de cárie devido a ingestão de leite noturno, não seguida de escovação adequada”, diz Morando.

 

Quando este é o caso, a melhor saída é levá-lo ao odontopediatra que aliviará os sintomas com procedimentos no consultório. “Os analgésicos que a criança toma rotineiramente podem não fazer efeito frente a uma dor de dente, o tratamento dentário é indispensável uma vez que nenhum medicamento sozinho é capaz de resolver o problema desse tipo”, afirma Adriana.

 

Evite esse problema

Quanto antes os pais levarem os bebês ao odontopediatra, melhor. O profissional fará um trabalho de prevenção, além de orientar os pais quanto ao cuidado oral dos pequenos. Cada fase da dentição exige cuidados especiais, e até os dentes de leite têm papel fundamental para o desenvolvimento da criança.  

 

 

Terra

A privação de sono não traz benefícios ao corpo, mas passar muito tempo na cama também não. Um estudo feito com mais de 50 mil pessoas pela Academia Americana de Medicina do Sono mostra que dormir muito aumenta chances de desenvolvimento de doenças.

 

Segundo a pesquisa, o hábito ainda traria problemas psicológicos. Enquanto repousar menos do que seis horas por noite aumenta chances de doenças cardíacas, derrames, diabetes, obesidade e doenças mentais, existem ainda riscos maiores para os dorminhocos, que descansam cerca de 10 ou mais horas por dia, segundo os dados publicados pelo Daily Mail.

 

"Um estilo de vida equilibrado e saudável não se limita à dieta e atividade física, quando e como se dorme é tão importante como o que se come", disse o médico Safwan Badr. O especialista em sono recomenda de sete a nove horas de sono por noite.

 

 

Ele ainda explicou que problemas durante o sono como, apneia e insônia, podem indicar a presença de doenças crônicas, que devem ser investigadas. Para chegar aos dados, foram analisadas fichas médicas de pessoas com mais de 45 anos e encontradas principalmente relações entre a privação de sono, doenças psicológicas e obesidade.

 

Ponto a Ponto Ideias